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	<title>A Natureza Humana &#187; trabalho</title>
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		<title>¿Acaso necesitan de personas para trabajar?</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Mar 2015 15:36:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Chile]]></category>
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			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df1c3a1f23e" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">U</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>ma das coisas que gostaríamos fazer durante a viagem era achar um trabalho temporário pra poder <strong>baixar os custos</strong> e estender um pouco mais o tempo que passaríamos viajando. Até então não havíamos tido nenhuma oportunidade e também não tínhamos procurado muito. Mas aqui em Puerto Natales estávamos decididos a mudar essa história.</p>
<p class="p1">Depois do passeio na pinguineira e dos valores altos na entrada e nos campings do Torres del Paine ficamos até meio assustados com o quanto tínhamos gastado, então <strong>tivemos que correr atrás do prejuízo</strong>.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><span id="more-5534"></span></p>
<p class="p1">Demos uma passeada pela cidade, procurando cartazes com vagas, compramos o jornal local, perguntamos para alguns conhecidos, mas não tivemos muito sucesso nessa primeira tentativa. Em alguns casos se precisava de pessoas com experiência, em outros queriam registrar e então precisávamos ter uma espécie de visto de residência chilena, em outros queriam empregados fixos e não temporários, enfim, <strong>as coisas não estavam se encaixando</strong>.</p>
<p class="p1">Bruna já estava disposta a deixar isso meio de lado e seguir para a próxima cidade, afinal de contas <strong>não íamos passar nenhum perrengue</strong> gigante, apenas encurtaríamos um pouco a viagem ou algo do tipo. Mas eu queria tentar um pouco mais, a ideia de trabalhar durante a viagem realmente me atrai muito, me parece que se pode ter uma outra experiência de imersão no local e o contato com as pessoas também muda.</p>
<p class="p1">Decidi que tiraria um dia pra ir de porta em porta em todos os hostels que encontrasse e perguntar se precisavam de gente para trabalhar. Saí cedo da casa de nosso amigo Santi e fui caminhando sem destino. Em toda placa de hostel, hospedagem, hotel <strong>eu entrava e pedia</strong>. Não tinha nada de Curriculum nem nada, nem mesmo os cartões de visita do site eu tinha levado, havia esquecido-os em casa.</p>
<p class="p1">Muitas pessoas me atenderam muito bem, algumas deram pouca importância, algumas pediam para que eu deixasse meios de contato caso surgisse algo falariam comigo, outras pediam pra voltar mais tarde e falar com o responsável que não estava presente no momento. De modo geral, nenhuma resposta positiva, <strong>mas isso mudou quando entrei no <a title="Hostel Shakana" href="http://www.shakanahostel.com/" target="_blank">Hostel Shakana</a></strong>, um lugar bem caseiro onde falei diretamente com o dono do lugar que estava na cozinha com alguns hóspedes.</p>
<p class="p1">Ele disse que não tinha vagas para um trabalho assalariado, mas que se eu quisesse me voluntariar e ajudar com alguns serviços gerais do hostel eu poderia armar a barraca no pátio do hostel e utilizar todos os serviços como um hóspede normal. Isso já me atraiu muito, mas a ideia inicial era passar alguns dias com custo zero (ou até fazer uma grana a mais, claro), assim o trabalho era bem menor, mas ainda teríamos que gastar com comida. De qualquer forma fiquei muito contente com a resposta dele e disse que voltaria mais tarde ou no outro dia para dar o parecer final, pois afinal de contas tinha que conversar com a Bruna também.</p>
<p class="p1">No caminho de volta pra casa segui procurando em outros lugares, mas as respostas seguiam como as que comentei mais acima, já era uma época complicada para estar tão ao sul, <strong>a alta temporada já estava praticamente acabando</strong> e o frio já estava começando a chegar, então obviamente as vagas de emprego temporário estavam se acabando também.</p>
<p class="p1">Quando conversei com Bruna ela não pareceu se animar muito, afinal de contas nós tínhamos uma estadia maravilhosa com Santi, os únicos problemas eram que era longe do centro e não tínhamos acesso a internet em sua casa, isso nos complicava para trabalhar com o site. Então era essa a decisão que teríamos que tomar, se o trabalho que faríamos lá compensaria essa dificuldade. <strong>Por fim, decidimos que valia a tentativa</strong>. Mesmo assim, Santi nos disse que não se importava nem um pouco se ficássemos por muitos dias em sua casa e se víssemos que era muito trabalho era só dar um toque e voltar.</p>
<p class="p1">No outro dia voltamos ao local para acertarmos os detalhes, vimos certinho o que teríamos que fazer e como era a estrutura do hostel, enfim, analisarmos se seria um bom custo x benefício. Acabou que no final das contas não valia muito a pena pra gente porque já não estávamos pagando hospedagem. O trabalho não compensava só pela internet e café da manhã. Não queríamos também prejudicar o dono do hostel que foi tão gente boa em nos oferecer a oportunidade, <strong>então trabalhamos por quatro dias</strong> antes de partir novamente para a casa do nosso amigo Santi.</p>
<p class="p1"><strong>Os dias que passamos lá foram muito bacanas</strong>, conhecemos muita gente nova, aprendemos muitas coisas, recebemos uma dica sensacional sobre o uso de internet nas bibliotecas públicas do Chile que ainda não sabíamos, o dono do hostel e o Ivan (outro cara da Bulgária que estava trabalhando como voluntário) eram gente boníssima, enfim, foi muito proveitoso mesmo. No último dia o dono inclusive nos ofereceu um trabalho similar para a temporada de inverno em Santiago, onde ele possui um outro hostel. Ficamos muito contentes com a proposta, significava que tínhamos feito um bom trabalho.</p>
<p class="p1"><strong>No final das contas foi uma experiência muito boa</strong> mesmo assim. Deu pra sentir um pouco de como é trabalhar num hostel, mesmo que por poucos dias, e também foi muito bom enquanto eu estava caminhando pela rua e batendo de porta em porta só com a cara e a coragem. <strong>Saber que se pode conseguir trabalho assim</strong> sem nenhum preparo me dá ainda mais segurança e confiança com relação a viagem e isso é realmente uma sensação muito boa.</p>
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