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	<title>A Natureza Humana &#187; arquitetura</title>
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		<title>O último dos 110 dias de viagem</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2015 16:27:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Saímos da estação de trem e pegamos um ônibus que nos deixaria mais próximos da feira. O ônibus estava um pouco cheio, então entrar com as mochilas grandes é sempre um desafio e atrai alguns olhares de desaprovação, mas durante toda a viagem isso não foi um problema pra gente, não seria hoje que isso iria mudar. [&#8230;]</p>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df06188e2f2" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">A</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>lí estávamos nós, no <strong>110º e último dia da viagem</strong>, com as mochilas prontas, um sorriso de orelha a orelha e ansiosos pelo retorno e pelo reencontro com todos.</p>
<p>Mais uma vez começamos o dia com um delicioso café preparado pela dona Alicia e com a <strong>sensação de que estávamos em casa</strong>. Conferimos a mochila pela última vez, agradecemos muito por toda a hospitalidade e nos despedimos. Pegamos o trem rumo ao centro, lá iríamos passar pela Feira de San Telmo, visitar a Plaza de Mayo, a Casa Rosada e a rua Flórida, depois rumávamos direto para o aeroporto.</p>
<p>No trajeto de trem o turbilhão de pensamentos estava a mil, eu não conseguia pensar em outra coisa a não ser entrar no avião e voltar pra casa. Parece estranho querer o final da viagem, o momento mais incrível da minha vida até então, mas eu sabia que precisava seguir em frente para que mais coisas tão maravilhosas quanto isso continuassem acontecendo, eu precisava <a title="Essa é para os fortes - AOK - Encerrando Ciclos" href="https://www.youtube.com/watch?v=pxxZiKFeh5Q" target="_blank">encerrar este ciclo</a>. E é claro que eu estava com saudades dos amigos e família e querendo muito iniciar todos os planos que eu e a Bruna havíamos traçado no decorrer da viagem.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-6179"></span></p>
<p class="p1">Saímos da estação de trem e pegamos um ônibus que nos deixaria mais próximos da feira. O ônibus estava um pouco cheio, então entrar com as mochilas grandes é sempre um desafio e atrai alguns olhares de desaprovação, mas durante toda a viagem isso não foi um problema pra gente, não seria hoje que isso iria mudar. Nosso ponto de descida não era muito longe, depois de algumas quadras descemos e caminhamos um pouco mais até começarmos a ver as barracas e os vendedores fazendo suas ofertas.</p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-6191" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Feira-de-San-Telmo-Antiguidades-1024x683.jpg" alt="Buenos Aires - Feira de San Telmo - Antiguidades" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Feira-de-San-Telmo-Diego.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6190" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Feira-de-San-Telmo-Diego-1024x683.jpg" alt="Buenos Aires - Feira de San Telmo - Diego" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-Pequenos-detalhes.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6160" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-Pequenos-detalhes-1024x683.jpg" alt="Buenos Aires - Feira de San Telmo - Detalhes" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">A <strong>Feira de San Telmo</strong> acontece todos os domingos nas ruas Defensa e Humberto I e na praça Dorrego e é muito tradicional pela variedade de antiguidades, além de muito artesanato e artigos em geral. Como estávamos com as mochilas cargueiras nas costas éramos <strong>alvo de muitos olhares curiosos</strong>, mas ao contrário da <a title="Buenos Aires, El Caminito e, mais uma vez, hospitalidade!" href="http://anaturezahumana.com/2015/06/buenos-aires-el-caminito-e-mais-uma-vez-hospitalidade/" target="_blank">nossa experiência no Caminito</a>, não nos sentimos assediados pelos vendedores, de certa forma a mochila foi nosso escudo, era o símbolo de &#8220;poca plata&#8221; estampado em nossas caras.</p>
<p class="p1">Um pouco mais a frente encontramos uma das artistas de rua que mais nos encantou em toda a viagem, <strong>Martha Elisa</strong>, uma senhora de 80 e poucos anos que tocava uma percussão improvisada e que conversava com todos da maneira mais animada possível, realmente uma lição de vida gigante. Na feira também encontramos a Samara e o Leandro, casal de amigos da nossa cidade que estavam lá curtindo sua lua de mel. Foi muito bacana encontrar durante a viagem os primeiros rostos conhecidos, mesmo que só no último dia. Conversamos um pouco, trocamos algumas ideias sobre Buenos Aires e seguimos em frente, ainda tínhamos bastante coisa pra fazer até a hora de embarcar.</p>
<p class="p1">Fomos em frente e rumamos para a praça de maio e a casa rosada, cartões postais da cidade. A arquitetura deste pedaço da cidade é realmente incrível. Os prédios antigos dão seu toque de charme em meio as avenidas gigantes e movimentadas. <strong>A praça é um ponto de contraste absurdo</strong>, de um lado a perfeição da arquitetura e do outro os muros de contenção e as faixas de protesto, um local que levanta muitos questionamentos.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Praça-25-de-maio.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6169" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Praça-25-de-maio-1024x683.jpg" alt="Buenos Aires - Praça 25 de maio" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Praça-25-de-maio-Casa-rosada.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6165" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Praça-25-de-maio-Casa-rosada-1024x683.jpg" alt="Buenos Aires - Praça 25 de maio - Casa rosada" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Praça-25-de-maio-Casa-rosada-e-os-protestos.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6164" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Praça-25-de-maio-Casa-rosada-e-os-protestos-1024x683.jpg" alt="Buenos Aires - Praça 25 de maio - Casa rosada e os protestos" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Praça-25-de-maio-Prédios-históricos-02.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6167" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Praça-25-de-maio-Prédios-históricos-02-1024x683.jpg" alt="Buenos Aires - Praça 25 de maio - Prédios históricos 02" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Praça-25-de-maio-Vista-para-o-obelisco.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6168" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Praça-25-de-maio-Vista-para-o-obelisco-1024x683.jpg" alt="Buenos Aires - Praça 25 de maio - Vista para o obelisco" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">Nossa última passagem antes do aeroporto era a <strong>rua Flórida</strong>, um centro comercial muito conhecido também e que, ao contrário da feira de artesanato, possui marcas de grife, grandes lojas de eletrônicos e de tudo o que você possa imaginar. Nada disso nos interessava muito, queríamos só achar uma boa casa de câmbio e trocar os pesos que haviam sobrado e seguir para o aeroporto. Como era domingo, a grande maioria das lojas e casas de câmbio que não eram nessa rua estavam fechadas, mas ali tudo funcionava normalmente. Haviam muitos, <strong>mas muitos cambistas na rua</strong>, cada um que gritava eu me aproximava e pedia a cotação até que encontramos um que pagasse um bom valor.</p>
<p class="p1">Depois de trocarmos o dinheiro pegamos mais um ônibus até o aeroporto, já estávamos com o tempo curto, mas chegamos até lá e fizemos o check-in sem nenhum problema. Pouco tempo depois estávamos dentro do avião e num estado de espírito que beirava a perfeição enquanto subíamos pelas nuvens naquele fim de tarde.</p>
<p class="p1"><strong>Acabou&#8230; de começar</strong>. Esse era o sentimento daquele momento.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Voltando-pra-casa.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6154" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Voltando-pra-casa-1024x683.jpg" alt="Buenos Aires - Voltando pra casa" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>Buenos Aires, El Caminito e, mais uma vez, hospitalidade!</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2015 18:20:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Aquele dia foi muito agradável, passamos o tempo todo descansando e conversando com eles. À noite, Nano fez pizzas, ligamos para Juan e rimos muito. Eles queriam saber de futebol (Nano era River até a morte), perguntavam das comidas e costumes daqui e riam ao contar que pensavam que chegariam dois mulatos altos e encorpados ao imaginar [&#8230;]</p>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df0618933bd" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">C</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>hegamos em Buenos Aires numa manhã de sexta-feira, depois de passar o dia anterior todo intercalando caronas e virar a noite em um caminhão, que para nossa sorte, nos deixou exatamente na entrada da estação de trem, onde poderíamos seguir ao nosso destino.</p>
<p>E o destino era a casa dos pais do Juan. Em Coyhaique, onde ficamos juntos na casa do David, ele já tinha garantido: &#8220;cuando van a Buenos Aires, se quedan en la casa de mis viejos!&#8221;. Assim, tínhamos um endereço, uma indicação do meio de transporte e um número de telefone. Pegamos o trem e já nos impressionamos com o valor da passagem, <strong>andamos cerca de 27km e pagamos menos de 1 real!</strong></p>
<p>Encontramos na dona Alicia e no seu Nano uma hospitalidade incrível. A gente já deveria estar acostumando com isso depois de todas as experiências que tivemos, mas <strong>era sempre uma grata surpresa</strong>. Era hora do almoço e ela serviu um nhoque de espinafre maravilhoso, se desculpando por não ter &#8220;nada melhor&#8221;. O irmão de Juan logo chegou da escola e foi igualmente simpático. Vale ressaltar que o Juan não estava lá, ele seguia viajando, apenas telefonou para sua família e pediu que nos recebessem. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-6172"></span></p>
<p class="p1">Aquele dia foi muito agradável, passamos o tempo todo descansando e conversando com eles. À noite, Nano fez pizzas, ligamos para Juan e rimos muito. Eles queriam saber de futebol (Nano era River até a morte), perguntavam das comidas e costumes daqui e riam ao contar que pensavam que chegariam dois mulatos altos e encorpados ao imaginar que receberiam brasileiros. Dormimos numa cama com lençóis cheirosos, com aquela <strong>sensação de proteção e cuidado</strong>, como se fizéssemos parte da família.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Recebidos-pela-família-do-Juan.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6170" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Recebidos-pela-família-do-Juan.jpg" alt="Buenos Aires - Recebidos pela família do Juan" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">Tínhamos apenas dois dias na cidade, pois nosso vôo de volta estava marcado para domingo, sabíamos que seria pouco, então escolhemos apenas dois lugares e ficou a promessa de um dia voltar. Para o sábado, escolhemos o <strong>&#8220;El Caminito&#8221;</strong>, Alicia nos emprestou um cartão de passagens com o qual poderíamos economizar ainda mais e nos deu todas as coordenadas. Pegamos o trem, depois um ônibus e chegamos às movimentadas e conhecidas ruas com suas casas coloridas.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6161" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-01.jpg" alt="Buenos Aires - Caminito 01" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">O lugar é lindo, mas confesso que fiquei um pouco incomodada com o<strong> assédio aos turistas</strong>. Estava cheio de brasileiros, cheio mesmo! Os próprios vendedores já te abordavam falando portunhol. Não é que a gente não quisesse ver brasileiros, mas para quem estava trabalhando ali, nossos conterrâneos significavam uma coisa: plata! As boas conversas que conseguimos ter só se desenrolaram mesmo depois de explicarmos que não tínhamos dinheiro, não éramos turistas e estávamos fazendo um mochilão há quatro meses.</p>
<p class="p1">Fora isso, claro que o lugar enche os olhos, <strong>as cores, o tango, o artesanato e a infinidade de arte</strong> espalhada em cada canto nos deixa deslumbrados. Nosso desafio era sempre observar os objetos e procurar distinguir o que era artesanal do que era manufaturado, quase sempre o preço já entregava o veredicto: se fosse barato demais, era industrial.</p>
<p class="p1">Embora o lugar fosse cheio de restaurantes, o preços obviamente eram bem elevados, sempre com dançarinos de tango ou músicos tocando ao vivo. Além disso, opções vegetarianas eram escassas. Foi quando vimos uma moça com uma cesta de vime coberta com um paninho branco, ela oferecia &#8220;pan relleno&#8221;. Perguntamos os sabores e preços e na hora ela ganhou nossos corações (e estômagos). Era uma espécie de calzone, grande e recheado o suficiente para um almoço, o meu era de abóbora com queijo e temperos verdes e o do Diego era de azeitonas, cebola e queijo. Custou cerca de R$5,00.</p>
<p class="p1">Voltamos para casa no final do dia, depois de percorrer cada galeria, explorar cada canto do lugar. Naquela noite foi nossa vez de cozinhar e fizemos hambúrgueres de grão-de-bico. Nesse momento também tratamos de <strong>arrumar as mochilas pela última vez nessa viagem</strong>. Sim, o dia seguinte seria o último e já sairíamos de casa com as mochilas nas costas. Foi um momento muito especial, estávamos muito ansiosos para chegar e encontrar todo mundo, 110 dias tinham se passado e cada um deles voltou à nossa memória enquanto guardávamos com carinho todos os itens dentro das mochilas.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6163" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-03.jpg" alt="Buenos Aires - Caminito 03" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6162" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-02.jpg" alt="Buenos Aires - Caminito 02" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-full wp-image-6155" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Beunos-Aires-Bruna-no-Caminito.jpg" alt="Buenos Aires - Bruna no Caminito" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-Música-ao-vivo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6159" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-Música-ao-vivo.jpg" alt="Buenos Aires - Caminito - Música ao vivo" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-Galerias-de-lojas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6158" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-Galerias-de-lojas.jpg" alt="Buenos Aires - Caminito - Galerias de lojas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-Bruna-e-as-cores-do-Brasil.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6157" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-Bruna-e-as-cores-do-Brasil.jpg" alt="Buenos Aires - Caminito - Bruna e as cores do Brasil" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>O pôr do sol no Cerro Santa Lucia</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2015 17:30:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>
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		<category><![CDATA[castelo]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>O local hoje é um parque, com entrada gratuita, que conserva ainda um pequeno castelo e proporciona uma visão 360º de Santiago, subimos no final da tarde, o que foi uma escolha muito acertada de horário, já que fomos presenteados com um maravilhoso pôr do sol. As fotos representam exatamente o clima dos dias que passamos em Santiago. Dias [&#8230;]</p>
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			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df0618970bd" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">E</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>ra um dia raro em Santiago, num dos poucos momentos onde a poluição do ar dava uma trégua e a nuvem de fumaça se esvaía, permitindo ver a <strong>Cordilheira dos Andes</strong> que emoldura a cidade.</p>
<p>O dia perfeito para ascender ao Cerro Santa Lucia, que ficava pertinho do local onde estávamos. É uma subida bem tranquila, de poucos minutos e você se depara com um pedacinho de natureza no meio da cidade. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-6041"></span></p>
<p class="p1">O local hoje é um parque,<strong> com entrada gratuita</strong>, que conserva ainda um pequeno castelo e proporciona uma <strong>visão 360º de Santiago</strong>, subimos no final da tarde, o que foi uma escolha muito acertada de horário, já que fomos presenteados com um maravilhoso pôr do sol.</p>
<p class="p1">As fotos representam exatamente o clima dos dias que passamos em Santiago. Dias de sair sem pressa, caminhando sempre devagar por onde tivesse verde, contemplando tudo ao redor, olhando para as construções antigas e imaginando qual a idade delas, olhando para os museus e artes urbanas e pensando em como podemos levar um pouco mais de arte também à nossa cidade. Santiago é inspiradora, é uma capital que não nos assustou, uma capital onde <strong>você ainda pode escolher</strong> desacelerar.</p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-full wp-image-5943" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Cerro-Santa-Lucia-Caminho-entre-as-árvores.jpg" alt="Santiago - Cerro Santa Lucia - Caminho entre as árvores" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Cerro-Santa-Lucia-Vista-para-a-cidade.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5944" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Cerro-Santa-Lucia-Entrada-Castillo-Hidalgo.jpg" alt="Santiago - Cerro Santa Lucia - Entrada Castillo Hidalgo" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Cerro-Santa-Lucia-Vista-para-a-cidade.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5946" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Cerro-Santa-Lucia-Subida-da-torre.jpg" alt="Santiago - Cerro Santa Lucia - Subida da torre" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Cerro-Santa-Lucia-Vista-para-a-cidade-e-a-cordilheira.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5947" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Cerro-Santa-Lucia-Vista-para-a-cidade-e-a-cordilheira-1024x683.jpg" alt="Santiago - Cerro Santa Lucia - Vista para a cidade e a cordilheira" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Cerro-Santa-Lucia-Vista-para-a-cidade.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5948" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Cerro-Santa-Lucia-Vista-para-a-cidade.jpg" alt="Santiago - Cerro Santa Lucia - Vista para a cidade" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Cerro-Santa-Lucia-Pôr-do-sol.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5945" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Cerro-Santa-Lucia-Pôr-do-sol.jpg" alt="Santiago - Cerro Santa Lucia - Pôr do sol" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>Museo a Cielo Abierto: arte e coletividade nas ruas de Santiago</title>
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		<pubDate>Mon, 18 May 2015 12:54:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Para ir até o museu, tomamos o metrô, paramos na estação Departamental e caminhamos até as ruas onde estão os murais. Eles se localizam entre a Avenida Departamental, a rua Carlos Edwards, a Panamericana Sur e a rua Gauss, na comuna de San Miguel. O projeto surgiu em 2009 como uma forma de levar arte a um bairro com construções [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df06189b2a3" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">V</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>ocês gostam de grafitti? &#8211; Foi o que perguntou Barbara enquanto pensava em locais bacanas para visitarmos e é claro que a resposta foi positiva. Sempre que caminhamos pelas cidades saímos fotografando todas as artes que vemos nas paredes, pois acreditamos que elas podem contar muito da história do local. Foi assim que surgiu a dica para visitar o Museo a Cielo Abierto, que não é exatamente um museu. Como o próprio nome sugere, ele não tem limites físicos de uma edificação (embora tenha paredes, portas e janelas) e também não possui uma entrada, um guarda nem horário de atendimento. Trata-se de um bairro, onde você caminha livremente, enquanto contempla os grandes murais pintados por mais de 70 artistas renomados, tanto chilenos como estrangeiros. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-5991"></span></p>
<p class="p1">Para ir até o museu, tomamos o metrô, paramos na estação Departamental e caminhamos até as ruas onde estão os murais. Eles se localizam entre a Avenida Departamental, a rua Carlos Edwards, a Panamericana Sur e a rua Gauss, na comuna de San Miguel.</p>
<p class="p1">O projeto surgiu em 2009 como uma forma de levar arte a um bairro com construções antigas, já bastante deterioradas que precisavam de manutenção. Assim, o Centro Cultural Mixart, com o apoio da população que ali vivia, elaborou o projeto, que <strong>hoje é a maior concentração de arte de rua de Santiago</strong>, uma gigantesca galeria que mescla as técnicas que mural e grafitti nas paredes dos prédios. O mais legal é que todas as artes passaram por aprovação prévia dos moradores de cada edifício a ser pintado, gerando um <strong>sentimento de coletividade e participação</strong>.</p>
<p class="p1">Definitivamente a intenção do projeto vai muito além da decorativa, as obras marcam o bicentenário chileno e trazem temas que <strong>valorizam ou questionam</strong> questões relacionadas ao Chile e à América do Sul, além da integração da comunidade e o benefício à população em geral, entregando um espaço de contemplação <strong>livre e gratuito</strong>.</p>
<p class="p1">Visite o site oficial para saber mais, ver outras fotos e também conhecer a história de cada mural:<br />
<a title="Museo a Cielo Abierto" href="http://www.museoacieloabiertoensanmiguel.cl/" target="_blank">http://www.museoacieloabiertoensanmiguel.cl/</a></p>
<p class="p1">Mas é claro que o melhor mesmo é ir até lá e conferir de perto essa obra linda da humanidade!</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-a-Céu-Aberto.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5968" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-a-Céu-Aberto.jpg" alt="Santiago - Museu a Céu Aberto" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-a-Céu-Aberto-6.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5967" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-a-Céu-Aberto-6.jpg" alt="Santiago - Museu a Céu Aberto 6" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-a-Céu-Aberto-5.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5966" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-a-Céu-Aberto-5.jpg" alt="Santiago - Museu a Céu Aberto 5" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-a-Céu-Aberto-4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5965" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-a-Céu-Aberto-4.jpg" alt="Santiago - Museu a Céu Aberto 4" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-a-Céu-Aberto-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5963" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-a-Céu-Aberto-2.jpg" alt="Santiago - Museu a Céu Aberto 2" width="1024" height="684" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Bruna-no-Museu-a-Céu-Aberto.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5938" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Bruna-no-Museu-a-Céu-Aberto.jpg" alt="Santiago - Bruna no Museu a Céu Aberto" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>O que dois mochileiros fazem em Santiago</title>
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		<pubDate>Sat, 16 May 2015 18:53:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df0618a0894" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">A</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p> capital chilena não fazia parte dos nossos planos de viagem. A princípio nossa ideia era mesmo conhecer bem a Patagônia e focar nas cidades pequenas, com mais atrativos naturais, mas lá em fevereiro, quando fizemos o Torres del Paine, conhecemos a Maria e o Francisco, um casal muito querido que nos acompanhou durante todo o trekking, <strong>se tornaram bons amigos e nos convidaram a passar em sua cidade</strong> caso tivéssemos tempo.</p>
<p class="p1">Com toda a história do vulcão Calbuco que entrou em erupção bem nos dias em que estávamos indo para Puerto Varas, tivemos de desistir dessa cidade e de mais algumas que pretendíamos visitar, assim sobrou algum tempo e decidimos passar alguns dias em Santiago depois que saímos de Valdívia. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-5936"></span></p>
<p class="p1">Fomos muito bem recebidos no apartamento que Maria divide com duas amigas: Pilar e Barbara, que logo nos deram muitas dicas do que fazer na cidade. Para dois mochileiros que há muito tempo só passavam por povoados ou cidades médias, Santiago era completamente fora dos padrões, logo percebemos que o bacana dali seria visitar os museus, parques e atrações culturais, é claro que não adiantava querer buscar trekking na capital. Assim fizemos e curtimos muito a cidade, pelo menos os lugares onde visitamos eram cheios de prédios antigos muito bem conservados, parques e praças arborizadas, feiras e barzinhos, descobrimos muitas atrações gratuitas ou muito baratas e <strong>aprendemos rapidamente a nos deslocar na cidade usando o metrô</strong> ou caminhando. Apesar do céu acinzentado e das proporções de carros, prédios, barulhos de cidade grande, surpreendentemente <strong>adoramos a cidade</strong>. Cidade grande requer aqueles cuidados básicos com relação à segurança, que vão de usar roupas que se “camuflem” mais ao ambiente urbano a não sair mostrando a câmera em qualquer lugar, tomamos as precauções, claro, mas em Santiago não nos sentimos inseguros em nenhum momento.</p>
<p class="p1">Para ajudar a escolher os locais que visitaríamos na cidade e também para ir além dos clichês, Maria nos apresentou o site <a title="amosantiago" href="http://http://amosantiago.cl/" target="_blank">amosantiago.cl</a>, que tem <strong>várias dicas do que está rolando</strong> na cena cultural e artística na cidade. No primeiro dia visitamos algumas atrações mais conhecidas, porém gratuitas:</p>
<p class="p1"><strong>Parque Forestal</strong></p>
<p class="p1">Começamos o dia caminhando pelo Parque Forestal, que é como se fosse uma grande avenida verde, uma faixa comprida cheia de árvores, gramados, fontes e bancos pro pessoal sentar e ficar à vontade enquanto contempla esse pedacinho de natureza no meio da cidade. É comum ver casais namorando, senhores lendo jornal, grupos de amigos compartilhando um lanche, pessoas sozinhas estudando e descansando ou passeando com seus cães, realmente um lugar onde as pessoas se sentem seguras e relaxadas. Escolha um local e fique ali também por alguns minutos, é o lugar perfeito pra você fazer de conta que vive em Santiago, ali ninguém vai te perceber como turista e você pode observar tudo tranquilamente. O parque começa na estação de metrô Baquedano e você pode sair dali e ir caminhando até o final.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Parque-florestal.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5974" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Parque-florestal.jpg" alt="Santiago - Parque florestal" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Fonte-no-parque.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5961" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Fonte-no-parque.jpg" alt="Santiago - Fonte no parque" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Dormindo-no-parque.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5949" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Dormindo-no-parque.jpg" alt="Santiago - Dormindo no parque" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>Museo Nacional de Bellas Artes e Museo de Arte Contemporáneo</strong></p>
<p class="p1">Na outra ponta, chegamos ao Museo Nacional de Bellas Artes, fundado em 1880 e localizado desde 1910 nessa construção neoclássica muito bem conservada, que abriga salas com pinturas chilenas e estrangeiras, além de esculturas incríveis no salão principal (o único que pode ser fotografado), gravuras, fotografias, desenhos&#8230; Junto ao Belas Artes, no mesmo edifício, também temos o Museo de Arte Contemporáneo, este fundado em 1947 e administrado pela Universidad de Chile, é cheio de mostras interativas e questionadoras, que nos deixaram mais impressionados que a arte tradicional do Bellas Artes, infelizmente, como na maioria das exposições de arte, não podíamos fotografar as obras em si. <strong>A entrada para ambos os museus é gratuita</strong>.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-de-Belas-Artes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5970" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-de-Belas-Artes.jpg" alt="Santiago - Museu de Belas Artes" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Estátuas-no-Museu-de-Belas-Artes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5952" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Estátuas-no-Museu-de-Belas-Artes.jpg" alt="Santiago - Estátuas no Museu de Belas Artes" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Escadarias-do-Museu-de-Belas-Artes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5951" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Escadarias-do-Museu-de-Belas-Artes.jpg" alt="Santiago - Escadarias do Museu de Belas Artes" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Escadarias-do-Museu-de-Belas-Artes-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5950" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Escadarias-do-Museu-de-Belas-Artes-2.jpg" alt="Santiago - Escadarias do Museu de Belas Artes 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Bruna-no-Museu-de-Belas-Artes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5939" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Bruna-no-Museu-de-Belas-Artes.jpg" alt="Santiago - Bruna no Museu de Belas Artes" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Pinturas-no-Museu-de-Belas-Artes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5980" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Pinturas-no-Museu-de-Belas-Artes.jpg" alt="Santiago - Pinturas no Museu de Belas Artes" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>Plaza de Armas</strong></p>
<p class="p1">Ficamos um bom tempo nos museus e depois fomos para a área mais central, onde visitamos a Plaza de Armas, tudo a pé, caminhando tranquilamente pelas ruas cheias de construções antigas. No caminho nos chamou atenção a Basílica de la Merced, uma igreja católica, declarada monumento nacional, com arquitetura neoclássica e cores bastante inusitadas.</p>
<p class="p1">A praça é bem movimentada, com várias barraquinhas de artistas que vendem suas pinturas ali, senhores do clube de xadrez disputando suas partidas e pessoas simplesmente passando, já que fica em uma região central.</p>
<p class="p1">Depois disso voltamos para o apartamento empolgados e ansiosos pelos próximos dias. Santiago foi uma cidade totalmente diferente do que estávamos acostumados, mas que nos ofereceu muitas opções de atividades. Mais uma vez, <strong>uma surpresa agradável na viagem</strong>.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Plaza-de-Armas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5981" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Plaza-de-Armas.jpg" alt="Santiago - Plaza de Armas" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>Roteiro em Valdívia: dos lobos marinhos às folhas de outono</title>
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		<pubDate>Tue, 05 May 2015 01:26:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Chegamos e já fomos muito bem recepcionados pelo staff, que nos deu muitas dicas do que fazer na cidade, eles tem ainda uma pasta com roteiros completos, restaurantes, preços e informações variadas em inglês e espanhol, realmente nos impressionou. Além disso, desde que saímos de Ushuaia (lá ficamos no hostel Cruz del Sur), não tínhamos [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df0618a6ecd" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">T</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>inham nos falado muito bem de Valdívia e ela entrou no nosso roteiro pelas indicações que ouvimos das pessoas que conhecemos ao longo do caminho. Parecia promissor, a feira fluvial, os parques e os fortes eram motivos suficientes pra gente fazer uma parada na cidade. E temos que dizer, valeu a pena!</p>
<p class="p1">Chegamos no final do dia, tentamos até o último momento conseguir um Couchsurfing, mas nada feito, a solução seria procurar um hostel. Tínhamos pesquisado antes e anotamos o endereço de dois deles (como já é baixa temporada, não fizemos reservas), a primeira tentativa foi um fracasso, fomos até o endereço e simplesmente não havia nenhum hostel ali, perguntamos em um restaurante por perto e o garçom informou onde era (um pouco mais distante) e disse que isso sempre acontece com esse hostel, o endereço deles está errado na internet. Bom, desistimos dele e fomos até o “Aires Buenos”, o que se converteu em uma grata surpresa porque era realmente muito bom! </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-5924"></span></p>
<p class="p1">Chegamos e já fomos muito bem recepcionados pelo staff, que nos deu muitas dicas do que fazer na cidade, eles tem ainda uma pasta com roteiros completos, restaurantes, preços e informações variadas em inglês e espanhol, realmente nos impressionou. Além disso, desde que saímos de <a title="Ushuaia" href="http://anaturezahumana.com/tag/ushuaia" target="_blank">Ushuaia</a> (lá ficamos no <a title="Hostel Cruz del Sur" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/hostel-cruz-del-sur/" target="_blank">hostel Cruz del Sur</a>), não tínhamos mais ficado em um hostel com aquele clima jovial e alegre que a gente sempre espera. Os quartos são amplos, a sala é super confortável e bem decorada, a cozinha é aberta a todos e tem até um pato de estimação, de manhã tem café com pães integrais e iogurte com frutas (também achei legal o staff ter perguntado se tínhamos alguma restrição alimentar para o café). Ah, o mais legal é que é um hostel com permacultura, então eles tem composteiras para os resíduos, separam o lixo e usam energia solar. A diária saiu 9.500,00 por pessoa no primeiro (cerca de R$43,00) dia e 7.500,00 no segundo (eles dão desconto a partir do segundo dia).</p>
<p class="p1">Decidimos que ficaríamos duas noites na cidade e o nosso roteiro foi assim:</p>
<p class="p1"><strong>Dia 1: Lobos Marinhos e a Feira Fluvial</strong></p>
<p class="p1">Saímos do hostel e caminhamos pelo centro, visitando a plaza de armas e caminhando pela Costaneira. A cidade me lembrou um pouco a nossa querida Curitiba, com prédios históricos (é a quarta cidade mais antiga do Chile) e uma névoa fria e esbranquiçada cobrindo as ruas pela manhã, mas o que chamou atenção mesmo foi a Feira Fluvial. Os lobos marinhos ficam na água esperando os restos que os pescadores lhes dão depois de limpar seus peixes. Eles são enormes, fotogênicos e não se incomodam nem um pouco com as pessoas olhando pra eles, estão muito mais preocupados em comer e depois ficar tomando banho de sol.</p>
<p class="p1">A própria feira também é uma atração em si só, super variada em frutas, verduras, mariscos e peixes, além de pães, queijos e até livros usados. A gritaria dos vendedores atraindo os fregueses para suas barracas e os músicos tocando violão e acordeon completam a experiência multisensorial de sons, cores, aromas e sabores.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Centro-da-cidade.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5930" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Centro-da-cidade-1024x683.jpg" alt="Valdivia - Centro da cidade" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Vista-para-o-rio-e-a-feira-fluvial.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5931" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Vista-para-o-rio-e-a-feira-fluvial-1024x683.jpg" alt="Valdivia - Vista para o rio e a feira fluvial" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Feira-Fluvial-Lobos-e-leões-marinhos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5903" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Feira-Fluvial-Lobos-e-leões-marinhos.jpg" alt="Valdivia - Feira Fluvial - Lobos e leões marinhos" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Feira-Fluvial-Variedade-de-frutas-e-verduras.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5904" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Feira-Fluvial-Variedade-de-frutas-e-verduras.jpg" alt="Valdivia - Feira Fluvial - Variedade de frutas e verduras" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Feira-Fluvial-Variedade-de-vegetais-e-peixes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5905" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Feira-Fluvial-Variedade-de-vegetais-e-peixes.jpg" alt="Valdivia - Feira Fluvial - Variedade de vegetais e peixes" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Feiras-de-artesanato.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5906" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Feiras-de-artesanato.jpg" alt="Valdivia - Feiras de artesanato" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Passeio-pela-costaneira.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5921" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Passeio-pela-costaneira.jpg" alt="Valdivia - Passeio pela costaneira" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>Dia 1: O Jardim Botânico da Isla Teja</strong></p>
<p class="p1">Depois do mercado municipal atravessamos a ponte para chegar até a Isla Teja, é pertinho e dá pra ir a pé, mas também tem ônibus a 600 pesos, para quem queira. Logo do outro lado do rio tem uma série de museus, mas no dia em que fomos estavam todos fechados. Seguimos então direto para o campus da Universidad Austral de Chile, que abriga o Jardim Botânico, foi muito fácil chegar, a cidade é bem sinalizada. No arredores da universidade há vários barzinhos e restaurantes bacanas.</p>
<p class="p1">O jardim é uma reserva muito bem cuidada, com bosques e áreas para caminhar ou simplesmente sentar e relaxar. A vegetação estava toda vestida de amarelo, vermelho e verde, as cores do outono que enchem os olhos. A entrada é gratuita.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-O-outono-chegou.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5920" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-O-outono-chegou.jpg" alt="Valdivia - Jardim botânico - O outono chegou" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-O-outono-chegou-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5919" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-O-outono-chegou-2.jpg" alt="Valdivia - Jardim botânico - O outono chegou 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-Muitas-cores.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5918" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-Muitas-cores.jpg" alt="Valdivia - Jardim botânico - Muitas cores" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-Diego.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5916" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-Diego.jpg" alt="Valdivia - Jardim botânico - Diego" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-Diego-e-seu-cabelo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5915" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-Diego-e-seu-cabelo.jpg" alt="Valdivia - Jardim botânico - Diego e seu cabelo" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-Bruna-no-caminho.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5913" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-Bruna-no-caminho.jpg" alt="Valdivia - Jardim botânico - Bruna no caminho" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-A-grama-e-o-céu.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5912" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-A-grama-e-o-céu.jpg" alt="Valdivia - Jardim botânico - A grama e o céu" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>Dia 1: Piquenique no Parque Saval</strong></p>
<p class="p1">Depois do Jardim Botânico, é possível caminhar um pouco mais e chegar no Parque Saval, a entrada custa 500 pesos (cerca de R$2,50). O parque possui lagoas, caminhadas e área para piquenique com mesas e bancos. É um lugar bem familiar e muito tranquilo, o legal de lá é relaxar, ir com tempo, levar um lanchinho e desfrutar a paisagem. Tempo perfeito para meditar sobre a viagem e tudo o que aprendemos até aqui.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-Hora-de-alongar1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5923" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-Hora-de-alongar1.jpg" alt="Valdivia - Jardim botânico - Hora de alongar" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>Dia 2: Forte Niebla e Cervejarias Artesanais</strong></p>
<p class="p1">No dia seguinte pegamos um ônibus até Niebla (aqui é um pouco mais longe, não dá pra ir caminhando) e chegamos ao Forte Niebla, que nos surpreendeu pelo seu tamanho e pelas lindas vistas do oceano.</p>
<p class="p1">Valdívia tem vários fortes, pois na época da colonização, fazia sua defesa através de um sistema de fortificações muito bem elaborado, impedindo assim que seus inimigos seguissem pelo canal de navegação que chega até a cidade. Boa parte de suas edificações foram destruídas pelo terremoto de 1960 (o mesmo que atingiu Chiloé), por isso hoje algumas partes são originais e outras restauradas.</p>
<p class="p1">Esse é o maior forte, conta ainda com um museu e a entrada é gratuita, segundo o staff do hostel, há outros abertos à visitação, mas são menores, menos atrativos e cobram entrada.</p>
<p class="p1">Falamos em cervejarias artesanais, né. Então, realmente, depois do forte tínhamos a intenção de visitar algumas cervejarias, outro programa bem típico de Niebla, pooorém desde a noite anterior não estávamos nos sentindo muito bem. Começou com o Diego e depois que ele melhorou eu comecei a ficar mal, dores no estômago, cólicas e mal estar…Não dá pra ir numa cervejaria com o estômago embrulhado né, então nesse dia nos contentamos apenas com o forte e terminamos o passeio um pouco mais cedo, mas fica o registro pra quem estiver indo pra lá e estiver em melhores condições de saúde.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Fuerte-Niebla.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5911" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Fuerte-Niebla.jpg" alt="Valdivia - Fuerte Niebla" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Fuerte-Niebla-com-caminhos-acessíveis.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5910" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Fuerte-Niebla-com-caminhos-acessíveis.jpg" alt="Valdivia - Fuerte Niebla com caminhos acessíveis" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Fuerte-Niebla-Farol.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5909" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Fuerte-Niebla-Farol.jpg" alt="Valdivia - Fuerte Niebla - Farol" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Fuerte-Niebla-Entrada-e-vista-para-as-ilhas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5908" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Fuerte-Niebla-Entrada-e-vista-para-as-ilhas.jpg" alt="Valdivia - Fuerte Niebla - Entrada e vista para as ilhas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Fuerte-Niebla-Bruna-e-seus-amigos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5907" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Fuerte-Niebla-Bruna-e-seus-amigos.jpg" alt="Valdivia - Fuerte Niebla - Bruna e seus amigos" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Vista-do-Fuerte-Niebla.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5922" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Vista-do-Fuerte-Niebla.jpg" alt="Valdivia - Vista do Fuerte Niebla" width="1024" height="683" /></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com/2015/05/roteiro-em-valdivia-dos-lobos-marinhos-as-folhas-de-outono/">Roteiro em Valdívia: dos lobos marinhos às folhas de outono</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com">A Natureza Humana</a>.</p>
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		<title>Chiloe: Visitando as cidades de Achao e Ancud</title>
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		<pubDate>Sat, 02 May 2015 01:11:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>
		<category><![CDATA[Navegação]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
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		<description><![CDATA[<p> No nosso terceiro dia na ilha, seguindo as sugestões de Ale e Sandro, tomamos um ônibus até a ilha de Quinchao, onde visitaríamos a pequena cidade de Achao. É muito simples chegar até a ilha, o ônibus sai a CHS 1.800,00 (cerca de R$ 8,00) e está inclusa a travessia em balsa, nem é preciso [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
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			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df0618ac046" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">C</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>hiloé estava nos fascinando com toda a sua riqueza cultural. Começamos a aprender um pouco mais sobre esse arquipélago, que apesar de chileno, se desenvolveu de maneira diferente do restante do país, é possível perceber isso de diversas maneiras: a arquitetura peculiar com as igrejas de madeira, as palafitas e as casas de tijuelas; os seus costumes particulares como o transporte de casas inteiras de uma ilha para outra (sim, isso existe por la e geralmente a ocasião é especial e comemorada com uma festa. Ouvimos de gente que viu e até participou, mas não é algo que acontece todos os dias, então é melhor não ir esperando ver assim tão fácil); as suas comidas como o alho e as batatas e seu típico Curanto; sua mitologia cheia de lendas e mistérios; além das diferenças naturais com sua vegetação e relevo particulares, sem a presente influência da Cordilheira dos Andes, como é o caso do restante do Chile. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-5886"></span></p>
<p class="p1"> No nosso terceiro dia na ilha, seguindo as sugestões de Ale e Sandro, tomamos um ônibus até a ilha de Quinchao, onde visitaríamos a pequena cidade de Achao. É muito simples chegar até a ilha, o ônibus sai a CHS 1.800,00 (cerca de R$ 8,00) e está inclusa a travessia em balsa, nem é preciso desembarcar.</p>
<p class="p1">O legal desse local é passear pela cidade, onde há outra igreja de madeira, que é Patrimônio Mundial pela UNESCO (infelizmente ela estava fechada e não pudemos visitar seu interior), caminhar pela costaneira e depois subir até um mirante onde, além da bela vista da cidade, se pode observar diversas outras ilhas menores ao redor. Dali mesmo é possível pegar o ônibus de volta e seguir até a cidade de Dalcahue, também muito interessante, com uma feira municipal grande e variada, porém como chegamos aí no final da tarde, a feira já estava fechada e seguimos direto para Castro novamente. Nossa intenção era na verdade seguir dali para Ancud, a última cidade que visitaríamos na ilha, mas como estávamos com poucos pesos chilenos, precisamos voltar para fazer câmbio em Castro. Aliás, se você for visitar a ilha, é bom saber que os principais serviços se encontram em Castro, especialmente casas de câmbio.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Vista-da-Praia-em-Achao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5898" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Vista-da-Praia-em-Achao.jpg" alt="Chiloé - Vista da Praia em Achao" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Praia-em-Achao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5896" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Praia-em-Achao.jpg" alt="Chiloé - Praia em Achao" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Igreja-em-Achao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5891" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Igreja-em-Achao.jpg" alt="Chiloé - Igreja em Achao" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-full wp-image-5900" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Vista-para-a-cidade-de-Achao-e-o-mar.jpg" alt="Chiloé - Vista para a cidade de Achao e o mar" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-full wp-image-5899" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Vista-do-mirante-para-a-cidade-de-Achao-e-o-mar.jpg" alt="Chiloé - Vista do mirante para a cidade de Achao e o mar" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1">Nesse dia, ao voltar do passeio, ficamos sabendo da erupção do vulcão Calbuco, nas proximidades de Puerto Varas, o que acabaria por nos obrigar a uma rápida mudança de planos, já que essa era uma das cidades que pretendíamos visitar, porém isso nunca foi um problema pra gente, porque vamos levando nossa viagem com o roteiro bem aberto, procurando não nos apegar a nenhum plano e estar sempre abertos para os imprevistos no caminho.</p>
<p class="p1">No dia seguinte nos despedimos de Ale e Sandro, mais uma vez com um aperto no peito e a vontade imensa de voltarmos a ver-los. Foram dias muito divertidos e sua companhia muito agradável, coisas que só presenciamos pelo Couchsurfing. Dali, fomos direto a Ancud, cidade mais ao norte da ilha.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Cidade-de-Castro-Ale-Sandro-e-nós.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5889" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Cidade-de-Castro-Ale-Sandro-e-nós.jpg" alt="Chiloé - Cidade de Castro - Couchsurfing" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1">Passamos o dia conhecendo Ancud, fomos ao mercado municipal, a um pequeno forte e a um museu muito bacana, que conta a história da ilha e dos primeiros homens que viveram ali, seus costumes e seus sofrimentos diante de alguns desastres naturais, comuns na região como terremotos e maremotos. Em 1960 as ilhas (assim como boa parte do Chile) sofreu com um grande maremoto. Na época o estrago foi grande, muita gente morreu, muitas casas foram destruídas e, claro, as cidades ficaram um caos. Aos poucos tudo foi reconstruído e agora já não se percebem seus estragos fora do museu, mas sabe-se que muito de sua estética foi perdida na reconstrução. Nos museus é possível ver algumas fotos dessa época triste para os chilotas. O museu é bem interativo e a entrada gratuita.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Relógio-no-museu-da-cidade-de-Ancud.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5897" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Relógio-no-museu-da-cidade-de-Ancud.jpg" alt="Chiloé - Relógio no museu da cidade de Ancud" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5892" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Museu-da-cidade-de-Ancud.jpg" alt="Chiloé - Museu da cidade de Ancud" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5895" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-3.jpg" alt="Chiloé - Parte externa do museu da cidade de Ancud 3" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5894" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-2.jpg" alt="Chiloé - Parte externa do museu da cidade de Ancud 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5893" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-1.jpg" alt="Chiloé - Parte externa do museu da cidade de Ancud 1" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Forte-na-cidade-de-Ancud.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5890" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Forte-na-cidade-de-Ancud.jpg" alt="Chiloé - Forte na cidade de Ancud" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">A cidade é bonita, como toda Chiloé, mas um dia nos bastou para percorrer os pontos principais, e assim já tomamos outro ônibus e fomos dormir em Puerto Montt, já no continente outra vez, nos despedindo desse arquipélago cheio de encantos e história. Recomendamos muito a visita, é uma ótima pedida para quem tem poucos dias, já que pode-se conhecer várias cidades e povoados em pouco tempo (o transporte é feito através de microônibus e balsas, é barato e funciona muito bem) e além da riqueza cultural, ainda tem diversas belezas naturais, dá pra explorar bem mais, nós fomos apenas aos pontos principais.</p>
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		<title>Chegando a Chiloé, o charmoso arquipélago chileno</title>
		<link>http://anaturezahumana.com/2015/04/chegando-a-chiloe-o-charmoso-arquipelago-chileno/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2015 15:18:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>
		<category><![CDATA[Navegação]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
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		<description><![CDATA[<p> Saímos de Coyhaique, onde passamos dias maravilhosos na companhia de David (couchsurfing) e dos outros hóspedes, o francês Samuel (com seu ornitorrinco de pelúcia Platipus) e o argentino Juan. Formamos uma turma animada e unida, sempre cozinhando juntos e indo dormir tarde, rindo por horas. Inclusive organizamos uma partida de pôker, onde confeccionamos nossas próprias [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df0618b244a" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">D</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>eixamos a Carretera Austral com um aperto no peito e uma vontade enorme de conhecê-la por inteiro. Confidenciamos aqui: rolou uma conversa de um dia voltar e fazer o caminho de bike… Vai saber…</p>
<p class="p1">Bom, o fato é que sabendo que um dia vamos voltar, não tivemos remorsos maiores em seguir em frente, e nosso rumo era Chiloé, <strong>um arquipélago com cerca de trinta ilhas</strong> (mas o pessoal daqui diz que o número é incerto e juram que há inclusive ilhas com poderes no maior estilo “Lost”). A maior e principal ilha é a Isla Grande de Chiloé, que compreende várias cidades. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-5856"></span></p>
<p class="p1"> Saímos de Coyhaique, onde passamos dias maravilhosos na companhia de David (couchsurfing) e dos outros hóspedes, o francês Samuel (<strong>com seu ornitorrinco de pelúcia Platipus</strong>) e o argentino Juan. Formamos uma turma animada e unida, sempre cozinhando juntos e indo dormir tarde, rindo por horas. Inclusive organizamos uma partida de pôker, onde confeccionamos nossas próprias fichas e chamamos de “pesos mochilenhos”, havia uma cotação oficial e tudo! Deu uma tristeza despedir-nos de David, mas saímos com uma promessa de nos vermos no Brasil em julho (espero que ele esteja treinando seu português e lendo esse post!).</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Coyhaique-Desdedida-David-Juan-Samuel-e-Platipus.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5879" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Coyhaique-Desdedida-David-Juan-Samuel-e-Platipus.jpg" alt="Carretera Austral - Coyhaique - Desdedida David, Juan, Samuel e Platipus" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">Pegamos algumas caronas até que chegamos por volta das 18:00hs em Puerto Cisnes. Estava chovendo e tinha muita neblina no porto. Logo encontramos o escritório da companhia que faz a travessia de barco até Chiloé. Entramos e duas funcionárias nos deram o aviso de que <strong>o barco estava parado em outro porto</strong> e por conta do mau tempo não havia previsão de chegada. O horário de saída seria as 22:00hs, mas já estava atrasado no caminho em pelo menos 4 horas e contando. Pedimos se não tinha um lugar onde pudéssemos ficar e elas nos deram as informações das hospedagens próximas.</p>
<p class="p1">Saímos e nesse momento lembramos que <strong>estávamos quase sem pesos chilenos</strong>. Não imaginávamos que íamos passar a noite ali e não havia casa de câmbio no lugar. Perguntamos o valor numa hospedagem e saía CHS 10.000,00 por pessoa, sem café da manhã. Muito caro pelo que era oferecido e bem mais do que tínhamos no bolso. Voltamos ao escritório, onde a funcionária fez algumas ligações tentando encontrar alguém que trocasse nosso dinheiro, sem sucesso. Pegamos a maior cara de abandono que temos nas mochilas e explicamos para as duas o quanto <strong>não podíamos gastar aquele dinheiro e o quanto estava frio lá fora</strong>, depois, sem uma solução, desconsolados saímos.</p>
<p class="p1">Estávamos na rua e ouvimos um barulho na janela do escritório, elas estavam nos chamando. Entramos e elas disseram: &#8220;não poderíamos estar fazendo isso, mas a companhia tem um container que serve como sala de espera e é aberto somente uma hora antes do embarque. <strong>Vamos abrir uma excessão e deixar vocês ficarem lá</strong>. Tem calefação, banheiros, tomadas e água.”</p>
<p class="p1">Não podia ser melhor! Impossível expressar a felicidade que sentimos quando o funcionário abriu a porta do container e ligou o aquecedor. Passamos a noite ali, dando informações para algumas pessoas que batiam perguntando se o barco já estava a caminho, foi ficando tarde, colocamos os isolantes no chão, abrimos os sacos de dormir e apagamos.</p>
<p class="p1">Lá pelas três da manhã ouvimos um ruído na porta. Assim conhecemos o francês Roman, que chagava ensopado (ele e toda a sua bagagem). Ele não sabia que o container estava aberto e estava na mesma situação que a gente, só que um pouco pior, porque só encontrou abrigo bem mais tarde. Emprestamos um de nossos isolantes para ele e oferecemos o lugar mais próximo ao aquecedor, para que dormisse mais confortável enquanto se secava.</p>
<p class="p1">O barco chegou as 14:00hs do dia seguinte. Embarcamos para <strong>uma travessia que duraria dezoito horas</strong> e assim passamos <strong>a pior noite da viagem</strong> e na minha opinião, a pior experiência que tive até aqui. Embora o tempo estivesse melhor e sem perigo de tempestades, o mar ainda estava revolto e o barco balançava de um lado para o outro, eu me virava no banco tentando encontrar uma posição que não me fizesse vomitar. Para ajudar, ficamos próximos do banheiro e sempre que as ondas começavam, começava junto o festival de ruídos das pessoas “chamando o Hugo”, além disso, uma das portas do banheiro não tinha trava e ficava batendo conforme o barco inclinava. Apesar do incômodo, todos estavam tranquilos, parecia ser normal balançar desse jeito, mas para mim que nunca tinha navegado nessas condições,<strong> parecia que eu estava a bordo do Titanic no momento do naufrágio</strong>. Eu fechava os olhos e pensava “quando abrir de novo, já terei dormido e será dia”, mas isso não acontecia e foi uma noite longa.</p>
<p class="p1">Chegamos a Chiloé no final da manhã na cidade de Quellon, mas decidimos ir direto para Castro, que era bem maior e portanto teríamos mais possibilidade de fazer câmbio. Descobrimos que havia um ônibus por apenas CHS2.000,00 (Aprox. R$10,00) por pessoa e por esse preço e com os olhos fundos da noite mal dormida, nem cogitamos tentar carona. Em Castro, Roman, Diego e eu caminhamos um pouco procurando hospedagem e encontramos um quarto para nós três na Hospedagem Mary por CHS6.000,00 (Aprox. R$30,00) cada um. Gostamos muito dos preços de Chiloé em comparação com o resto do Chile. Naquela noite tentei alguns contatos de Couchsurfing e Alejandra nos respondeu. A partir do dia seguinte ficamos na casa dela e de Sandro.</p>
<p class="p1">Encontramos em Ale e Sandro bons amigos, logo que chegamos nos deixaram muito à vontade e deram várias dicas sobre o arquipélago. Na noite em que chegamos cozinhamos feijão com arroz e tomamos vinho, rimos e conversamos até madrugada, foi muito divertido!</p>
<p class="p1">No dia seguinte já fomos “explorar a ilha”, tomamos um ônibus até a cidade de Cucao, onde fica o <strong>Parque Nacional Chiloé</strong> (por CHS 1.800,00 cada um, cerca de R$ 8,00). É um parque pequeno, porém muito bem cuidado e com trilhas bem sinalizadas, ali podem ser avistados diversos tipos de vegetação e há uma parte do bosque especialmente bela com <strong>árvores antigas cheias de musgos e teias de aranha.</strong> Também é possível caminhar por uma trilha e chegar ao Oceano Pacífico, pelo lado oeste da ilha, dá uma emoção grande ver as ondas batendo na areia, coisa que há muito não avistávamos, pois só tínhamos ido a pontos onde o mar não faz ondas. A entrada no parque custa CHS 1.500,00 (cerca de R$ 6,80).</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Vista-para-o-Oceano-Pacífico.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5878" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Vista-para-o-Oceano-Pacífico.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Vista para o Oceano Pacífico" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Passarelas-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5876" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Passarelas-2.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Passarelas 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Ovelha-e-o-verde.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5875" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Ovelha-e-o-verde.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Ovelha e o verde" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Murta.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5874" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Murta.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Murta" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Flora.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5873" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Flora.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Flora" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Entrada.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5872" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Entrada.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Entrada" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Bruna-e-as-passarelas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5871" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Bruna-e-as-passarelas.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Bruna e as passarelas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">Também percorremos a cidade de Castro e nos apaixonamos por suas construções feitas com pequenas telhas de madeira sobrepostas, chamadas “tijuelas”, com suas casas de palafitas, com seu rico mercado municipal e sua originalidade tão preservada que são poucos os pontos onde se vêem edifícios e outros indícios de modernidade, apesar de ser a maior cidade da ilha. Pelas ruas são vistos artesãos, vendedores de frutas e músicos. Outro destaque são as igrejas, <strong>patrimônio da humanidade pela UNESCO</strong>, que fazem jus ao seu título, elas foram construídas entre os séculos XVIII e XIX em madeira, com detalhes impressionantes.</p>
<p class="p1">Na feira municipal o destaque fica por conta da variedade de frutas e verduras (itens que mais ao sul do Chile são muito escassos), dentre eles <strong>o alho chilote, que são dentes de alho gigantes,</strong> mais parecendo cebolas, e também as batatas chilotas, que tem diversas cores e formatos. Ali também pode-se encontrar ampla variedade em artesanato, especialmente com lã de ovelha ou alpaca. Porém hoje a feira já incorporou vários produtos manufaturados &#8220;disfarçados&#8221; de artesanato, então é preciso observar bem para identificar o que é feito à mão mesmo e o que é industrial. Ainda assim, todos os produtos conservam o estilo chilote, que é encantador de qualquer forma.</p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-full wp-image-5861" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Costaneira-com-vista-para-as-palafitas.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Costaneira com vista para as palafitas" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Vista-interna-da-igreja.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5868" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Palafitas.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Palafitas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Vista-interna-da-igreja.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5862" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Costaneira.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Costaneira" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Vista-interna-da-igreja.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5869" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Ruas-da-cidade.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Ruas da cidade" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Vista-interna-da-igreja.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5864" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Igreja.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Igreja" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Vista-interna-da-igreja.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5870" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Vista-interna-da-igreja.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Vista interna da igreja" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Interno-Igreja-3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5867" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Interno-Igreja-3.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Interno Igreja 3" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Interno-Igreja-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5866" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Interno-Igreja-2.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Interno Igreja 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Interno-Igreja-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5865" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Interno-Igreja-1.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Interno Igreja 1" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Feira-municipal.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5863" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Feira-municipal.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Feira municipal" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Casa-com-tijuelas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5860" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Casa-com-tijuelas.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Casa com tijuelas" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>Adiós Ushuaia, que te quedas bien</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Feb 2015 06:01:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[fim do mundo]]></category>
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		<category><![CDATA[Ushuaia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A cidade de aproximadamente 60 mil habitantes traz todas as comodidades em estrutura, com bons supermercados, restaurantes e lojas (com destaque para as especializadas em artigos de camping, trekking e ski), além de muitos hotéis e hosteis, já que vive do turismo. É cara, não se pode negar, afinal, apesar da isenção fiscal, sua posição geográfica [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df0618b63d5" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">U</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>shuaia é uma daquelas surpresas boas que a gente ganha da vida. Antes mesmo do avião pousar, <strong>já sentimos que gostaríamos do lugar</strong>. A vista das montanhas é espetacular e ainda mais lindo do que vimos em nossas pesquisas pré-viagem. Quando a gente vai viajar sempre fica aquele receio de que as fotos que vimos é apenas uma das vistas do lugar e o restante pode não ser tão bonito assim. Não é o caso de Ushuaia. Para todo canto onde se olha, há montanhas exuberantes salpicadas de branco, contrastando com as encantadoras construções coloridas. Estamos em uma cidade invernal e sabemos disso já no primeiro olhar.</p>
<p class="p1">Passamos um dia fotografando as casas, pois nos encantamos com a forma como são construídas. Não há um padrão, parece que cada uma <strong>tem uma personalidade e traz o gosto de seu morador</strong>. Os materiais são diversos, com destaque para a <strong>madeira e as chapas de metal</strong> e é muito comum encontrar casas mistas, com vários materiais ao mesmo tempo, coisa que em nossa região não encontramos e é inclusive mal vista, pois o governo dificulta a liberação de construção e financiamentos para casas assim. Eu penso que a mistura de materiais de forma criativa, prezando aqueles que existem em maior abundância na região e aqueles que mais favorecem ao clima local pode ser uma boa alternativa de <strong>arquitetura sustentável</strong>, ao invés de simplesmente adotar o concreto de olhos fechados.</p>
<p class="p1">O mais bacana é que a cidade se concentra ao redor do porto e não é preciso ir muito longe para encontrar lugares absolutamente vazios, <strong>preenchidos apenas de natureza</strong>. Não se vê civilização, não se ouve nada além do vento e dos pássaros. Esse estar longe e estar perto ao mesmo tempo é fascinante.</p>
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<p class="p1"><span id="more-5143"></span></p>
<p class="p1">A cidade de aproximadamente 60 mil habitantes traz todas as comodidades em estrutura, com bons supermercados, restaurantes e lojas (com destaque para as especializadas em artigos de camping, trekking e ski), além de muitos hotéis e hosteis, já que vive do turismo. <strong>É cara</strong>, não se pode negar, afinal, apesar da isenção fiscal, sua posição geográfica em relação ao restante do país não é nada favorável, esta é uma questão não só daqui, <strong>mas da Patagônia em geral</strong>. Aqui quase nada se cultiva, o clima não permite, portanto tudo vem de longe e isso tem um preço. E, claro, mais uma vez o turismo contribui para que os preços se tornem ainda mais elevados.</p>
<p class="p1">Tanto na cidade, quanto nos lugares mais afastados, você se sente seguro. Há bom policiamento e você não ouve relatos de roubos ou assaltos. Pegar carona é algo muito normal, seguro e até indicado como uma forma de locomoção.</p>
<p class="p1">As pessoas daqui são muito amáveis e também encontramos uma “população” de pessoas de todos os cantos do mundo, de forma que nunca podemos saber se alguém é turista ou não, porque é uma grande mistura cultural. Os moradores costumam ir para as trilhas também e esse gosto pelo trekking parece estar intrínseco na população.</p>
<p class="p1">Outro detalhe fascinante sobre Ushuaia é a história da cidade, além dos<strong> traços indígenas</strong> e da colonização europeia, temos a <strong>história do presídio</strong> que é um capítulo a parte. Ele funcionou de 1902 até 1947 e foi um dos grandes propulsores da economia local. Fomos descobrindo muita coisa durante nossos passeios e conversas e conhecer a história do local é algo importantíssimo para <strong>compreendermos a cultura</strong> e nos aproximarmos das pessoas que vivem nela, algo que queremos muito.</p>
<p class="p1">Ficamos em Ushuaia por 24 dias e todos foram muito bem aproveitados. Fizemos os passeios convencionais e trilhas menos conhecidas e podemos afirmar com<strong> toda a certeza que não vimos tudo</strong>. Recomendamos a cidade, não venha passar apenas dois ou três dias, fique um pouco mais, acampe em meio à natureza e sinta a cidade respirar. Tem atrações de sobra para passar uma temporada de férias, de trekkings pesados a passeios leves para todas as idades e condicionamentos físicos.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Casas-de-Ushuaia-4.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5167" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Casas-de-Ushuaia-4-1024x682.jpg" alt="Casas de Ushuaia 4" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ruas-de-Ushuaia-2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5177" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ruas-de-Ushuaia-2-1024x682.jpg" alt="Ruas de Ushuaia 2" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Grafitti-no-correio-municipal-2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5179" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Grafitti-no-correio-municipal-2-1024x682.jpg" alt="Ushuaia - Grafitti no correio municipal 2" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Grafitti-no-correio-municipal-1.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5178" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Grafitti-no-correio-municipal-1-1024x683.jpg" alt="Ushuaia - Grafitti no correio municipal 1" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-8.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5175" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-8-1024x682.jpg" alt="Grafitti em Ushuaia 8" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-5.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5172" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-5-1024x682.jpg" alt="Grafitti em Ushuaia 5" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-6.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5173" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-6-1024x682.jpg" alt="Grafitti em Ushuaia 6" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Casas-de-Ushuaia-1.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5164" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Casas-de-Ushuaia-1-1024x683.jpg" alt="Casas de Ushuaia 1" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-1.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5168" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-1-1024x682.jpg" alt="Grafitti em Ushuaia 1" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5169" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-2-1024x682.jpg" alt="Grafitti em Ushuaia 2" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ruas-de-Ushuaia-1.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5176" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ruas-de-Ushuaia-1-1024x682.jpg" alt="Ruas de Ushuaia 1" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-4.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5171" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-4-1024x682.jpg" alt="Grafitti em Ushuaia 4" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-3.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5170" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-3-1024x682.jpg" alt="Grafitti em Ushuaia 3" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-7.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5174" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-7-1024x682.jpg" alt="Grafitti em Ushuaia 7" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Casas-de-Ushuaia-3.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5166" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Casas-de-Ushuaia-3-1024x682.jpg" alt="Casas de Ushuaia 3" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Casas-de-Ushuaia-2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5165" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Casas-de-Ushuaia-2-1024x682.jpg" alt="Casas de Ushuaia 2" width="1024" height="682" /></a></p>
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