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	<title>A Natureza Humana &#187; Christopher McCandless</title>
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		<title>Na natureza selvagem e o eu de dois anos atrás</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2015 12:36:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Christopher McCandless]]></category>
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			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e46f4158ab9" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">A</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>cho que posso dizer que esse foi o marco pra mim. Esse foi o dia em que a vontade de estar próximo da natureza começou seu <strong>crescimento desenfreado</strong>. Foi nesse dia que começaram os questionamentos dos conceitos da sociedade e do meu modo de vida atual. Mas não foi quando eu terminei o filme que “minha vida mudou”, passei um bom tempo refletindo, questionando, <strong>aprimorando meu pensamento</strong>. Assisti mais uma vez, pesquisei sobre o Chris, me inteirei sobre o assunto e foi aí que as coisas começaram a mudar.</p>
<p>A filosofia do personagem me influenciou de uma forma tão grande que hoje não consigo mais imaginar como eu poderia pensar diferente anteriormente. Chris tinha suas dúvidas, seus próprios conceitos, <strong>ele não queria saber de verdades absolutas</strong>, ele queria entender tudo, ele queria julgar tudo, ele queria saber o que era realmente bom e o que era ruim, não que lhe dissessem o que era bom ou ruim, pois ele simplesmente não ligava, ele tinha que sentir isso.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-6075"></span></p>
<p>Ao começar a julgar os defeitos da sociedade ele passou a se isolar, a buscar, na calmaria da solidão, um refúgio, algo que seria melhor que o caos da sua vida atual, e ele buscou isso através de um contato mais profundo com a natureza, assim como um de seus mentores <a title="Wikipédia - Henry David Thoreau" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Henry_David_Thoreau" target="_blank">Henry David Thoreau</a>. Em toda a sua caminhada <strong>encontrou pessoas marcantes,</strong> que lhe ajudaram a formar novos conceitos, lhe ensinaram diferentes jeitos de viver a vida, lhe deram lições, pessoas que estiveram presentes no seu amadurecimento como pessoa. Mas mesmo assim, sua cabeça permanecia focada em um ideal mais solitário, uma convivência só, na natureza selvagem.</p>
<p>Quando sua história veio a tona, através do livro e do filme, pessoas lhe julgando não faltaram, alguns o chamam de louco, outros de gênio. Eu, particularmente, acho que o gênio se sobressai muito mais, um lado maluco todos nós temos e talvez se ele não o tivesse, não teria coragem para fazer o que fez e deixado um legado tão belo quanto o fez.</p>
<p>Falando em específico do filme agora, as atuações são impecáveis, <strong>Emile Hirsch é simplesmente fantástico</strong> o filme todo, o roteiro é sensacional e a história em si já é um caso a parte. Um adendo especial à trilha sonora, acho que não passo mais de um mês sem ouvir a voz do mestre Eddie Vedder cantando essas poesias que embalaram o filme.</p>
<p>Faça um favor a si mesmo e assista o filme. Já assistiu? Não importa, veja de novo. Vale cada segundo.<br />
Outras informações:<br />
<a title="Na Natureza Selvagem (2007) - IMDb" href="http://www.imdb.com/title/tt0758758/" target="_blank">Filme no IMDb</a> e no <a title="Wikipédia - Na Natureza Selvagem" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Into_the_Wild_(filme)" target="_blank">Wikipédia<br />
</a>E a trilha sonora espetacular do Eddie Vedder: <a title="Wikipédia - Into the Wild (álbum)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Into_the_Wild_(%C3%A1lbum)" target="_blank">Into the Wild (álbum)</a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Na-Natureza-Selvagem.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6077" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Na-Natureza-Selvagem-1024x426.jpg" alt="Na Natureza Selvagem" width="1024" height="426" /></a></p>
<p>E, ao contrário do que diz lá em cima no post, <strong>esse post não foi escrito hoje</strong>, por mais incrível que pareça, essa primeira parte do post eu tinha escrito <strong>há exatos dois anos, em junho de 2013</strong>, um tempo onde essa nossa primeira viagem nem pensava em existir. Achei o texto enquanto vasculhava alguns arquivos antigos em meu computador. Ler isso tudo novamente e saber que pouco a pouco estou concretizando esse sonho de viver esse novo estilo de vida me trouxe uma alegria enorme.</p>
<p>Isso sem falar nas &#8220;coincidências&#8221; com a nossa viagem em si. Nós já dissemos aqui que começamos toda a viagem pensando que iria ser uma aventura com uma conexão enorme com a natureza através dos trekkings e dos passeios, mas o que nos surpreendeu foi a parte do contato humano, de toda a ajuda que recebemos de pessoas até então desconhecidas e toda a reflexão que isso nos trouxe. Toda a ajuda que recebemos durante a viagem certamente não foi porque somos sortudos ou que somos algum tipo de exceção, esse tipo de coisa aconteceu porque <strong>estávamos abertos a isso</strong>, deixamos a viagem acontecer de uma forma natural, exatamente como Chris e tantos outros que conhecemos durante nossa grande caminhada.</p>
<p>Como o Diego de dois anos atrás citou lá no começo, essa história foi o começo de muitos questionamentos. Não consigo não fazer relação dela com tantas outras mudanças na minha vida que não são nem relacionadas a natureza, mas sim à sociedade. Desde que assisti o filme pela primeira vez eu tive uma separação, um pedido de demissão em uma carreira estável (se é que isso existe), o início do meu relacionamento com a Bruna, a criação de uma empresa, uma outra mudança de casa, a saída da empresa e por fim a viagem. Esse seria meu resumo de vida dos últimos 7 anos e não estou forçando a barra quando digo que <strong>cada um desses eventos teve uma influência</strong> desses questionamentos que foram trazidos a tona pelo filme.</p>
<p>Lembrei de um vídeo do <a title="Canal do Pirula - Youtube" href="https://www.youtube.com/user/Pirulla25" target="_blank">Pirula</a> que assisti há pouco onde ele conta que toda a carreira dele como paleontólogo foi influenciada por um livro de figurinhas de dinossauros. Obviamente não foi o livro que determinou todo o futuro dele, mas despertou algo que desencadeou um monte de outros acontecimentos que levaram até onde ele está hoje. Acredito que de certa forma esse filme fez algo parecido comigo.</p>
<p>E pra finalizar, não poderia deixar de citar a clássica: &#8220;<strong>A felicidade só é real quando compartilhada</strong>&#8220;. Obrigado Bruna, minha família e meus amigos que compartilham (ou compartilharam) sua felicidade e amor comigo. Acho que se o Diego de hoje encontrasse o Diego que escreveu o início do post ou o Diego que assistiu ao filme pela primeira vez, acho que ele daria um tapinha nas costas e diria: &#8220;vai em frente, você está no caminho certo&#8221;. Espero que o Diego que lerá esse post daqui mais alguns anos possa dizer o mesmo.</p>
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