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	<title>A Natureza Humana &#187; Filmes</title>
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		<title>Cowspiracy &#8211; O segredo da sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2016 15:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>O filme conta com uma série de entrevistas com pessoas de diversas ONG&#8217;s ambientalistas a nível mundial e pessoas influentes na discussão. Kip parou para analisar a postura das grandes ONG&#8217;s e nenhuma delas estava dando a devida importância para a degradação do meio ambiente causada pela pecuária. Segundo relatórios da ONU, a pecuária atualmente é o maior causador de diversos problemas ecológicos. [&#8230;]</p>
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			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e459ee29a79" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">H</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>á algum tempo <a title="Home, um documentário que tem algumas verdades pra te falar" href="http://anaturezahumana.com/2015/11/home-um-documentario-que-tem-algumas-verdades-pra-te-falar/" target="_blank">comentamos sobre o documentário Home</a>, do <a title="Yann Arthus-Bertrand - Wikipédia" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Yann_Arthus-Bertrand" target="_blank">Yann Arthus-Bertrand</a> e seguindo na mesma linha de sustentabilidade resolvemos fazer também um post sobre um outro filme que levantou vários outros questionamentos, o <a title="Cowspiracy - Wikipédia" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Cowspiracy" target="_blank">Cowspiracy</a>.</p>
<p>Esse documentário foi produzido e dirigido por <strong>Kip Andersen e Keegan Kuhn</strong>. Kip é quem aparece durante todo o documentário entrevistando e buscando as respostas para os problemas que está encontrando, enquanto Keegan é o &#8220;cara por trás das câmeras&#8221;. Guarde esses nomes, esses caras merecem ser lembrados.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Review-Therm-a-Rest-Trail-Lite-Isolante-térmico-Diego-deitado.jpg"> <span id="more-6691"></span></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/02/Cowspiracy-03.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6696" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/02/Cowspiracy-03-1024x576.jpg" alt="Cowspiracy - 03" width="1024" height="576" /></a></p>
<p class="p1">O filme conta com uma série de entrevistas com pessoas de diversas ONG&#8217;s ambientalistas a nível mundial e pessoas influentes na discussão. Kip parou para analisar a postura das grandes ONG&#8217;s e <strong>nenhuma delas estava dando a devida importância</strong> para a degradação do meio ambiente causada pela pecuária.</p>
<p class="p1">Segundo relatórios da ONU, <strong>a pecuária atualmente é o maior causador de diversos problemas ecológicos</strong>. Entre eles estão a liberação do CO2 e do Metano que contribuem para o efeito estufa; a contaminação do solo, mananciais e por fim dos oceanos através dos dejetos; o desmatamento de grande parte das florestas para plantio de grãos para rações ou para pastoreio e um dos índices que mais nos chocou foi sobre o consumo de água.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/02/Cowspiracy-02.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6694" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/02/Cowspiracy-02-1024x576.jpg" alt="Cowspiracy - 02" width="1024" height="576" /></a></p>
<p class="p1">Cada um desses grandes problemas <strong>gera uma série de outros problemas por si só</strong>. O efeito estufa causa o degelo das calotas polares e glaciares, aumentando o nível do mar e pode no futuro deixar países inteiros em baixo d&#8217;água. A poluição do solo e da água mata e prejudica diversas espécies, inclusive a nossa e o impacto desses dejetos segue até os oceanos alterando também a vida marinha. O desmatamento está destruindo o &#8220;pulmão do mundo&#8221;, a humanidade não percebeu bem ainda, mas precisamos do oxigênio pra viver; extinção de espécies e erosão também estão diretamente ligadas ao desmatamento.</p>
<p class="p1">Mas isso meio que todo mundo já sabe, não?! Pois bem, aguarde até ver os números apresentados no documentário, enquanto você está aí, economizando no banho, andando de bicicleta ou de transporte coletivo, apagando todas as luzes e tirando todos os equipamentos da tomada porque o <em>Stand By</em> consome energia, os grandes produtores colocam uma cabeça de gado a mais no seu rebanho e <strong>jogam toda essa economia no lixo</strong>. Parece extremista da minha parte, não?! Eu gostaria que fosse, o grande problema é que não é.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/02/Cowspiracy-01.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6695" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/02/Cowspiracy-01-1024x576.jpg" alt="Cowspiracy - 01" width="1024" height="576" /></a></p>
<p class="p1">O filme ainda explica um pouco sobre o sistema de pesca em escala industrial e como ele está acabando com boa parte da vida marinha. Também mostra alguns relatos de assassinatos de ambientalistas que, só no Brasil, somam <strong>mais de 1100 casos</strong>, incluindo o caso da <a title="Dorothy Stang - Wikipédia" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dorothy_Stang" target="_blank">Irmã Dorothy</a> que ganhou bastante atenção na mídia.</p>
<p class="p1">Bom, tudo isso e nenhuma das grandes ONG&#8217;s falava a respeito do problema, isso levou ao questionamento de lobbies gigantes da indústria pecuária. Uma relação bastante simples, ONG&#8217;s são apoiadas pelos grandes produtores em troca de um <strong>silêncio conveniente</strong> sobre os problemas causados por eles.</p>
<p class="p1">E eu não poderia terminar o post sem falar em vegetarianismo ou veganismo, mas eu não queria citar isso no início do post simplesmente porque essas palavras ainda assustam, infelizmente. Mas não, <strong>Cowspiracy não é um filme sobre vegetarianismo e pela luta dos direitos animais</strong>, isso é um &#8220;dano colateral&#8221;. <strong>Cowspiracy é um filme sobre sustentabilidade</strong> e mostra que alimentar 7 bilhões de pessoas com uma dieta baseada em carnes, ovos e lacticínios é simplesmente insustentável.</p>
<p><iframe width="1100" height="619" src="https://www.youtube.com/embed/DQCs-an-uBc?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p class="p1">O filme está disponível no Netflix e também pode ser <a title="Cowspiracy - The Sustainability Secret" href="http://www.cowspiracy.com/" target="_blank">comprado diretamente no site oficial</a>. Eu sinceramente gostaria muito que essa discussão permanecesse em pauta, que começássemos a buscar alternativas e que cada um de nós, <strong>pouco a pouco, fizesse a sua parte</strong>. Há três anos eu e a Bruna decidimos virar vegetarianos, mais pelos direitos animais e pelo processo de produção da carne do que pela sustentabilidade, justamente porque desconhecíamos esses dados. Gradativamente seguimos tentando melhorar e consumir ainda menos ovos e lacticínios e em um futuro breve plantarmos uma parte do que necessitamos. Mudando nossos hábitos conseguimos mudar o comportamento do mercado e assim mudamos a postura da indústria. <strong>É o clichê mais clichê que existe, mas se cada um fizer a sua parte a gente chega lá.</strong></p>
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		<title>Home, um documentário que tem algumas verdades pra te falar</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2015 16:09:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e459ee2dcbe" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">J</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>á havíamos ouvido falar muito bem a respeito do documentário <a title="Home - Wikipédia" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Home_(document%C3%A1rio)" target="_blank"><strong>Home</strong></a>, assim como a série de documentários mais recente do mesmo diretor/produtor: Human. Mas até então não o havíamos assistido, resolvemos fazer isso essa semana e não podemos deixar de elogiá-lo.</p>
<p><a title="Yann Arthus-Bertrand - Wikipédia" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Yann_Arthus-Bertrand" target="_blank">Yann Arthus-Bertrand</a> é um  fotógrafo, jornalista, repórter e ambientalista francês que no início de sua carreira tinha o foco em fotografia de animas, mas depois deu uma guinada e passou a trabalhar mais com fotografias aéreas. E falando do Home em si, ele foi todo <strong>produzido com tomadas aéreas</strong> ao redor de praticamente todo o nosso exuberante e lindo planeta.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Review-Therm-a-Rest-Trail-Lite-Isolante-térmico-Diego-deitado.jpg"> <span id="more-6659"></span></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Home-2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6664" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Home-2-1024x576.jpg" alt="Home - Documentário - 02" width="1024" height="576" /></a></p>
<p class="p1">O documentário transmite um pouco da história de como é a vida em nosso planeta desde o início dela e de como foi e está sendo<strong> o processo de transformação dessa vida até hoje</strong>. Pode parecer forçado, mas não posso deixar de fazer um paralelo com o nome do nosso projeto, A Natureza Humana, para mim, o filme traduz um pouco dessa essência.</p>
<p class="p1">Home mostra o processo natural da formação do nosso planeta, do que existia quando ainda não havia vida, do início dela, da transformação dessa vida através das plantas e dos outros animais e finalmente até o momento em que chegamos nós, humanos. <strong>E é nesse momento que a crítica do filme aparece</strong>.</p>
<p class="p1">A partir do momento em que chegamos ao planeta começamos o nosso caminho de &#8220;evolução&#8221; até o estado que nos encontramos hoje, onde boa parte de toda a beleza e exuberância do planeta que eu citei lá no início do post <strong>já foi devastada por nós</strong>.</p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-6665" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Home-3-1024x576.jpg" alt="Home - Documentário - 03" width="1024" height="576" /></p>
<p class="p1">O filme faz essa crítica ao sistema de consumo moderno, onde a maioria da população está consumindo bens supérfluos, uma minoria luta por subsistência passando por dificuldades extremas e enquanto tudo isso ocorre o planeta aparentemente ruma para um <strong>destino não muito agradável</strong>.</p>
<p class="p1">E de uma forma simplista (talvez até demais) vou resumir isso tudo em apenas uma palavra: <strong>consumo</strong>. Toda essa degradação do planeta, grande parte dos desastres &#8220;naturais&#8221;, a essência da desigualdade social, as grandes guerras e os problemas sociais que vem juntos com elas. Tudo isso está relacionado ao consumo e, quer você queira ou não, <strong>você e eu fazemos parte disso</strong>.</p>
<p class="p1"><strong>E não, não vou dizer para você deixar de consumir</strong>. Quem me conhece um pouco melhor sabe que não sou contra o consumo de forma geral, que sou a favor do desenvolvimento tecnológico e de boa parte das maravilhas do mundo moderno. O grande problema em si não é o consumo, mas o <strong>consumo inconsciente</strong>. O consumo pelo simples fato de consumir. O consumo por impulso. O consumo que nos é vendido e que a gente nem percebe.</p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-6666" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Home-4-1024x576.jpg" alt="Home - Documentário - 04" width="1024" height="576" /></p>
<p class="p1">Por isso minha mensagem é simples, mas te juro que é muitíssimo eficaz. Para cada conta que você paga, para cada real que sai do seu bolso, <strong>tente refletir de onde ele veio e para onde ele vai</strong>. Quantas pessoas foram necessárias para produzir o que você está consumindo, quanta energia foi demandada para produzi-lo e para chegar até você e, por final, como ele vai ser descartado.</p>
<p class="p1"><strong>Consumo consciente é a chave.</strong> Pesquise mais sobre o que consome, sobre as empresas que fabricam o que você vai consumir (você concorda com os ideais deles?), dê preferência à alternativas locais e de menos impacto e principalmente se pergunte se você precisa mesmo daquilo que vai consumir. Nós temos a faca e o queijo na mão, nós controlamos boa parte da demanda do mercado, não se esqueça disso. Toda ação tem uma reação, <strong>você faz parte do todo, não negligencie essa responsabilidade</strong>.</p>
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		<title>Na natureza selvagem e o eu de dois anos atrás</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2015 12:36:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Christopher McCandless]]></category>
		<category><![CDATA[Eddie Vedder]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Ao começar a julgar os defeitos da sociedade ele passou a se isolar, a buscar, na calmaria da solidão, um refúgio, algo que seria melhor que o caos da sua vida atual, e ele buscou isso através de um contato mais profundo com a natureza, assim como um de seus mentores Henry David Thoreau. Em toda a [&#8230;]</p>
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			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e459ee3235f" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">A</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>cho que posso dizer que esse foi o marco pra mim. Esse foi o dia em que a vontade de estar próximo da natureza começou seu <strong>crescimento desenfreado</strong>. Foi nesse dia que começaram os questionamentos dos conceitos da sociedade e do meu modo de vida atual. Mas não foi quando eu terminei o filme que “minha vida mudou”, passei um bom tempo refletindo, questionando, <strong>aprimorando meu pensamento</strong>. Assisti mais uma vez, pesquisei sobre o Chris, me inteirei sobre o assunto e foi aí que as coisas começaram a mudar.</p>
<p>A filosofia do personagem me influenciou de uma forma tão grande que hoje não consigo mais imaginar como eu poderia pensar diferente anteriormente. Chris tinha suas dúvidas, seus próprios conceitos, <strong>ele não queria saber de verdades absolutas</strong>, ele queria entender tudo, ele queria julgar tudo, ele queria saber o que era realmente bom e o que era ruim, não que lhe dissessem o que era bom ou ruim, pois ele simplesmente não ligava, ele tinha que sentir isso.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-6075"></span></p>
<p>Ao começar a julgar os defeitos da sociedade ele passou a se isolar, a buscar, na calmaria da solidão, um refúgio, algo que seria melhor que o caos da sua vida atual, e ele buscou isso através de um contato mais profundo com a natureza, assim como um de seus mentores <a title="Wikipédia - Henry David Thoreau" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Henry_David_Thoreau" target="_blank">Henry David Thoreau</a>. Em toda a sua caminhada <strong>encontrou pessoas marcantes,</strong> que lhe ajudaram a formar novos conceitos, lhe ensinaram diferentes jeitos de viver a vida, lhe deram lições, pessoas que estiveram presentes no seu amadurecimento como pessoa. Mas mesmo assim, sua cabeça permanecia focada em um ideal mais solitário, uma convivência só, na natureza selvagem.</p>
<p>Quando sua história veio a tona, através do livro e do filme, pessoas lhe julgando não faltaram, alguns o chamam de louco, outros de gênio. Eu, particularmente, acho que o gênio se sobressai muito mais, um lado maluco todos nós temos e talvez se ele não o tivesse, não teria coragem para fazer o que fez e deixado um legado tão belo quanto o fez.</p>
<p>Falando em específico do filme agora, as atuações são impecáveis, <strong>Emile Hirsch é simplesmente fantástico</strong> o filme todo, o roteiro é sensacional e a história em si já é um caso a parte. Um adendo especial à trilha sonora, acho que não passo mais de um mês sem ouvir a voz do mestre Eddie Vedder cantando essas poesias que embalaram o filme.</p>
<p>Faça um favor a si mesmo e assista o filme. Já assistiu? Não importa, veja de novo. Vale cada segundo.<br />
Outras informações:<br />
<a title="Na Natureza Selvagem (2007) - IMDb" href="http://www.imdb.com/title/tt0758758/" target="_blank">Filme no IMDb</a> e no <a title="Wikipédia - Na Natureza Selvagem" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Into_the_Wild_(filme)" target="_blank">Wikipédia<br />
</a>E a trilha sonora espetacular do Eddie Vedder: <a title="Wikipédia - Into the Wild (álbum)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Into_the_Wild_(%C3%A1lbum)" target="_blank">Into the Wild (álbum)</a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Na-Natureza-Selvagem.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6077" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Na-Natureza-Selvagem-1024x426.jpg" alt="Na Natureza Selvagem" width="1024" height="426" /></a></p>
<p>E, ao contrário do que diz lá em cima no post, <strong>esse post não foi escrito hoje</strong>, por mais incrível que pareça, essa primeira parte do post eu tinha escrito <strong>há exatos dois anos, em junho de 2013</strong>, um tempo onde essa nossa primeira viagem nem pensava em existir. Achei o texto enquanto vasculhava alguns arquivos antigos em meu computador. Ler isso tudo novamente e saber que pouco a pouco estou concretizando esse sonho de viver esse novo estilo de vida me trouxe uma alegria enorme.</p>
<p>Isso sem falar nas &#8220;coincidências&#8221; com a nossa viagem em si. Nós já dissemos aqui que começamos toda a viagem pensando que iria ser uma aventura com uma conexão enorme com a natureza através dos trekkings e dos passeios, mas o que nos surpreendeu foi a parte do contato humano, de toda a ajuda que recebemos de pessoas até então desconhecidas e toda a reflexão que isso nos trouxe. Toda a ajuda que recebemos durante a viagem certamente não foi porque somos sortudos ou que somos algum tipo de exceção, esse tipo de coisa aconteceu porque <strong>estávamos abertos a isso</strong>, deixamos a viagem acontecer de uma forma natural, exatamente como Chris e tantos outros que conhecemos durante nossa grande caminhada.</p>
<p>Como o Diego de dois anos atrás citou lá no começo, essa história foi o começo de muitos questionamentos. Não consigo não fazer relação dela com tantas outras mudanças na minha vida que não são nem relacionadas a natureza, mas sim à sociedade. Desde que assisti o filme pela primeira vez eu tive uma separação, um pedido de demissão em uma carreira estável (se é que isso existe), o início do meu relacionamento com a Bruna, a criação de uma empresa, uma outra mudança de casa, a saída da empresa e por fim a viagem. Esse seria meu resumo de vida dos últimos 7 anos e não estou forçando a barra quando digo que <strong>cada um desses eventos teve uma influência</strong> desses questionamentos que foram trazidos a tona pelo filme.</p>
<p>Lembrei de um vídeo do <a title="Canal do Pirula - Youtube" href="https://www.youtube.com/user/Pirulla25" target="_blank">Pirula</a> que assisti há pouco onde ele conta que toda a carreira dele como paleontólogo foi influenciada por um livro de figurinhas de dinossauros. Obviamente não foi o livro que determinou todo o futuro dele, mas despertou algo que desencadeou um monte de outros acontecimentos que levaram até onde ele está hoje. Acredito que de certa forma esse filme fez algo parecido comigo.</p>
<p>E pra finalizar, não poderia deixar de citar a clássica: &#8220;<strong>A felicidade só é real quando compartilhada</strong>&#8220;. Obrigado Bruna, minha família e meus amigos que compartilham (ou compartilharam) sua felicidade e amor comigo. Acho que se o Diego de hoje encontrasse o Diego que escreveu o início do post ou o Diego que assistiu ao filme pela primeira vez, acho que ele daria um tapinha nas costas e diria: &#8220;vai em frente, você está no caminho certo&#8221;. Espero que o Diego que lerá esse post daqui mais alguns anos possa dizer o mesmo.</p>
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