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	<title>A Natureza Humana &#187; planejamento</title>
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		<title>Quanto gastamos no mochilão para a Patagônia?</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jul 2015 18:11:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[camping]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Uma coisa que foi determinante para nossa economia foi o controle financeiro. Anotar tudinho numa planilha bem organizada faz com que você veja onde e como está gastando. Fizemos isso a viagem toda e continuamos fazendo agora e é dessa nossa planilha super organizada que saíram os dados que você verá a seguir. Observamos que [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df1a645cd81" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">A</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p> falta de dinheiro costuma ser uma das desculpas mais utilizadas para adiar um sonho. Já mostramos de diversas maneiras como fazíamos para economizar durante a nossa viagem e foi apenas essa economia que nos possibilitou ficar o tempo que ficamos na estrada.</p>
<p class="p1">O fato é que existem várias formas de viajar e vários preços. Uma coisa que influencia muito nessa soma final é o destino escolhido. A América do Sul é um destino considerado barato para os brasileiros, porém <strong>a Patagônia tem um custo um pouco mais elevado</strong> por suas características geográficas (lá não se planta quase nada por conta do clima extremo e quase tudo tem de ser transportado de longe), isso me faz acreditar que em um país como Bolívia ou Peru teríamos gastado bem menos. Mas há diversos fatores que influenciam e isso <strong>depende muito do seu estilo de viajar e das suas prioridades</strong>. A escolha do mochilão foi feita pensando nisso e nós procuramos gastar o mínimo possível dentro de uma média de perrengues que considerávamos aceitável.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><span id="more-6271"></span></p>
<p class="p1">Uma coisa que foi determinante para nossa economia foi o <strong>controle financeiro</strong>. Anotar tudinho numa planilha bem organizada faz com que você veja onde e como está gastando. Fizemos isso a viagem toda e continuamos fazendo agora e é dessa nossa planilha super organizada que saíram os dados que você verá a seguir. Observamos que os itens se dividiam em categorias e anotávamos os gastos de cada dia no seu respectivo grupo.</p>
<p class="p1"><strong>As categorias:</strong></p>
<ul class="ul1">
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Hospedagem:</b> Inclui qualquer gasto com estadia, seja em hostel ou em camping pago. A hospedagem na Patagônia não é muito barata, mas como fizemos muito <a title="Como o CouchSurfing pode mudar a sua forma de viajar" href="http://anaturezahumana.com/2015/07/como-o-couchsurfing-pode-mudar-a-sua-forma-de-viajar/">Couchsurfing</a>, <a title="Laguna de los Cinco Hermanos" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/laguna-de-los-cinco-hermanos/">camping selvagem e/ou gratuito</a> e também nos hospedamos algumas vezes nas casas de pessoas que conhecemos pelo caminho, economizamos bastante nessa parte. 75% da nossa hospedagem foi de forma gratuita.</p>
</li>
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Transporte:</b> Pegamos muitas caronas mesmo, mas vez ou outra era necessário apelar para um ônibus, trem, metrô ou mesmo os táxis coletivos dentro da cidade. Nos primeiros dias ainda estávamos um pouco descrentes da facilidade em pegar carona por lá e acabamos gastando um pouco mais com transportes pagos. Também precisamos pagar transporte intermunicipal na Carretera Austral porque fomos para lá numa época de pouquíssimo movimento e <a title="Vida simples e hospitalidade na Carretera Austral" href="http://anaturezahumana.com/2015/04/vida-simples-e-hospitalidade-na-carretera-austral/">nem foi por falta de tentativa</a>, não passava ninguém mesmo! Aqui também entra o barco que tomamos para a ilha de <a title="Chegando a Chiloé, o charmoso arquipélago chileno" href="http://anaturezahumana.com/2015/04/chegando-a-chiloe-o-charmoso-arquipelago-chileno/">Chiloé</a> e o ônibus que pegamos de Valdívia até Santiago (esse foi por puro cansaço de final de viagem mesmo).</p>
</li>
</ul>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/El-Chaltén-Bruna-pedindo-carona-na-saída-da-cidade.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5659" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/El-Chaltén-Bruna-pedindo-carona-na-saída-da-cidade.jpg" alt="El Chaltén - Bruna pedindo carona na saída da cidade" width="1024" height="683" /></a></p>
<ul class="ul1">
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Alimentação: </b>Obviamente é o item onde mais gastamos. Quase sempre comprávamos em supermercados e cozinhávamos. Pouquíssimas vezes comemos em restaurantes e quase sempre era para provar algum prato típico. A comida é o que mais pesa num orçamento e é onde é mais fácil economizar muito ou gastar muito.</p>
</li>
</ul>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Noite-em-Cochrane-Polenta-e-Vinho.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5787" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Noite-em-Cochrane-Polenta-e-Vinho.jpg" alt="Carretera Austral - Noite em Cochrane - Polenta e Vinho" width="1024" height="683" /></a></p>
<ul class="ul1">
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Passeios: </b>Nesse item estão inclusas todas as entradas em parques. Também estão aqui o <a title="Os pinguins de Magdalena" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/os-pinguins-de-magdalena/">passeio na pinguineira</a>, a navegação pelo <a title="De veleiro pelo Canal de Beagle" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/de-veleiro-pelo-canal-de-beagle/">Canal de Beagle</a> e a visita à <a title="Capilla de Mármol: um dos lugares mais surreais que visitamos" href="http://anaturezahumana.com/2015/04/capilla-de-marmol-um-dos-lugares-mais-surreais-que-visitamos/">Capilla de Marmol</a>, que eram os passeios que queríamos muito fazer e não tinha outra forma a não ser buscando o melhor preço e pagando. Tem muitos outros passeios super legais que poderíamos ter pago para fazer com agências, mas fomos sozinhos e não gastamos quase nada.</p>
</li>
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Comunicação:</b> Compramos chips de celular da Argentina e do Chile e íamos colocando crédito conforme a necessidade. Foi a forma mais econômica que encontramos para nos mantermos “comunicáveis” com o pessoal aqui do Brasil. Usávamos a internet 3G, mas sempre que possível procurávamos redes de Wi-Fi para economizar. No Chile, as praças e bibliotecas quase sempre tem conexão gratuita, o que nos ajudou muito.</p>
</li>
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Outros: </b>Esse item é amplo, entra tudo o que não cabe nas categorias anteriores, como gás, pilhas, coisas de farmácia, um chinelo para substituir outro que arrebentou, <a title="O lugar e o tempo certo para se dizer sim" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/o-lugar-e-o-tempo-certo-para-se-dizer-sim/">os pingentes que foram nossas alianças</a> e até gorjetas dadas a músicos de rua (quando o cara era bom, mesmo com moedinhas contadas, a gente dava um troquinho).</p>
</li>
</ul>
<p class="p1">Nosso gasto total por categoria foi:</p>
<p class="p1"><strong>Hospedagem:</strong> R$ 1.934,00<br />
<strong>Transporte:</strong> R$ 1.538,00<br />
<strong>Alimentação:</strong> R$ 4.240,00<br />
<strong>Passeios:</strong> R$ 1.039,00<br />
<strong>Comunicação:</strong> R$ 135,00<br />
<strong>Outros:</strong> R$ 343,00</p>
<p class="p1"><strong>Total: R$ 9.229,00</strong></p>
<p class="p1"><strong>Média diária por pessoa: R$ 41,95 (cerca de 16 dólares)</strong></p>
<p class="p1">Aqui não somamos a passagem de avião do Brasil até Ushuaia, que com as taxas e impostos foi de <strong>R$ 1.632,00</strong> por pessoa. Quando estávamos acostumados com a viagem e com as caronas começamos a pensar que poderíamos ter economizado aí também e ido de carona desde o Brasil, mas ainda não tínhamos nenhuma noção do que nos esperava e nunca tínhamos feito uma viagem assim.</p>
<p class="p1">É claro, também não estão somados os equipamentos que levamos, pois são coisas que compramos aos poucos e vão durar para muitas outras viagens, <strong>consideramos um investimento</strong> e não um gasto.</p>
<p class="p1">No final das contas, nossa viagem de quase <strong>4 meses pela Patagônia custou R$ 6.246,50 por pessoa</strong>. Dá pra fazer mais barato? Dá!!! E dá pra gastar a mesma coisa em 15 dias de férias também. Como já falamos, tudo depende do seu estilo de viagem e do que você está disposto a encarar. Como saímos daqui com o dinheiro já contadinho, nós optamos por economizar sempre que possível para conseguir ficar viajando pelo maior tempo possível.</p>
<p class="p1">Não foi fácil guardar esses 12 pilas, mas também não foi o fim do mundo. Nos organizamos, fomos juntando cada mês um pouquinho e <strong>encaramos a fase que antecedeu a viagem com muita disciplina</strong>, focados em nossa meta. Pensamos sempre que foi mais barato que comprar um carro e nos trouxe experiências que vão durar a vida toda, coisa que um bem material como um carro não proporcionaria.</p>
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		<title>O incerto futuro</title>
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		<pubDate>Thu, 28 May 2015 16:22:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df1a64611bc" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">M</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>esmo durante a viagem, já estávamos planejando o que iríamos fazer quando retornássemos, como iria ser a nossa vida juntos, nossos trabalhos, nosso dia a dia e tudo mais. Ficávamos <strong>fazendo planos sobre tudo</strong>, desde as coisas mais simples como uma rotina de exercícios e de alimentação até as coisas mais complexas como as finanças, o futuro do site e, é claro, o casamento.</p>
<p>E agora que estamos aqui todo esse planejamento começa a ser posto em prática, mas mesmo assim, seguimos fazendo novos planos e mudamos os que já fizemos praticamente o tempo todo. Porque afinal de contas, as ideias e os planos são uma coisa, quando elas encaram o &#8220;mundo real&#8221;, geralmente precisam de algumas adaptações.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-6069"></span></p>
<p class="p1">Essa sequência de mudanças e transformações é ótima pra gente, pois faz com que estejamos sempre nos aprimorando e aprendendo. E melhor de tudo, <strong>faz com que não nos acomodemos</strong>. Essa nova fase de nossa vida, depois do retorno, tem sido uma experiência tão boa quanto a viagem em si, porque mesmo não estando em contato com paisagens, culturas e pessoas diferentes todos os dias, estamos experienciando dias únicos, <strong>sem aquela rotina cansativa da qual tanto reclamamos, mas dificilmente largamos</strong>. Na semana passada eu devo ter acordado em horários diferentes todos os dias, houveram dias em que trabalhei feito doido nas atualizações do site e outros em que não fiz quase nada além de assistir um seriado, fazer algumas pesquisas pela internet e meditar. De certa forma, estamos sempre <strong>buscando o equilíbrio</strong>.</p>
<p class="p1">Eu e a Bruna não planejamos ficar ricos, nadar em dinheiro e sair rodando o mundo pelos hotéis mais caros, não porque isso não deva ser bom, mas porque sabemos que para atingir isso teremos que nos dedicar ao trabalho num nível quase absurdo, para só então, lá na frente colher os frutos disso e poder concretizar a ideia inicial. Escolhemos levar um ritmo de vida mais tranquilo, <strong>com menos necessidades e menos preocupações</strong>. Sabemos que para atingir isso precisamos abrir mão de vários &#8220;luxos&#8221; que tínhamos antes de irmos viajar, mas até agora tem sido uma opção muito positiva para nós.</p>
<p class="p1">Nosso ganha pão ainda é meio que uma incógnita, estamos trabalhando um pouco em cada um de nossos projetos na esperança que em breve esse trabalho traga algum retorno financeiro. A programação da loja virtual, os produtos que iremos vender nela, a organização de todo o material captado durante a viagem, a criação e organização de alguns eventos que queremos fazer, a produção do livro e algumas outras coisas. Tudo isso requer um esforço grande, mas ter a oportunidade de <strong>trabalhar em algo que realmente acreditamos e gostamos</strong> é algo que não tem preço.</p>
<p class="p1">Ainda não sabemos como tudo isso vai ser daqui a três meses, daqui a um ano ou dois e certamente não sabemos o que vamos fazer quando nos aposentarmos, se é que isso algum dia aconteça. Tomamos como regra a célebre frase: &#8220;um dia de cada vez&#8221;. Estamos aceitando as incertezas, brincando com as possibilidades e <strong>nos transformando a cada passo que damos</strong>.</p>
<p class="p1">Está tudo bem em fazer planos para o futuro, mas também está tudo bem em não tê-los e as vezes é bom tê-los apenas pela liberdade de poder deixá-los pra lá. <strong>Tudo se resume ao equilíbrio</strong>.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com/2015/05/o-incerto-futuro/">O incerto futuro</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com">A Natureza Humana</a>.</p>
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