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	<title>A Natureza Humana &#187; Chile</title>
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		<title>Mercado Fluvial de Valdívia</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2015 14:43:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df0c6093e8d" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">A</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>s feiras e mercados municipais do Chile encantam por sua capacidade de aguçar os sentidos. Enchem os olhos com as cores, exalam aromas diversos, sempre tem uma sonoridade seja com os músicos ou com os vendedores oferecendo seus produtos e é claro, o sabor e as texturas de alimentos frescos e muitas vezes desconhecidos. Em Valdívia o espetáculo fica ainda maior com os lobos marinhos, que fazem a festa com os restos de peixe que os feirantes atiram.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
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		<title>Paisagens surpreendentes no caminho de Santiago a Mendoza</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2015 19:16:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Chegamos ao terminal e perguntamos em várias as companhias, até encontrar a mais barata, saíram CH$10.000,00 para cada um (cerca de R$45,00) e o percurso demoraria cerca de 7 horas, já contando com o tempo da fronteira. É claro que o nosso ônibus era o mais fuleira de todos os que estavam estacionados, na verdade nem [&#8230;]</p>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df0c609836b" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">D</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>e Santiago a Mendoza, decidimos também pegar um ônibus. Uma porque sair de Santiago de carona é muito difícil, por ser uma cidade muito grande, outra porque íamos cruzar a fronteira e passar por lugares bem isolados e já não estávamos com tanto tempo e disposição para correr o risco de ficar plantados num lugar remoto sem saber quando passaria o próximo carro, e também pelo fato de os preços de ônibus no Chile serem bem mais baratos que na Argentina, então aproveitaríamos para pegar um ônibus ali, pois dali para a frente sem dúvida voltaríamos às caronas.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-6081"></span></p>
<p class="p1">Chegamos ao terminal e perguntamos em várias as companhias, até encontrar a mais barata, saíram CH$10.000,00 para cada um (cerca de R$45,00) e <strong>o percurso demoraria cerca de 7 horas</strong>, já contando com o tempo da fronteira. É claro que <strong>o nosso ônibus era o mais fuleira</strong> de todos os que estavam estacionados, na verdade nem chegava a ser um ônibus, era mais uma vãn grande e o funcionário que recebia as malas não parecia muito confiável, o que fez com que ficássemos sempre de olho nas mochilas, porém nos trouxe uma importante vantagem: sentamos ao lado do motorista e viajamos com uma vista panorâmica por um caminho espetacular.</p>
<p class="p1">Nós não tínhamos ideia das paisagens incríveis que estavam por vir, posso dizer que vale a pena pegar o ônibus só pela estrada. Simplesmente você <strong>atravessa a cordilheira</strong>, sobe a uma altitude de mais de 3.000m e vê o gigante Aconcágua passando ao lado. Algumas partes da estrada eram arrepiantes, com curvas sinuosas e penhascos assustadores, mas a estrada era bem conservada e o visual compensava. Talvez um dos trechos mais impressionantes seja o dos caracoles, já próximo à fronteira com uma sequência de curvas muito fechadas, que testam a habilidade dos motoristas.</p>
<p class="p1">Uma das coisas que mais chama atenção é a coloração da terra que vai mudando durante o percurso. Tons de amarelo, laranja e vermelho vivos em contraste com o céu azul lindo que tivemos no dia nos deixaram boquiabertos.</p>
<p class="p1">Já do lado argentino (depois de passar por uma fronteira muito menos rigorosa que a chilena), chegando a Mendoza pode-se avistar a represa de Potrerillos, que forma uma paisagem à parte. Enfim, dá pra notar que em sete horas de viagem, <strong>nem deu tempo de ficar entediado!</strong></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-01.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6104" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-01-1024x683.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 01" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-02-Estrada-sinuosa.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6105" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-02-Estrada-sinuosa-1024x683.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 02 - Estrada sinuosa" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-03.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6106" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-03-1024x682.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 03" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-04.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6107" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-04-1024x682.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 04" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-05.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6108" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-05-1024x683.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 05" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-06.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6109" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-06-1024x682.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 06" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-07-Aconcágua.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6110" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-07-Aconcágua-1024x682.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 07 - Aconcágua" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-08.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6111" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-08-1024x682.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 08" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-09.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6112" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-09-1024x682.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 09" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-10.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6113" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-10-1024x682.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 10" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-11.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6114" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-11-1024x682.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 11" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-12.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6115" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-12-1024x683.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 12" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-13.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6116" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-13-1024x682.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 13" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-14.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6117" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-14-1024x682.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 14" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-15.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6118" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-15-1024x683.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 15" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-16.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6119" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-16-1024x682.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 16" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-17.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6120" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-17-1024x683.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 17" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>Overdose artística em Santiago</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2015 03:32:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>O Museo de Historia Natural fica dentro de um parque muito legal chamado Quinta Normal, que também abriga outros museus, um lago e uma grande área verde, onde as pessoas sentam na grama e relaxam. O acesso é bem fácil, já que a estação de metrô de mesmo nome dá direto para o portão do parque [&#8230;]</p>
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			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df0c609c773" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">C</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>omo já dissemos aqui, não adianta ir pra cidade grande e ficar emburrado que não tem trilha e que os prédios e a poluição escondem a visão das montanhas (no caso de Santiago, que é rodeado pela Cordilheira dos Andes). Aproveitamos para curtir o potencial artístico e cultural, que não é pequeno. Certamente em uma nova viagem à cidade, teríamos atrações suficientes para não repetir nenhuma visita.</p>
<p class="p1">Pra finalizar nosso <strong>“roteiro artístico”</strong> em Santiago, vamos falar de quatro lugares super legais que visitamos. O Museo Nacional de Historia Natural, o Museo de La Memoria, o Centro Cultural Gabriela Mistral e a exposição da artista japonesa Yayoi Kusama (que estará na cidade até junho). </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-6059"></span></p>
<p class="p1">O <strong>Museo de Historia Natural</strong> fica dentro de um parque muito legal chamado<strong> Quinta Normal</strong>, que também abriga outros museus, um lago e uma grande área verde, onde as pessoas sentam na grama e relaxam. O acesso é bem fácil, já que a estação de metrô de mesmo nome dá direto para o portão do parque e a entrada é gratuita.</p>
<p class="p1">Escolhemos esse museu porque era gratuito e porque nunca tínhamos ido num museu de história natural, ficamos muito interessados em ver como era e realmente não deixou a desejar. De uma forma bem dinâmica, ele conta a história da <strong>evolução do mundo</strong>, você vai caminhando e vai vendo imagens, animações, textos e objetos que mostram desde o big-bang até os dias atuais, sempre relacionando com a história e geografia chilenas, há muitos animais perfeitamente empalhados e um esqueleto de baleia impressionante no salão central. Há também algumas salas, como a do taxidermista, que são de vidro e podemos ver o profissional trabalhando lá dentro, com explicações de como o trabalho é feito. O local é muito bem sinalizado e muito educativo.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Parque-Quinta-Normal.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5976" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Parque-Quinta-Normal.jpg" alt="Santiago - Parque Quinta Normal" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Parque-Quinta-Normal-Entrada-do-Museu-Nacional-de-História-Natural.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5975" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Parque-Quinta-Normal-Entrada-do-Museu-Nacional-de-História-Natural.jpg" alt="Santiago - Parque Quinta Normal - Entrada do Museu Nacional de História Natural" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-Nacional-de-História-Natural.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5973" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-Nacional-de-História-Natural.jpg" alt="Santiago - Museu Nacional de História Natural" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-Nacional-de-História-Natural-3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5972" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-Nacional-de-História-Natural-3.jpg" alt="Santiago - Museu Nacional de História Natural 3" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-Nacional-de-História-Natural-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5971" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-Nacional-de-História-Natural-2.jpg" alt="Santiago - Museu Nacional de História Natural 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">O <strong>Museo de La Memoria</strong> fica bem em frente ao parque Quinta Normal e também tem entrada gratuita. Trata-se de uma grande exposição de fotos, vídeos e documentos que contam como foi a época da ditadura militar no Chile. Desde o golpe com a queda do governo anterior, as imposições, o uso da força, o exílio, os desaparecimentos de pessoas, até a restituição da democracia através de eleições, 17 anos depois.</p>
<p class="p1">Não temos fotos do museu, pois elas não são permitidas, mas as imagens e fatos expostos ali são muito impactantes, saímos silenciosos, pensativos e com uma vontade grande de pegar pela mão e levar até lá cada brasileiro que, sem se aprofundar no assunto, acha que a volta do regime militar seria bom para o país. Não é e nunca será uma boa ideia, fica registrado aqui o sentimento que tivemos ao ver o impacto que isso causou na vida dos chilenos e pensar no que os brasileiros também sofreram quando tivemos a mesma forma de governo. Desrespeito aos direitos humanos, sequestros, assassinatos, torturas, censura e ouras atrocidades que, acredite, <strong>você não quer ver acontecer com o seu país.</strong></p>
<p class="p1">Mas voltando a falar das coisas boas que aconteceram na história do Chile, impossível não falar de <strong>Gabriela Mistral</strong> que ao lado de Pablo Neruda, figura entre os principais nomes da poesia chilena. Ganhadora do Prêmio Nobel de literatura de 1945, tem uma história digna de seu reconhecimento internacional. É o seu nome que leva o centro cultural que visitamos, um espaço moderno com biblioteca, livraria, café, mostras de arte, dança, teatro e várias outras atrações em um calendário variado, além de espaços abertos onde grupos ensaiam coreografias de dança. Um lugar super legal, que traz logo na entrada seu slogan: <strong>Centro de las artes, la cultura y las personas</strong>. O que pode ser facilmente observado dando uma volta por ali.</p>
<p class="p1">Quando fomos, pudemos observar duas mostras de arte, a primeira delas foi a &#8220;<span class="s1">Tuku Iho: Legado vivo&#8221;, a maior mostra de cultura e arte Maori exibida até agora na América Latina</span>, com vídeos, fotos e artefatos em madeira incríveis, tão cheios de detalhes que é difícil distinguir uma peça de uso cotidiano de uma decorativa.</p>
<p class="p3"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Exposição-no-Centro-Cultural-Gabriela-Mistral.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5953" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Exposição-Maori-no-Centro-Cultural-Gabriela-Mistral-2.jpg" alt="Santiago - Exposição Maori no Centro Cultural Gabriela Mistral 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p3"><img class="aligncenter size-full wp-image-5954" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Exposição-Maori-no-Centro-Cultural-Gabriela-Mistral.jpg" alt="Santiago - Exposição Maori no Centro Cultural Gabriela Mistral" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1">Também vimos a exposição &#8220;MAPA, 70 años del imaginário popular&#8221;, que trazia artefatos populares de toda a América Latina, com artigos em barro, papel machê, tecido, madeira, entre outros. Uma exposição, é claro, muito colorida e cheia de simbologia. Estará aberta até junho e é gratuita.</p>
<p class="p3"><img class="aligncenter size-full wp-image-5955" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Exposição-no-Centro-Cultural-Gabriela-Mistral.jpg" alt="Santiago - Exposição no Centro Cultural Gabriela Mistral" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p3">Finalizando nosso roteiro artístico, fomos ver uma mostra muito impressionante de <strong>Yayoi Kusama</strong>, considerada uma das maiores artistas vivas do Japão. São obras contemporâneas, embora muitas delas datem da década de 60, numa sequência intrigante (quase perturbadora) de <strong>pontos, cores, luzes e repetição de padrões</strong>. Não à toa, sua obra é declarada obsessiva e a artista vive desde 1977 em uma clínica psiquiátrica, embora siga trabalhando em seu ateliê. Era permitido fotografar apenas as instalações, embora a exposição também conte com pinturas, colagens, esculturas, fotografias e vídeo, mas já dá pra ter uma ideia do quão interessante é a mostra. Das 10:00 as 16:30 a entrada é gratuita.</p>
<p class="p3"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Exposição-Yayoi-Kusama.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5960" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Exposição-Yayoi-Kusama.jpg" alt="Santiago - Exposição Yayoi Kusama" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p3"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Exposição-Yayoi-Kusama-5.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5959" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Exposição-Yayoi-Kusama-5.jpg" alt="Santiago - Exposição Yayoi Kusama 5" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p3"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Exposição-Yayoi-Kusama-4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5958" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Exposição-Yayoi-Kusama-4.jpg" alt="Santiago - Exposição Yayoi Kusama 4" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p3"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Exposição-Yayoi-Kusama-3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5957" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Exposição-Yayoi-Kusama-3.jpg" alt="Santiago - Exposição Yayoi Kusama 3" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p3"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Exposição-Yayoi-Kusama-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5956" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Exposição-Yayoi-Kusama-2.jpg" alt="Santiago - Exposição Yayoi Kusama 2" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>O pôr do sol no Cerro Santa Lucia</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2015 17:30:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>O local hoje é um parque, com entrada gratuita, que conserva ainda um pequeno castelo e proporciona uma visão 360º de Santiago, subimos no final da tarde, o que foi uma escolha muito acertada de horário, já que fomos presenteados com um maravilhoso pôr do sol. As fotos representam exatamente o clima dos dias que passamos em Santiago. Dias [&#8230;]</p>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df0c609f690" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">E</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>ra um dia raro em Santiago, num dos poucos momentos onde a poluição do ar dava uma trégua e a nuvem de fumaça se esvaía, permitindo ver a <strong>Cordilheira dos Andes</strong> que emoldura a cidade.</p>
<p>O dia perfeito para ascender ao Cerro Santa Lucia, que ficava pertinho do local onde estávamos. É uma subida bem tranquila, de poucos minutos e você se depara com um pedacinho de natureza no meio da cidade. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-6041"></span></p>
<p class="p1">O local hoje é um parque,<strong> com entrada gratuita</strong>, que conserva ainda um pequeno castelo e proporciona uma <strong>visão 360º de Santiago</strong>, subimos no final da tarde, o que foi uma escolha muito acertada de horário, já que fomos presenteados com um maravilhoso pôr do sol.</p>
<p class="p1">As fotos representam exatamente o clima dos dias que passamos em Santiago. Dias de sair sem pressa, caminhando sempre devagar por onde tivesse verde, contemplando tudo ao redor, olhando para as construções antigas e imaginando qual a idade delas, olhando para os museus e artes urbanas e pensando em como podemos levar um pouco mais de arte também à nossa cidade. Santiago é inspiradora, é uma capital que não nos assustou, uma capital onde <strong>você ainda pode escolher</strong> desacelerar.</p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-full wp-image-5943" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Cerro-Santa-Lucia-Caminho-entre-as-árvores.jpg" alt="Santiago - Cerro Santa Lucia - Caminho entre as árvores" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Cerro-Santa-Lucia-Vista-para-a-cidade.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5944" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Cerro-Santa-Lucia-Entrada-Castillo-Hidalgo.jpg" alt="Santiago - Cerro Santa Lucia - Entrada Castillo Hidalgo" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Cerro-Santa-Lucia-Vista-para-a-cidade.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5946" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Cerro-Santa-Lucia-Subida-da-torre.jpg" alt="Santiago - Cerro Santa Lucia - Subida da torre" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Cerro-Santa-Lucia-Vista-para-a-cidade-e-a-cordilheira.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5947" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Cerro-Santa-Lucia-Vista-para-a-cidade-e-a-cordilheira-1024x683.jpg" alt="Santiago - Cerro Santa Lucia - Vista para a cidade e a cordilheira" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Cerro-Santa-Lucia-Vista-para-a-cidade.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5948" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Cerro-Santa-Lucia-Vista-para-a-cidade.jpg" alt="Santiago - Cerro Santa Lucia - Vista para a cidade" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Cerro-Santa-Lucia-Pôr-do-sol.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5945" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Cerro-Santa-Lucia-Pôr-do-sol.jpg" alt="Santiago - Cerro Santa Lucia - Pôr do sol" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>Museo a Cielo Abierto: arte e coletividade nas ruas de Santiago</title>
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		<pubDate>Mon, 18 May 2015 12:54:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Para ir até o museu, tomamos o metrô, paramos na estação Departamental e caminhamos até as ruas onde estão os murais. Eles se localizam entre a Avenida Departamental, a rua Carlos Edwards, a Panamericana Sur e a rua Gauss, na comuna de San Miguel. O projeto surgiu em 2009 como uma forma de levar arte a um bairro com construções [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df0c60a296e" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">V</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>ocês gostam de grafitti? &#8211; Foi o que perguntou Barbara enquanto pensava em locais bacanas para visitarmos e é claro que a resposta foi positiva. Sempre que caminhamos pelas cidades saímos fotografando todas as artes que vemos nas paredes, pois acreditamos que elas podem contar muito da história do local. Foi assim que surgiu a dica para visitar o Museo a Cielo Abierto, que não é exatamente um museu. Como o próprio nome sugere, ele não tem limites físicos de uma edificação (embora tenha paredes, portas e janelas) e também não possui uma entrada, um guarda nem horário de atendimento. Trata-se de um bairro, onde você caminha livremente, enquanto contempla os grandes murais pintados por mais de 70 artistas renomados, tanto chilenos como estrangeiros. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-5991"></span></p>
<p class="p1">Para ir até o museu, tomamos o metrô, paramos na estação Departamental e caminhamos até as ruas onde estão os murais. Eles se localizam entre a Avenida Departamental, a rua Carlos Edwards, a Panamericana Sur e a rua Gauss, na comuna de San Miguel.</p>
<p class="p1">O projeto surgiu em 2009 como uma forma de levar arte a um bairro com construções antigas, já bastante deterioradas que precisavam de manutenção. Assim, o Centro Cultural Mixart, com o apoio da população que ali vivia, elaborou o projeto, que <strong>hoje é a maior concentração de arte de rua de Santiago</strong>, uma gigantesca galeria que mescla as técnicas que mural e grafitti nas paredes dos prédios. O mais legal é que todas as artes passaram por aprovação prévia dos moradores de cada edifício a ser pintado, gerando um <strong>sentimento de coletividade e participação</strong>.</p>
<p class="p1">Definitivamente a intenção do projeto vai muito além da decorativa, as obras marcam o bicentenário chileno e trazem temas que <strong>valorizam ou questionam</strong> questões relacionadas ao Chile e à América do Sul, além da integração da comunidade e o benefício à população em geral, entregando um espaço de contemplação <strong>livre e gratuito</strong>.</p>
<p class="p1">Visite o site oficial para saber mais, ver outras fotos e também conhecer a história de cada mural:<br />
<a title="Museo a Cielo Abierto" href="http://www.museoacieloabiertoensanmiguel.cl/" target="_blank">http://www.museoacieloabiertoensanmiguel.cl/</a></p>
<p class="p1">Mas é claro que o melhor mesmo é ir até lá e conferir de perto essa obra linda da humanidade!</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-a-Céu-Aberto.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5968" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-a-Céu-Aberto.jpg" alt="Santiago - Museu a Céu Aberto" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-a-Céu-Aberto-6.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5967" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-a-Céu-Aberto-6.jpg" alt="Santiago - Museu a Céu Aberto 6" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-a-Céu-Aberto-5.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5966" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-a-Céu-Aberto-5.jpg" alt="Santiago - Museu a Céu Aberto 5" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-a-Céu-Aberto-4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5965" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-a-Céu-Aberto-4.jpg" alt="Santiago - Museu a Céu Aberto 4" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-a-Céu-Aberto-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5963" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-a-Céu-Aberto-2.jpg" alt="Santiago - Museu a Céu Aberto 2" width="1024" height="684" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Bruna-no-Museu-a-Céu-Aberto.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5938" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Bruna-no-Museu-a-Céu-Aberto.jpg" alt="Santiago - Bruna no Museu a Céu Aberto" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>O que dois mochileiros fazem em Santiago</title>
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		<pubDate>Sat, 16 May 2015 18:53:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df0c60a6a36" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">A</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p> capital chilena não fazia parte dos nossos planos de viagem. A princípio nossa ideia era mesmo conhecer bem a Patagônia e focar nas cidades pequenas, com mais atrativos naturais, mas lá em fevereiro, quando fizemos o Torres del Paine, conhecemos a Maria e o Francisco, um casal muito querido que nos acompanhou durante todo o trekking, <strong>se tornaram bons amigos e nos convidaram a passar em sua cidade</strong> caso tivéssemos tempo.</p>
<p class="p1">Com toda a história do vulcão Calbuco que entrou em erupção bem nos dias em que estávamos indo para Puerto Varas, tivemos de desistir dessa cidade e de mais algumas que pretendíamos visitar, assim sobrou algum tempo e decidimos passar alguns dias em Santiago depois que saímos de Valdívia. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-5936"></span></p>
<p class="p1">Fomos muito bem recebidos no apartamento que Maria divide com duas amigas: Pilar e Barbara, que logo nos deram muitas dicas do que fazer na cidade. Para dois mochileiros que há muito tempo só passavam por povoados ou cidades médias, Santiago era completamente fora dos padrões, logo percebemos que o bacana dali seria visitar os museus, parques e atrações culturais, é claro que não adiantava querer buscar trekking na capital. Assim fizemos e curtimos muito a cidade, pelo menos os lugares onde visitamos eram cheios de prédios antigos muito bem conservados, parques e praças arborizadas, feiras e barzinhos, descobrimos muitas atrações gratuitas ou muito baratas e <strong>aprendemos rapidamente a nos deslocar na cidade usando o metrô</strong> ou caminhando. Apesar do céu acinzentado e das proporções de carros, prédios, barulhos de cidade grande, surpreendentemente <strong>adoramos a cidade</strong>. Cidade grande requer aqueles cuidados básicos com relação à segurança, que vão de usar roupas que se “camuflem” mais ao ambiente urbano a não sair mostrando a câmera em qualquer lugar, tomamos as precauções, claro, mas em Santiago não nos sentimos inseguros em nenhum momento.</p>
<p class="p1">Para ajudar a escolher os locais que visitaríamos na cidade e também para ir além dos clichês, Maria nos apresentou o site <a title="amosantiago" href="http://http://amosantiago.cl/" target="_blank">amosantiago.cl</a>, que tem <strong>várias dicas do que está rolando</strong> na cena cultural e artística na cidade. No primeiro dia visitamos algumas atrações mais conhecidas, porém gratuitas:</p>
<p class="p1"><strong>Parque Forestal</strong></p>
<p class="p1">Começamos o dia caminhando pelo Parque Forestal, que é como se fosse uma grande avenida verde, uma faixa comprida cheia de árvores, gramados, fontes e bancos pro pessoal sentar e ficar à vontade enquanto contempla esse pedacinho de natureza no meio da cidade. É comum ver casais namorando, senhores lendo jornal, grupos de amigos compartilhando um lanche, pessoas sozinhas estudando e descansando ou passeando com seus cães, realmente um lugar onde as pessoas se sentem seguras e relaxadas. Escolha um local e fique ali também por alguns minutos, é o lugar perfeito pra você fazer de conta que vive em Santiago, ali ninguém vai te perceber como turista e você pode observar tudo tranquilamente. O parque começa na estação de metrô Baquedano e você pode sair dali e ir caminhando até o final.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Parque-florestal.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5974" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Parque-florestal.jpg" alt="Santiago - Parque florestal" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Fonte-no-parque.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5961" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Fonte-no-parque.jpg" alt="Santiago - Fonte no parque" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Dormindo-no-parque.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5949" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Dormindo-no-parque.jpg" alt="Santiago - Dormindo no parque" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>Museo Nacional de Bellas Artes e Museo de Arte Contemporáneo</strong></p>
<p class="p1">Na outra ponta, chegamos ao Museo Nacional de Bellas Artes, fundado em 1880 e localizado desde 1910 nessa construção neoclássica muito bem conservada, que abriga salas com pinturas chilenas e estrangeiras, além de esculturas incríveis no salão principal (o único que pode ser fotografado), gravuras, fotografias, desenhos&#8230; Junto ao Belas Artes, no mesmo edifício, também temos o Museo de Arte Contemporáneo, este fundado em 1947 e administrado pela Universidad de Chile, é cheio de mostras interativas e questionadoras, que nos deixaram mais impressionados que a arte tradicional do Bellas Artes, infelizmente, como na maioria das exposições de arte, não podíamos fotografar as obras em si. <strong>A entrada para ambos os museus é gratuita</strong>.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-de-Belas-Artes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5970" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-de-Belas-Artes.jpg" alt="Santiago - Museu de Belas Artes" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Estátuas-no-Museu-de-Belas-Artes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5952" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Estátuas-no-Museu-de-Belas-Artes.jpg" alt="Santiago - Estátuas no Museu de Belas Artes" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Escadarias-do-Museu-de-Belas-Artes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5951" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Escadarias-do-Museu-de-Belas-Artes.jpg" alt="Santiago - Escadarias do Museu de Belas Artes" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Escadarias-do-Museu-de-Belas-Artes-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5950" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Escadarias-do-Museu-de-Belas-Artes-2.jpg" alt="Santiago - Escadarias do Museu de Belas Artes 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Bruna-no-Museu-de-Belas-Artes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5939" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Bruna-no-Museu-de-Belas-Artes.jpg" alt="Santiago - Bruna no Museu de Belas Artes" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Pinturas-no-Museu-de-Belas-Artes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5980" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Pinturas-no-Museu-de-Belas-Artes.jpg" alt="Santiago - Pinturas no Museu de Belas Artes" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>Plaza de Armas</strong></p>
<p class="p1">Ficamos um bom tempo nos museus e depois fomos para a área mais central, onde visitamos a Plaza de Armas, tudo a pé, caminhando tranquilamente pelas ruas cheias de construções antigas. No caminho nos chamou atenção a Basílica de la Merced, uma igreja católica, declarada monumento nacional, com arquitetura neoclássica e cores bastante inusitadas.</p>
<p class="p1">A praça é bem movimentada, com várias barraquinhas de artistas que vendem suas pinturas ali, senhores do clube de xadrez disputando suas partidas e pessoas simplesmente passando, já que fica em uma região central.</p>
<p class="p1">Depois disso voltamos para o apartamento empolgados e ansiosos pelos próximos dias. Santiago foi uma cidade totalmente diferente do que estávamos acostumados, mas que nos ofereceu muitas opções de atividades. Mais uma vez, <strong>uma surpresa agradável na viagem</strong>.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Plaza-de-Armas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5981" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Plaza-de-Armas.jpg" alt="Santiago - Plaza de Armas" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>Roteiro em Valdívia: dos lobos marinhos às folhas de outono</title>
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		<pubDate>Tue, 05 May 2015 01:26:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Chegamos e já fomos muito bem recepcionados pelo staff, que nos deu muitas dicas do que fazer na cidade, eles tem ainda uma pasta com roteiros completos, restaurantes, preços e informações variadas em inglês e espanhol, realmente nos impressionou. Além disso, desde que saímos de Ushuaia (lá ficamos no hostel Cruz del Sur), não tínhamos [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df0c60ab8f3" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">T</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>inham nos falado muito bem de Valdívia e ela entrou no nosso roteiro pelas indicações que ouvimos das pessoas que conhecemos ao longo do caminho. Parecia promissor, a feira fluvial, os parques e os fortes eram motivos suficientes pra gente fazer uma parada na cidade. E temos que dizer, valeu a pena!</p>
<p class="p1">Chegamos no final do dia, tentamos até o último momento conseguir um Couchsurfing, mas nada feito, a solução seria procurar um hostel. Tínhamos pesquisado antes e anotamos o endereço de dois deles (como já é baixa temporada, não fizemos reservas), a primeira tentativa foi um fracasso, fomos até o endereço e simplesmente não havia nenhum hostel ali, perguntamos em um restaurante por perto e o garçom informou onde era (um pouco mais distante) e disse que isso sempre acontece com esse hostel, o endereço deles está errado na internet. Bom, desistimos dele e fomos até o “Aires Buenos”, o que se converteu em uma grata surpresa porque era realmente muito bom! </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-5924"></span></p>
<p class="p1">Chegamos e já fomos muito bem recepcionados pelo staff, que nos deu muitas dicas do que fazer na cidade, eles tem ainda uma pasta com roteiros completos, restaurantes, preços e informações variadas em inglês e espanhol, realmente nos impressionou. Além disso, desde que saímos de <a title="Ushuaia" href="http://anaturezahumana.com/tag/ushuaia" target="_blank">Ushuaia</a> (lá ficamos no <a title="Hostel Cruz del Sur" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/hostel-cruz-del-sur/" target="_blank">hostel Cruz del Sur</a>), não tínhamos mais ficado em um hostel com aquele clima jovial e alegre que a gente sempre espera. Os quartos são amplos, a sala é super confortável e bem decorada, a cozinha é aberta a todos e tem até um pato de estimação, de manhã tem café com pães integrais e iogurte com frutas (também achei legal o staff ter perguntado se tínhamos alguma restrição alimentar para o café). Ah, o mais legal é que é um hostel com permacultura, então eles tem composteiras para os resíduos, separam o lixo e usam energia solar. A diária saiu 9.500,00 por pessoa no primeiro (cerca de R$43,00) dia e 7.500,00 no segundo (eles dão desconto a partir do segundo dia).</p>
<p class="p1">Decidimos que ficaríamos duas noites na cidade e o nosso roteiro foi assim:</p>
<p class="p1"><strong>Dia 1: Lobos Marinhos e a Feira Fluvial</strong></p>
<p class="p1">Saímos do hostel e caminhamos pelo centro, visitando a plaza de armas e caminhando pela Costaneira. A cidade me lembrou um pouco a nossa querida Curitiba, com prédios históricos (é a quarta cidade mais antiga do Chile) e uma névoa fria e esbranquiçada cobrindo as ruas pela manhã, mas o que chamou atenção mesmo foi a Feira Fluvial. Os lobos marinhos ficam na água esperando os restos que os pescadores lhes dão depois de limpar seus peixes. Eles são enormes, fotogênicos e não se incomodam nem um pouco com as pessoas olhando pra eles, estão muito mais preocupados em comer e depois ficar tomando banho de sol.</p>
<p class="p1">A própria feira também é uma atração em si só, super variada em frutas, verduras, mariscos e peixes, além de pães, queijos e até livros usados. A gritaria dos vendedores atraindo os fregueses para suas barracas e os músicos tocando violão e acordeon completam a experiência multisensorial de sons, cores, aromas e sabores.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Centro-da-cidade.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5930" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Centro-da-cidade-1024x683.jpg" alt="Valdivia - Centro da cidade" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Vista-para-o-rio-e-a-feira-fluvial.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5931" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Vista-para-o-rio-e-a-feira-fluvial-1024x683.jpg" alt="Valdivia - Vista para o rio e a feira fluvial" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Feira-Fluvial-Lobos-e-leões-marinhos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5903" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Feira-Fluvial-Lobos-e-leões-marinhos.jpg" alt="Valdivia - Feira Fluvial - Lobos e leões marinhos" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Feira-Fluvial-Variedade-de-frutas-e-verduras.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5904" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Feira-Fluvial-Variedade-de-frutas-e-verduras.jpg" alt="Valdivia - Feira Fluvial - Variedade de frutas e verduras" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Feira-Fluvial-Variedade-de-vegetais-e-peixes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5905" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Feira-Fluvial-Variedade-de-vegetais-e-peixes.jpg" alt="Valdivia - Feira Fluvial - Variedade de vegetais e peixes" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Feiras-de-artesanato.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5906" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Feiras-de-artesanato.jpg" alt="Valdivia - Feiras de artesanato" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Passeio-pela-costaneira.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5921" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Passeio-pela-costaneira.jpg" alt="Valdivia - Passeio pela costaneira" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>Dia 1: O Jardim Botânico da Isla Teja</strong></p>
<p class="p1">Depois do mercado municipal atravessamos a ponte para chegar até a Isla Teja, é pertinho e dá pra ir a pé, mas também tem ônibus a 600 pesos, para quem queira. Logo do outro lado do rio tem uma série de museus, mas no dia em que fomos estavam todos fechados. Seguimos então direto para o campus da Universidad Austral de Chile, que abriga o Jardim Botânico, foi muito fácil chegar, a cidade é bem sinalizada. No arredores da universidade há vários barzinhos e restaurantes bacanas.</p>
<p class="p1">O jardim é uma reserva muito bem cuidada, com bosques e áreas para caminhar ou simplesmente sentar e relaxar. A vegetação estava toda vestida de amarelo, vermelho e verde, as cores do outono que enchem os olhos. A entrada é gratuita.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-O-outono-chegou.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5920" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-O-outono-chegou.jpg" alt="Valdivia - Jardim botânico - O outono chegou" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-O-outono-chegou-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5919" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-O-outono-chegou-2.jpg" alt="Valdivia - Jardim botânico - O outono chegou 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-Muitas-cores.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5918" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-Muitas-cores.jpg" alt="Valdivia - Jardim botânico - Muitas cores" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-Diego.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5916" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-Diego.jpg" alt="Valdivia - Jardim botânico - Diego" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-Diego-e-seu-cabelo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5915" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-Diego-e-seu-cabelo.jpg" alt="Valdivia - Jardim botânico - Diego e seu cabelo" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-Bruna-no-caminho.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5913" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-Bruna-no-caminho.jpg" alt="Valdivia - Jardim botânico - Bruna no caminho" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-A-grama-e-o-céu.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5912" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-A-grama-e-o-céu.jpg" alt="Valdivia - Jardim botânico - A grama e o céu" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>Dia 1: Piquenique no Parque Saval</strong></p>
<p class="p1">Depois do Jardim Botânico, é possível caminhar um pouco mais e chegar no Parque Saval, a entrada custa 500 pesos (cerca de R$2,50). O parque possui lagoas, caminhadas e área para piquenique com mesas e bancos. É um lugar bem familiar e muito tranquilo, o legal de lá é relaxar, ir com tempo, levar um lanchinho e desfrutar a paisagem. Tempo perfeito para meditar sobre a viagem e tudo o que aprendemos até aqui.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-Hora-de-alongar1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5923" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Jardim-botânico-Hora-de-alongar1.jpg" alt="Valdivia - Jardim botânico - Hora de alongar" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>Dia 2: Forte Niebla e Cervejarias Artesanais</strong></p>
<p class="p1">No dia seguinte pegamos um ônibus até Niebla (aqui é um pouco mais longe, não dá pra ir caminhando) e chegamos ao Forte Niebla, que nos surpreendeu pelo seu tamanho e pelas lindas vistas do oceano.</p>
<p class="p1">Valdívia tem vários fortes, pois na época da colonização, fazia sua defesa através de um sistema de fortificações muito bem elaborado, impedindo assim que seus inimigos seguissem pelo canal de navegação que chega até a cidade. Boa parte de suas edificações foram destruídas pelo terremoto de 1960 (o mesmo que atingiu Chiloé), por isso hoje algumas partes são originais e outras restauradas.</p>
<p class="p1">Esse é o maior forte, conta ainda com um museu e a entrada é gratuita, segundo o staff do hostel, há outros abertos à visitação, mas são menores, menos atrativos e cobram entrada.</p>
<p class="p1">Falamos em cervejarias artesanais, né. Então, realmente, depois do forte tínhamos a intenção de visitar algumas cervejarias, outro programa bem típico de Niebla, pooorém desde a noite anterior não estávamos nos sentindo muito bem. Começou com o Diego e depois que ele melhorou eu comecei a ficar mal, dores no estômago, cólicas e mal estar…Não dá pra ir numa cervejaria com o estômago embrulhado né, então nesse dia nos contentamos apenas com o forte e terminamos o passeio um pouco mais cedo, mas fica o registro pra quem estiver indo pra lá e estiver em melhores condições de saúde.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Fuerte-Niebla.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5911" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Fuerte-Niebla.jpg" alt="Valdivia - Fuerte Niebla" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Fuerte-Niebla-com-caminhos-acessíveis.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5910" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Fuerte-Niebla-com-caminhos-acessíveis.jpg" alt="Valdivia - Fuerte Niebla com caminhos acessíveis" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Fuerte-Niebla-Farol.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5909" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Fuerte-Niebla-Farol.jpg" alt="Valdivia - Fuerte Niebla - Farol" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Fuerte-Niebla-Entrada-e-vista-para-as-ilhas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5908" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Fuerte-Niebla-Entrada-e-vista-para-as-ilhas.jpg" alt="Valdivia - Fuerte Niebla - Entrada e vista para as ilhas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Fuerte-Niebla-Bruna-e-seus-amigos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5907" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Fuerte-Niebla-Bruna-e-seus-amigos.jpg" alt="Valdivia - Fuerte Niebla - Bruna e seus amigos" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Vista-do-Fuerte-Niebla.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5922" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Valdivia-Vista-do-Fuerte-Niebla.jpg" alt="Valdivia - Vista do Fuerte Niebla" width="1024" height="683" /></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com/2015/05/roteiro-em-valdivia-dos-lobos-marinhos-as-folhas-de-outono/">Roteiro em Valdívia: dos lobos marinhos às folhas de outono</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com">A Natureza Humana</a>.</p>
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		<title>Chiloe: Visitando as cidades de Achao e Ancud</title>
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		<pubDate>Sat, 02 May 2015 01:11:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p> No nosso terceiro dia na ilha, seguindo as sugestões de Ale e Sandro, tomamos um ônibus até a ilha de Quinchao, onde visitaríamos a pequena cidade de Achao. É muito simples chegar até a ilha, o ônibus sai a CHS 1.800,00 (cerca de R$ 8,00) e está inclusa a travessia em balsa, nem é preciso [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df0c60af7a7" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">C</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>hiloé estava nos fascinando com toda a sua riqueza cultural. Começamos a aprender um pouco mais sobre esse arquipélago, que apesar de chileno, se desenvolveu de maneira diferente do restante do país, é possível perceber isso de diversas maneiras: a arquitetura peculiar com as igrejas de madeira, as palafitas e as casas de tijuelas; os seus costumes particulares como o transporte de casas inteiras de uma ilha para outra (sim, isso existe por la e geralmente a ocasião é especial e comemorada com uma festa. Ouvimos de gente que viu e até participou, mas não é algo que acontece todos os dias, então é melhor não ir esperando ver assim tão fácil); as suas comidas como o alho e as batatas e seu típico Curanto; sua mitologia cheia de lendas e mistérios; além das diferenças naturais com sua vegetação e relevo particulares, sem a presente influência da Cordilheira dos Andes, como é o caso do restante do Chile. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-5886"></span></p>
<p class="p1"> No nosso terceiro dia na ilha, seguindo as sugestões de Ale e Sandro, tomamos um ônibus até a ilha de Quinchao, onde visitaríamos a pequena cidade de Achao. É muito simples chegar até a ilha, o ônibus sai a CHS 1.800,00 (cerca de R$ 8,00) e está inclusa a travessia em balsa, nem é preciso desembarcar.</p>
<p class="p1">O legal desse local é passear pela cidade, onde há outra igreja de madeira, que é Patrimônio Mundial pela UNESCO (infelizmente ela estava fechada e não pudemos visitar seu interior), caminhar pela costaneira e depois subir até um mirante onde, além da bela vista da cidade, se pode observar diversas outras ilhas menores ao redor. Dali mesmo é possível pegar o ônibus de volta e seguir até a cidade de Dalcahue, também muito interessante, com uma feira municipal grande e variada, porém como chegamos aí no final da tarde, a feira já estava fechada e seguimos direto para Castro novamente. Nossa intenção era na verdade seguir dali para Ancud, a última cidade que visitaríamos na ilha, mas como estávamos com poucos pesos chilenos, precisamos voltar para fazer câmbio em Castro. Aliás, se você for visitar a ilha, é bom saber que os principais serviços se encontram em Castro, especialmente casas de câmbio.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Vista-da-Praia-em-Achao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5898" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Vista-da-Praia-em-Achao.jpg" alt="Chiloé - Vista da Praia em Achao" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Praia-em-Achao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5896" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Praia-em-Achao.jpg" alt="Chiloé - Praia em Achao" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Igreja-em-Achao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5891" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Igreja-em-Achao.jpg" alt="Chiloé - Igreja em Achao" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-full wp-image-5900" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Vista-para-a-cidade-de-Achao-e-o-mar.jpg" alt="Chiloé - Vista para a cidade de Achao e o mar" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-full wp-image-5899" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Vista-do-mirante-para-a-cidade-de-Achao-e-o-mar.jpg" alt="Chiloé - Vista do mirante para a cidade de Achao e o mar" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1">Nesse dia, ao voltar do passeio, ficamos sabendo da erupção do vulcão Calbuco, nas proximidades de Puerto Varas, o que acabaria por nos obrigar a uma rápida mudança de planos, já que essa era uma das cidades que pretendíamos visitar, porém isso nunca foi um problema pra gente, porque vamos levando nossa viagem com o roteiro bem aberto, procurando não nos apegar a nenhum plano e estar sempre abertos para os imprevistos no caminho.</p>
<p class="p1">No dia seguinte nos despedimos de Ale e Sandro, mais uma vez com um aperto no peito e a vontade imensa de voltarmos a ver-los. Foram dias muito divertidos e sua companhia muito agradável, coisas que só presenciamos pelo Couchsurfing. Dali, fomos direto a Ancud, cidade mais ao norte da ilha.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Cidade-de-Castro-Ale-Sandro-e-nós.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5889" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Cidade-de-Castro-Ale-Sandro-e-nós.jpg" alt="Chiloé - Cidade de Castro - Couchsurfing" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1">Passamos o dia conhecendo Ancud, fomos ao mercado municipal, a um pequeno forte e a um museu muito bacana, que conta a história da ilha e dos primeiros homens que viveram ali, seus costumes e seus sofrimentos diante de alguns desastres naturais, comuns na região como terremotos e maremotos. Em 1960 as ilhas (assim como boa parte do Chile) sofreu com um grande maremoto. Na época o estrago foi grande, muita gente morreu, muitas casas foram destruídas e, claro, as cidades ficaram um caos. Aos poucos tudo foi reconstruído e agora já não se percebem seus estragos fora do museu, mas sabe-se que muito de sua estética foi perdida na reconstrução. Nos museus é possível ver algumas fotos dessa época triste para os chilotas. O museu é bem interativo e a entrada gratuita.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Relógio-no-museu-da-cidade-de-Ancud.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5897" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Relógio-no-museu-da-cidade-de-Ancud.jpg" alt="Chiloé - Relógio no museu da cidade de Ancud" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5892" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Museu-da-cidade-de-Ancud.jpg" alt="Chiloé - Museu da cidade de Ancud" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5895" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-3.jpg" alt="Chiloé - Parte externa do museu da cidade de Ancud 3" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5894" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-2.jpg" alt="Chiloé - Parte externa do museu da cidade de Ancud 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5893" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-1.jpg" alt="Chiloé - Parte externa do museu da cidade de Ancud 1" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Forte-na-cidade-de-Ancud.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5890" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Forte-na-cidade-de-Ancud.jpg" alt="Chiloé - Forte na cidade de Ancud" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">A cidade é bonita, como toda Chiloé, mas um dia nos bastou para percorrer os pontos principais, e assim já tomamos outro ônibus e fomos dormir em Puerto Montt, já no continente outra vez, nos despedindo desse arquipélago cheio de encantos e história. Recomendamos muito a visita, é uma ótima pedida para quem tem poucos dias, já que pode-se conhecer várias cidades e povoados em pouco tempo (o transporte é feito através de microônibus e balsas, é barato e funciona muito bem) e além da riqueza cultural, ainda tem diversas belezas naturais, dá pra explorar bem mais, nós fomos apenas aos pontos principais.</p>
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		<title>Chegando a Chiloé, o charmoso arquipélago chileno</title>
		<link>http://anaturezahumana.com/2015/04/chegando-a-chiloe-o-charmoso-arquipelago-chileno/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2015 15:18:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>
		<category><![CDATA[Navegação]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Carona]]></category>
		<category><![CDATA[Carretera Austral]]></category>
		<category><![CDATA[Chile]]></category>
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		<description><![CDATA[<p> Saímos de Coyhaique, onde passamos dias maravilhosos na companhia de David (couchsurfing) e dos outros hóspedes, o francês Samuel (com seu ornitorrinco de pelúcia Platipus) e o argentino Juan. Formamos uma turma animada e unida, sempre cozinhando juntos e indo dormir tarde, rindo por horas. Inclusive organizamos uma partida de pôker, onde confeccionamos nossas próprias [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df0c60b4ff3" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">D</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>eixamos a Carretera Austral com um aperto no peito e uma vontade enorme de conhecê-la por inteiro. Confidenciamos aqui: rolou uma conversa de um dia voltar e fazer o caminho de bike… Vai saber…</p>
<p class="p1">Bom, o fato é que sabendo que um dia vamos voltar, não tivemos remorsos maiores em seguir em frente, e nosso rumo era Chiloé, <strong>um arquipélago com cerca de trinta ilhas</strong> (mas o pessoal daqui diz que o número é incerto e juram que há inclusive ilhas com poderes no maior estilo “Lost”). A maior e principal ilha é a Isla Grande de Chiloé, que compreende várias cidades. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-5856"></span></p>
<p class="p1"> Saímos de Coyhaique, onde passamos dias maravilhosos na companhia de David (couchsurfing) e dos outros hóspedes, o francês Samuel (<strong>com seu ornitorrinco de pelúcia Platipus</strong>) e o argentino Juan. Formamos uma turma animada e unida, sempre cozinhando juntos e indo dormir tarde, rindo por horas. Inclusive organizamos uma partida de pôker, onde confeccionamos nossas próprias fichas e chamamos de “pesos mochilenhos”, havia uma cotação oficial e tudo! Deu uma tristeza despedir-nos de David, mas saímos com uma promessa de nos vermos no Brasil em julho (espero que ele esteja treinando seu português e lendo esse post!).</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Coyhaique-Desdedida-David-Juan-Samuel-e-Platipus.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5879" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Coyhaique-Desdedida-David-Juan-Samuel-e-Platipus.jpg" alt="Carretera Austral - Coyhaique - Desdedida David, Juan, Samuel e Platipus" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">Pegamos algumas caronas até que chegamos por volta das 18:00hs em Puerto Cisnes. Estava chovendo e tinha muita neblina no porto. Logo encontramos o escritório da companhia que faz a travessia de barco até Chiloé. Entramos e duas funcionárias nos deram o aviso de que <strong>o barco estava parado em outro porto</strong> e por conta do mau tempo não havia previsão de chegada. O horário de saída seria as 22:00hs, mas já estava atrasado no caminho em pelo menos 4 horas e contando. Pedimos se não tinha um lugar onde pudéssemos ficar e elas nos deram as informações das hospedagens próximas.</p>
<p class="p1">Saímos e nesse momento lembramos que <strong>estávamos quase sem pesos chilenos</strong>. Não imaginávamos que íamos passar a noite ali e não havia casa de câmbio no lugar. Perguntamos o valor numa hospedagem e saía CHS 10.000,00 por pessoa, sem café da manhã. Muito caro pelo que era oferecido e bem mais do que tínhamos no bolso. Voltamos ao escritório, onde a funcionária fez algumas ligações tentando encontrar alguém que trocasse nosso dinheiro, sem sucesso. Pegamos a maior cara de abandono que temos nas mochilas e explicamos para as duas o quanto <strong>não podíamos gastar aquele dinheiro e o quanto estava frio lá fora</strong>, depois, sem uma solução, desconsolados saímos.</p>
<p class="p1">Estávamos na rua e ouvimos um barulho na janela do escritório, elas estavam nos chamando. Entramos e elas disseram: &#8220;não poderíamos estar fazendo isso, mas a companhia tem um container que serve como sala de espera e é aberto somente uma hora antes do embarque. <strong>Vamos abrir uma excessão e deixar vocês ficarem lá</strong>. Tem calefação, banheiros, tomadas e água.”</p>
<p class="p1">Não podia ser melhor! Impossível expressar a felicidade que sentimos quando o funcionário abriu a porta do container e ligou o aquecedor. Passamos a noite ali, dando informações para algumas pessoas que batiam perguntando se o barco já estava a caminho, foi ficando tarde, colocamos os isolantes no chão, abrimos os sacos de dormir e apagamos.</p>
<p class="p1">Lá pelas três da manhã ouvimos um ruído na porta. Assim conhecemos o francês Roman, que chagava ensopado (ele e toda a sua bagagem). Ele não sabia que o container estava aberto e estava na mesma situação que a gente, só que um pouco pior, porque só encontrou abrigo bem mais tarde. Emprestamos um de nossos isolantes para ele e oferecemos o lugar mais próximo ao aquecedor, para que dormisse mais confortável enquanto se secava.</p>
<p class="p1">O barco chegou as 14:00hs do dia seguinte. Embarcamos para <strong>uma travessia que duraria dezoito horas</strong> e assim passamos <strong>a pior noite da viagem</strong> e na minha opinião, a pior experiência que tive até aqui. Embora o tempo estivesse melhor e sem perigo de tempestades, o mar ainda estava revolto e o barco balançava de um lado para o outro, eu me virava no banco tentando encontrar uma posição que não me fizesse vomitar. Para ajudar, ficamos próximos do banheiro e sempre que as ondas começavam, começava junto o festival de ruídos das pessoas “chamando o Hugo”, além disso, uma das portas do banheiro não tinha trava e ficava batendo conforme o barco inclinava. Apesar do incômodo, todos estavam tranquilos, parecia ser normal balançar desse jeito, mas para mim que nunca tinha navegado nessas condições,<strong> parecia que eu estava a bordo do Titanic no momento do naufrágio</strong>. Eu fechava os olhos e pensava “quando abrir de novo, já terei dormido e será dia”, mas isso não acontecia e foi uma noite longa.</p>
<p class="p1">Chegamos a Chiloé no final da manhã na cidade de Quellon, mas decidimos ir direto para Castro, que era bem maior e portanto teríamos mais possibilidade de fazer câmbio. Descobrimos que havia um ônibus por apenas CHS2.000,00 (Aprox. R$10,00) por pessoa e por esse preço e com os olhos fundos da noite mal dormida, nem cogitamos tentar carona. Em Castro, Roman, Diego e eu caminhamos um pouco procurando hospedagem e encontramos um quarto para nós três na Hospedagem Mary por CHS6.000,00 (Aprox. R$30,00) cada um. Gostamos muito dos preços de Chiloé em comparação com o resto do Chile. Naquela noite tentei alguns contatos de Couchsurfing e Alejandra nos respondeu. A partir do dia seguinte ficamos na casa dela e de Sandro.</p>
<p class="p1">Encontramos em Ale e Sandro bons amigos, logo que chegamos nos deixaram muito à vontade e deram várias dicas sobre o arquipélago. Na noite em que chegamos cozinhamos feijão com arroz e tomamos vinho, rimos e conversamos até madrugada, foi muito divertido!</p>
<p class="p1">No dia seguinte já fomos “explorar a ilha”, tomamos um ônibus até a cidade de Cucao, onde fica o <strong>Parque Nacional Chiloé</strong> (por CHS 1.800,00 cada um, cerca de R$ 8,00). É um parque pequeno, porém muito bem cuidado e com trilhas bem sinalizadas, ali podem ser avistados diversos tipos de vegetação e há uma parte do bosque especialmente bela com <strong>árvores antigas cheias de musgos e teias de aranha.</strong> Também é possível caminhar por uma trilha e chegar ao Oceano Pacífico, pelo lado oeste da ilha, dá uma emoção grande ver as ondas batendo na areia, coisa que há muito não avistávamos, pois só tínhamos ido a pontos onde o mar não faz ondas. A entrada no parque custa CHS 1.500,00 (cerca de R$ 6,80).</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Vista-para-o-Oceano-Pacífico.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5878" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Vista-para-o-Oceano-Pacífico.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Vista para o Oceano Pacífico" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Passarelas-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5876" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Passarelas-2.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Passarelas 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Ovelha-e-o-verde.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5875" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Ovelha-e-o-verde.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Ovelha e o verde" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Murta.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5874" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Murta.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Murta" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Flora.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5873" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Flora.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Flora" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Entrada.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5872" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Entrada.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Entrada" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Bruna-e-as-passarelas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5871" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Bruna-e-as-passarelas.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Bruna e as passarelas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">Também percorremos a cidade de Castro e nos apaixonamos por suas construções feitas com pequenas telhas de madeira sobrepostas, chamadas “tijuelas”, com suas casas de palafitas, com seu rico mercado municipal e sua originalidade tão preservada que são poucos os pontos onde se vêem edifícios e outros indícios de modernidade, apesar de ser a maior cidade da ilha. Pelas ruas são vistos artesãos, vendedores de frutas e músicos. Outro destaque são as igrejas, <strong>patrimônio da humanidade pela UNESCO</strong>, que fazem jus ao seu título, elas foram construídas entre os séculos XVIII e XIX em madeira, com detalhes impressionantes.</p>
<p class="p1">Na feira municipal o destaque fica por conta da variedade de frutas e verduras (itens que mais ao sul do Chile são muito escassos), dentre eles <strong>o alho chilote, que são dentes de alho gigantes,</strong> mais parecendo cebolas, e também as batatas chilotas, que tem diversas cores e formatos. Ali também pode-se encontrar ampla variedade em artesanato, especialmente com lã de ovelha ou alpaca. Porém hoje a feira já incorporou vários produtos manufaturados &#8220;disfarçados&#8221; de artesanato, então é preciso observar bem para identificar o que é feito à mão mesmo e o que é industrial. Ainda assim, todos os produtos conservam o estilo chilote, que é encantador de qualquer forma.</p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-full wp-image-5861" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Costaneira-com-vista-para-as-palafitas.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Costaneira com vista para as palafitas" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Vista-interna-da-igreja.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5868" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Palafitas.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Palafitas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Vista-interna-da-igreja.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5862" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Costaneira.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Costaneira" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Vista-interna-da-igreja.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5869" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Ruas-da-cidade.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Ruas da cidade" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Vista-interna-da-igreja.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5864" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Igreja.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Igreja" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Vista-interna-da-igreja.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5870" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Vista-interna-da-igreja.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Vista interna da igreja" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Interno-Igreja-3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5867" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Interno-Igreja-3.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Interno Igreja 3" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Interno-Igreja-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5866" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Interno-Igreja-2.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Interno Igreja 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Interno-Igreja-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5865" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Interno-Igreja-1.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Interno Igreja 1" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Feira-municipal.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5863" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Feira-municipal.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Feira municipal" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Casa-com-tijuelas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5860" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Casa-com-tijuelas.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Casa com tijuelas" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>Caleta Tortel: A inusitada cidade sem ruas</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2015 14:46:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>
		<category><![CDATA[Caleta Tortel]]></category>
		<category><![CDATA[Carretera Austral]]></category>
		<category><![CDATA[Chile]]></category>
		<category><![CDATA[hospitalidade]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Para chegar até lá, tomamos um ônibus a partir da fazenda onde havíamos passado os últimos dois dias, pois sabíamos que tentar carona nessa época na carretera já não está nada fácil. Na última noite que passamos no campo, Alessandro trouxe ainda mais dois mochileiros para casa. Então, na manhã seguinte éramos quatro nos despedindo [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df0c60b9daf" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">C</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>aleta Tortel é um povoado à parte. Imagine uma pequena cidade sem ruas, apenas passarelas de madeira e escadarias que levam a outras passarelas em níveis acima. Banhada por um braço do mar de <strong>águas de tom esmeralda</strong>, as casas se erguem nas encostas das montanhas, por entre uma vegetação verde exuberante.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-5847"></span></p>
<p class="p1">Para chegar até lá, tomamos um ônibus a partir da fazenda onde havíamos passado os últimos dois dias, pois sabíamos que tentar carona nessa época na carretera já não está nada fácil. Na última noite que passamos no campo, Alessandro trouxe ainda mais dois mochileiros para casa. Então, na manhã seguinte éramos quatro nos despedindo daquela família acolhedora e levando sopaipillas quentinhas que Alicia tinha acabado de fazer.</p>
<p class="p1">Fomos para a estrada e na hora certa o ônibus passou e um motorista simpático veio nos ajudar com as mochilas. <strong>Motorista esse, que tinha alma de guia turístico</strong>. Entenda, o ônibus é um circular normal, apenas faz o trajeto de uma cidade a outra, mas sempre que vê viajantes estrangeiros, vai logo contando de cada detalhe ao longo do caminho. Mostrou as árvores e contou para que finalidade é usada cada madeira, falou o nome das montanhas e rios, contou a história dos campesinos e de como era feito o transporte fluvial no tempo em que a carretera ainda não existia, até desviou um pouco o caminho para nos mostrar a <strong>confluência entre os rios Backer e Ñadis</strong>, onde se pode ver o contraste de cores das águas dos dois rios. Indicamos para todos que pretendem fazer o trajeto Cochrane &gt; Caleta Tortel, que o façam com a empresa Patagonia Tortel, para que possa também ter essa experiência super legal que completou o que já seria bom naturalmente, já que a paisagem por si só já vale o passeio. O preço é parecido em todas as empresas, CH$ 7.000,00 por pessoa (nós pagamos menos, pois pegamos o ônibus já a certa altura do caminho).</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caminho-para-Caleta-Tortel-Lago-e-montanhas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5844" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caminho-para-Caleta-Tortel-Lago-e-montanhas.jpg" alt="Carretera Austral - Caminho para Caleta Tortel - Lago e montanhas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caminho-até-Caleta-Tortel-Junção-de-rios.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5843" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caminho-até-Caleta-Tortel-Junção-de-rios.jpg" alt="Carretera Austral - Caminho até Caleta Tortel - Junção de rios" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caminho-até-Caleta-Tortel-Bruna-e-o-Mate.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5842" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caminho-até-Caleta-Tortel-Bruna-e-o-Mate.jpg" alt="Carretera Austral - Caminho até Caleta Tortel - Bruna e o Mate" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">Ali também tínhamos o contato de outra irmã do nosso couch David (parece que ele tem a família espalhada por toda a carretera hehe) e ligamos para ela assim que chegamos. Era sexta-feira e seu expediente já estava terminando, assim Lucia nos levou à sua casa onde mostrou tudo o que poderíamos precisar para passar o final de semana. Sim, ela e sua filha estavam saindo de casa para passar os dias de folga em Cochrane e nós ficaríamos ali <strong>com a casa só pra gente</strong>. Mais uma vez, parecia mentira que alguém confiasse tanto assim em dois estranhos de mochila, mas ficamos muito felizes em passar esses dias ali. Foram dias de tranquilidade e conforto, choveu um pouco no sábado e aproveitamos para ver uns filmes e passear pelo povoado, como se estivéssemos passando um final de semana de inverno na praia.</p>
<p class="p1">Apesar de linda para os turistas, <strong>a vida ali não deve ser nada fácil</strong>. As passarelas não permitem nenhum meio de transporte, então para todo lugar que você precise ir, tem de fazer a pé, muitas vezes subindo e descendo longas escadarias. O preço da comida é pelo menos o dobro do que no resto da carretera (que já é naturalmente cara), então ficamos imaginando como deve ser alto o custo de vida para essas pessoas que vivem de maneira muito simples nas pequenas casas de madeira que predominam no povoado.</p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-full wp-image-5826" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Chegada-na-parte-baixa-da-cidade.jpg" alt="Carretera Austral - Caleta Tortel - Chegada na parte baixa da cidade" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Vista-para-as-ilhas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5841" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Vista-para-as-ilhas.jpg" alt="Carretera Austral - Caleta Tortel - Vista para as ilhas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Vista-da-costaneira.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5840" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Vista-da-costaneira.jpg" alt="Carretera Austral - Caleta Tortel - Vista da costaneira" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Passarelas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5838" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Passarelas.jpg" alt="Carretera Austral - Caleta Tortel - Passarelas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Praça-Morel.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5839" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Praça-Morel.jpg" alt="Carretera Austral - Caleta Tortel - Praça Morel" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-full wp-image-5831" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Ilhas-vistas-da-praça-Morel.jpg" alt="Carretera Austral - Caleta Tortel - Ilhas vistas da praça Morel" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Passarela-costaneira-e-praça-ao-fundo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5836" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Passarela-costaneira-e-praça-ao-fundo.jpg" alt="Carretera Austral - Caleta Tortel - Passarela costaneira e praça ao fundo" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">Se você quiser ir a Tortel e não tiver um David na sua vida, que arranja lugar pra você se hospedar em todos os cantos, a cidade oferece diversas possibilidades, <strong>há várias pequenas pousadas e há um camping municipal grátis</strong>, com uma estrutura básica coberta, com mesas e banheiros, ficamos bem impressionados com o serviço oferecido gratuitamente. Além disso, há uma grande possibilidade de você ser convidado a passar a noite na casa de algum morador, pois se trata de um povoado realmente muito acolhedor, foi o que aconteceu com os dois outros mochileiros que dormiram na fazenda com a gente alguns dias antes.</p>
<p class="p1">As opções para comprar comida são bem escassas (você não vai encontrar frutas e legumes frescos por exemplo), há um pequeno “almacén” com produtos básicos e <strong>os preços são muito elevados</strong>, então se quiser economizar é bom comprar algumas coisas na vizinha Cochrane antes de pegar o ônibus. Apesar disso, estando lá você não vai se importar muito, Tortel é única, se você estiver por perto, não perca a oportunidade de visitá-la pois <strong>duvido que exista um lugar igual no mundo</strong>.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Passarelas-e-a-natureza.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5837" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Passarelas-e-a-natureza.jpg" alt="Carretera Austral - Caleta Tortel - Passarelas e a natureza" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Passarela-Costaneira-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5835" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Passarela-Costaneira-2.jpg" alt="Carretera Austral - Caleta Tortel - Passarela Costaneira 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Passarela-Costaneira-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5834" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Passarela-Costaneira-1.jpg" alt="Carretera Austral - Caleta Tortel - Passarela Costaneira 1" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Passarela-com-vista-para-as-montanhas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5833" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Passarela-com-vista-para-as-montanhas.jpg" alt="Carretera Austral - Caleta Tortel - Passarela com vista para as montanhas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Muitos-cachorros.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5832" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Muitos-cachorros.jpg" alt="Carretera Austral - Caleta Tortel - Muitos cachorros" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Flores.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5830" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Flores.jpg" alt="Carretera Austral - Caleta Tortel - Flores" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Escadas-e-mais-escadas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5829" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Escadas-e-mais-escadas.jpg" alt="Carretera Austral - Caleta Tortel - Escadas e mais escadas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Diego-fazendo-exercícios.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5828" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Diego-fazendo-exercícios.jpg" alt="Carretera Austral - Caleta Tortel - Diego fazendo exercícios" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Diego-caminhando.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5827" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Diego-caminhando.jpg" alt="Carretera Austral - Caleta Tortel - Diego caminhando" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Caminho-para-a-praia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5824" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Caminho-para-a-praia.jpg" alt="Carretera Austral - Caleta Tortel - Caminho para a praia" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Bruna.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5823" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Bruna.jpg" alt="Carretera Austral - Caleta Tortel - Bruna" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Bruna-e-as-passarelas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5822" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Bruna-e-as-passarelas.jpg" alt="Carretera Austral - Caleta Tortel - Bruna e as passarelas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Barcos-e-a-praça.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5821" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Barcos-e-a-praça.jpg" alt="Carretera Austral - Caleta Tortel - Barcos e a praça" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Barcos-abandonados.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5820" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caleta-Tortel-Barcos-abandonados.jpg" alt="Carretera Austral - Caleta Tortel - Barcos abandonados" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">Na volta, tomamos o ônibus outra vez, até Coyhaique, custou CH$ 14.000,00 cada um, mas economizamos muito tempo de estrada numa época em que já está difícil conseguir carona. Foram sete horas de viagem e o dia estava um pouco mais frio que o normal. Em certo ponto mais alto da estrada, olhamos para fora e não pudemos conter a surpresa: tudo ao nosso redor estava branco, salpicado de neve que havia acabado de cair. Foi a primeira vez que vimos a neve assim, fresca.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caminho-para-Coyhaique-Neve-e-frio.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5846" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Caminho-para-Coyhaique-Neve-e-frio.jpg" alt="Carretera Austral - Caminho para Coyhaique - Neve e frio" width="1024" height="683" /></a></p>
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