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	<title>A Natureza Humana &#187; simplicidade</title>
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		<title>Tradição, frio e mate</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2015 18:51:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
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		<category><![CDATA[Vitor Ramil]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Enquanto viajávamos eu ainda não conhecia os álbuns (muito menos os textos) do Vitor e pouco conheço ainda hoje, mas já me considero um admirador dele e de suas obras, que sigo me aprofundando aos poucos. Ele é um músico, compositor e escritor gaúcho que teve algumas fases e transformações marcantes durante sua carreira. Uma delas foi justamente [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-6a065304b6056" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">&#8220;A</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>o me reconhecer no frio e reconhecê-lo em mim, eu percebera que nos simbolizávamos mutuamente [&#8230;]&#8221;. É com esse trecho de <a title="Livro: A Estética do Frio - Vitor Ramil" href="http://www.vitorramil.com.br/textos/Vitor_Ramil_-_A_Estetica_do_Frio.pdf" target="_blank"><strong>A Estética do Frio</strong></a> e ouvindo o álbum quase homônimo de <strong>Vitor Ramil</strong> é que escrevo esse post sobre traços culturais que muitas vezes não valorizamos e, digo mais, muitas vezes nem percebemos.</p>
<p>Dê o play em <strong>Ramilonga</strong> e vem refletir um pouco sobre isso também:</p>
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<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-6561-1" preload="none" style="width: 100%; visibility: hidden;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/1-16-ramilonga.mp3?_=1" /><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/1-16-ramilonga.mp3">http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/1-16-ramilonga.mp3</a></audio>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-6561"></span></p>
<p class="p1">Enquanto viajávamos eu ainda não conhecia os álbuns (muito menos os textos) do Vitor e pouco conheço ainda hoje, mas já me considero um admirador dele e de suas obras, que sigo me aprofundando aos poucos. Ele é um músico, compositor e escritor gaúcho que teve algumas fases e transformações marcantes durante sua carreira. Uma delas foi justamente o vislumbre dessa estética do frio.</p>
<p class="p1">Essa estética retrata uma série de traços culturais e tradições das pessoas que vivem em ambientes onde o clima frio é predominante. Ele questionou-se sobre pequenas ações comuns entre as pessoas que vivem nesses ambientes e encontrou uma espécie de unidade, <strong>uma identidade que não tinha a ver com fronteiras políticas</strong> ou com escolhas propriamente ditas. Ele enxergou que muitas dessas atitudes eram influenciadas pelo clima.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Fazenda-de-Floriano-e-Alicia-Hora-do-Mate.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5772" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Fazenda-de-Floriano-e-Alicia-Hora-do-Mate-1024x683.jpg" alt="Carretera Austral - Fazenda de Floriano e Alicia - Hora do Mate" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">O convívio em um certo nível de isolamento, o aconchego da simplicidade e o contato mais íntimo com a natureza, esses são alguns dos pontos que podem ser destacados desse &#8220;estilo de vida&#8221;. Vitor teve essa percepção quando estava no Rio de Janeiro, em meio ao calor, festas de carnaval e uma porção de coisas com as quais ele não se identificava. Um dos primeiros questionamentos foi o fato dessa não existência de uma unidade de identidade no Brasil. Obviamente, pelo fato do Brasil ser um país tão grande isso era de se esperar, mas essa percepção ficou mais aguçada quando começamos a utilizar o clima como parâmetro para &#8220;separar&#8221; essas regiões.</p>
<p class="p1">Enquanto estávamos viajando também tivemos um pouco desse mesmo sentimento. Tínhamos uma espécie de cumplicidade com várias pessoas que conhecemos, sentíamos que as ideias fluíam bem, que <strong>algumas dessas pessoas tinham um estilo de vida muito parecido com o que tínhamos</strong> ou com o que almejávamos e isso não ocorria quando comparávamos com alguns encontros que tínhamos com outras pessoas do nosso próprio país. Agora paramos para fazer essa mesma análise, que na verdade vivemos num clima muito mais parecido com os lugares que visitamos do que com o resto do Brasil.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Fazenda-de-Floriano-e-Alicia-Rio-Barrancoso-e-a-neblina-pela-manhã.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5780" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Fazenda-de-Floriano-e-Alicia-Rio-Barrancoso-e-a-neblina-pela-manhã-1024x683.jpg" alt="Carretera Austral - Fazenda de Floriano e Alicia - Rio Barrancoso e a neblina pela manhã" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">E essa diferença de clima dá origem à uma das tradições mais marcantes que encontramos durante a viagem: o mate. O nosso conhecido chimarrão foi visto em praticamente todas as cidades que visitamos e se fez presente nos trekkings mais longos, nas casas dos <a title="Como o CouchSurfing pode mudar a sua forma de viajar" href="http://anaturezahumana.com/2015/07/como-o-couchsurfing-pode-mudar-a-sua-forma-de-viajar/" target="_blank">couch&#8217;s</a>, nos holstels e em vários outros lugares inusitados. Apesar das diferenças no preparo se comparado ao nosso chimarrão, o mate que nos era servido lá também era carregado de <strong>história e tradição</strong>.</p>
<p class="p1">Sempre que as rodas de mate eram formadas, boas histórias vinham a tona, o contato entre as pessoas se intensificava, estávamos mais presentes e aproveitando mais daquele momento. Antes da viagem não tínhamos essa visão sobre o chimarrão daqui, tanto que o tomávamos muito esporadicamente, mas durante a viagem esse tradicionalismo deu um valor especial ao ato, coisa que não conseguíamos entender ou enxergar aqui. Repare que<strong> não estou dizendo que o mate de lá é melhor do que o mate daqui</strong>, mas de alguma forma foi preciso esse toque especial da viagem para que pudéssemos valorizar a tradição que temos aqui, da mesma forma que passamos a valorizar a nossa própria casa quando retornamos por termos sentido tanto a sua falta.</p>
<p class="p1">Enfim, esse foi só um pequeno devaneio, uma reflexão sobre algumas ideias com as quais me identifiquei muito enquanto fui lendo e discutindo sobre. A estética do frio em si acredito que englobe muito mais do que essa pequena pincelada superficial que cito aqui no post e com certeza a cultura do mate é muito mais complexa do que eu consegui perceber até então. E eu adoraria seguir refletindo sobre isso, então se você tiver alguma opinião sobre isso os comentários estão aí, vamos conversando.</p>
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		<title>Nossa casa em outra casa</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2015 14:37:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[casa]]></category>
		<category><![CDATA[hospitalidade]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[simplicidade]]></category>

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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-6a065304b9c19" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">D</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>urante a viagem aprendemos que qualquer lugar com um espacinho para montar nossa barraca poderia ser a nossa casa por alguns dias, foi um aprendizado excelente saber que precisamos de pouca coisa além de um pequeno teto e um canto pra esticar as pernas.</p>
<p>Antes de sairmos viajar, havíamos nos mudado fazia apenas um mês e com toda a correria dos últimos preparativos da viagem não aproveitamos tão bem nossa nova casa, saímos pensando que quando voltássemos teríamos que comprar várias coisas, reformar alguns móveis e daí sim teríamos um lugar bacana pra viver. A primeira sensação quando entramos em casa novamente foi: &#8220;<strong>temos muito mais do que precisamos</strong>&#8220;.</p>
<p>Não é questão de ficar acomodado e não almejar mais, não querer essa melhoria de vida, mas o fato é que para adquirir todas essas coisas <strong>teríamos que trabalhar mais</strong>, nos privar de momentos de tranquilidade que, na nossa visão atual, valem mais do que aquele móvel novo ou aquele eletrodoméstico que estava faltando. Conseguimos viver sem eles e, digo mais, vamos viver bem sem eles.</p>
<p>Mas enfim, não foi nem bem por isso que eu comecei a escrever esse post, foi pra contar que desde a última semana não estamos morando na nossa casa. Foi pra dizer que a nossa casa, agora é a casa do Léo e do Rapha, casal de amigos que foi viajar e nos fez o convite para morarmos aqui, cuidar da casa e de seus bichos de estimação enquanto eles estiverem fora.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-6195"></span></p>
<p class="p1">De novo, nem bem nos acostumamos com o nosso canto e já achamos outro lugar pra viver por alguns dias e tem sido uma experiência muito bacana. Fica muito mais difícil cair na rotina quando se está em um lugar novo a cada pouco, <strong>nós temos um olhar diferente para o local</strong>, para as coisas que estão aqui e para tudo o que acontece no dia a dia, você tem mais ânimo até para as tarefas mais corriqueiras. Além do mais, <strong>essa casa é um lugar bem especial</strong>, cheia de detalhes e que esconde uma nova descoberta a cada dia.</p>
<p class="p1">Essa mudança e esse olhar diferenciado para as coisas simples nos inspirou a fazer algumas fotos do lugar e de alguns momentos que muitas vezes não damos valor e não enxergamos a sua beleza. Aquele dia em que ficamos até tarde trabalhando, a mesa do café da manhã posta nos anunciando que temos mais um belo dia pela frente e aquela caminhada no jardim pra esparecer as ideias. Todos pequenos momentos, todos belos momentos, <strong>basta saber parar pra observar e sentir</strong>. Espero que você goste da nossa primeira sessão só em preto e branco.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Chico-e-Bruna-trabalhando.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6199" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Chico-e-Bruna-trabalhando-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Chico e Bruna trabalhando" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Escritório.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6202" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Escritório-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Escritório" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Bruna-tomando-chá.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6197" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Bruna-tomando-chá-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Bruna tomando chá" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Jardim.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6204" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Jardim-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Jardim" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Vista-para-a-casa.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6209" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Vista-para-a-casa-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Vista para a casa" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Mesa.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6205" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Mesa-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Mesa" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Textura-madeira.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6208" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Textura-madeira-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Textura madeira" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Roda-de-carroça.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6207" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Roda-de-carroça-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Roda de carroça" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Plantas.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6206" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Plantas-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Plantas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Filtro-dos-sonhos.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6203" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Filtro-dos-sonhos-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Filtro dos sonhos" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Café-da-manhã.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6198" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Café-da-manhã-1024x681.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Café da manhã" width="1024" height="681" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Diego-tomando-café.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6201" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Diego-tomando-café-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Diego tomando café" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Diego-CRFS.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6200" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Diego-CRFS-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Diego CRFS" width="1024" height="683" /></a></p>
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