<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>A Natureza Humana &#187; pensamentos</title>
	<atom:link href="http://anaturezahumana.com/tag/pensamentos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://anaturezahumana.com</link>
	<description>Just another WordPress site</description>
	<lastBuildDate>Sun, 29 Jul 2018 17:51:00 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.1.41</generator>
	<item>
		<title>Tradição, frio e mate</title>
		<link>http://anaturezahumana.com/2015/10/tradicao-frio-e-mate/</link>
		<comments>http://anaturezahumana.com/2015/10/tradicao-frio-e-mate/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2015 18:51:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[a estética do frio]]></category>
		<category><![CDATA[estilo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[mate]]></category>
		<category><![CDATA[pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[simplicidade]]></category>
		<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[tradição]]></category>
		<category><![CDATA[Vitor Ramil]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://anaturezahumana.com/?p=6561</guid>
		<description><![CDATA[<p>Enquanto viajávamos eu ainda não conhecia os álbuns (muito menos os textos) do Vitor e pouco conheço ainda hoje, mas já me considero um admirador dele e de suas obras, que sigo me aprofundando aos poucos. Ele é um músico, compositor e escritor gaúcho que teve algumas fases e transformações marcantes durante sua carreira. Uma delas foi justamente [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com/2015/10/tradicao-frio-e-mate/">Tradição, frio e mate</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com">A Natureza Humana</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-6a06532861a2c" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">&#8220;A</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>o me reconhecer no frio e reconhecê-lo em mim, eu percebera que nos simbolizávamos mutuamente [&#8230;]&#8221;. É com esse trecho de <a title="Livro: A Estética do Frio - Vitor Ramil" href="http://www.vitorramil.com.br/textos/Vitor_Ramil_-_A_Estetica_do_Frio.pdf" target="_blank"><strong>A Estética do Frio</strong></a> e ouvindo o álbum quase homônimo de <strong>Vitor Ramil</strong> é que escrevo esse post sobre traços culturais que muitas vezes não valorizamos e, digo mais, muitas vezes nem percebemos.</p>
<p>Dê o play em <strong>Ramilonga</strong> e vem refletir um pouco sobre isso também:</p>
<!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('audio');</script><![endif]-->
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-6561-1" preload="none" style="width: 100%; visibility: hidden;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/1-16-ramilonga.mp3?_=1" /><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/1-16-ramilonga.mp3">http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/1-16-ramilonga.mp3</a></audio>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-6561"></span></p>
<p class="p1">Enquanto viajávamos eu ainda não conhecia os álbuns (muito menos os textos) do Vitor e pouco conheço ainda hoje, mas já me considero um admirador dele e de suas obras, que sigo me aprofundando aos poucos. Ele é um músico, compositor e escritor gaúcho que teve algumas fases e transformações marcantes durante sua carreira. Uma delas foi justamente o vislumbre dessa estética do frio.</p>
<p class="p1">Essa estética retrata uma série de traços culturais e tradições das pessoas que vivem em ambientes onde o clima frio é predominante. Ele questionou-se sobre pequenas ações comuns entre as pessoas que vivem nesses ambientes e encontrou uma espécie de unidade, <strong>uma identidade que não tinha a ver com fronteiras políticas</strong> ou com escolhas propriamente ditas. Ele enxergou que muitas dessas atitudes eram influenciadas pelo clima.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Fazenda-de-Floriano-e-Alicia-Hora-do-Mate.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5772" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Fazenda-de-Floriano-e-Alicia-Hora-do-Mate-1024x683.jpg" alt="Carretera Austral - Fazenda de Floriano e Alicia - Hora do Mate" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">O convívio em um certo nível de isolamento, o aconchego da simplicidade e o contato mais íntimo com a natureza, esses são alguns dos pontos que podem ser destacados desse &#8220;estilo de vida&#8221;. Vitor teve essa percepção quando estava no Rio de Janeiro, em meio ao calor, festas de carnaval e uma porção de coisas com as quais ele não se identificava. Um dos primeiros questionamentos foi o fato dessa não existência de uma unidade de identidade no Brasil. Obviamente, pelo fato do Brasil ser um país tão grande isso era de se esperar, mas essa percepção ficou mais aguçada quando começamos a utilizar o clima como parâmetro para &#8220;separar&#8221; essas regiões.</p>
<p class="p1">Enquanto estávamos viajando também tivemos um pouco desse mesmo sentimento. Tínhamos uma espécie de cumplicidade com várias pessoas que conhecemos, sentíamos que as ideias fluíam bem, que <strong>algumas dessas pessoas tinham um estilo de vida muito parecido com o que tínhamos</strong> ou com o que almejávamos e isso não ocorria quando comparávamos com alguns encontros que tínhamos com outras pessoas do nosso próprio país. Agora paramos para fazer essa mesma análise, que na verdade vivemos num clima muito mais parecido com os lugares que visitamos do que com o resto do Brasil.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Fazenda-de-Floriano-e-Alicia-Rio-Barrancoso-e-a-neblina-pela-manhã.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5780" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Fazenda-de-Floriano-e-Alicia-Rio-Barrancoso-e-a-neblina-pela-manhã-1024x683.jpg" alt="Carretera Austral - Fazenda de Floriano e Alicia - Rio Barrancoso e a neblina pela manhã" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">E essa diferença de clima dá origem à uma das tradições mais marcantes que encontramos durante a viagem: o mate. O nosso conhecido chimarrão foi visto em praticamente todas as cidades que visitamos e se fez presente nos trekkings mais longos, nas casas dos <a title="Como o CouchSurfing pode mudar a sua forma de viajar" href="http://anaturezahumana.com/2015/07/como-o-couchsurfing-pode-mudar-a-sua-forma-de-viajar/" target="_blank">couch&#8217;s</a>, nos holstels e em vários outros lugares inusitados. Apesar das diferenças no preparo se comparado ao nosso chimarrão, o mate que nos era servido lá também era carregado de <strong>história e tradição</strong>.</p>
<p class="p1">Sempre que as rodas de mate eram formadas, boas histórias vinham a tona, o contato entre as pessoas se intensificava, estávamos mais presentes e aproveitando mais daquele momento. Antes da viagem não tínhamos essa visão sobre o chimarrão daqui, tanto que o tomávamos muito esporadicamente, mas durante a viagem esse tradicionalismo deu um valor especial ao ato, coisa que não conseguíamos entender ou enxergar aqui. Repare que<strong> não estou dizendo que o mate de lá é melhor do que o mate daqui</strong>, mas de alguma forma foi preciso esse toque especial da viagem para que pudéssemos valorizar a tradição que temos aqui, da mesma forma que passamos a valorizar a nossa própria casa quando retornamos por termos sentido tanto a sua falta.</p>
<p class="p1">Enfim, esse foi só um pequeno devaneio, uma reflexão sobre algumas ideias com as quais me identifiquei muito enquanto fui lendo e discutindo sobre. A estética do frio em si acredito que englobe muito mais do que essa pequena pincelada superficial que cito aqui no post e com certeza a cultura do mate é muito mais complexa do que eu consegui perceber até então. E eu adoraria seguir refletindo sobre isso, então se você tiver alguma opinião sobre isso os comentários estão aí, vamos conversando.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com/2015/10/tradicao-frio-e-mate/">Tradição, frio e mate</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com">A Natureza Humana</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://anaturezahumana.com/2015/10/tradicao-frio-e-mate/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
<enclosure url="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/1-16-ramilonga.mp3" length="8964331" type="audio/mpeg" />
		</item>
		<item>
		<title>O incerto futuro</title>
		<link>http://anaturezahumana.com/2015/05/o-incerto-futuro/</link>
		<comments>http://anaturezahumana.com/2015/05/o-incerto-futuro/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 May 2015 16:22:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[necessidades]]></category>
		<category><![CDATA[pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[transformação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://anaturezahumana.com/?p=6069</guid>
		<description><![CDATA[<p>Essa sequência de mudanças e transformações é ótima pra gente, pois faz com que estejamos sempre nos aprimorando e aprendendo. E melhor de tudo, faz com que não nos acomodemos. Essa nova fase de nossa vida, depois do retorno, tem sido uma experiência tão boa quanto a viagem em si, porque mesmo não estando em contato [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com/2015/05/o-incerto-futuro/">O incerto futuro</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com">A Natureza Humana</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-6a06532868cdb" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">M</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>esmo durante a viagem, já estávamos planejando o que iríamos fazer quando retornássemos, como iria ser a nossa vida juntos, nossos trabalhos, nosso dia a dia e tudo mais. Ficávamos <strong>fazendo planos sobre tudo</strong>, desde as coisas mais simples como uma rotina de exercícios e de alimentação até as coisas mais complexas como as finanças, o futuro do site e, é claro, o casamento.</p>
<p>E agora que estamos aqui todo esse planejamento começa a ser posto em prática, mas mesmo assim, seguimos fazendo novos planos e mudamos os que já fizemos praticamente o tempo todo. Porque afinal de contas, as ideias e os planos são uma coisa, quando elas encaram o &#8220;mundo real&#8221;, geralmente precisam de algumas adaptações.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-6069"></span></p>
<p class="p1">Essa sequência de mudanças e transformações é ótima pra gente, pois faz com que estejamos sempre nos aprimorando e aprendendo. E melhor de tudo, <strong>faz com que não nos acomodemos</strong>. Essa nova fase de nossa vida, depois do retorno, tem sido uma experiência tão boa quanto a viagem em si, porque mesmo não estando em contato com paisagens, culturas e pessoas diferentes todos os dias, estamos experienciando dias únicos, <strong>sem aquela rotina cansativa da qual tanto reclamamos, mas dificilmente largamos</strong>. Na semana passada eu devo ter acordado em horários diferentes todos os dias, houveram dias em que trabalhei feito doido nas atualizações do site e outros em que não fiz quase nada além de assistir um seriado, fazer algumas pesquisas pela internet e meditar. De certa forma, estamos sempre <strong>buscando o equilíbrio</strong>.</p>
<p class="p1">Eu e a Bruna não planejamos ficar ricos, nadar em dinheiro e sair rodando o mundo pelos hotéis mais caros, não porque isso não deva ser bom, mas porque sabemos que para atingir isso teremos que nos dedicar ao trabalho num nível quase absurdo, para só então, lá na frente colher os frutos disso e poder concretizar a ideia inicial. Escolhemos levar um ritmo de vida mais tranquilo, <strong>com menos necessidades e menos preocupações</strong>. Sabemos que para atingir isso precisamos abrir mão de vários &#8220;luxos&#8221; que tínhamos antes de irmos viajar, mas até agora tem sido uma opção muito positiva para nós.</p>
<p class="p1">Nosso ganha pão ainda é meio que uma incógnita, estamos trabalhando um pouco em cada um de nossos projetos na esperança que em breve esse trabalho traga algum retorno financeiro. A programação da loja virtual, os produtos que iremos vender nela, a organização de todo o material captado durante a viagem, a criação e organização de alguns eventos que queremos fazer, a produção do livro e algumas outras coisas. Tudo isso requer um esforço grande, mas ter a oportunidade de <strong>trabalhar em algo que realmente acreditamos e gostamos</strong> é algo que não tem preço.</p>
<p class="p1">Ainda não sabemos como tudo isso vai ser daqui a três meses, daqui a um ano ou dois e certamente não sabemos o que vamos fazer quando nos aposentarmos, se é que isso algum dia aconteça. Tomamos como regra a célebre frase: &#8220;um dia de cada vez&#8221;. Estamos aceitando as incertezas, brincando com as possibilidades e <strong>nos transformando a cada passo que damos</strong>.</p>
<p class="p1">Está tudo bem em fazer planos para o futuro, mas também está tudo bem em não tê-los e as vezes é bom tê-los apenas pela liberdade de poder deixá-los pra lá. <strong>Tudo se resume ao equilíbrio</strong>.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com/2015/05/o-incerto-futuro/">O incerto futuro</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com">A Natureza Humana</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://anaturezahumana.com/2015/05/o-incerto-futuro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A confiança no outro</title>
		<link>http://anaturezahumana.com/2015/05/a-confianca-no-outro/</link>
		<comments>http://anaturezahumana.com/2015/05/a-confianca-no-outro/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 May 2015 16:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[amizade]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[contato humano]]></category>
		<category><![CDATA[hospitalidade]]></category>
		<category><![CDATA[mochilão]]></category>
		<category><![CDATA[pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[viagem]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://anaturezahumana.com/?p=6047</guid>
		<description><![CDATA[<p>A gente foi se entregando de um jeito, que chegou um momento em que não conseguíamos mais pensar na viagem, sem lembrar das pessoas incríveis que fizeram parte dela. E passamos a escrever sobre essas experiências com muito mais afinco e carinho que quando falávamos de um lugar intocado. E acho que é mais ou [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com/2015/05/a-confianca-no-outro/">A confiança no outro</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com">A Natureza Humana</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-6a06532870e68" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">T</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>oda viagem é um processo de descoberta. De novos lugares, de novas pessoas, de você mesmo. Toda viagem é uma <strong>permissão para mudar</strong>, você passa a considerar as novas propostas que o mundo tem pra te oferecer.</p>
<p class="p1">Quando começamos a planejar a viagem não sabíamos ao certo qual era o nosso objetivo, mas arriscávamos alguns palpites e escolhemos ir a lugares mais inóspitos, com mais contato com a natureza e essa relação ficou evidente desde o começo. Nós pensávamos que íamos voltar experts em trekking e montanhismo, imaginávamos que esse era o ponto chave da nossa viagem e <strong>nos enganamos</strong>. Não porque a natureza não tenha sido importante, mas porque no decorrer do percurso algumas pessoas foram entrando em nossas vidas e nós fomos entrando na vida dessas pessoas. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-6047"></span></p>
<p class="p1">A gente foi se entregando de um jeito, que chegou um momento em que não conseguíamos mais pensar na viagem, sem lembrar das pessoas incríveis que fizeram parte dela. E passamos a escrever sobre essas experiências com muito mais afinco e carinho que quando falávamos de um lugar intocado. E acho que é mais ou menos isso, a natureza nos encanta, mas tem um ar de intocável, ela é poderosa e gera um sentimento forte de respeito e contemplação, o que é muito importante também.</p>
<p class="p1">Já <strong>as pessoas não são intocáveis</strong>, as pessoas pedem contato, pedem estar perto. Não foram poucas as vezes em que uma pessoa nos ajudou e, por mais irônico que possa parecer, agradeceu no final. As pessoas querem esse contato, fazer o bem é bom pra quem faz, tanto quanto pra quem recebe. Aquelas pessoas sabem disso e sabem tanto mais.</p>
<p class="p1">Não foram poucas as vezes em que fomos ajudados por pessoas que tinham muito pouco, mas naqueles momentos olhávamos para nós mesmos com as mochilas nas costas e víamos que aos olhos deles, <strong>quem tinha pouco éramos nós</strong>. Assim aprendemos que só podemos realmente avaliar uma situação se a vivenciamos, só podemos compreender como é precisar de um teto se nós mesmos não temos um para nos abrigar naquele momento. <strong>Você aprende na vulnerabilidade</strong>.</p>
<p class="p1">Fomos ajudados por completos desconhecidos e aprendemos muito sobre coragem. <strong>É preciso coragem para ajudar e coragem para deixar ser ajudado</strong>. Essas situações sempre nos fizeram lembrar que muitas vezes cria-se uma casca, às vezes por situações de violência vivenciadas, mas quase sempre por influência de uma mídia manipuladora e uma cultura baseada no medo e confunde-se segurança com indiferença. As pessoas não querem estar vulneráveis e não querem lidar com a vulnerabilidade do outro, preferem ficar em sua zona de conforto. Aos poucos vão se formando círculos de confiança e quanto mais fechado esse círculo, menos se olha para o entorno. Essas pessoas que conhecemos em nosso caminho nos mostraram que a <strong>proporção de gente boa ainda é maior nesse mundo</strong>. É urgente que todos saibam que ainda é possível confiar, que a maioria das pessoas que está ao seu redor vai retribuir seu sorriso e vai se contagiar com o bem que você fizer.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com/2015/05/a-confianca-no-outro/">A confiança no outro</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com">A Natureza Humana</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://anaturezahumana.com/2015/05/a-confianca-no-outro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Beleza relativa</title>
		<link>http://anaturezahumana.com/2015/02/beleza-relativa/</link>
		<comments>http://anaturezahumana.com/2015/02/beleza-relativa/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Feb 2015 11:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[beleza]]></category>
		<category><![CDATA[contemplação]]></category>
		<category><![CDATA[meditação]]></category>
		<category><![CDATA[pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[textos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://anaturezahumana.com/?p=5219</guid>
		<description><![CDATA[<p>O post <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/beleza-relativa/">Beleza relativa</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com">A Natureza Humana</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-6a06532876be2" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">E</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>nquanto aguardava o sol ir baixando lentamente no céu de Ushuaia em um dos dias que estávamos no <strong>Parque Nacional Tierra del Fuego</strong> fiquei do lado de fora da barraca, meio cuidando da câmera que estava trabalhando, meio apreciando o sol se pondo e meio olhando fixamente para um barranco na beira do rio ao lado.</p>
<p class="p1">Sim, <strong>olhando para um barranco</strong>. O mesmo barranco que esteve ali pelos últimos 4 dias em que estivemos ali e eu nem sequer havia reparado direito. Passei muito tempo fitando-o, num estado quase meditativo, apreciando cada detalhe que ele tinha pra me oferecer e o quão belos eram esses detalhes.</p>
<p class="p1">&#8220;Me oferecer&#8221;, quanto egocentrismo da minha parte. O barranco estava ali, ele existia e pronto, ele estava pouco se importando se estava sendo observado ou não, e definitivamente não estava me oferecendo nada intencionalmente, mas isso é só um detalhe.</p>
<p class="p1">Mas o que eu queria realmente dizer com esse post é que se pararmos para observar qualquer coisa com um olhar desprendido de preconceitos e de ideais prontos podemos observar a beleza em tudo. É um pouco do <strong>olhar inocente das crianças</strong>, que ficam admiradas com qualquer coisa nova que lhes vem aos olhos, com o tempo vamos perdendo isso, mas de alguma forma, em alguns momentos, temos que buscar isso de volta.</p>
<p class="p1">Que busquemos sempre aprimorar <strong>todos nossos sentidos</strong> para que cada vez mais possamos nos <strong>sentir presentes</strong> em todos os momentos aproveitando a beleza em tudo.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/beleza-relativa/">Beleza relativa</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com">A Natureza Humana</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://anaturezahumana.com/2015/02/beleza-relativa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Saudades</title>
		<link>http://anaturezahumana.com/2015/02/saudades/</link>
		<comments>http://anaturezahumana.com/2015/02/saudades/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 21 Feb 2015 11:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[saudades]]></category>
		<category><![CDATA[textos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://anaturezahumana.com/?p=4825</guid>
		<description><![CDATA[<p>O post <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/saudades/">Saudades</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com">A Natureza Humana</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-6a0653287b5ab" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">Q</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>uando fomos no correio do fim do mundo e enviamos os postais para nossas famílias tive um momento de reflexão bem forte. Aliás, alguns momentos. Durante a caminhada de volta até o acampamento e depois durante o tempo de descanso pensei muito em meus pais, meu irmão e minha cunhada e também na mais nova e bela integrante dessa família, nossa sobrinha.</p>
<p class="p1">Pude sentir o <strong>quão forte é minha ligação com eles</strong> e o quanto eles podem se fazer presentes em mim, mesmo estando tão longe. Os ensinamentos de meus pais, as brincadeiras de meu irmão, o carinho de minha cunhada e a pureza de minha sobrinha. Todos esses sentimentos bons me inundam sempre que me pego pensando neles.</p>
<p class="p1">Nesse momento travei uma batalha interna, parte de mim queria que todos estivessem aqui, vivendo essa aventura comigo e aproveitando cada segundo dela como estou tentando fazer, essa era a parte do menino mimado. A outra parte era mais equilibrada, mais madura, essa parte sabia que cada um tem a sua <strong>própria aventura</strong> e sabia que nem todos os nossos desejos devem se tornar realidade.</p>
<p class="p1">Por fim, acho que a batalha ainda segue, afinal de contas não busco nenhum extremo nem outro, apenas quero um certo <strong>ponto de equilíbrio. Para isso e para tudo na vida.</strong></p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/saudades/">Saudades</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com">A Natureza Humana</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://anaturezahumana.com/2015/02/saudades/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A viagem interna</title>
		<link>http://anaturezahumana.com/2015/02/a-viagem-interna/</link>
		<comments>http://anaturezahumana.com/2015/02/a-viagem-interna/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2015 11:34:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[meditação]]></category>
		<category><![CDATA[pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[viagem interior]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://anaturezahumana.com/?p=4924</guid>
		<description><![CDATA[<p>Os eternos questionamentos sobre quem somos e qual o nosso papel no universo se fazem constantes, praticamente todos os dias pensamos em algo nesse sentido. O ideal de vida simples também é algo que sempre pensamos, como posso crescer como pessoa sem precisar de muita coisa, como posso ter uma vida boa e que não agrida o mundo de uma [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/a-viagem-interna/">A viagem interna</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com">A Natureza Humana</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<script type="">
        jQuery(document).ready(function($) {

                jQuery("#jquery_jplayer_6a065328812f1").jPlayer({
                    ready: function () {
                        $(this).jPlayer("setMedia", {mp3: "http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Alonso-del-Rio-camino-de-estrellas.mp3", });
                    },
                    play: function() { // To avoid both jPlayers playing together.
                        $(this).jPlayer("pauseOthers");
                    },
                    swfPath: "http://anaturezahumana.com/wp-content/themes/jupiter/js",
                    supplied: "mp3, ogg",
                    cssSelectorAncestor: "#jp_container_6a065328812f1",
                    wmode: "window"
                });

        })

        </script><div class="mk-audio-section mk-audio-shortcode" style="background-color:#00c8d7"><div id="jquery_jplayer_6a065328812f1" class="jp-jplayer mk-blog-audio"></div>
            <div id="jp_container_6a065328812f1" class="jp-audio ">
                <div class="jp-type-single">
                    <div class="jp-gui jp-interface">
                        <div class="jp-time-holder">
                            <div class="jp-current-time"></div>
                            <div class="jp-duration"></div>
                        </div>

                        <div class="jp-progress">
                            <div class="jp-seek-bar">
                                <div class="jp-play-bar"></div>
                            </div>
                        </div>
                        <div class="jp-volume-bar">
                            <i class="mk-moon-volume-mute"></i><div class="inner-value-adjust"><div class="jp-volume-bar-value"></div></div>
                        </div>
                        <ul class="jp-controls">
                            <li><a href="javascript:;" class="jp-play" tabindex="1"><i class="mk-icon-play"></i></a></li>
                            <li><a href="javascript:;" class="jp-pause" tabindex="1"><i class="mk-icon-pause"></i></a></li>
                        </ul><span class="mk-audio-author">Alonso del Rio - Caminante de estrellas</span></div>
                    <div class="jp-no-solution">
                        <span>Update Required</span>
                        To play the media you will need to either update your browser to a recent version or update your <a href="http://get.adobe.com/flashplayer/" target="_blank">Flash plugin</a>.
                    </div>
                </div>
        </div><div class="clearboth"></div></div>
<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-6a0653288245a" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">Q</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>uando começamos nossa aventura nosso objetivo nunca foi só fazer turismo, conhecer lugares novos, novas pessoas, culturas e tudo mais, claro que tudo isso é maravilhoso, mas acredite se quiser, <strong>a viagem mais importante é a viagem interior.</strong></p>
<p class="p1">Com toda a certeza do mundo estamos fazendo essa viagem para descobrir mais sobre nós mesmos, não só sobre o mundo. Descobrir mais sobre o nosso mundo, o que está dentro das nossas cabeças. Talvez terminemos a viagem com ainda mais perguntas do que iniciamos, mas com certeza estaremos mais próximos de muitas respostas. Afinal, o <strong>autoconhecimento</strong> é como qualquer outro conhecimento que se pode adquirir, quanto mais você se aprofunda, mais informações você tem e essas informações te levam a novas perguntas e assim seguimos aprendendo.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div><span id="more-4924"></span></p>
<p class="p1">Os eternos questionamentos sobre quem somos e qual o nosso papel no universo se fazem constantes, praticamente todos os dias pensamos em algo nesse sentido. O ideal de vida simples também é algo que sempre pensamos, como posso crescer como pessoa <strong>sem precisar de muita coisa</strong>, como posso ter uma vida boa e que não agrida o mundo de uma forma tão brusca.</p>
<p class="p1">O fato de ter praticamente tudo o que precisamos para o nosso conforto nas nossas mochilas ajuda muito nessa parte, podemos encarar a maioria das situações com muito mais calma e clareza. Pra qualquer &#8220;problema&#8221; que surja podemos pensar que a <strong>solução está ao nosso alcance</strong>, estamos carregando ela em nossas costas.</p>
<p class="p1">O fato de não podermos nos apegar com nada além do que carregamos e nós mesmos também é outra coisa bem interessante de se pensar. Durante o caminho vamos vendo paisagens que provavelmente nunca mais veremos pessoalmente, fazendo novas amizades que só manteremos por internet ou outro meio de comunicação a longa distância, temos oportunidades que não teremos mais nenhuma vez em nossas vidas. <strong>Praticamente tudo é passageiro, com exceção de nós mesmos</strong>. Aliás, se pararmos pra refletir melhor, inclusive nós somos passageiros.</p>
<p class="p1">Deixamos o passado pra lá, pouco nos preocupamos com o que iremos fazer, aproveitamos cada olhar para a bela paisagem, cada conversa, cada abraço, cada pedacinho da pesada comida que carregamos. Estamos presentes no agora, nada mais. Isso pra nós é meditação pura, uma arte que estamos ficando melhores a cada momento que passa. É definitivamente assim, <strong>contemplando cada segundo</strong> que queremos passar o resto de nossas vidas.</p>
<p class="p1"><em>Porque soy un viejo caminante</em><br />
<em> caminando un camino de estrellas </em><br />
<em> en la tierra soy un pequeñito</em><br />
<em> en el cielo un cometa.</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/a-viagem-interna/">A viagem interna</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com">A Natureza Humana</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://anaturezahumana.com/2015/02/a-viagem-interna/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
<enclosure url="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Alonso-del-Rio-camino-de-estrellas.mp3" length="4076515" type="audio/mpeg" />
		</item>
	</channel>
</rss>
