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	<title>A Natureza Humana &#187; ilha</title>
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		<title>Roteiro em Valdívia: dos lobos marinhos às folhas de outono</title>
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		<pubDate>Tue, 05 May 2015 01:26:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Chegamos e já fomos muito bem recepcionados pelo staff, que nos deu muitas dicas do que fazer na cidade, eles tem ainda uma pasta com roteiros completos, restaurantes, preços e informações variadas em inglês e espanhol, realmente nos impressionou. Além disso, desde que saímos de Ushuaia (lá ficamos no hostel Cruz del Sur), não tínhamos [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com/2015/05/roteiro-em-valdivia-dos-lobos-marinhos-as-folhas-de-outono/">Roteiro em Valdívia: dos lobos marinhos às folhas de outono</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com">A Natureza Humana</a>.</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e46f48e72bc" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">T</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>inham nos falado muito bem de Valdívia e ela entrou no nosso roteiro pelas indicações que ouvimos das pessoas que conhecemos ao longo do caminho. Parecia promissor, a feira fluvial, os parques e os fortes eram motivos suficientes pra gente fazer uma parada na cidade. E temos que dizer, valeu a pena!</p>
<p class="p1">Chegamos no final do dia, tentamos até o último momento conseguir um Couchsurfing, mas nada feito, a solução seria procurar um hostel. Tínhamos pesquisado antes e anotamos o endereço de dois deles (como já é baixa temporada, não fizemos reservas), a primeira tentativa foi um fracasso, fomos até o endereço e simplesmente não havia nenhum hostel ali, perguntamos em um restaurante por perto e o garçom informou onde era (um pouco mais distante) e disse que isso sempre acontece com esse hostel, o endereço deles está errado na internet. Bom, desistimos dele e fomos até o “Aires Buenos”, o que se converteu em uma grata surpresa porque era realmente muito bom! </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-5924"></span></p>
<p class="p1">Chegamos e já fomos muito bem recepcionados pelo staff, que nos deu muitas dicas do que fazer na cidade, eles tem ainda uma pasta com roteiros completos, restaurantes, preços e informações variadas em inglês e espanhol, realmente nos impressionou. Além disso, desde que saímos de <a title="Ushuaia" href="http://anaturezahumana.com/tag/ushuaia" target="_blank">Ushuaia</a> (lá ficamos no <a title="Hostel Cruz del Sur" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/hostel-cruz-del-sur/" target="_blank">hostel Cruz del Sur</a>), não tínhamos mais ficado em um hostel com aquele clima jovial e alegre que a gente sempre espera. Os quartos são amplos, a sala é super confortável e bem decorada, a cozinha é aberta a todos e tem até um pato de estimação, de manhã tem café com pães integrais e iogurte com frutas (também achei legal o staff ter perguntado se tínhamos alguma restrição alimentar para o café). Ah, o mais legal é que é um hostel com permacultura, então eles tem composteiras para os resíduos, separam o lixo e usam energia solar. A diária saiu 9.500,00 por pessoa no primeiro (cerca de R$43,00) dia e 7.500,00 no segundo (eles dão desconto a partir do segundo dia).</p>
<p class="p1">Decidimos que ficaríamos duas noites na cidade e o nosso roteiro foi assim:</p>
<p class="p1"><strong>Dia 1: Lobos Marinhos e a Feira Fluvial</strong></p>
<p class="p1">Saímos do hostel e caminhamos pelo centro, visitando a plaza de armas e caminhando pela Costaneira. A cidade me lembrou um pouco a nossa querida Curitiba, com prédios históricos (é a quarta cidade mais antiga do Chile) e uma névoa fria e esbranquiçada cobrindo as ruas pela manhã, mas o que chamou atenção mesmo foi a Feira Fluvial. Os lobos marinhos ficam na água esperando os restos que os pescadores lhes dão depois de limpar seus peixes. Eles são enormes, fotogênicos e não se incomodam nem um pouco com as pessoas olhando pra eles, estão muito mais preocupados em comer e depois ficar tomando banho de sol.</p>
<p class="p1">A própria feira também é uma atração em si só, super variada em frutas, verduras, mariscos e peixes, além de pães, queijos e até livros usados. A gritaria dos vendedores atraindo os fregueses para suas barracas e os músicos tocando violão e acordeon completam a experiência multisensorial de sons, cores, aromas e sabores.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Centro-da-cidade.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5930" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Centro-da-cidade-1024x683.jpg" alt="Valdivia - Centro da cidade" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Vista-para-o-rio-e-a-feira-fluvial.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5931" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Vista-para-o-rio-e-a-feira-fluvial-1024x683.jpg" alt="Valdivia - Vista para o rio e a feira fluvial" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Feira-Fluvial-Lobos-e-leões-marinhos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5903" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Feira-Fluvial-Lobos-e-leões-marinhos.jpg" alt="Valdivia - Feira Fluvial - Lobos e leões marinhos" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Feira-Fluvial-Variedade-de-frutas-e-verduras.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5904" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Feira-Fluvial-Variedade-de-frutas-e-verduras.jpg" alt="Valdivia - Feira Fluvial - Variedade de frutas e verduras" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Feira-Fluvial-Variedade-de-vegetais-e-peixes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5905" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Feira-Fluvial-Variedade-de-vegetais-e-peixes.jpg" alt="Valdivia - Feira Fluvial - Variedade de vegetais e peixes" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Feiras-de-artesanato.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5906" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Feiras-de-artesanato.jpg" alt="Valdivia - Feiras de artesanato" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Passeio-pela-costaneira.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5921" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Passeio-pela-costaneira.jpg" alt="Valdivia - Passeio pela costaneira" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>Dia 1: O Jardim Botânico da Isla Teja</strong></p>
<p class="p1">Depois do mercado municipal atravessamos a ponte para chegar até a Isla Teja, é pertinho e dá pra ir a pé, mas também tem ônibus a 600 pesos, para quem queira. Logo do outro lado do rio tem uma série de museus, mas no dia em que fomos estavam todos fechados. Seguimos então direto para o campus da Universidad Austral de Chile, que abriga o Jardim Botânico, foi muito fácil chegar, a cidade é bem sinalizada. No arredores da universidade há vários barzinhos e restaurantes bacanas.</p>
<p class="p1">O jardim é uma reserva muito bem cuidada, com bosques e áreas para caminhar ou simplesmente sentar e relaxar. A vegetação estava toda vestida de amarelo, vermelho e verde, as cores do outono que enchem os olhos. A entrada é gratuita.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-O-outono-chegou.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5920" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-O-outono-chegou.jpg" alt="Valdivia - Jardim botânico - O outono chegou" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-O-outono-chegou-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5919" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-O-outono-chegou-2.jpg" alt="Valdivia - Jardim botânico - O outono chegou 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-Muitas-cores.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5918" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-Muitas-cores.jpg" alt="Valdivia - Jardim botânico - Muitas cores" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-Diego.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5916" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-Diego.jpg" alt="Valdivia - Jardim botânico - Diego" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-Diego-e-seu-cabelo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5915" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-Diego-e-seu-cabelo.jpg" alt="Valdivia - Jardim botânico - Diego e seu cabelo" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-Bruna-no-caminho.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5913" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-Bruna-no-caminho.jpg" alt="Valdivia - Jardim botânico - Bruna no caminho" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-A-grama-e-o-céu.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5912" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-A-grama-e-o-céu.jpg" alt="Valdivia - Jardim botânico - A grama e o céu" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>Dia 1: Piquenique no Parque Saval</strong></p>
<p class="p1">Depois do Jardim Botânico, é possível caminhar um pouco mais e chegar no Parque Saval, a entrada custa 500 pesos (cerca de R$2,50). O parque possui lagoas, caminhadas e área para piquenique com mesas e bancos. É um lugar bem familiar e muito tranquilo, o legal de lá é relaxar, ir com tempo, levar um lanchinho e desfrutar a paisagem. Tempo perfeito para meditar sobre a viagem e tudo o que aprendemos até aqui.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-Hora-de-alongar1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5923" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-Hora-de-alongar1.jpg" alt="Valdivia - Jardim botânico - Hora de alongar" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>Dia 2: Forte Niebla e Cervejarias Artesanais</strong></p>
<p class="p1">No dia seguinte pegamos um ônibus até Niebla (aqui é um pouco mais longe, não dá pra ir caminhando) e chegamos ao Forte Niebla, que nos surpreendeu pelo seu tamanho e pelas lindas vistas do oceano.</p>
<p class="p1">Valdívia tem vários fortes, pois na época da colonização, fazia sua defesa através de um sistema de fortificações muito bem elaborado, impedindo assim que seus inimigos seguissem pelo canal de navegação que chega até a cidade. Boa parte de suas edificações foram destruídas pelo terremoto de 1960 (o mesmo que atingiu Chiloé), por isso hoje algumas partes são originais e outras restauradas.</p>
<p class="p1">Esse é o maior forte, conta ainda com um museu e a entrada é gratuita, segundo o staff do hostel, há outros abertos à visitação, mas são menores, menos atrativos e cobram entrada.</p>
<p class="p1">Falamos em cervejarias artesanais, né. Então, realmente, depois do forte tínhamos a intenção de visitar algumas cervejarias, outro programa bem típico de Niebla, pooorém desde a noite anterior não estávamos nos sentindo muito bem. Começou com o Diego e depois que ele melhorou eu comecei a ficar mal, dores no estômago, cólicas e mal estar…Não dá pra ir numa cervejaria com o estômago embrulhado né, então nesse dia nos contentamos apenas com o forte e terminamos o passeio um pouco mais cedo, mas fica o registro pra quem estiver indo pra lá e estiver em melhores condições de saúde.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Fuerte-Niebla.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5911" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Fuerte-Niebla.jpg" alt="Valdivia - Fuerte Niebla" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Fuerte-Niebla-com-caminhos-acessíveis.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5910" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Fuerte-Niebla-com-caminhos-acessíveis.jpg" alt="Valdivia - Fuerte Niebla com caminhos acessíveis" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Fuerte-Niebla-Farol.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5909" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Fuerte-Niebla-Farol.jpg" alt="Valdivia - Fuerte Niebla - Farol" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Fuerte-Niebla-Entrada-e-vista-para-as-ilhas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5908" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Fuerte-Niebla-Entrada-e-vista-para-as-ilhas.jpg" alt="Valdivia - Fuerte Niebla - Entrada e vista para as ilhas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Fuerte-Niebla-Bruna-e-seus-amigos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5907" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Fuerte-Niebla-Bruna-e-seus-amigos.jpg" alt="Valdivia - Fuerte Niebla - Bruna e seus amigos" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Vista-do-Fuerte-Niebla.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5922" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Vista-do-Fuerte-Niebla.jpg" alt="Valdivia - Vista do Fuerte Niebla" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>Chiloe: Visitando as cidades de Achao e Ancud</title>
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		<pubDate>Sat, 02 May 2015 01:11:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p> No nosso terceiro dia na ilha, seguindo as sugestões de Ale e Sandro, tomamos um ônibus até a ilha de Quinchao, onde visitaríamos a pequena cidade de Achao. É muito simples chegar até a ilha, o ônibus sai a CHS 1.800,00 (cerca de R$ 8,00) e está inclusa a travessia em balsa, nem é preciso [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com/2015/05/chiloe-visitando-as-cidades-de-achao-e-ancud/">Chiloe: Visitando as cidades de Achao e Ancud</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com">A Natureza Humana</a>.</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e46f48eb2e4" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">C</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>hiloé estava nos fascinando com toda a sua riqueza cultural. Começamos a aprender um pouco mais sobre esse arquipélago, que apesar de chileno, se desenvolveu de maneira diferente do restante do país, é possível perceber isso de diversas maneiras: a arquitetura peculiar com as igrejas de madeira, as palafitas e as casas de tijuelas; os seus costumes particulares como o transporte de casas inteiras de uma ilha para outra (sim, isso existe por la e geralmente a ocasião é especial e comemorada com uma festa. Ouvimos de gente que viu e até participou, mas não é algo que acontece todos os dias, então é melhor não ir esperando ver assim tão fácil); as suas comidas como o alho e as batatas e seu típico Curanto; sua mitologia cheia de lendas e mistérios; além das diferenças naturais com sua vegetação e relevo particulares, sem a presente influência da Cordilheira dos Andes, como é o caso do restante do Chile. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-5886"></span></p>
<p class="p1"> No nosso terceiro dia na ilha, seguindo as sugestões de Ale e Sandro, tomamos um ônibus até a ilha de Quinchao, onde visitaríamos a pequena cidade de Achao. É muito simples chegar até a ilha, o ônibus sai a CHS 1.800,00 (cerca de R$ 8,00) e está inclusa a travessia em balsa, nem é preciso desembarcar.</p>
<p class="p1">O legal desse local é passear pela cidade, onde há outra igreja de madeira, que é Patrimônio Mundial pela UNESCO (infelizmente ela estava fechada e não pudemos visitar seu interior), caminhar pela costaneira e depois subir até um mirante onde, além da bela vista da cidade, se pode observar diversas outras ilhas menores ao redor. Dali mesmo é possível pegar o ônibus de volta e seguir até a cidade de Dalcahue, também muito interessante, com uma feira municipal grande e variada, porém como chegamos aí no final da tarde, a feira já estava fechada e seguimos direto para Castro novamente. Nossa intenção era na verdade seguir dali para Ancud, a última cidade que visitaríamos na ilha, mas como estávamos com poucos pesos chilenos, precisamos voltar para fazer câmbio em Castro. Aliás, se você for visitar a ilha, é bom saber que os principais serviços se encontram em Castro, especialmente casas de câmbio.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Vista-da-Praia-em-Achao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5898" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Vista-da-Praia-em-Achao.jpg" alt="Chiloé - Vista da Praia em Achao" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Praia-em-Achao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5896" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Praia-em-Achao.jpg" alt="Chiloé - Praia em Achao" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Igreja-em-Achao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5891" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Igreja-em-Achao.jpg" alt="Chiloé - Igreja em Achao" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-full wp-image-5900" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Vista-para-a-cidade-de-Achao-e-o-mar.jpg" alt="Chiloé - Vista para a cidade de Achao e o mar" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-full wp-image-5899" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Vista-do-mirante-para-a-cidade-de-Achao-e-o-mar.jpg" alt="Chiloé - Vista do mirante para a cidade de Achao e o mar" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1">Nesse dia, ao voltar do passeio, ficamos sabendo da erupção do vulcão Calbuco, nas proximidades de Puerto Varas, o que acabaria por nos obrigar a uma rápida mudança de planos, já que essa era uma das cidades que pretendíamos visitar, porém isso nunca foi um problema pra gente, porque vamos levando nossa viagem com o roteiro bem aberto, procurando não nos apegar a nenhum plano e estar sempre abertos para os imprevistos no caminho.</p>
<p class="p1">No dia seguinte nos despedimos de Ale e Sandro, mais uma vez com um aperto no peito e a vontade imensa de voltarmos a ver-los. Foram dias muito divertidos e sua companhia muito agradável, coisas que só presenciamos pelo Couchsurfing. Dali, fomos direto a Ancud, cidade mais ao norte da ilha.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Cidade-de-Castro-Ale-Sandro-e-nós.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5889" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Cidade-de-Castro-Ale-Sandro-e-nós.jpg" alt="Chiloé - Cidade de Castro - Couchsurfing" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1">Passamos o dia conhecendo Ancud, fomos ao mercado municipal, a um pequeno forte e a um museu muito bacana, que conta a história da ilha e dos primeiros homens que viveram ali, seus costumes e seus sofrimentos diante de alguns desastres naturais, comuns na região como terremotos e maremotos. Em 1960 as ilhas (assim como boa parte do Chile) sofreu com um grande maremoto. Na época o estrago foi grande, muita gente morreu, muitas casas foram destruídas e, claro, as cidades ficaram um caos. Aos poucos tudo foi reconstruído e agora já não se percebem seus estragos fora do museu, mas sabe-se que muito de sua estética foi perdida na reconstrução. Nos museus é possível ver algumas fotos dessa época triste para os chilotas. O museu é bem interativo e a entrada gratuita.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Relógio-no-museu-da-cidade-de-Ancud.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5897" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Relógio-no-museu-da-cidade-de-Ancud.jpg" alt="Chiloé - Relógio no museu da cidade de Ancud" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5892" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Museu-da-cidade-de-Ancud.jpg" alt="Chiloé - Museu da cidade de Ancud" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5895" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-3.jpg" alt="Chiloé - Parte externa do museu da cidade de Ancud 3" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5894" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-2.jpg" alt="Chiloé - Parte externa do museu da cidade de Ancud 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5893" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-1.jpg" alt="Chiloé - Parte externa do museu da cidade de Ancud 1" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Forte-na-cidade-de-Ancud.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5890" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Forte-na-cidade-de-Ancud.jpg" alt="Chiloé - Forte na cidade de Ancud" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">A cidade é bonita, como toda Chiloé, mas um dia nos bastou para percorrer os pontos principais, e assim já tomamos outro ônibus e fomos dormir em Puerto Montt, já no continente outra vez, nos despedindo desse arquipélago cheio de encantos e história. Recomendamos muito a visita, é uma ótima pedida para quem tem poucos dias, já que pode-se conhecer várias cidades e povoados em pouco tempo (o transporte é feito através de microônibus e balsas, é barato e funciona muito bem) e além da riqueza cultural, ainda tem diversas belezas naturais, dá pra explorar bem mais, nós fomos apenas aos pontos principais.</p>
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		<title>Chegando a Chiloé, o charmoso arquipélago chileno</title>
		<link>http://anaturezahumana.com/2015/04/chegando-a-chiloe-o-charmoso-arquipelago-chileno/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2015 15:18:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>
		<category><![CDATA[Navegação]]></category>
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		<description><![CDATA[<p> Saímos de Coyhaique, onde passamos dias maravilhosos na companhia de David (couchsurfing) e dos outros hóspedes, o francês Samuel (com seu ornitorrinco de pelúcia Platipus) e o argentino Juan. Formamos uma turma animada e unida, sempre cozinhando juntos e indo dormir tarde, rindo por horas. Inclusive organizamos uma partida de pôker, onde confeccionamos nossas próprias [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e46f48f0934" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">D</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>eixamos a Carretera Austral com um aperto no peito e uma vontade enorme de conhecê-la por inteiro. Confidenciamos aqui: rolou uma conversa de um dia voltar e fazer o caminho de bike… Vai saber…</p>
<p class="p1">Bom, o fato é que sabendo que um dia vamos voltar, não tivemos remorsos maiores em seguir em frente, e nosso rumo era Chiloé, <strong>um arquipélago com cerca de trinta ilhas</strong> (mas o pessoal daqui diz que o número é incerto e juram que há inclusive ilhas com poderes no maior estilo “Lost”). A maior e principal ilha é a Isla Grande de Chiloé, que compreende várias cidades. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-5856"></span></p>
<p class="p1"> Saímos de Coyhaique, onde passamos dias maravilhosos na companhia de David (couchsurfing) e dos outros hóspedes, o francês Samuel (<strong>com seu ornitorrinco de pelúcia Platipus</strong>) e o argentino Juan. Formamos uma turma animada e unida, sempre cozinhando juntos e indo dormir tarde, rindo por horas. Inclusive organizamos uma partida de pôker, onde confeccionamos nossas próprias fichas e chamamos de “pesos mochilenhos”, havia uma cotação oficial e tudo! Deu uma tristeza despedir-nos de David, mas saímos com uma promessa de nos vermos no Brasil em julho (espero que ele esteja treinando seu português e lendo esse post!).</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Coyhaique-Desdedida-David-Juan-Samuel-e-Platipus.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5879" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Coyhaique-Desdedida-David-Juan-Samuel-e-Platipus.jpg" alt="Carretera Austral - Coyhaique - Desdedida David, Juan, Samuel e Platipus" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">Pegamos algumas caronas até que chegamos por volta das 18:00hs em Puerto Cisnes. Estava chovendo e tinha muita neblina no porto. Logo encontramos o escritório da companhia que faz a travessia de barco até Chiloé. Entramos e duas funcionárias nos deram o aviso de que <strong>o barco estava parado em outro porto</strong> e por conta do mau tempo não havia previsão de chegada. O horário de saída seria as 22:00hs, mas já estava atrasado no caminho em pelo menos 4 horas e contando. Pedimos se não tinha um lugar onde pudéssemos ficar e elas nos deram as informações das hospedagens próximas.</p>
<p class="p1">Saímos e nesse momento lembramos que <strong>estávamos quase sem pesos chilenos</strong>. Não imaginávamos que íamos passar a noite ali e não havia casa de câmbio no lugar. Perguntamos o valor numa hospedagem e saía CHS 10.000,00 por pessoa, sem café da manhã. Muito caro pelo que era oferecido e bem mais do que tínhamos no bolso. Voltamos ao escritório, onde a funcionária fez algumas ligações tentando encontrar alguém que trocasse nosso dinheiro, sem sucesso. Pegamos a maior cara de abandono que temos nas mochilas e explicamos para as duas o quanto <strong>não podíamos gastar aquele dinheiro e o quanto estava frio lá fora</strong>, depois, sem uma solução, desconsolados saímos.</p>
<p class="p1">Estávamos na rua e ouvimos um barulho na janela do escritório, elas estavam nos chamando. Entramos e elas disseram: &#8220;não poderíamos estar fazendo isso, mas a companhia tem um container que serve como sala de espera e é aberto somente uma hora antes do embarque. <strong>Vamos abrir uma excessão e deixar vocês ficarem lá</strong>. Tem calefação, banheiros, tomadas e água.”</p>
<p class="p1">Não podia ser melhor! Impossível expressar a felicidade que sentimos quando o funcionário abriu a porta do container e ligou o aquecedor. Passamos a noite ali, dando informações para algumas pessoas que batiam perguntando se o barco já estava a caminho, foi ficando tarde, colocamos os isolantes no chão, abrimos os sacos de dormir e apagamos.</p>
<p class="p1">Lá pelas três da manhã ouvimos um ruído na porta. Assim conhecemos o francês Roman, que chagava ensopado (ele e toda a sua bagagem). Ele não sabia que o container estava aberto e estava na mesma situação que a gente, só que um pouco pior, porque só encontrou abrigo bem mais tarde. Emprestamos um de nossos isolantes para ele e oferecemos o lugar mais próximo ao aquecedor, para que dormisse mais confortável enquanto se secava.</p>
<p class="p1">O barco chegou as 14:00hs do dia seguinte. Embarcamos para <strong>uma travessia que duraria dezoito horas</strong> e assim passamos <strong>a pior noite da viagem</strong> e na minha opinião, a pior experiência que tive até aqui. Embora o tempo estivesse melhor e sem perigo de tempestades, o mar ainda estava revolto e o barco balançava de um lado para o outro, eu me virava no banco tentando encontrar uma posição que não me fizesse vomitar. Para ajudar, ficamos próximos do banheiro e sempre que as ondas começavam, começava junto o festival de ruídos das pessoas “chamando o Hugo”, além disso, uma das portas do banheiro não tinha trava e ficava batendo conforme o barco inclinava. Apesar do incômodo, todos estavam tranquilos, parecia ser normal balançar desse jeito, mas para mim que nunca tinha navegado nessas condições,<strong> parecia que eu estava a bordo do Titanic no momento do naufrágio</strong>. Eu fechava os olhos e pensava “quando abrir de novo, já terei dormido e será dia”, mas isso não acontecia e foi uma noite longa.</p>
<p class="p1">Chegamos a Chiloé no final da manhã na cidade de Quellon, mas decidimos ir direto para Castro, que era bem maior e portanto teríamos mais possibilidade de fazer câmbio. Descobrimos que havia um ônibus por apenas CHS2.000,00 (Aprox. R$10,00) por pessoa e por esse preço e com os olhos fundos da noite mal dormida, nem cogitamos tentar carona. Em Castro, Roman, Diego e eu caminhamos um pouco procurando hospedagem e encontramos um quarto para nós três na Hospedagem Mary por CHS6.000,00 (Aprox. R$30,00) cada um. Gostamos muito dos preços de Chiloé em comparação com o resto do Chile. Naquela noite tentei alguns contatos de Couchsurfing e Alejandra nos respondeu. A partir do dia seguinte ficamos na casa dela e de Sandro.</p>
<p class="p1">Encontramos em Ale e Sandro bons amigos, logo que chegamos nos deixaram muito à vontade e deram várias dicas sobre o arquipélago. Na noite em que chegamos cozinhamos feijão com arroz e tomamos vinho, rimos e conversamos até madrugada, foi muito divertido!</p>
<p class="p1">No dia seguinte já fomos “explorar a ilha”, tomamos um ônibus até a cidade de Cucao, onde fica o <strong>Parque Nacional Chiloé</strong> (por CHS 1.800,00 cada um, cerca de R$ 8,00). É um parque pequeno, porém muito bem cuidado e com trilhas bem sinalizadas, ali podem ser avistados diversos tipos de vegetação e há uma parte do bosque especialmente bela com <strong>árvores antigas cheias de musgos e teias de aranha.</strong> Também é possível caminhar por uma trilha e chegar ao Oceano Pacífico, pelo lado oeste da ilha, dá uma emoção grande ver as ondas batendo na areia, coisa que há muito não avistávamos, pois só tínhamos ido a pontos onde o mar não faz ondas. A entrada no parque custa CHS 1.500,00 (cerca de R$ 6,80).</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Vista-para-o-Oceano-Pacífico.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5878" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Vista-para-o-Oceano-Pacífico.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Vista para o Oceano Pacífico" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Passarelas-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5876" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Passarelas-2.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Passarelas 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Ovelha-e-o-verde.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5875" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Ovelha-e-o-verde.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Ovelha e o verde" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Murta.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5874" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Murta.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Murta" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Flora.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5873" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Flora.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Flora" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Entrada.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5872" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Entrada.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Entrada" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Bruna-e-as-passarelas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5871" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Bruna-e-as-passarelas.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Bruna e as passarelas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">Também percorremos a cidade de Castro e nos apaixonamos por suas construções feitas com pequenas telhas de madeira sobrepostas, chamadas “tijuelas”, com suas casas de palafitas, com seu rico mercado municipal e sua originalidade tão preservada que são poucos os pontos onde se vêem edifícios e outros indícios de modernidade, apesar de ser a maior cidade da ilha. Pelas ruas são vistos artesãos, vendedores de frutas e músicos. Outro destaque são as igrejas, <strong>patrimônio da humanidade pela UNESCO</strong>, que fazem jus ao seu título, elas foram construídas entre os séculos XVIII e XIX em madeira, com detalhes impressionantes.</p>
<p class="p1">Na feira municipal o destaque fica por conta da variedade de frutas e verduras (itens que mais ao sul do Chile são muito escassos), dentre eles <strong>o alho chilote, que são dentes de alho gigantes,</strong> mais parecendo cebolas, e também as batatas chilotas, que tem diversas cores e formatos. Ali também pode-se encontrar ampla variedade em artesanato, especialmente com lã de ovelha ou alpaca. Porém hoje a feira já incorporou vários produtos manufaturados &#8220;disfarçados&#8221; de artesanato, então é preciso observar bem para identificar o que é feito à mão mesmo e o que é industrial. Ainda assim, todos os produtos conservam o estilo chilote, que é encantador de qualquer forma.</p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-full wp-image-5861" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Costaneira-com-vista-para-as-palafitas.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Costaneira com vista para as palafitas" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Vista-interna-da-igreja.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5868" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Palafitas.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Palafitas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Vista-interna-da-igreja.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5862" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Costaneira.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Costaneira" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Vista-interna-da-igreja.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5869" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Ruas-da-cidade.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Ruas da cidade" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Vista-interna-da-igreja.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5864" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Igreja.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Igreja" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Vista-interna-da-igreja.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5870" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Vista-interna-da-igreja.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Vista interna da igreja" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Interno-Igreja-3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5867" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Interno-Igreja-3.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Interno Igreja 3" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Interno-Igreja-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5866" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Interno-Igreja-2.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Interno Igreja 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Interno-Igreja-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5865" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Interno-Igreja-1.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Interno Igreja 1" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Feira-municipal.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5863" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Feira-municipal.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Feira municipal" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Casa-com-tijuelas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5860" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Casa-com-tijuelas.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Casa com tijuelas" width="1024" height="683" /></a></p>
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