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	<title>A Natureza Humana &#187; Ushuaia</title>
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		<title>De coração e casa abertos</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Feb 2015 11:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69def05117718" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">E</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>ste post dedicamos a duas pessoas mais que especiais que encontramos em Ushuaia: <strong>Marisa e Gabriel</strong>.</p>
<p class="p1">Conhecemos eles durante o trekking do <strong>Paso de Las Ovejas</strong> e Gabriel não se parecia com nenhum dos argentinos que havíamos conhecido, falava pelos cotovelos <strong>feito um brasileiro</strong> e foi meio que um guia durante todo o percurso. Sabia tudo sobre a flora, a fauna e as montanhas de Ushuaia e foi nos explicando cada detalhe enquanto caminhávamos.</p>
<p class="p1">Logo comentei com a Bruna: &#8220;esse argentino é gente boa, vamos aprender muita coisa”. Seguimos pela trilha e no outro dia continuamos juntos, conversando bastante, brincando sobre as diferenças entre o espanhol e o português, aprendendo mais sobre as trilhas da região e, acima de tudo, <strong>nos divertindo muito</strong>.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div><span id="more-4939"></span></p>
<p class="p1">Durante a carona que nos deu na volta já trocamos os números de telefone para seguirmos conversando e também pedimos dicas de outras trilhas pra fazer aqui em Ushuaia, além de combinar uma para fazermos juntos no próximo final de semana. Katy e João já partiriam para Puerto Natales no dia seguinte então não puderam nos acompanhar, mas nós seguimos nas caminhadas.</p>
<p class="p1">Não só ele nos deu dicas de quais eram as trilhas boas como veio na porta do hostel nos buscar alguns dias depois e nos deixou no início da trilha da <strong>Laguna de los Cinco Hermanos </strong>na terça-feira. Da mesma forma, Gabriel nos deixou na trilha da <strong>Cascada de Los Amigos </strong>na sexta e no dia seguinte faríamos a caminhada que havíamos combinado juntos. Não queríamos ficar abusando da hospitalidade e dizíamos que não precisava tanto, mas ele insistia e todas as vezes dizia: “no hay problema, lo hago porque me gusta, es de corazón”.</p>
<p class="p1">Mais uma vez foi uma excelente trilha onde Mayra, irmã de Gabriel, se juntou a nós. Aproveitamos bastante e nos divertimos muito, eu e Bruna estávamos planejando acampar em um local próximo à cidade, mas durante o caminho de volta o tempo virou bruscamente e começou a chover. Nesse momento Gabriel, que já havia oferecido sua casa antes durante a trilha, insistiu mais uma vez e não pudemos negar.</p>
<p class="p1">Chegamos na sua casa e fomos ao lugar que é o recanto de Gabriel, a garagem onde guarda seus automóveis e sua coleção de placas. Chegando lá, nos apresentaram o lugar, tinha banheiro com chuveiro junto a garagem, disseram que poderíamos usar tudo, nos deram um colchão e nos pediram se não faltava nada. Eu estava admirado com tanta hospitalidade e meio abismado com o fato de que eu estava dormindo na casa de um cara que há uma semana atrás eu nem conhecia. Fiquei sem palavras, só conseguia dizer “<strong>muchas gracias</strong>”.</p>
<p class="p1">No dia seguinte, acordamos, tomamos café juntos, ajudei Gabriel a organizar algumas coisas na garagem enquanto a Bruna preparava <strong>brigadeiros</strong> (que não existem aqui na Argentina) com Marisa na cozinha. Almoçamos juntos, tiramos um cochilo depois do almoço e durante a tarde eles receberam a visita da irmã de Marisa, seu marido e sua filha. Sentamos todos juntos para o café da tarde e seguimos conversando até às 21h. Novamente disseram que deveríamos dormir lá, mas realmente não queríamos abusar e já havíamos feito a reserva do hostel. Não iríamos furar com o hostel, afinal de contas fomos muito bem recebidos lá também. Gabriel ainda fez piadas dizendo para ligarmos dizendo que estávamos na trilha, havíamos quebrado a perna e que não poderíamos comparecer, mas permanecemos com a decisão e ele mais uma vez nos deu carona até lá.</p>
<p class="p1">Sinceramente, não temos palavras pra agradecer tudo isso. Receber todo esse carinho e toda essa ajuda de pessoas que conhecemos a tão pouco tempo é algo <strong>simplesmente fantástico</strong>.</p>
<p class="p1">Isso nos fez refletir sobre o quão importante é o contato humano e também pensar <strong>no outro lado da moeda</strong>, como se estivéssemos em nossa casa, em Jaraguá. Mesmo não sendo um ponto turístico tão forte quanto Ushuaia, encontramos pessoas de todos os lugares, muitas vezes nem nos damos o trabalho de conversar mais com elas, muito menos desprender tanto tempo e dedicação para nos aproximar ou facilitar sua estadia em nossa cidade.</p>
<p class="p1">Um casal, que há pouco tempo atrás nem conhecíamos, nos deu seu tempo, seu conhecimento, sua comida, sua casa e muita, mas muita ajuda além de tudo isso. Sinceramente não lembro de ter feito tanta coisa nem para amigos de longa data. Isso te faz pensar sobre muita coisa.</p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-4996" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5538-1024x682.jpg" alt="_MG_5538" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5466.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4988" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5466-1024x682.jpg" alt="_MG_5466" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5412.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4984" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5412-1024x682.jpg" alt="_MG_5412" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-4992" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5501-1024x682.jpg" alt="_MG_5501" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1">
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		<title>Adiós Ushuaia, que te quedas bien</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Feb 2015 06:01:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
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		<category><![CDATA[fotos]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>A cidade de aproximadamente 60 mil habitantes traz todas as comodidades em estrutura, com bons supermercados, restaurantes e lojas (com destaque para as especializadas em artigos de camping, trekking e ski), além de muitos hotéis e hosteis, já que vive do turismo. É cara, não se pode negar, afinal, apesar da isenção fiscal, sua posição geográfica [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69def0511f35a" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">U</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>shuaia é uma daquelas surpresas boas que a gente ganha da vida. Antes mesmo do avião pousar, <strong>já sentimos que gostaríamos do lugar</strong>. A vista das montanhas é espetacular e ainda mais lindo do que vimos em nossas pesquisas pré-viagem. Quando a gente vai viajar sempre fica aquele receio de que as fotos que vimos é apenas uma das vistas do lugar e o restante pode não ser tão bonito assim. Não é o caso de Ushuaia. Para todo canto onde se olha, há montanhas exuberantes salpicadas de branco, contrastando com as encantadoras construções coloridas. Estamos em uma cidade invernal e sabemos disso já no primeiro olhar.</p>
<p class="p1">Passamos um dia fotografando as casas, pois nos encantamos com a forma como são construídas. Não há um padrão, parece que cada uma <strong>tem uma personalidade e traz o gosto de seu morador</strong>. Os materiais são diversos, com destaque para a <strong>madeira e as chapas de metal</strong> e é muito comum encontrar casas mistas, com vários materiais ao mesmo tempo, coisa que em nossa região não encontramos e é inclusive mal vista, pois o governo dificulta a liberação de construção e financiamentos para casas assim. Eu penso que a mistura de materiais de forma criativa, prezando aqueles que existem em maior abundância na região e aqueles que mais favorecem ao clima local pode ser uma boa alternativa de <strong>arquitetura sustentável</strong>, ao invés de simplesmente adotar o concreto de olhos fechados.</p>
<p class="p1">O mais bacana é que a cidade se concentra ao redor do porto e não é preciso ir muito longe para encontrar lugares absolutamente vazios, <strong>preenchidos apenas de natureza</strong>. Não se vê civilização, não se ouve nada além do vento e dos pássaros. Esse estar longe e estar perto ao mesmo tempo é fascinante.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-5143"></span></p>
<p class="p1">A cidade de aproximadamente 60 mil habitantes traz todas as comodidades em estrutura, com bons supermercados, restaurantes e lojas (com destaque para as especializadas em artigos de camping, trekking e ski), além de muitos hotéis e hosteis, já que vive do turismo. <strong>É cara</strong>, não se pode negar, afinal, apesar da isenção fiscal, sua posição geográfica em relação ao restante do país não é nada favorável, esta é uma questão não só daqui, <strong>mas da Patagônia em geral</strong>. Aqui quase nada se cultiva, o clima não permite, portanto tudo vem de longe e isso tem um preço. E, claro, mais uma vez o turismo contribui para que os preços se tornem ainda mais elevados.</p>
<p class="p1">Tanto na cidade, quanto nos lugares mais afastados, você se sente seguro. Há bom policiamento e você não ouve relatos de roubos ou assaltos. Pegar carona é algo muito normal, seguro e até indicado como uma forma de locomoção.</p>
<p class="p1">As pessoas daqui são muito amáveis e também encontramos uma “população” de pessoas de todos os cantos do mundo, de forma que nunca podemos saber se alguém é turista ou não, porque é uma grande mistura cultural. Os moradores costumam ir para as trilhas também e esse gosto pelo trekking parece estar intrínseco na população.</p>
<p class="p1">Outro detalhe fascinante sobre Ushuaia é a história da cidade, além dos<strong> traços indígenas</strong> e da colonização europeia, temos a <strong>história do presídio</strong> que é um capítulo a parte. Ele funcionou de 1902 até 1947 e foi um dos grandes propulsores da economia local. Fomos descobrindo muita coisa durante nossos passeios e conversas e conhecer a história do local é algo importantíssimo para <strong>compreendermos a cultura</strong> e nos aproximarmos das pessoas que vivem nela, algo que queremos muito.</p>
<p class="p1">Ficamos em Ushuaia por 24 dias e todos foram muito bem aproveitados. Fizemos os passeios convencionais e trilhas menos conhecidas e podemos afirmar com<strong> toda a certeza que não vimos tudo</strong>. Recomendamos a cidade, não venha passar apenas dois ou três dias, fique um pouco mais, acampe em meio à natureza e sinta a cidade respirar. Tem atrações de sobra para passar uma temporada de férias, de trekkings pesados a passeios leves para todas as idades e condicionamentos físicos.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Casas-de-Ushuaia-4.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5167" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Casas-de-Ushuaia-4-1024x682.jpg" alt="Casas de Ushuaia 4" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ruas-de-Ushuaia-2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5177" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ruas-de-Ushuaia-2-1024x682.jpg" alt="Ruas de Ushuaia 2" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Grafitti-no-correio-municipal-2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5179" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Grafitti-no-correio-municipal-2-1024x682.jpg" alt="Ushuaia - Grafitti no correio municipal 2" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Grafitti-no-correio-municipal-1.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5178" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Grafitti-no-correio-municipal-1-1024x683.jpg" alt="Ushuaia - Grafitti no correio municipal 1" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-8.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5175" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-8-1024x682.jpg" alt="Grafitti em Ushuaia 8" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-5.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5172" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-5-1024x682.jpg" alt="Grafitti em Ushuaia 5" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-6.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5173" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-6-1024x682.jpg" alt="Grafitti em Ushuaia 6" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Casas-de-Ushuaia-1.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5164" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Casas-de-Ushuaia-1-1024x683.jpg" alt="Casas de Ushuaia 1" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-1.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5168" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-1-1024x682.jpg" alt="Grafitti em Ushuaia 1" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5169" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-2-1024x682.jpg" alt="Grafitti em Ushuaia 2" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ruas-de-Ushuaia-1.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5176" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ruas-de-Ushuaia-1-1024x682.jpg" alt="Ruas de Ushuaia 1" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-4.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5171" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-4-1024x682.jpg" alt="Grafitti em Ushuaia 4" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-3.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5170" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-3-1024x682.jpg" alt="Grafitti em Ushuaia 3" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-7.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5174" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Grafitti-em-Ushuaia-7-1024x682.jpg" alt="Grafitti em Ushuaia 7" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Casas-de-Ushuaia-3.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5166" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Casas-de-Ushuaia-3-1024x682.jpg" alt="Casas de Ushuaia 3" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Casas-de-Ushuaia-2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5165" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Casas-de-Ushuaia-2-1024x682.jpg" alt="Casas de Ushuaia 2" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1">
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		<title>Hostel Cruz del Sur</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Feb 2015 17:33:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[fim do mundo]]></category>
		<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[hostel]]></category>
		<category><![CDATA[Hostel Cruz del Sur]]></category>
		<category><![CDATA[Ushuaia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Além disso, a decoração é linda, com paredes repletas de recados e fotos de hóspedes que já passaram por ali, os móveis rústicos são feitos pelo próprio dono do lugar, o Ale, que tem muita experiência nos trekkings da região e nos deu boas dicas. Também trabalha no hostel de forma temporária a suíça Marisa, [&#8230;]</p>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69def051252d6" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">N</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>os dias em que não estávamos acampando em Ushuaia, nos hospedamos no hostel <strong>Cruz del Sur</strong>, que fica no centro da cidade. Logo na entrada a staff <strong>Carla</strong> nos recebeu muito bem, apresentando as dependências com muita simpatia e nos oferecendo boas informações sobre os passeios que faríamos nos próximos dias. O preço é de <strong>ARS 200,00 por pessoa</strong> (cerca de R$ 47,00), bem mais caro do que queríamos pagar, mas pesquisamos em outros hosteis e não encontramos nada muito mais barato.</p>
<p class="p1">Os quartos são <strong>todos mistos</strong> para 4, 6 ou 8 pessoas, o preço é sempre o mesmo e inclui café da manhã. Tem calefação em todos os ambientes, chuveiros no estilo vestiário, porém bem aquecidos e com água quente. Há uma cozinha equipada disponível para os hóspedes e uma sala muito aconchegante com pufes, colchonetes e mesas baixas, que é a sala de Wi-Fi. Ali o pessoal fica navegando, conversando (em todas as línguas imagináveis), lendo e jogando “drinking games” em noites animadas regadas a vinho e Quilmes.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-5140"></span></p>
<p class="p1">Além disso, <strong>a decoração é linda</strong>, com paredes repletas de recados e fotos de hóspedes que já passaram por ali, os móveis rústicos são feitos pelo próprio dono do lugar, o <strong>Ale</strong>, que tem muita experiência nos trekkings da região e nos deu boas dicas.</p>
<p class="p1">Também trabalha no hostel de forma temporária a suíça <strong>Marisa</strong>, sempre muito prestativa e com inglês e espanhol impecáveis. Além dela, tem também o mascote <strong>Crem</strong>, que dá seus passeios pelas dependências do hostel e é muito amigável com todos os hóspedes.</p>
<p class="p1">Foi uma <strong>ótima estadia</strong>, era sempre reconfortante voltar para o hostel depois de alguns dias de camping e tomar um bom banho, cozinhar, atualizar o blog e conversar um pouco pela internet com nossas famílias e amigos, era quase como voltar para casa.</p>
<p class="p1"> <a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Hostel-Cruz-del-Sur-Fachada1.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5152" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Hostel-Cruz-del-Sur-Fachada1-1024x682.jpg" alt="Ushuaia - Hostel Cruz del Sur - Fachada" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Hostel-Cruz-del-Sur-Placa-de-distâncias.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5155" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Hostel-Cruz-del-Sur-Placa-de-distâncias-1024x682.jpg" alt="Ushuaia - Hostel Cruz del Sur - Placa de distâncias" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Hostel-Cruz-del-Sur-Fachada2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5153" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Hostel-Cruz-del-Sur-Fachada2-1024x682.jpg" alt="Ushuaia - Hostel Cruz del Sur - Fachada2" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Hostel-Cruz-del-Sur-Recepção.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5157" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Hostel-Cruz-del-Sur-Recepção-1024x682.jpg" alt="Ushuaia - Hostel Cruz del Sur - Recepção" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Hostel-Cruz-del-Sur-Entrada-e-sala-de-jantar.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5151" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Hostel-Cruz-del-Sur-Entrada-e-sala-de-jantar-1024x682.jpg" alt="Ushuaia - Hostel Cruz del Sur - Entrada e sala de jantar" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Hostel-Cruz-del-Sur-Relatos-nas-paredes.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5158" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Hostel-Cruz-del-Sur-Relatos-nas-paredes-1024x682.jpg" alt="Ushuaia - Hostel Cruz del Sur - Relatos nas paredes" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Hostel-Cruz-del-Sur-Quarto.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5156" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Hostel-Cruz-del-Sur-Quarto-1024x682.jpg" alt="Ushuaia - Hostel Cruz del Sur - Quarto" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Hostel-Cruz-del-Sur-Troca-de-livros1.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5160" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Hostel-Cruz-del-Sur-Troca-de-livros1-1024x682.jpg" alt="Ushuaia - Hostel Cruz del Sur - Troca de livros" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Hostel-Cruz-del-Sur-Corredor-e-computadores.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5148" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Hostel-Cruz-del-Sur-Corredor-e-computadores-1024x682.jpg" alt="Ushuaia - Hostel Cruz del Sur - Corredor e computadores" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Hostel-Cruz-del-Sur-Living-Room.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5154" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Hostel-Cruz-del-Sur-Living-Room-1024x682.jpg" alt="Ushuaia - Hostel Cruz del Sur - Living Room" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Hostel-Cruz-del-Sur-Área-externa.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5147" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Hostel-Cruz-del-Sur-Área-externa-1024x682.jpg" alt="Ushuaia - Hostel Cruz del Sur - Área externa" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Hostel-Cruz-del-Sur-Crem.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5149" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Hostel-Cruz-del-Sur-Crem-1024x682.jpg" alt="Ushuaia - Hostel Cruz del Sur - Crem" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Hostel-Cruz-del-Sur-Despedida.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5150" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Ushuaia-Hostel-Cruz-del-Sur-Despedida-1024x682.jpg" alt="Ushuaia - Hostel Cruz del Sur - Despedida" width="1024" height="682" /></a></p>
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		<title>A melhor trilha que não fizemos</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Feb 2015 14:34:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69def0512c2fd" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">D</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>epois de conversarmos muito com Ale (dono do hostel e que também gosta muito de trekking) e com Gabi (nosso amigo argentino) decidimos que a última trilha seria a<strong> Sierra Valdivieso</strong>, porém faríamos um circuito diferente do convencional.</p>
<p dir="ltr">Nós começaríamos pelo final do circuito tradicional, iríamos subir as cinco lagunas e retornar pelo mesmo caminho, enquanto o circuito tradicional inicia mais a frente na Ruta 3, contorna a serra, desce as lagunas e finaliza no ponto onde começamos.</p>
<p dir="ltr">Minha expectativa para essa trilha era muito alta mesmo, todos que conheciam falavam muito bem, que a paisagem era linda demais. Ao mesmo tempo falavam que era um trekking bem puxado e que a trilha não era demarcada, ou seja, quem quer que fosse fazê-la, teria que se preparar bem.</p>
<p dir="ltr">Um dos motivos pra escolhermos esse circuito alternativo era porque tínhamos pouco tempo, enquanto o tradicional era feito em cinco dias, <strong>nós só tínhamos três dias disponíveis</strong> e seria relativamente mais fácil, mas não foi bem assim&#8230;</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-5113"></span></p>
<p dir="ltr">Acordamos na terça com chuva e, mesmo assim, seguimos com o plano e torcendo pro tempo melhorar. Acabou que até arrumarmos todas as coisas e ter uma condição razoável pra partirmos <strong>nos atrasamos um pouco</strong>. Como não podíamos perder mais tempo, ao invés de esperar uma carona ou um ônibus, pegamos um táxi, opção <strong>rápida e cara</strong>, nos custou ARS 150,00 (Aprox. R$35,00) para chegar ao início da trilha.</p>
<p dir="ltr">Começamos a caminhada na entrada de uma propriedade particular onde um senhor muito gentil veio nos receber e confirmou que o caminho era por ali mesmo, mas ficou meio espantado por estarmos fazendo o circuito ao contrário. Comentou que várias pessoas fizeram a trilha nos últimos dias e que deveria estar razoavelmente bem marcada.</p>
<p dir="ltr">No início da caminhada enfrentamos uma chuva leve, como ainda não temos calças impermeáveis sentimos um pouco, mas por enquanto estava tranquilo. Seguimos por uma trilha bem aberta no início até cruzarmos uma segunda porteira, dali pra frente o caminho se fecha um pouco, mas <strong>ainda tinha uma direção bem visível</strong> e batia com o que estávamos vendo no GPS do celular.</p>
<p dir="ltr">Caminhamos por umas quatro horas até chegarmos em um ponto mais crítico onde a trilha se encerrou e tivemos que seguir um trecho pela <strong>turba</strong>, tipo de vegetação daqui que parece um pântano, mas com uma espécie de grama por cima que engana muito, parece fácil, mas te atola até o joelho se deres bobeira.</p>
<p dir="ltr">Nesse ponto já tínhamos <strong>ensopado as botas e as calças</strong> e estava ficando bem desconfortável seguir em frente. Tentamos entender porque diabos as botas haviam molhado tanto, pois são impermeáveis e em nenhum momento tivemos água acima do tornozelo, até agora não entendemos, mas teremos que ver isso, pois há poucas coisas que são piores no trekking do que ter os pés molhados em um clima frio como aqui.</p>
<p dir="ltr">Nesse momento eu já estava meio abalado psicologicamente, o fato de termos iniciado tarde, não conseguirmos progredir em uma velocidade boa, o clima não estar favorável, estar numa condição física ruim. <strong>Tudo isso começou a me afetar</strong> mais do que eu imaginava, as coisas pareciam estar fugindo do meu controle, e isso para o egocêntrico Diego é algo inconcebível. Bruna inclusive me perguntou se estava tudo bem, eu meio que tentei disfarçar e disse que sim.</p>
<p dir="ltr">Depois desse trecho de turba entramos novamente na floresta, mas desse ponto em diante simplesmente não havia <strong>nenhuma trilha demarcada</strong>, nem mesmo os caminhos que havíamos salvado no celular batiam com alguma coisa. Nesse momento decidimos parar pra almoçar e essa talvez foi nossa<strong> pior (ou melhor) decisão</strong>.</p>
<p dir="ltr">Quando paramos nossos corpos esfriaram e nem mesmo com o almoço tão desejado consegui me sentir bem. Tudo estava <strong>muito desconfortável</strong> e eu sentia um frio absurdo nos pés e mãos, nos pés praticamente no nível de dor. Nesse momento comecei a sentir medo. <strong>Medo de ter que enfrentar esse desconforto</strong> por tanto tempo e até mesmo de que ele aumentasse.</p>
<p dir="ltr">Começamos a conversar sobre o que faríamos: se seguiríamos, se acamparíamos ou se começávamos a retornar. E tenho que dizer que fui vencido pelo medo. Repare que digo fui, pois enquanto eu estava cogitando o que fazer e reclamando do frio intenso,  <strong>Bruna estava mais tranquila</strong>, estava com frio, claro, mas estava com tudo sobre controle.</p>
<p dir="ltr">Falei que deveríamos voltar, ela concordou e logo depois do almoço começamos a fazer o caminho de volta. Enquanto caminhávamos rumo à &#8220;segurança&#8221; eu fui recuperando minha sanidade mental. O frio absurdo começou a passar pois o corpo foi aquecendo enquanto nos exercitávamos e eu comecei a pensar se havia mesmo tomado a decisão certa.</p>
<p dir="ltr"><strong>Eu queria muito fazer a trilha</strong>, muito mesmo. Eu tinha em mente que essa seria o melhor trekking que faríamos aqui e ainda assim decidi voltar, repare o quão abalado eu deveria estar no momento da decisão. Enquanto voltávamos conversamos sobre o ocorrido, sobre meu breve momento de desespero, sobre o exercício de desapego que seria deixar de lado a suposta melhor trilha do local, sobre <strong>minha briga com meu ego</strong> e muitas outras coisas.</p>
<p dir="ltr">Retornamos até um ponto bom para acampar e ali ficamos por duas noites, no mesmo local, muito confortáveis e sem caminhadas longas. Ainda fazia frio, mas estamos bem equipados com relação a camping e o local era <strong>realmente muito bom</strong>, protegido do vento e próximo de água, então o conforto estava garantido. Passamos dois dias preguiçosos e para compensar o pouco esforço físico discutimos muito o que significaria aquela experiência pra gente.</p>
<p dir="ltr">Fizemos o caminho de volta muito contentes com tudo o que havia acontecido, apesar dos pesares havia sido uma <strong>bela trilha e um excelente aprendizado</strong>.</p>
<p dir="ltr">Quando chegamos a Ruta 3 o vento estava de cortar, em todos os nossos 22 dias aqui nunca havíamos enfrentado um tão forte e ainda tínhamos alguns quilômetros até o primeiro ponto de ônibus, contra aquele vento não seria uma tarefa fácil, mas não tínhamos outra opção então seguimos. Sempre tentando carona, claro, mas nossa sorte não andava muito boa nesse ponto.</p>
<p dir="ltr">Mas eis que surge uma Kombi verde no horizonte pra mudar essa situação. Com placas de Manaus, a Kombi era dirigida por um cara gente boníssima chamado Douglas. Sim, fomos salvos do vento cortante de Ushuaia por uma <strong>Kombi dirigida por um brasileiro com o mesmo nome do meu irmão</strong>. Se isso não é sorte, me desculpe, mas eu não sei o que é.</p>
<p dir="ltr">Douglas vinha acompanhado de Rebecca, uma austríaca que adora fotografar pássaros e grafites. Estão viajando há quase sete meses. O caminho até o hostel foi fantástico, trocamos várias dicas sobre os locais que iríamos visitar e em cada cruzamento que parávamos a Kombi virava o centro das atenções. Quando chegamos não foi diferente, Marisa e Carla vieram nos receber na porta só pra conferir ela de perto.</p>
<p dir="ltr">Nos despedimos de Douglas e Rebecca, agradecemos por tudo novamente e fomos pegar nossas últimas coisas que haviam ficado no hostel. Conversamos com Carla e Ale e nos disseram que estavam preocupados conosco, descobrimos que os dois últimos dias haviam sido os mais frios desde que chegamos. Que além da chuva praticamente constante, nevou em diversos pontos e que a temperatura chegou a bater <strong>2°C na cidade</strong>. No final das contas quase agradecemos por não termos enfrentado a montanha em condições tão adversas.</p>
<p dir="ltr">Eu poderia ter pirado sobre não ter conseguido fazer o trekking que mais queria, sobre ter tido um momento de medo gigante e sobre ter tomado uma decisão importante sem pensar direito. Ao invés disso, depois do ocorrido procurei <strong>manter a calma e procurei ao máximo aprender</strong> com o que tinha acontecido e tudo simplesmente pareceu correr a nosso favor. Talvez essa tenha mesmo sido<strong> a melhor trilha que (não) fizemos até agora</strong>.</p>
<p dir="ltr"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/uhsuaia-sierra-valdivieso-trilha.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5134" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/uhsuaia-sierra-valdivieso-trilha-1024x682.jpg" alt="uhsuaia-sierra-valdivieso-trilha" width="1024" height="682" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/uhsuaia-sierra-valdivieso-laguna-arco-iris.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5131" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/uhsuaia-sierra-valdivieso-laguna-arco-iris-1024x682.jpg" alt="uhsuaia-sierra-valdivieso-laguna-arco-iris" width="1024" height="682" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/uhsuaia-sierra-valdivieso-castoreira.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5128" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/uhsuaia-sierra-valdivieso-castoreira-1024x682.jpg" alt="uhsuaia-sierra-valdivieso-castoreira" width="1024" height="682" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/uhsuaia-sierra-valdivieso-rio-com-castoreira.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5133" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/uhsuaia-sierra-valdivieso-rio-com-castoreira-1024x682.jpg" alt="uhsuaia-sierra-valdivieso-rio-com-castoreira" width="1024" height="682" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/uhsuaia-sierra-valdivieso-ceu-e-turba.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5130" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/uhsuaia-sierra-valdivieso-ceu-e-turba-1024x682.jpg" alt="uhsuaia-sierra-valdivieso-ceu-e-turba" width="1024" height="682" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/uhsuaia-sierra-valdivieso-montes-pela-noite.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5132" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/uhsuaia-sierra-valdivieso-montes-pela-noite-1024x682.jpg" alt="uhsuaia-sierra-valdivieso-montes-pela-noite" width="1024" height="682" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Mapa-Sierra.jpg"><img class="aligncenter wp-image-5136" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/Mapa-Sierra.jpg" alt="Mapa Sierra" width="700" height="673" /></a></p>
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		<title>Dois dias, duas cascatas</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Feb 2015 13:22:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69def0513177b" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">E</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>ra sexta-feira e não pretendíamos dormir no hostel naquele dia. Não fizemos reserva, queríamos economizar e intercalar a hospedagem com camping tem se mostrado uma das formas mais eficazes de fazer isso.</p>
<p class="p1">Mandamos uma mensagem para o Gabriel pedindo uma indicação de bom local para camping e sua resposta foi “Los busco em media hora”, mais uma vez ele surpreendia com sua atenção e prestabilidade. Nos buscou e nos levou até um ponto na saída da cidade, cerca de um quilômetro depois do posto policial, na Ruta 3. Havia um mapa na entrada da trilha, explicando como chegar à <strong>Cascada de los Amigos</strong>, Gabriel ainda nos deu algumas instruções para que não nos perdêssemos, pois a trilha tinha algumas bifurcações.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-5098"></span></p>
<p class="p1">Nos despedimos e mais uma vez seguimos com nossas mochilas pelo rastro entre as flores amarelas que tanto vimos por aqui. O caminho era bem aberto e Gabriel havia dito que em certo momento passaríamos por uma castoreira, teríamos de cruzar um rio por uma ponte de troncos e seguir a trilha à esquerda. Encontramos o rio, mas não vimos a ponte, pensamos que poderia ter sido levada pelas águas, então atravessamos assim mesmo, pois havia muitos galhos derrubados pelos castores e passamos sem dificuldades, além do mais, podia-se ver que a trilha seguia por entre as árvores na margem oposta.</p>
<p class="p1">Caminhamos por mais de uma hora, chegamos a outro rio e começamos a pensar que <strong>o “desenho” do ambiente estava muito diferente do que tínhamos visto no mapa</strong>, não era para ter outro rio ali e a trilha deveria margear o anterior. Confusos, decidimos seguir um pouco por outra trilha mais à direita que tínhamos visto, mas logo percebemos que ela também <strong>não nos levaria a lugar algum</strong>. Por fim, bastante frustrados, decidimos voltar ao ponto onde atravessamos o rio e tentar encontrar outra trilha por ali.</p>
<p class="p1">Chegando ao rio avistamos duas mulheres à margem fazendo um lanche e pedimos se elas conheciam o caminho. Era a primeira vez que vinham, porém tinham a informação de que a trilha principal ainda seguia um pouco à frente, ou seja, não tínhamos de ter atravessado esse rio, <strong>interpretamos o caminho como mais curto do que realmente era</strong>.</p>
<p class="p1">Terminados os lanches, seguimos com elas. As duas eram amigas, já aposentadas que moravam em Ushuaia e simplesmente tiraram a tarde para passear na trilha. Eram super simpáticas, conheciam muito da região e nos contaram várias histórias interessantes.</p>
<p class="p1">Pois a trilha seguiu e a castoreira foi ficando cada vez maior, agora tínhamos certeza de estar passando pela correta. <strong>Que trilha linda!</strong> A castoreira era imponente, cercada por um pasto verde e amplo com vegetação rasteira e arbustos de calafate por todo o caminho. <strong>Montanhas nevadas emolduravam o camp</strong>o e para a beleza ficar completa, o sol brilhava intensamente. Logo chegamos à ponte e dessa vez não havia dúvidas. Atravessamos, o caminho seguiu lindo, depois naturalmente foi adentrando o bosque e ficando íngreme, mas ainda com a trilha bem aberta. Depois a trilha foi fechando, até que a orientação começou a ficar mais difícil, porém sabíamos que seria sempre próximo ao rio, então mesmo que às vezes não encontrássemos a trilha propriamente dita, sempre estávamos no rumo certo. <strong>O caminho de fato era muito mais longo que aparentava no mapa</strong> desenhado no início da trilha, percebemos que sua escala estava completamente equivocada. A certa altura eu e o Diego decidimos deixar as mochilas, pois estávamos fazendo um esforço enorme com elas nas costas, sendo que o plano era acampar na base.</p>
<p class="p1">Chegamos em um ponto próximo a um riacho e avistamos uma cachoeira ao longe, não tínhamos certeza se era aquela e havia um caminho do outro lado do riacho. A trilha não previa atravessar mais rios por ali, mas era tão pequeno que poderia facilmente ter sido ignorado no mapa. Atravessamos e seguimos por mais uns 40 minutos, até que ficou ainda mais difícil encontrar as trilhas. Resolvemos voltar, já estávamos cansados, precisávamos almoçar e começamos a pensar que realmente a cachoeira devia ser a que avistamos e a trilha deveria seguir para cima, margeando o rio.</p>
<p class="p1">Voltamos ao rio, Diego e eu paramos para cozinhar e as nossas companheiras seguiram para cima, em direção à cachoeira. Quando estávamos terminando de comer, elas retornaram. Aquele era mesmo o caminho certo e chegaram à cascata, conversamos mais um pouco e nos despedimos. Nós, que já tínhamos esfriado o corpo e estávamos cansados, <strong>ficamos ali mais um pouco, observando-a de longe</strong> e depois descemos, estávamos satisfeitos até ali.</p>
<p class="p1">Chegamos ao campo e não foi difícil escolher um local, já que haviam <strong>vários pontos propícios para montar a barraca</strong>. Todo o lugar era cortado por um rio, então tínhamos água em abundância, os arbustos e algumas árvores faziam a proteção perfeita contra o vento e o terreno era plano, coberto por uma grama verdinha. Nossa única precaução foi encontrar um lugar livre de espinhos de calafate, para não correr o risco de furar a barraca. Passamos uma ótima noite ali, <strong>uma noite de meditação e contemplação</strong>, onde paramos um pouco para refletir nossa conexão com aquele lugar e com tudo o que está acontecendo com a gente.</p>
<p class="p1">Gabriel nos buscou no mesmo local que nos deixou próximo à entrada as 14:00h do dia seguinte. Juntaram-se a nós sua irmã Mayra e Marisa. O destino seria mais uma cachoeira, dessa vez a <strong>Cascada Submarino</strong>. A entrada era também uma via secundária da Ruta 3, porém um pouco mais adiante da do dia anterior. Entramos com a caminhonete à direita por uma estrada de terra, com grandes buracos, foi <strong>praticamente um rally</strong>! Paramos o carro à frente de um rio, atravessamos a pé por entre galhos e seguimos por uma estrada ampla de terra, depois entramos à esquerda, onde havia uma marca entre a vegetação.</p>
<p class="p1">A trilha já começava subindo e margeava um rio pequeno, com algumas mini cascatas. Fomos subindo em meio as árvores, chegando mais tarde a uma castoreira e a um campo aberto. Era sábado e havia muitas pessoas fazendo o caminho, quase todos locais. O engraçado era que em diversos pontos da trilha perguntamos a quem voltava quando tempo faltava para a cascata e todos diziam “quarenta minutos”. Acabou sendo a trilha dos quarenta minutos para nós! Por fim chegamos a um campo mais aberto, porém úmido, com vegetação até os joelhos. Dali já conseguíamos avistar a cachoeira. Chegamos, fizemos fotos. Era muito bonita, <strong>cerca de 20 metros de queda, com um pequeno poço azul abaixo</strong>. Havia também uma laguna mais acima, porém nos disseram que o caminho era bastante íngreme, entre pedras e já estava um pouco tarde, então desistimos da ideia. Estava um pouco frio ali perto então logo descemos.</p>
<p class="p1">Paramos a certa altura para <strong>tomar mate e conversar</strong>. Foi uma trilha muito gostosa de fazer, bem leve e acompanhada de um clima muito amistoso. Começamos a falar sobre as diferenças entre Brasil e Argentina, de costumes a palavras. Passamos o caminho brincando com algumas formas de dizer coisas diferentes. Os três tentavam pronunciar palavras como “linguicinha” e “chimarrão” e voltavam a lembrar de ambas durante o percurso. Além disso, queriam saber o que significavam algumas palavras que apareciam em músicas brasileiras, por exemplo em <strong>“Bate forte o tambor, eu quero o tique-tique-tique-tique-ta”</strong> queriam saber o que era tique-tique-ta e rimos muito ao dizer que a palavra na verdade não existia, assim como tche-tche-re-re-tche-tche ou ilarilarilariê. Por que os brasileiros colocam palavras que não existem em suas músicas? Boa pergunta argentinos!</p>
<p class="p1">Descendo a trilha ainda pudemos avistar alguns castores nadando e comendo, o Diego ficou muito feliz porque conseguiu filma-los de pertinho.</p>
<p class="p1">Voltamos ao carro e pedimos que eles nos deixassem em algum lugar próximo à cidade onde pudéssemos acampar, pois tínhamos reserva no hostel somente no domingo. Eis que no meio do caminho começa uma chuva forte, acompanhada de muito vento e Gabriel foi categórico: “<strong>No pueden acampar con este tiempo, no hay como armar la carpa, pasen la noche em nuestra casa</strong>”. Ficamos muito felizes com o convite e quando chegamos e encontramos um local com banheiro e calefação, foi um alívio para o corpo. Nessa noite ainda fomos jantar no El Turco, gastamos um pouco mais, mas a comida era deliciosa e provei o famoso Creme Brulé de sobremesa, um “regalo” depois de dois dias acampando.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/cascada-de-los-amigos-01-trilha01.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5101" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/cascada-de-los-amigos-01-trilha01-1024x682.jpg" alt="cascada-de-los-amigos-01-trilha01" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/cascada-de-los-amigos-02-ponte-de-troncos.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5102" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/cascada-de-los-amigos-02-ponte-de-troncos-1024x682.jpg" alt="cascada-de-los-amigos-02-ponte-de-troncos" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/cascada-de-los-amigos-03-trilha02.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5103" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/cascada-de-los-amigos-03-trilha02-1024x682.jpg" alt="cascada-de-los-amigos-03-trilha02" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/cascada-de-los-amigos-04-castoreira.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5104" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/cascada-de-los-amigos-04-castoreira-1024x682.jpg" alt="cascada-de-los-amigos-04-castoreira" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/cascada-de-los-amigos-05-trilha03.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5105" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/cascada-de-los-amigos-05-trilha03-1024x683.jpg" alt="cascada-de-los-amigos-05-trilha03" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/cascada-de-los-amigos-06-vista-para-os-montes.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5107" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/cascada-de-los-amigos-06-vista-para-os-montes-1024x682.jpg" alt="cascada-de-los-amigos-06-vista-para-os-montes" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/cascada-de-los-amigos-08-cavalo-na-trilha.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5109" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/cascada-de-los-amigos-08-cavalo-na-trilha-1024x682.jpg" alt="cascada-de-los-amigos-08-cavalo-na-trilha" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/cascada-de-los-amigos-09-vista-de-longe.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5110" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/cascada-de-los-amigos-09-vista-de-longe-1024x682.jpg" alt="cascada-de-los-amigos-09-vista-de-longe" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/ushuaia-cascada-submarino-trilha02.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5118" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/ushuaia-cascada-submarino-trilha02-1024x682.jpg" alt="ushuaia-cascada-submarino-trilha02" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/ushuaia-cascada-submarino-trilha01.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5117" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/ushuaia-cascada-submarino-trilha01-1024x682.jpg" alt="ushuaia-cascada-submarino-trilha01" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/ushuaia-cascada-submarino-castoreira-pequena.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5116" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/ushuaia-cascada-submarino-castoreira-pequena-1024x683.jpg" alt="ushuaia-cascada-submarino-castoreira-pequena" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/ushuaia-cascada-submarino-trilha03.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5119" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/ushuaia-cascada-submarino-trilha03-1024x682.jpg" alt="ushuaia-cascada-submarino-trilha03" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/ushuaia-cascada-submarino-trilha04.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5120" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/ushuaia-cascada-submarino-trilha04-1024x682.jpg" alt="ushuaia-cascada-submarino-trilha04" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/ushuaia-cascada-submarino-castoreira-grande.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5115" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/ushuaia-cascada-submarino-castoreira-grande-1024x682.jpg" alt="ushuaia-cascada-submarino-castoreira-grande" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/ushuaia-cascada-submarino-vista-da-cascata-pessoal.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5122" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/ushuaia-cascada-submarino-vista-da-cascata-pessoal-1024x682.jpg" alt="ushuaia-cascada-submarino-vista-da-cascata-pessoal" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/ushuaia-cascada-submarino-vista-da-cascata.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5123" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/ushuaia-cascada-submarino-vista-da-cascata-1024x682.jpg" alt="ushuaia-cascada-submarino-vista-da-cascata" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1">
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		<title>Laguna de los Cinco Hermanos</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Feb 2015 11:21:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>
		<category><![CDATA[Trekking]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[camping]]></category>
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		<category><![CDATA[Laguna de los Cinco Hermanos]]></category>
		<category><![CDATA[Ushuaia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Já nesse trecho mais limpo podíamos ter uma vista linda para a cidade e os montes ao nosso redor, o que nos deu um gás a mais para o restante da subida. Depois desse trecho descampado se iniciaram as (também tradicionais) pedras. Parece que pouquíssimos tipos de vegetação sobrevivem aos cumes gelados de Ushuaia. Nesse trecho [&#8230;]</p>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69def051358dc" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">Q</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>uando começamos a pensar em um destino para o dia do aniversário da Bruna decidimos que teria que ser algo mais leve para que pudéssemos voltar ao hostel em tempo de conversar com os familiares e festejar com o pessoal daqui, mas ainda assim teria que ser algo belo, afinal de contas, eu tinha planejado um pedido de casamento, não poderia ser em qualquer lugar.</p>
<p class="p1">Quando Gabriel comentou sobre essa trilha que nos levaria a uma laguna pouco visitada e que tinha uma vista linda para a cidade e para o monte Olivia meus olhos brilharam, <strong>era essa</strong>. Ele nos fez um grande favor e foi nos buscar no hostel e nos deixou no início da trilha, tratou de explicar alguns detalhes e nos mandamos.</p>
<p class="p1">O início da trilha é muito similar com quase todas aqui da região, começamos passando por um <strong>bosque de lengas</strong> muito bonito. Depois do bosque, chegamos em um ponto onde podíamos ver uma bela cascata e se iniciava um campo mais aberto. A trilha até esse ponto não era difícil, era rasoavelmente demarcada e não era tão íngrime. Mas a partir desse ponto não havia muito caminho para seguir, então miramos o alto da montanha e começamos nossa &#8220;escalaminhada&#8221;, pois daqui pra frente o caminho se tornou bem mais íngrime e até agora não sabemos se pegamos o caminho errado ou se simplesmente era mais difícil mesmo.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-5045"></span></p>
<p class="p1">Já nesse trecho mais limpo podíamos ter uma vista linda para a cidade e os montes ao nosso redor, o que nos deu um gás a mais para o restante da subida. Depois desse trecho descampado se iniciaram as (também tradicionais) <strong>pedras</strong>. Parece que pouquíssimos tipos de vegetação sobrevivem aos cumes gelados de Ushuaia.</p>
<p class="p1">Nesse trecho final já estávamos bem cansados, a caminhada leve se mostrou não tão leve assim. Acho que subestimamos um pouco a trilha e como estávamos com o equipamento completo para camping a subida foi um pouco mais longa do que esperávamos.</p>
<p class="p1">Levamos 3 horas e meia para avistarmos a belíssima laguna, <strong>mas valeu cada segundo da subida</strong>, com certeza. Parece que falamos isso pra todas as paisagens daqui, mas é verdade. Uma vez que chegamos no local esperado parece que todo o cansaço dá lugar ao êxtase de contemplação do destino.</p>
<p class="p1">Depois de passarmos um tempo apreciando a paisagem comecei a procurar um bom espaço pra montar a barraca. Isso também se mostrou uma tarefa surpreendentemente difícil, pois praticamente não haviam lugares sem pedras e com uma proteção rasoável para o vento. Nossa barraca é excelente, mas um dos pontos negativos é que não se pode montar em lugares que não se pode fixar as estacas no chão (quase nem chega a ser um ponto negativo, pois várias barracas de alta montanha são assim, mas a maioria das barracas de formato iglu, por exemplo, não precisam ser fixadas). Acabamos encontrando um lugar plano e sem pedras, mas por garantia fizemos um &#8220;muro&#8221; de pedras ao redor da parte mais baixa da barraca para que o vento não nos prejudicasse tanto.</p>
<p class="p1">A noite veio, o pedido de casamento foi um sucesso e tivemos uma noite maravilhosa. A vista noturna da cidade e dos montes ao nosso redor é <strong>simplesmente demais pra explicar</strong>. A lua cheia também deu seu toque mágico para a paisagem. Com as luzes da cidade e mais a luz do luar num céu sem nuvens podíamos ver quase tudo como se fosse dia, foi realmente uma paisagem indescritível.</p>
<p class="p1">O dia seguinte amanheceu limpo como a noite anterior, praticamente sem nuvens e com um céu azul lindo, o que nos rendeu mais alguns bons cliques. Tomamos o café e começamos a descer. O caminho de volta foi mais rápido que a subida, pois a vista de cima nos permitiu fazer melhores escolhas de caminho na parte que não estava tão bem marcada e também pelo fato de descer ser relativamente mais fácil que subir, pois exige menos esforço muscular, porém força mais as articulações.</p>
<p class="p1">Terminamos com uma descida de duas horas até o início da trilha e caminhamos por mais 30 minutos até o ponto de ônibus mais próximo (o primeiro deste lado da rota 3, logo depois do posto policial). Aqui não se pode pagar a passagem do ônibus circular em dinheiro, somente com o cartão próprio para o transporte. Como não tínhamos tal cartão encontramos uma moça no ponto de ônibus que disse que faria a &#8220;transação&#8221; pra gente, entregamos o dinheiro pra ela (ARS 15,00) e ela descontou nossas duas passagens de seu cartão. O ônibus nos deixou a uma quadra do hostel, foi bom demais, bem melhor do que andar os 7 kilômetros de volta, pois nossos pedidos de carona nesse dia não estavam sendo muito eficientes.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5550.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5068" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5550-1024x683.jpg" alt="_MG_5550" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5560.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5069" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5560-1024x682.jpg" alt="_MG_5560" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5605.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5070" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5605-1024x682.jpg" alt="_MG_5605" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5674.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5071" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5674-1024x682.jpg" alt="_MG_5674" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5697.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5072" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5697-1024x682.jpg" alt="_MG_5697" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5698.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5073" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5698-1024x682.jpg" alt="_MG_5698" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5764.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5074" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5764-1024x682.jpg" alt="_MG_5764" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5800.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5075" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5800-1024x682.jpg" alt="_MG_5800" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5802.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5076" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5802-1024x683.jpg" alt="_MG_5802" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5807.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5077" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5807-1024x683.jpg" alt="_MG_5807" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5811.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5078" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5811-1024x682.jpg" alt="_MG_5811" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5889.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5079" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5889-1024x682.jpg" alt="_MG_5889" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_60401.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5080" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_60401-1024x682.jpg" alt="_MG_6040" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_6057.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5081" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_6057-1024x682.jpg" alt="_MG_6057" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_6069.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5082" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_6069-1024x682.jpg" alt="_MG_6069" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_6072.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5083" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_6072-1024x682.jpg" alt="_MG_6072" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_6077.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5084" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_6077-1024x682.jpg" alt="_MG_6077" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_61131.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5086" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_61131-1024x682.jpg" alt="_MG_6113" width="1024" height="682" /></a></p>
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		<title>Paso de Las Ovejas &#8211; Laguna del Caminante e Cañadon de las Ovejas</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2015 10:07:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69def0513a91c" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">V</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>entou muito durante a noite e acordamos com chuva. Por algum tempo ficamos dentro da barraca, dormindo e pensando que talvez nosso passeio tivesse que terminar por ali. Mas lá pelas 10:00h a chuva parou e pudemos tomar um café, desmontar as barracas e <strong>seguir novamente</strong>.</p>
<p class="p1">Voltamos praticamente para o ponto inicial da trilha, atravessando novamente a ponte capenga e então pegamos o caminho mais à esquerda (não há nenhuma placa indicativa para essa trilha, aí é pelo olho e pelo GPS mesmo). O caminho era aberto, porém bastante enlameado, sempre com a companhia de cavalos selvagens nesse trecho. Antes que pareça algo irreal (unicórnios?), cavalos selvagens são exatamente iguais aos normais, são dóceis, tem o pêlo brilhante e a única diferença é que não possuem a marcação a ferro dizendo quem é seu dono.</p>
<p class="p1">Seguimos por essa trilha, Katy sempre carregando o mate a tiracolo, João de olho no GPS e Diego com a câmera e em certa altura paramos para almoçar em um ponto um pouco mais limpo. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-5016"></span></p>
<p class="p1">Depois de meia hora de caminhada, chegamos a uma placa que indica o início do Parque Nacional Tierra del Fuego, porém essa é apenas uma demarcação territorial, pois estávamos muito longe de onde realmente fica a estrutura de base do parque. Nesse ponto nos alcança um casal com dois cães e começamos a conversar. Moradores de Ushuaia, o casal nos conta que faz várias trilhas na região e ele fazia esta pela terceira vez, conversamos um pouco e decidimos seguir juntos. Assim, se juntaram a nós Gabriel e Marisa e dessa forma conhecemos amigos que continuariam por perto durante toda a nossa estadia em Ushuaia.</p>
<p class="p1">Seguimos caminhando, agora ainda mais confiantes por termos junto alguém que já conhecia a trilha. Encontramos ainda mais um trio, europeus que faziam a trilha no sentido contrário de nós.</p>
<p class="p1">Em certo momento chegamos  a uma castoreira, onde, ao olhar para trás, avisto um rapaz correndo em nossa direção, estranhei a modalidade em plena trilha no meio da mata, mas tudo bem, imaginei que passaria por nós sem nem perguntar nossos nomes. A surpresa foi que abriu um enorme sorriso ao nos ver, parou e esbaforido falou que vinha correndo justamente para nos encontrar. Aniol (ou el maratonista, como o apelidamos depois) é um jovem espanhol que faz intercâmbio no Chile, estava em Ushuaia e resolveu fazer a trilha, mas estava com medo de se perder, quando encontrou os europeus que disseram que havia outro grupo caminhando cerca de meia hora à frente, se pôs a correr para nos encontrar.</p>
<p class="p1">E assim, <strong>passamos a ser sete</strong>: dois brasileiros, um português, uma chilena, um espanhol e dois argentinos. Um grupo divertido e que seguiu em diferentes ritmos. Passamos por &#8220;pontes&#8221; de todas as formas, de pedaços de madeira pregados, a simples troncos solitários de uma margem a outra dos rios. Naturalmente, em certo momento a trilha começa a ficar mais pesada, com trechos mais íngremes e por fim chega a um vale aberto, de beleza impressionante, onde encontramos a primeira placa do caminho que indica à direita a Laguna del Caminante e à esquerda o Cañadon de las Ovejas. Pegamos o rumo da direita, pois era onde iríamos acampar. Seguimos subindo em um caminho sinuoso pela encosta da montanha, porém com uma linda vista para o vale.</p>
<p class="p1">Para a Laguna del Caminante ainda descemos por uma pequena trilha bastante enlameada e atravessamos mais dois córregos, ali a sensação já tinha passado do <strong>cansaço ao êxtase</strong>, pois já podíamos avistar a magnífica laguna.</p>
<p class="p1">Esse acampamento foi particularmente divertido. Chegamos primeiro e começamos a montar as barracas, quando chega João com a roupa toda molhada. Havia se desequilibrado quando passava por um dos riachos. Em seguida Aniol nos conta que a garrafa de água que levava em sua mochila havia se destampado, molhando boa parte de seu conteúdo, incluindo o saco de dormir. Um azar! Acendemos uma fogueira em um local que já tinha marcas de fogo e colocamos todos os pertences de Aniol ao redor para secar. Já tinha anoitecido e todos prepararam seus jantares ao redor da fogueira, que também foi providencial pois a noite estava fria.</p>
<p class="p1">A certo ponto olhamos para o saco de dormir que estava secando em um tronco próximo à fogueira e… que tragédia! Havia um pequeno rombo causado pelo calor excessivo e o tecido começava a ficar com uma mancha escura e endurecida. Não era o dia de Aniol! Por sorte o afastamos em tempo e o estrago não foi tão grande. <strong>Depois de muitas risadas</strong> e conversas com mate ao redor da fogueira, fomos dormir, pois o dia seguinte seria longo.</p>
<p class="p1">Nós fomos os primeiros a acordar. Percebemos que por aqui o pessoal levanta mais tarde, talvez porque os dias são mais longos e nós estamos acostumados com os dias no Brasil, onde, se você vai fazer uma trilha, tem de saltar cedo. Aos poucos todos foram acordando, preparando seus cafés e desmontando as barracas. Antes do meio-dia já saíamos novamente até a placa, onde tomaríamos a direção contrária ao dia anterior, rumo ao <strong>Cañadon de las Ovejas</strong>. Logo no início já pudemos sentir o que nos esperaria por todo o caminho: encostas de montanhas formadas por pedras soltas e boas rajadas de vento. Aniol decide que iria mais rápido à frente (el maratonista ataca novamente), porque tinha que pegar um avião ainda naquela noite. Nós seguimos em nosso ritmo pelas pedras, parando em alguns momentos quando ventava mais. A paisagem ia mudando e agora tínhamos uma vista muito ampla do vale, cercados de montanhas e cachoeiras.</p>
<p class="p1">Katy começou a andar mais devagar, até que precisou parar. Fez um calo feio nos pés, então ela e João ficaram para trás, enquanto seguimos para encontrar local mais abrigado para almoçar. Assim, quando parássemos, nos alcançariam.</p>
<p class="p1">Quando adentramos o bosque de lengas pudemos parar e cozinhar. Em seguida os dois nos alcançaram e almoçaram também. Katy sentiu a falta de seu casaco e decidiu voltar para procurá-lo, enquanto isso, esperamos descansando e logo ela retornou triunfante com a peça em mãos.</p>
<p class="p1">Seguimos pelas lengas e quando a trilha começa a descer mais, se apresenta um dos trechos mais difíceis. Árvores enormes estavam caídas no meio da trilha e, com as mochilas cargueiras, dificultavam muito a mobilidade. Seguimos lentamente por essa parte, pois o caminho estava <strong>realmente muito obstruído</strong>.</p>
<p class="p1">Por fim, encerra-se o bosque e passamos a um pasto verde, cheio de flores e arbustos com <strong>calafates</strong>, pequeno fruto silvestre, de cor roxa, que dá nome a uma cidade argentina, também da Patagônia. A lenda é que se você quer voltar à Patagônia um dia, deve colher uma fruta e comer. Claro que o fizemos.</p>
<p class="p1">Finalizada a trilha, encontramos outra vez a Ruta 3, porém do outro lado da cidade, bem distante de onde iniciamos o trekking. A casa de Gabriel e Marisa era muito próxima e assim fomos até lá tomar um pouco de água e descansar. Gabriel, muito solícito, nos levou de volta ao hostel com seu carro, para que não precisássemos gastar com taxi, estávamos super cansados e a oferta de carona soou como música.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_51021.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5021" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_51021-1024x682.jpg" alt="Paso de las Ovejas" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-5022" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_51071-1024x682.jpg" alt="_MG_5107" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-5027" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_51521-1024x682.jpg" alt="_MG_5152" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-5028" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_51621-1024x682.jpg" alt="_MG_5162" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-5026" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_51401-1024x682.jpg" alt="_MG_5140" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-5031" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_52131-1024x682.jpg" alt="_MG_5213" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-5033" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_52291-1024x682.jpg" alt="_MG_5229" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_54121.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5035" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_52551-1024x682.jpg" alt="_MG_5255" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-5039" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_53151-1024x682.jpg" alt="_MG_5315" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-5036" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_52601-1024x682.jpg" alt="_MG_5260" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-5037" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_52861-1024x682.jpg" alt="_MG_5286" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-5038" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_52991-1024x683.jpg" alt="_MG_5299" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_53761.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5044" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_53761-1024x682.jpg" alt="_MG_5376" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_53741.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5043" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_53741-1024x682.jpg" alt="_MG_5374" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_53521.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5042" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_53521-1024x682.jpg" alt="_MG_5352" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_53431.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5041" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_53431-1024x682.jpg" alt="_MG_5343" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_52381.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5046" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_53821-1024x682.jpg" alt="_MG_5382" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_52291.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5048" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_54121-1024x682.jpg" alt="_MG_5412" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_52241.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5049" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_54291-1024x682.jpg" alt="_MG_5429" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_52131.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5050" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_54351-1024x682.jpg" alt="_MG_5435" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_51621.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5051" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_54481-1024x682.jpg" alt="_MG_5448" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-5052" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_54661-1024x682.jpg" alt="_MG_5466" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-5053" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_54801-1024x682.jpg" alt="_MG_5480" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-5054" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_54901-1024x682.jpg" alt="_MG_5490" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-5058" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_55091-1024x683.jpg" alt="_MG_5509" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-5060" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_55241-1024x682.jpg" alt="_MG_5524" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-5059" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_55131-1024x682.jpg" alt="_MG_5513" width="1024" height="682" /></p>
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		<title>Paso de Las Ovejas &#8211; Lagunas Encantada e de los Tempanos</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2015 14:20:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>O roteiro que escolhemos previa uma visita à Laguna de los Tempanos e à Laguna Encantada no primeiro dia. É possível fazer o Paso de las Ovejas em dois dias, deixando essas lagunas de lado, mas como íamos até lá, compensava adicionar um dia e fazer a trilha mais tranquilamente. Também é possível fazer apenas o percurso [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69def0513e753" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">P</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>ercorrer o “Paso de las Ovejas” era um plano que guardamos numa caixinha, no fundo da mochila. Queríamos muito fazer, pois <strong>poucas pessoas a percorrem</strong>, mas não tínhamos certeza se seria possível, já que não temos GPS e todos nos diziam que a trilha era um pouco complexa, com possibilidades de pegar caminhos errados.</p>
<p class="p1">Estávamos no hostel decidindo o que fazer, quando o português João nos disse que gostaria de fazer esse caminho também e, para nossa alegria, tinha um GPS! Ele, por sua vez, não tinha fogareiro e nós sim. Pronto, juntos tínhamos tudo o que precisávamos e em poucos minutos já estávamos preparando a rota e organizando os detalhes para a caminhada. Junto com a chilena Katy, formávamos um quarteto portunhol. <strong>Sabíamos que esse trekking iria exigir um pouco mais</strong> que os outros que fizemos, pois seriam três dias de caminhada árdua com a mochila completa com os equipamentos de camping nas costas, então procuramos pensar bem em cada detalhe, comprar a comida e o gás para que não faltasse (afinal, diferente do que nos aconteceu no parque nacional, ali não teríamos um restaurante para salvar a fome) e ainda organizar tudo de forma que as mochilas não ficassem tão pesadas, para isso, deixamos no hostel algumas coisas que não iríamos usar. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-5001"></span></p>
<p class="p1">O roteiro que escolhemos previa uma visita à Laguna de los Tempanos e à Laguna Encantada no primeiro dia. É possível fazer o Paso de las Ovejas em dois dias, deixando essas lagunas de lado, mas como íamos até lá, compensava adicionar um dia e fazer a trilha mais tranquilamente. Também é possível fazer apenas o percurso desse primeiro dia e conhecer as duas lagunas sem acampar, vale a pena porque são lindas.</p>
<p class="p1">Como estávamos em quatro pessoas, dividimos um taxi até a entrada da trilha, que custou ARS 25,00 para cada um. <strong>O início do caminho é um pouco confuso</strong> e é nessa hora que muitos não encontram as entradas, mas depois a trilha segue melhor demarcada e com o GPS, foi muito tranquilo até o final.</p>
<p class="p1">Caminhamos pela Turbalera repleta de flores amarelas e atravessamos um riacho por uma ponte capenga, mas que estava a 30cm do chão. Passamos por um trecho de pasto verde margeando o rio e pensamos que aquele seria um bom lugar para acampar na volta. Em seguida, entramos no bosque e começamos a andar pela trilha, quando surgiu a ideia de <strong>deixar as mochilas com os equipamentos mais pesados</strong> escondidas em algum canto por ali (tomando o cuidado de envolver tudo com a capa da barraca, como proteção caso chovesse), já que naquele dia iríamos fazer o caminho de volta para acampar. Foi ótimo porque subimos leves, levando apenas a mochila de ataque com itens pequenos.</p>
<p class="p1">A trilha é bem demarcada e segue no meio da mata, vai virando subida até o ponto em que ela se divide e você pode escolher ir para a direita, caminhar por meia hora e chegar à Laguna Encantada, ou por uma hora e meia à esquerda, chegando à Laguna de los Tempanos. Como a intenção era conhecer ambas e tínhamos tempo, pois dedicaríamos aquela tarde somente a este trajeto, pegamos primeiro o caminho da direita. Subimos e chegando lá começou uma garoa fina, mas não durou muito e logo pudemos aproveitar a paisagem. É muito bonito, passa por um <strong>bosque de lengas retorcidas</strong> e termina em uma lagoa de águas cristalinas cercada por muito verde e as montanhas ao fundo.</p>
<p class="p1">Voltamos novamente ao ponto de convergência e seguimos para a trilha que leva à Laguna de los Tempanos. Nesse ponto <strong>a subida ficou um pouco mais íngreme</strong>. Em um momento avistamos uma cachoeira ao longe, à nossa esquerda, e abaixo dela uma laguna de água leitosa e azul e por alguns instantes pensamos que havíamos passado do ponto de entrada, porém essa era apenas mais uma das centenas de lagunas que se formam nessa região e não era a nossa.</p>
<p class="p1">Por fim, saímos do bosque e chegamos a uma pequena cachoeira onde já se podia avistar o glaciar onde queríamos chegar. Continuamos subindo, agora entre pedras, por cerca de meia hora, até que chegamos ao nosso ponto. Linda, majestosa Laguna de los Tempanos! <strong>Azul, cercada de pedras e com um glaciar enorme de plano de fundo</strong>. Era incrível estar ali observando uma das paisagens mais lindas que já vimos por aqui.</p>
<p class="p1">Infelizmente estava ficando tarde e tínhamos que descer para <strong>montar acampamento</strong> antes que anoitecesse. Descemos, pegamos nossas coisas e fomos para o mesmo lugar próximo ao rio. Estávamos cansados e já estava escurecendo. Terminamos de montar a barraca usando lanternas, mas deu tudo certo. Cozinhamos o jantar e fomos dormir, o dia havia sido cansativo, mas outra vez cheio de paisagens maravilhosas.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_4711.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4941" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_4711-1024x682.jpg" alt="_MG_4711" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-4942" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_4725-1024x682.jpg" alt="_MG_4725" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-4943" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_4726-1024x682.jpg" alt="_MG_4726" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-4944" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_4729-1024x682.jpg" alt="_MG_4729" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-4957" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5070-1024x682.jpg" alt="_MG_5070" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-4946" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_4757-1024x682.jpg" alt="_MG_4757" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-4951" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_4841-1024x682.jpg" alt="_MG_4841" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-5004" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_4828-1024x682.jpg" alt="_MG_4828" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-4949" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_4834-1024x682.jpg" alt="_MG_4834" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-4950" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_4840-1024x682.jpg" alt="_MG_4840" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-4953" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_4864-1024x683.jpg" alt="_MG_4864" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-4952" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_4850-1024x682.jpg" alt="_MG_4850" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_4976.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4955" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_4976-1024x682.jpg" alt="_MG_4976" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_4956.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4954" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_4956-1024x682.jpg" alt="_MG_4956" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1">
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		<title>De veleiro pelo Canal de Beagle</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Feb 2015 18:40:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>
		<category><![CDATA[Navegação]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Canal de Beagle]]></category>
		<category><![CDATA[fim do mundo]]></category>
		<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[Isla H]]></category>
		<category><![CDATA[Ushuaia]]></category>
		<category><![CDATA[veleiro]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>No dia seguinte, as 9:30hs estávamos lá. Descobrimos que todos os outros tripulantes estavam hospedados no mesmo hostel que nós (inclusive o carioca Hugo, com quem já havíamos conversado), além de canadenses, ingleses, holandeses&#8230; E o passeio se deu num clima muito amistoso. Não tinha muito vento favorecendo o percurso, então fomos a motor pelas ilhas [&#8230;]</p>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69def05141d59" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">B</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>arco pequeno, barco grande, catamarã, muita gente, pouca gente, exclusivo, diferenciado, não-convencional, com caminhada, com café, com cerveja artesanal&#8230;</p>
<p class="p1">A região próxima ao porto de Ushuaia está cheia de casinhas que oferecem toda sorte de <strong>navegações pelo canal de Beagle.</strong> Ouvimos todas as explanações sobre o quanto cada um deles era imperdível e por fim, um veleiro. Um pequeno veleiro para dez pessoas, no más, que nos levaria pelo canal, passando por diversas ilhas e parando em uma delas para uma caminhada, foi o eleito.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div><span id="more-4887"></span></p>
<p class="p1">No dia seguinte, as 9:30hs estávamos lá. Descobrimos que <strong>todos os outros tripulantes</strong> estavam hospedados no mesmo hostel que nós (inclusive o carioca Hugo, com quem já havíamos conversado), além de canadenses, ingleses, holandeses&#8230; E o passeio se deu num clima muito amistoso.</p>
<p class="p1">Não tinha muito vento favorecendo o percurso, então fomos a motor pelas ilhas (o que nos deixou um pouco decepcionados, porque escolhemos esse passeio justamente para experimentar a sensação de velejar). Em uma delas, a <strong>Isla H</strong>, paramos e fizemos uma caminhada. O guia ia nos contando aspectos da fauna e da flora e vimos os cormoranes (aqueles pássaros que parecem pinguins, mas não são) bem de pertinho com seus filhotes.</p>
<p class="p1">Passamos também pela ilha dos leões marinhos e foi incrível ver aqueles grandalhões tomando sol. Tivemos a sorte de ver até um filhote mamando, coisa linda!</p>
<p class="p1">No final o grupo estava muito empolgado, mas todos ainda sentiam falta das velas, não estávamos nesse passeio para ir a motor. <strong>O capitão então foi generoso</strong>, subiu as velas e nos levou por uma volta assim, levados pelo vento. Nem sei como descrever a sensação, foi emocionante. Se você tiver a oportunidade, passeie em um veleiro um dia, vale muito a pena!</p>
<p class="p1">Esse foi nosso passeio mais caro e o único até agora nessa faixa de valor. Custou ARS 650,00 para cada um, mais ARS 15,00 de taxa portuária (em reais, deu mais ou menos R$ 170,00 cada). <strong>Valeu a pena</strong> e valeu cada dia que passamos no perrengue depois pra compensar o gasto extra desse dia.</p>
<p class="p1"> <img class="aligncenter size-large wp-image-4890" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_4322-1024x682.jpg" alt="_MG_4322" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-4892" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_4369-1024x682.jpg" alt="_MG_4369" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-4893" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_4384-1024x682.jpg" alt="_MG_4384" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-4894" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_4388-1024x682.jpg" alt="_MG_4388" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-4895" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_4395-1024x682.jpg" alt="_MG_4395" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-4896" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_4400-1024x682.jpg" alt="_MG_4400" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-4897" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_4431-1024x682.jpg" alt="_MG_4431" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-4900" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_4466-1024x683.jpg" alt="_MG_4466" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-4899" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_4457-1024x682.jpg" alt="_MG_4457" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-4898" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_4444-1024x682.jpg" alt="_MG_4444" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-4901" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_4481-1024x682.jpg" alt="_MG_4481" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-4891" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_4344-1024x682.jpg" alt="_MG_4344" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-4902" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_4501-1024x682.jpg" alt="_MG_4501" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-4903" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_4534-1024x682.jpg" alt="_MG_4534" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-4904" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_4562-1024x682.jpg" alt="_MG_4562" width="1024" height="682" /></p>
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		<title>O lugar e o tempo certo para se dizer sim</title>
		<link>http://anaturezahumana.com/2015/02/o-lugar-e-o-tempo-certo-para-se-dizer-sim/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Feb 2015 00:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Laguna de los Cinco Hermanos]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Ushuaia]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Feitos as nossas &#8220;tarefas&#8221; do dia, estávamos livres. A partir desse momento, cada minuto pareceu levar uma hora pra passar, eu segui fazendo algumas fotos e vídeos pra me ocupar, enquanto isso a Bruna ficou organizando algumas coisas na barraca. As horas foram passando e a meia noite estava ficando mais próxima. No intervalo de cada clique [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69def05144fef" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">D</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>ia 03 de fevereiro de 2015, faltava um dia. A cabeça simplesmente não conseguia descansar, toda música, toda conversa, todo momento parecia me lembrar: : &#8220;<strong>é amanhã</strong>&#8220;.</p>
<p>Iniciamos a trilha para a <strong>Laguna de los Cinco Hermanos</strong>, coloquei o fone de ouvido e tentei esconder minha ansiedade, não sei se fui bem sucedido nesse ponto. Essa trilha não era uma escolha muito comum entre os destinos daqui de Ushuaia, era conhecida entre os locais, mas pouco divulgada, talvez por isso tenhamos escolhido ela para um dia tão especial.</p>
<p>Chegamos ao destino no meio da tarde, começamos a montar acampamento (o que se mostrou uma tarefa mais difícil que o comum, porque o terreno era bem mais &#8220;problemático&#8221; do que os outros que já havíamos encontrado), a Bruna foi preparar nosso almoço e eu fui fotografar o local e os arredores.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-4878"></span></p>
<p class="p1">Feitos as nossas &#8220;tarefas&#8221; do dia, estávamos livres. A partir desse momento, cada minuto pareceu levar uma hora pra passar, eu segui fazendo algumas fotos e vídeos pra me ocupar, enquanto isso a Bruna ficou organizando algumas coisas na barraca. As horas foram passando e a<strong> meia noite estava ficando mais próxima</strong>.</p>
<p class="p1">No intervalo de cada clique eu repassava em minha cabeça um discurso que nunca preparei, tentava inventar palavras pra algo que não se pode explicar. Nesse meio tempo, até o clima resolveu colaborar, chegamos lá em cima com um vento cortante e nesse momento o céu ficou limpo e o vento amenizou.</p>
<p class="p1">Fui até a barraca, inventei alguma desculpa pra pegar algo em minha mochila e saí com o &#8220;presente&#8221; em minha mão, voltei até onde estava fazendo as fotos e decidi que era a hora. Nem era meia noite ainda, mas que diabos isso importava?! Éramos só eu e ela, a paisagem, o sentimento, a vida&#8230; O tempo?! O tempo que se preocupe com as coisas dele, <strong>eu já não conseguia mais me segurar</strong>.</p>
<p class="p1">Nessa hora vi que a Bruna estava lendo na barraca, chamei ela, disse que estava lindo ali fora, que ela deveria por um casaco e ficar ali olhando a paisagem por um tempo. Ela sentou do meu lado, se aconchegou em meu ombro e <strong>simplesmente nada</strong> do que eu tinha pensado em falar saiu.</p>
<p class="p1">Começamos a falar do quanto estava sendo mágica a viagem, as paisagens e tudo o que estava acontecendo conosco. Foi nesse momento que eu senti que não havia nada que eu precisasse falar, <strong>eu precisava simplesmente ser</strong>. O que estamos sentindo um pelo outro, nosso sentimento por tudo o que está acontecendo, nosso anseio por tudo que ainda está por vir, isso não são coisas que se coloca em um discurso.</p>
<p class="p1">Chegou num ponto da conversa em que falei que queria passar o resto da minha vida com ela e ela disse:<br />
&#8211; Eu também, meu amor.<br />
&#8211; Não, acho que você não está entendendo. &#8211; Respondi.</p>
<p class="p1">Fiz tudo como manda o roteiro, me ajoelhei em frente a ela e perguntei:</p>
<p class="p1">- <strong>Você quer casar comigo?</strong></p>
<p class="p1">Ela me beijou e me abraçou forte.</p>
<p class="p1">Momentos depois já discutíamos como ia ser a cerimônia, a festa e tudo mais. Fizemos como já havíamos feito tantas outras vezes, só com uma diferença: <strong>dessa vez é pra valer.</strong></p>
<p class="p1">
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