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	<title>A Natureza Humana &#187; reflexão</title>
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		<title>Mudanças e aprendizado</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Apr 2017 16:34:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Acho realmente que esse apego que sinto nesse momento de nostalgia não é algo material, é apego aos momentos que vivi nele, do quanto ficamos maravilhados quando voltamos da viagem e reencontramos o apê, sabendo que era muito mais do que a gente precisava. Mas ao mesmo tempo já vem à minha cabeça dezenas de coisas [&#8230;]</p>
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			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-6a088c733045b" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">E</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>sses dias fui até nosso apartamento para fazer alguns pequenos reparos na pintura e buscar alguns objetos que havíamos deixado pra trás no dia em que um levamos nossas coisas para a casa nova. Logo mais a pessoa que irá alugá-lo fará a sua mudança e esse apartamento será o <strong>lar de outra pessoa</strong>, não mais nosso.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><span id="more-7300"></span></p>
<p>Acho realmente que esse apego que sinto nesse momento de nostalgia não é algo material, é apego aos momentos que vivi nele, do quanto ficamos maravilhados quando voltamos da viagem e reencontramos o apê, sabendo que era muito mais do que a gente precisava. Mas ao mesmo tempo já vem à minha cabeça dezenas de coisas memoráveis que já fizemos na casa nova em menos de meio ano que moramos aqui. <strong>E do quanto nossa qualidade de vida melhorou desde então</strong>.</p>
<p>Enfim, apenas parei pra refletir um pouco sobre mudanças e parei pra perceber que meus últimos anos foram muito diferentes do que eu imaginava pra mim, <strong>dos planos que eu tinha &#8220;pra vida&#8221;</strong>. E os próximos anos talvez sejam mais diferentes ainda e isso me deixa extremamente feliz.</p>
<p>Me deixa feliz por saber que sigo me transformando, me adaptando, refletindo e não me permitindo parar de aprender. Não acho que todas as mudanças são boas, definitivamente não, mas ainda assim elas trazem aprendizados que não podemos deixar passar despercebidos.</p>
<p>Estamos vivendo tempos conturbados, principalmente política e economicamente, e esses tempos trazem consigo algumas mudanças: demissões, reduções de salário e algumas outras medidas que impactam diretamente o estilo de vida das pessoas que tem contato com essas mudanças impostas sem muita escolha. Mas <strong>junto com as dificuldades que elas trazem vem também a oportunidade de aprendizado e crescimento</strong> que acabei de comentar.</p>
<p>Esse é o momento de questionar velhos hábitos, reformular nosso cotidiano, <strong>pensar bem no rumo queremos seguir</strong>. É hora de mudar, hoje e sempre, porque como já dizia Raul: &#8220;prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo&#8221;.</p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2017/04/Nós-no-apartamento.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-7303" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2017/04/Nós-no-apartamento-1024x683.jpg" alt="Nós no apartamento" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>A melhor trilha que não fizemos</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Feb 2015 14:34:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Trekking]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[camping]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-6a088c7336bef" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">D</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>epois de conversarmos muito com Ale (dono do hostel e que também gosta muito de trekking) e com Gabi (nosso amigo argentino) decidimos que a última trilha seria a<strong> Sierra Valdivieso</strong>, porém faríamos um circuito diferente do convencional.</p>
<p dir="ltr">Nós começaríamos pelo final do circuito tradicional, iríamos subir as cinco lagunas e retornar pelo mesmo caminho, enquanto o circuito tradicional inicia mais a frente na Ruta 3, contorna a serra, desce as lagunas e finaliza no ponto onde começamos.</p>
<p dir="ltr">Minha expectativa para essa trilha era muito alta mesmo, todos que conheciam falavam muito bem, que a paisagem era linda demais. Ao mesmo tempo falavam que era um trekking bem puxado e que a trilha não era demarcada, ou seja, quem quer que fosse fazê-la, teria que se preparar bem.</p>
<p dir="ltr">Um dos motivos pra escolhermos esse circuito alternativo era porque tínhamos pouco tempo, enquanto o tradicional era feito em cinco dias, <strong>nós só tínhamos três dias disponíveis</strong> e seria relativamente mais fácil, mas não foi bem assim&#8230;</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-5113"></span></p>
<p dir="ltr">Acordamos na terça com chuva e, mesmo assim, seguimos com o plano e torcendo pro tempo melhorar. Acabou que até arrumarmos todas as coisas e ter uma condição razoável pra partirmos <strong>nos atrasamos um pouco</strong>. Como não podíamos perder mais tempo, ao invés de esperar uma carona ou um ônibus, pegamos um táxi, opção <strong>rápida e cara</strong>, nos custou ARS 150,00 (Aprox. R$35,00) para chegar ao início da trilha.</p>
<p dir="ltr">Começamos a caminhada na entrada de uma propriedade particular onde um senhor muito gentil veio nos receber e confirmou que o caminho era por ali mesmo, mas ficou meio espantado por estarmos fazendo o circuito ao contrário. Comentou que várias pessoas fizeram a trilha nos últimos dias e que deveria estar razoavelmente bem marcada.</p>
<p dir="ltr">No início da caminhada enfrentamos uma chuva leve, como ainda não temos calças impermeáveis sentimos um pouco, mas por enquanto estava tranquilo. Seguimos por uma trilha bem aberta no início até cruzarmos uma segunda porteira, dali pra frente o caminho se fecha um pouco, mas <strong>ainda tinha uma direção bem visível</strong> e batia com o que estávamos vendo no GPS do celular.</p>
<p dir="ltr">Caminhamos por umas quatro horas até chegarmos em um ponto mais crítico onde a trilha se encerrou e tivemos que seguir um trecho pela <strong>turba</strong>, tipo de vegetação daqui que parece um pântano, mas com uma espécie de grama por cima que engana muito, parece fácil, mas te atola até o joelho se deres bobeira.</p>
<p dir="ltr">Nesse ponto já tínhamos <strong>ensopado as botas e as calças</strong> e estava ficando bem desconfortável seguir em frente. Tentamos entender porque diabos as botas haviam molhado tanto, pois são impermeáveis e em nenhum momento tivemos água acima do tornozelo, até agora não entendemos, mas teremos que ver isso, pois há poucas coisas que são piores no trekking do que ter os pés molhados em um clima frio como aqui.</p>
<p dir="ltr">Nesse momento eu já estava meio abalado psicologicamente, o fato de termos iniciado tarde, não conseguirmos progredir em uma velocidade boa, o clima não estar favorável, estar numa condição física ruim. <strong>Tudo isso começou a me afetar</strong> mais do que eu imaginava, as coisas pareciam estar fugindo do meu controle, e isso para o egocêntrico Diego é algo inconcebível. Bruna inclusive me perguntou se estava tudo bem, eu meio que tentei disfarçar e disse que sim.</p>
<p dir="ltr">Depois desse trecho de turba entramos novamente na floresta, mas desse ponto em diante simplesmente não havia <strong>nenhuma trilha demarcada</strong>, nem mesmo os caminhos que havíamos salvado no celular batiam com alguma coisa. Nesse momento decidimos parar pra almoçar e essa talvez foi nossa<strong> pior (ou melhor) decisão</strong>.</p>
<p dir="ltr">Quando paramos nossos corpos esfriaram e nem mesmo com o almoço tão desejado consegui me sentir bem. Tudo estava <strong>muito desconfortável</strong> e eu sentia um frio absurdo nos pés e mãos, nos pés praticamente no nível de dor. Nesse momento comecei a sentir medo. <strong>Medo de ter que enfrentar esse desconforto</strong> por tanto tempo e até mesmo de que ele aumentasse.</p>
<p dir="ltr">Começamos a conversar sobre o que faríamos: se seguiríamos, se acamparíamos ou se começávamos a retornar. E tenho que dizer que fui vencido pelo medo. Repare que digo fui, pois enquanto eu estava cogitando o que fazer e reclamando do frio intenso,  <strong>Bruna estava mais tranquila</strong>, estava com frio, claro, mas estava com tudo sobre controle.</p>
<p dir="ltr">Falei que deveríamos voltar, ela concordou e logo depois do almoço começamos a fazer o caminho de volta. Enquanto caminhávamos rumo à &#8220;segurança&#8221; eu fui recuperando minha sanidade mental. O frio absurdo começou a passar pois o corpo foi aquecendo enquanto nos exercitávamos e eu comecei a pensar se havia mesmo tomado a decisão certa.</p>
<p dir="ltr"><strong>Eu queria muito fazer a trilha</strong>, muito mesmo. Eu tinha em mente que essa seria o melhor trekking que faríamos aqui e ainda assim decidi voltar, repare o quão abalado eu deveria estar no momento da decisão. Enquanto voltávamos conversamos sobre o ocorrido, sobre meu breve momento de desespero, sobre o exercício de desapego que seria deixar de lado a suposta melhor trilha do local, sobre <strong>minha briga com meu ego</strong> e muitas outras coisas.</p>
<p dir="ltr">Retornamos até um ponto bom para acampar e ali ficamos por duas noites, no mesmo local, muito confortáveis e sem caminhadas longas. Ainda fazia frio, mas estamos bem equipados com relação a camping e o local era <strong>realmente muito bom</strong>, protegido do vento e próximo de água, então o conforto estava garantido. Passamos dois dias preguiçosos e para compensar o pouco esforço físico discutimos muito o que significaria aquela experiência pra gente.</p>
<p dir="ltr">Fizemos o caminho de volta muito contentes com tudo o que havia acontecido, apesar dos pesares havia sido uma <strong>bela trilha e um excelente aprendizado</strong>.</p>
<p dir="ltr">Quando chegamos a Ruta 3 o vento estava de cortar, em todos os nossos 22 dias aqui nunca havíamos enfrentado um tão forte e ainda tínhamos alguns quilômetros até o primeiro ponto de ônibus, contra aquele vento não seria uma tarefa fácil, mas não tínhamos outra opção então seguimos. Sempre tentando carona, claro, mas nossa sorte não andava muito boa nesse ponto.</p>
<p dir="ltr">Mas eis que surge uma Kombi verde no horizonte pra mudar essa situação. Com placas de Manaus, a Kombi era dirigida por um cara gente boníssima chamado Douglas. Sim, fomos salvos do vento cortante de Ushuaia por uma <strong>Kombi dirigida por um brasileiro com o mesmo nome do meu irmão</strong>. Se isso não é sorte, me desculpe, mas eu não sei o que é.</p>
<p dir="ltr">Douglas vinha acompanhado de Rebecca, uma austríaca que adora fotografar pássaros e grafites. Estão viajando há quase sete meses. O caminho até o hostel foi fantástico, trocamos várias dicas sobre os locais que iríamos visitar e em cada cruzamento que parávamos a Kombi virava o centro das atenções. Quando chegamos não foi diferente, Marisa e Carla vieram nos receber na porta só pra conferir ela de perto.</p>
<p dir="ltr">Nos despedimos de Douglas e Rebecca, agradecemos por tudo novamente e fomos pegar nossas últimas coisas que haviam ficado no hostel. Conversamos com Carla e Ale e nos disseram que estavam preocupados conosco, descobrimos que os dois últimos dias haviam sido os mais frios desde que chegamos. Que além da chuva praticamente constante, nevou em diversos pontos e que a temperatura chegou a bater <strong>2°C na cidade</strong>. No final das contas quase agradecemos por não termos enfrentado a montanha em condições tão adversas.</p>
<p dir="ltr">Eu poderia ter pirado sobre não ter conseguido fazer o trekking que mais queria, sobre ter tido um momento de medo gigante e sobre ter tomado uma decisão importante sem pensar direito. Ao invés disso, depois do ocorrido procurei <strong>manter a calma e procurei ao máximo aprender</strong> com o que tinha acontecido e tudo simplesmente pareceu correr a nosso favor. Talvez essa tenha mesmo sido<strong> a melhor trilha que (não) fizemos até agora</strong>.</p>
<p dir="ltr"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/uhsuaia-sierra-valdivieso-trilha.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5134" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/uhsuaia-sierra-valdivieso-trilha-1024x682.jpg" alt="uhsuaia-sierra-valdivieso-trilha" width="1024" height="682" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/uhsuaia-sierra-valdivieso-laguna-arco-iris.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5131" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/uhsuaia-sierra-valdivieso-laguna-arco-iris-1024x682.jpg" alt="uhsuaia-sierra-valdivieso-laguna-arco-iris" width="1024" height="682" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/uhsuaia-sierra-valdivieso-castoreira.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5128" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/uhsuaia-sierra-valdivieso-castoreira-1024x682.jpg" alt="uhsuaia-sierra-valdivieso-castoreira" width="1024" height="682" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/uhsuaia-sierra-valdivieso-rio-com-castoreira.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5133" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/uhsuaia-sierra-valdivieso-rio-com-castoreira-1024x682.jpg" alt="uhsuaia-sierra-valdivieso-rio-com-castoreira" width="1024" height="682" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/uhsuaia-sierra-valdivieso-ceu-e-turba.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5130" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/uhsuaia-sierra-valdivieso-ceu-e-turba-1024x682.jpg" alt="uhsuaia-sierra-valdivieso-ceu-e-turba" width="1024" height="682" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/uhsuaia-sierra-valdivieso-montes-pela-noite.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5132" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/uhsuaia-sierra-valdivieso-montes-pela-noite-1024x682.jpg" alt="uhsuaia-sierra-valdivieso-montes-pela-noite" width="1024" height="682" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Mapa-Sierra.jpg"><img class="aligncenter wp-image-5136" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Mapa-Sierra.jpg" alt="Mapa Sierra" width="700" height="673" /></a></p>
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