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	<title>A Natureza Humana &#187; Vídeo</title>
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		<title>Cowspiracy &#8211; O segredo da sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2016 15:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O filme conta com uma série de entrevistas com pessoas de diversas ONG&#8217;s ambientalistas a nível mundial e pessoas influentes na discussão. Kip parou para analisar a postura das grandes ONG&#8217;s e nenhuma delas estava dando a devida importância para a degradação do meio ambiente causada pela pecuária. Segundo relatórios da ONU, a pecuária atualmente é o maior causador de diversos problemas ecológicos. [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e4780959548" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">H</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>á algum tempo <a title="Home, um documentário que tem algumas verdades pra te falar" href="http://anaturezahumana.com/2015/11/home-um-documentario-que-tem-algumas-verdades-pra-te-falar/" target="_blank">comentamos sobre o documentário Home</a>, do <a title="Yann Arthus-Bertrand - Wikipédia" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Yann_Arthus-Bertrand" target="_blank">Yann Arthus-Bertrand</a> e seguindo na mesma linha de sustentabilidade resolvemos fazer também um post sobre um outro filme que levantou vários outros questionamentos, o <a title="Cowspiracy - Wikipédia" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Cowspiracy" target="_blank">Cowspiracy</a>.</p>
<p>Esse documentário foi produzido e dirigido por <strong>Kip Andersen e Keegan Kuhn</strong>. Kip é quem aparece durante todo o documentário entrevistando e buscando as respostas para os problemas que está encontrando, enquanto Keegan é o &#8220;cara por trás das câmeras&#8221;. Guarde esses nomes, esses caras merecem ser lembrados.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Review-Therm-a-Rest-Trail-Lite-Isolante-térmico-Diego-deitado.jpg"> <span id="more-6691"></span></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/02/Cowspiracy-03.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6696" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/02/Cowspiracy-03-1024x576.jpg" alt="Cowspiracy - 03" width="1024" height="576" /></a></p>
<p class="p1">O filme conta com uma série de entrevistas com pessoas de diversas ONG&#8217;s ambientalistas a nível mundial e pessoas influentes na discussão. Kip parou para analisar a postura das grandes ONG&#8217;s e <strong>nenhuma delas estava dando a devida importância</strong> para a degradação do meio ambiente causada pela pecuária.</p>
<p class="p1">Segundo relatórios da ONU, <strong>a pecuária atualmente é o maior causador de diversos problemas ecológicos</strong>. Entre eles estão a liberação do CO2 e do Metano que contribuem para o efeito estufa; a contaminação do solo, mananciais e por fim dos oceanos através dos dejetos; o desmatamento de grande parte das florestas para plantio de grãos para rações ou para pastoreio e um dos índices que mais nos chocou foi sobre o consumo de água.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/02/Cowspiracy-02.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6694" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/02/Cowspiracy-02-1024x576.jpg" alt="Cowspiracy - 02" width="1024" height="576" /></a></p>
<p class="p1">Cada um desses grandes problemas <strong>gera uma série de outros problemas por si só</strong>. O efeito estufa causa o degelo das calotas polares e glaciares, aumentando o nível do mar e pode no futuro deixar países inteiros em baixo d&#8217;água. A poluição do solo e da água mata e prejudica diversas espécies, inclusive a nossa e o impacto desses dejetos segue até os oceanos alterando também a vida marinha. O desmatamento está destruindo o &#8220;pulmão do mundo&#8221;, a humanidade não percebeu bem ainda, mas precisamos do oxigênio pra viver; extinção de espécies e erosão também estão diretamente ligadas ao desmatamento.</p>
<p class="p1">Mas isso meio que todo mundo já sabe, não?! Pois bem, aguarde até ver os números apresentados no documentário, enquanto você está aí, economizando no banho, andando de bicicleta ou de transporte coletivo, apagando todas as luzes e tirando todos os equipamentos da tomada porque o <em>Stand By</em> consome energia, os grandes produtores colocam uma cabeça de gado a mais no seu rebanho e <strong>jogam toda essa economia no lixo</strong>. Parece extremista da minha parte, não?! Eu gostaria que fosse, o grande problema é que não é.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/02/Cowspiracy-01.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6695" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/02/Cowspiracy-01-1024x576.jpg" alt="Cowspiracy - 01" width="1024" height="576" /></a></p>
<p class="p1">O filme ainda explica um pouco sobre o sistema de pesca em escala industrial e como ele está acabando com boa parte da vida marinha. Também mostra alguns relatos de assassinatos de ambientalistas que, só no Brasil, somam <strong>mais de 1100 casos</strong>, incluindo o caso da <a title="Dorothy Stang - Wikipédia" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dorothy_Stang" target="_blank">Irmã Dorothy</a> que ganhou bastante atenção na mídia.</p>
<p class="p1">Bom, tudo isso e nenhuma das grandes ONG&#8217;s falava a respeito do problema, isso levou ao questionamento de lobbies gigantes da indústria pecuária. Uma relação bastante simples, ONG&#8217;s são apoiadas pelos grandes produtores em troca de um <strong>silêncio conveniente</strong> sobre os problemas causados por eles.</p>
<p class="p1">E eu não poderia terminar o post sem falar em vegetarianismo ou veganismo, mas eu não queria citar isso no início do post simplesmente porque essas palavras ainda assustam, infelizmente. Mas não, <strong>Cowspiracy não é um filme sobre vegetarianismo e pela luta dos direitos animais</strong>, isso é um &#8220;dano colateral&#8221;. <strong>Cowspiracy é um filme sobre sustentabilidade</strong> e mostra que alimentar 7 bilhões de pessoas com uma dieta baseada em carnes, ovos e lacticínios é simplesmente insustentável.</p>
<p><iframe width="1100" height="619" src="https://www.youtube.com/embed/DQCs-an-uBc?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p class="p1">O filme está disponível no Netflix e também pode ser <a title="Cowspiracy - The Sustainability Secret" href="http://www.cowspiracy.com/" target="_blank">comprado diretamente no site oficial</a>. Eu sinceramente gostaria muito que essa discussão permanecesse em pauta, que começássemos a buscar alternativas e que cada um de nós, <strong>pouco a pouco, fizesse a sua parte</strong>. Há três anos eu e a Bruna decidimos virar vegetarianos, mais pelos direitos animais e pelo processo de produção da carne do que pela sustentabilidade, justamente porque desconhecíamos esses dados. Gradativamente seguimos tentando melhorar e consumir ainda menos ovos e lacticínios e em um futuro breve plantarmos uma parte do que necessitamos. Mudando nossos hábitos conseguimos mudar o comportamento do mercado e assim mudamos a postura da indústria. <strong>É o clichê mais clichê que existe, mas se cada um fizer a sua parte a gente chega lá.</strong></p>
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		<title>Home, um documentário que tem algumas verdades pra te falar</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2015 16:09:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>O documentário transmite um pouco da história de como é a vida em nosso planeta desde o início dela e de como foi e está sendo o processo de transformação dessa vida até hoje. Pode parecer forçado, mas não posso deixar de fazer um paralelo com o nome do nosso projeto, A Natureza Humana, para mim, o filme traduz [&#8230;]</p>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e478095e96c" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">J</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>á havíamos ouvido falar muito bem a respeito do documentário <a title="Home - Wikipédia" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Home_(document%C3%A1rio)" target="_blank"><strong>Home</strong></a>, assim como a série de documentários mais recente do mesmo diretor/produtor: Human. Mas até então não o havíamos assistido, resolvemos fazer isso essa semana e não podemos deixar de elogiá-lo.</p>
<p><a title="Yann Arthus-Bertrand - Wikipédia" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Yann_Arthus-Bertrand" target="_blank">Yann Arthus-Bertrand</a> é um  fotógrafo, jornalista, repórter e ambientalista francês que no início de sua carreira tinha o foco em fotografia de animas, mas depois deu uma guinada e passou a trabalhar mais com fotografias aéreas. E falando do Home em si, ele foi todo <strong>produzido com tomadas aéreas</strong> ao redor de praticamente todo o nosso exuberante e lindo planeta.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Review-Therm-a-Rest-Trail-Lite-Isolante-térmico-Diego-deitado.jpg"> <span id="more-6659"></span></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Home-2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6664" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Home-2-1024x576.jpg" alt="Home - Documentário - 02" width="1024" height="576" /></a></p>
<p class="p1">O documentário transmite um pouco da história de como é a vida em nosso planeta desde o início dela e de como foi e está sendo<strong> o processo de transformação dessa vida até hoje</strong>. Pode parecer forçado, mas não posso deixar de fazer um paralelo com o nome do nosso projeto, A Natureza Humana, para mim, o filme traduz um pouco dessa essência.</p>
<p class="p1">Home mostra o processo natural da formação do nosso planeta, do que existia quando ainda não havia vida, do início dela, da transformação dessa vida através das plantas e dos outros animais e finalmente até o momento em que chegamos nós, humanos. <strong>E é nesse momento que a crítica do filme aparece</strong>.</p>
<p class="p1">A partir do momento em que chegamos ao planeta começamos o nosso caminho de &#8220;evolução&#8221; até o estado que nos encontramos hoje, onde boa parte de toda a beleza e exuberância do planeta que eu citei lá no início do post <strong>já foi devastada por nós</strong>.</p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-6665" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Home-3-1024x576.jpg" alt="Home - Documentário - 03" width="1024" height="576" /></p>
<p class="p1">O filme faz essa crítica ao sistema de consumo moderno, onde a maioria da população está consumindo bens supérfluos, uma minoria luta por subsistência passando por dificuldades extremas e enquanto tudo isso ocorre o planeta aparentemente ruma para um <strong>destino não muito agradável</strong>.</p>
<p class="p1">E de uma forma simplista (talvez até demais) vou resumir isso tudo em apenas uma palavra: <strong>consumo</strong>. Toda essa degradação do planeta, grande parte dos desastres &#8220;naturais&#8221;, a essência da desigualdade social, as grandes guerras e os problemas sociais que vem juntos com elas. Tudo isso está relacionado ao consumo e, quer você queira ou não, <strong>você e eu fazemos parte disso</strong>.</p>
<p class="p1"><strong>E não, não vou dizer para você deixar de consumir</strong>. Quem me conhece um pouco melhor sabe que não sou contra o consumo de forma geral, que sou a favor do desenvolvimento tecnológico e de boa parte das maravilhas do mundo moderno. O grande problema em si não é o consumo, mas o <strong>consumo inconsciente</strong>. O consumo pelo simples fato de consumir. O consumo por impulso. O consumo que nos é vendido e que a gente nem percebe.</p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-6666" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Home-4-1024x576.jpg" alt="Home - Documentário - 04" width="1024" height="576" /></p>
<p class="p1">Por isso minha mensagem é simples, mas te juro que é muitíssimo eficaz. Para cada conta que você paga, para cada real que sai do seu bolso, <strong>tente refletir de onde ele veio e para onde ele vai</strong>. Quantas pessoas foram necessárias para produzir o que você está consumindo, quanta energia foi demandada para produzi-lo e para chegar até você e, por final, como ele vai ser descartado.</p>
<p class="p1"><strong>Consumo consciente é a chave.</strong> Pesquise mais sobre o que consome, sobre as empresas que fabricam o que você vai consumir (você concorda com os ideais deles?), dê preferência à alternativas locais e de menos impacto e principalmente se pergunte se você precisa mesmo daquilo que vai consumir. Nós temos a faca e o queijo na mão, nós controlamos boa parte da demanda do mercado, não se esqueça disso. Toda ação tem uma reação, <strong>você faz parte do todo, não negligencie essa responsabilidade</strong>.</p>
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		<title>Passeio Ciclístico em Jaraguá do Sul</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2015 20:19:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[bike]]></category>
		<category><![CDATA[Jaraguá do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Passeio Ciclístico]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>E u nunca havia participado de nenhum passeio ciclístico até então, mas o 1º Sunday Bykedays foi uma ótima primeira experiência. O clima durante todo o percurso de 50 quilômetros foi bem amigável e passamos por algumas estradas muito bonitas aqui de Jaraguá. Parabéns a organização do evento e a todos que participaram, que venham [&#8230;]</p>
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			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e4780964369" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">E</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>u nunca havia participado de nenhum passeio ciclístico até então, mas o 1º Sunday Bykedays foi uma ótima primeira experiência. O clima durante todo o percurso de 50 quilômetros foi bem amigável e passamos por algumas estradas muito bonitas aqui de Jaraguá. Parabéns a organização do evento e a todos que participaram, que venham outros mais!</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
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		<title>Cozinha de Mochileiro &#8211; equipamentos e dicas</title>
		<link>http://anaturezahumana.com/2015/11/comida-de-mochileiro-equipamentos-e-dicas/</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2015 18:56:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[camping]]></category>
		<category><![CDATA[cozinha]]></category>
		<category><![CDATA[mochilão]]></category>
		<category><![CDATA[viagem]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>A primeira grande dica de comida mochileira é: peso e volume. Sempre ao comprar comida para carregar na mochila levávamos em conta esses dois fatores. Comida liofilizada é certamente a melhor opção, porém nem sempre é fácil de encontrar, nem muito barato, então vamos tentar dar algumas dicas de comidas que podem ser encontradas em qualquer [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e478096fa51" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">C</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>ozinhar tendo como vista uma linda lagoa com um glaciar ao fundo e nenhum sinal de civilização à vista é um privilégio indescritível. Porém é preciso estar preparado com os equipamentos e alimentos certos para não passar aperto. Quando fazemos um mochilão é preciso pensar em cada item que vai fazer parte da mochila e os alimentos não devem ser deixados de lado, especialmente quando se faz uma viagem de aventura, que inclui dias de trekking em lugares onde nem sempre existe um mercado próximo para comprar o pão de cada dia. Não somos especialistas na área, mas depois de alguns meses cozinhando dessa maneira diversas vezes, aprendemos algumas coisas que queremos dividir com vocês. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Review-Therm-a-Rest-Trail-Lite-Isolante-térmico-Diego-deitado.jpg"> <span id="more-6514"></span></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Acampamento-de-Agostini.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5596" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Acampamento-de-Agostini.jpg" alt="El Chaltén - Acampamento de Agostini" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">A primeira grande dica de comida mochileira é: <b>peso e volume</b>. Sempre ao comprar comida para carregar na mochila levávamos em conta esses dois fatores. Comida liofilizada é certamente a melhor opção, porém nem sempre é fácil de encontrar, nem muito barato, então vamos tentar dar algumas dicas de comidas que podem ser encontradas em qualquer supermercado e que fazem sucesso na trilha.</p>
<p class="p1">A nossa segunda dica é: <b>nutrientes</b>. A comida tem que dar conta do recado, simples assim. Você provavelmente está fazendo um grande esforço físico e precisa se alimentar bem, porém não pode preparar uma panelada de feijão, afinal vocês já viu o tamanho das panelas de camping? Um pouco de comida tem que te alimentar.</p>
<p class="p1">Terceira dica: <b>cozimento rápido </b>ou inexistente. Dica básica, mas às vezes esquecida. Em uma trilha levamos fogareiro e combustível para ele. Por motivos óbvios, leva-se pouco combustível, então a ideia é que os alimentos cozinhem o mais depressa possível e que você também tenha à mão algumas opções de alimentos que possam ser consumidos sem o uso de fogo.</p>
<p class="p1">Dadas as dicas iniciais, vamos à parte prática.</p>
<p class="p1"><strong><br />
COMO SÃO EQUIPADAS AS COZINHAS DOS GRANDES CHEFS MOCHILEIROS?</strong></p>
<p class="p1"><strong><br />
</strong>Uma cozinha mochileira autêntica possui um <b>fogareiro portátil</b> de uma boca somente. Ele deve ser pequeno e leve e você pode escolher entre diversos modelos disponíveis no mercado, uma das diferenças mais importantes é o <b>tipo de combustível</b> que ele utiliza. É bom ficar de olho nisso e testar antes de sair de casa, pois às vezes um mesmo combustível pode ter uma rosca de acoplamento diferente e não servir para o seu fogareiro. O nosso fogareiro não tem marca, é made in China, mas é super pequeno e leve. Funciona com gás e podemos comprar o combustível em embalagens descartáveis de 250g ou 500g. Sua principal desvantagem é que ele é <b>um pouco instável</b>, não dá pra colocar a panela em cima e se distrair com uma borboleta passando, tem que ficar sempre cuidando para o seu almoço não virar, mas isso é uma consequência do seu tamanho reduzido que, por sua vez, é uma excelente vantagem. Vamos seguir usando esse, mas se tivesse que comprar outro, talvez optaria por um que tivesse um pouco mais de estabilidade na boca. Não temos reclamações quanto ao combustível, ele foi fácil de encontrar em todos os lugares por onde passamos, mas ficamos curiosos com os fogareiros multicombustíveis, que são bem mais versáteis.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Fogareiro.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6607" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Fogareiro.jpg" alt="Fogareiro" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>Uma panela de alumínio</strong>, leve e pequena, suficiente apenas para conter uma refeição é fundamental. Existem kits específicos para camping, que normalmente trazem uma panela, uma frigideira e pratinhos. Nós encomendamos um antes de viajar, mas ele não chegou a tempo, portanto já durante a viagem adquirimos uma bela caneca leiteira, que se comportou muito bem e saiu baratinho.</p>
<p class="p1">A mesma coisa aconteceu com os <strong>pratos</strong>. Na falta deles, compramos dois potinhos de plástico, tomando o cuidado para que eles coubessem dentro da leiteira. Para os líquidos, <strong>uma caneca pequena</strong> (tínhamos apenas uma para os dois). Mais uma vez, priorize o que é leve e compacto. Existem alguns copos que são retráteis e ficam bem pequenos. Não tínhamos um desses, mas recomendamos. No final, a montagem do nosso kit ficava assim:</p>
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<video class="wp-video-shortcode" id="video-6514-1" width="1024" height="480" loop="1" autoplay="1" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Kit-Cozinha.mp4?_=1" /><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Kit-Cozinha.mp4">http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Kit-Cozinha.mp4</a></video></div>
<p class="p1">Quanto aos <strong>talheres</strong>, levamos dois jogos específicos para camping, que são menores que os convencionais, um de plástico e um de alumínio. Os de plástico quebraram em certo ponto da viagem e os de alumínio resistiram bravamente. Além disso, a faca de plástico não cortava nada, enquanto a de alumínio desempenhava bem a função (apesar de muitas vezes recorrermos ao canivete, que era ainda melhor). Para reduzirmos ainda mais, devemos dizer que os garfos foram apenas passear, utilizávamos muito mais as colheres para comer. Compramos mais tarde também uma colher grande para mexer o preparo na panela, pois vimos que com os pequenos, essa atividade era muito difícil.</p>
<p class="p1"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-6609" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Kit-de-Cozinha-Velho.jpg" alt="Kit de Cozinha Velho" width="1024" height="683" /><br />
DICAS DE QUEM JÁ DERRAMOU MUITO AZEITE NA MOCHILA<br />
</strong></p>
<p class="p1"><strong><br />
</strong>Independente da comida em questão, alguns itens fazem sempre parte da nossa cozinha. São eles: <strong>sal, temperos em geral, azeite, açúcar, potinhos e saquinhos zip-lock.</strong></p>
<p class="p1">Testamos potinhos diversos e tivemos muitos fracassos. De sal derramado a azeite vazando. Não foi fácil encontrar alternativas para esses casos. No caso do azeite, a melhor opção que encontramos foi ter sempre uma garrafinha de 500ml com o líquido e levá-la na parte de fora da mochila, no compartimento para garrafa de água e tentar deixar sempre a mochila virada para cima. Alguns temperos e restos de comida podem ser colocados nos saquinhos e amarrados com elásticos de dinheiro ou selados com fita crepe, mas para sal, pimentas e outros pós que se usa em pequena quantidade, é bom ter potinhos pequenos, de rosca e bem selados para armazená-los bem e também para ficar prático na hora de usar. Uma dica bacana é fazer um <strong>mix de temperos</strong> (pimenta, orégano, cominho, curry e o que mais você gostar) e colocar tudo dentro de um mesmo potinho.</p>
<p class="p1"><strong><br />
E O QUE EU COLOCO NA PANELA?</strong></p>
<p class="p1"><strong><br />
</strong>Cozimento rápido é a palavra chave. Macarrão instantâneo é uma ótima opção, mas nem sempre é tão fácil encontrar quanto parece (na Patagônia nós dificilmente encontrávamos) e dependendo da frequência com que você come, pode enjoar rapidamente.</p>
<p class="p1">Em matéria de <strong>macarrão</strong>, quando não podíamos ter o instantâneo, comprávamos sempre os de formato menor, como o penne e o conchinha, que cozinham mais rápido e são muito mais práticos de comer do que o espaguete, por exemplo.</p>
<p class="p1">Em países da América do Sul você pode encontrar <strong>quinoa</strong> com facilidade, ela é rica em proteínas e muito saborosa. A dica é fazer uma sopa instantânea e turbinar com quinoa ou macarrão. Assim, a sopa fica como uma base temperada, mas você ganha mais nutrientes com os ingredientes agregados.</p>
<p class="p1">Outro alimento de preparo rápido é a <strong>polenta</strong>. Se for instantânea, melhor ainda.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Noite-em-Cochrane-Polenta-e-Vinho.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5787" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Noite-em-Cochrane-Polenta-e-Vinho.jpg" alt="Carretera Austral - Noite em Cochrane - Polenta e Vinho" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">Você também pode cozinhar alguns ovos no hostel e levar para a trilha, mas isso só vale para o mesmo dia e em locais mais frios.</p>
<p class="p1">Temperos como alho e cebola muitas vezes podem ser encontrados desidratados, fica bem prático e dá mais sabor à comida. Porém caso não encontre, o <strong>alho</strong> in natura é super leve e aguenta bem alguns dias sem precisar refrigerar.</p>
<p class="p1">Para os molhos usávamos <strong>tomates secos</strong> (os desidratados mesmo, não aqueles em conserva) e hidratávamos com um pouco de azeite, água morna e temperos. Depois colocávamos para cozinhar junto com o macarrão e ficava delicioso. A mesma coisa pode ser feita com <strong>cogumelos secos</strong>.</p>
<p class="p1">É bom evitar os enlatados, pois você leva o peso do líquido além do que vai comer e de quebra ainda tem que carregar a lata vazia pelo resto do seu percurso, mas se for para consumir no mesmo dia, você pode fazer um furinho na lata e eliminar o líquido, assim leva menos peso.</p>
<p class="p1"><strong>Frutas secas e castanhas</strong> são ótimas opções de lanches, além da tradicional <strong>aveia e da granola</strong>.  <strong>Mel ou geléia</strong> são boas opções de doces não perecíveis para acompanhar. Também tínhamos sempre chá ou café solúvel (em alguns lugares encontramos até café em saquinhos como os de chá, aquilo era sensacional!). Uma opção legal é levar <strong>farinha</strong> e fazer panquecas ou chapatis, que é melhor que comer pão duro no caso de trilhas de mais dias.</p>
<p class="p1">É claro que está faltando muita coisa para essa dieta se tornar ideal, mas vamos partir do princípio de que estamos falando de situações mais extremas. Para compensar esses dias, sempre que chegávamos em uma cidade e tínhamos alguns dias de descanso em um hostel, camping com cozinha ou mesmo em couchsurfing, aproveitávamos para consumir muitas frutas, legumes e grãos que acabávamos não consumindo no dia-a-dia das trilhas.</p>
<p class="p1">Além disso, para complementar uma alimentação onde nem sempre é possível manter de maneira saudável, nós levamos pastilhas de sais que dissolvem na água (como um gatorade), vitaminas em cápsulas e géis específicos para a prática de atividades físicas (carbo), que davam um gás a mais nos dias de perrengue.</p>
<p class="p1">Para exemplificar um pouco do que falamos aqui, dá uma olhadinha também no nosso <a title="Guia Torres del Paine – Circuito Paine Maciço ou “O”" href="http://anaturezahumana.com/2015/03/guia-torres-del-paine-circuito-paine-macico/" target="_blank">Guia do Torres del Paine</a>, onde contamos exatamente tudo o que levamos de comida para um trekking de 9 dias.</p>
<p class="p1">Em tempo: o nosso <strong>novo kit de cozinha</strong> é esse da foto abaixo, ao lado do nosso velho companheiro (que, vale dizer, segue trabalhando diariamente na cozinha do apartamento). Ainda não tivemos a oportunidade de testar durante uma trip, mas esperamos poder fazê-lo em breve!</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Kit-de-Cozinha-Novo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6606" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Comparando-Kits.jpg" alt="Comparando Kits" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Kit-de-Cozinha-Novo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6608" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Kit-de-Cozinha-Novo.jpg" alt="Kit de Cozinha Novo" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>Mercado Fluvial de Valdívia</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2015 14:43:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Chile]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>A s feiras e mercados municipais do Chile encantam por sua capacidade de aguçar os sentidos. Enchem os olhos com as cores, exalam aromas diversos, sempre tem uma sonoridade seja com os músicos ou com os vendedores oferecendo seus produtos e é claro, o sabor e as texturas de alimentos frescos e muitas vezes desconhecidos. Em [&#8230;]</p>
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			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e47809759fd" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">A</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>s feiras e mercados municipais do Chile encantam por sua capacidade de aguçar os sentidos. Enchem os olhos com as cores, exalam aromas diversos, sempre tem uma sonoridade seja com os músicos ou com os vendedores oferecendo seus produtos e é claro, o sabor e as texturas de alimentos frescos e muitas vezes desconhecidos. Em Valdívia o espetáculo fica ainda maior com os lobos marinhos, que fazem a festa com os restos de peixe que os feirantes atiram.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
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		<title>Caminhamos, mas às vezes corremos!</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Apr 2015 03:26:40 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Trekking]]></category>
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		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>S em as mochilas pesadas e com o fôlego renovado pelas belíssimas paisagens muitas vezes aumentamos o ritmo e deixamos a calma caminhada de lado, colocamos um bom som nos fones de ouvido e apertamos o passo. Na volta da Laguna Sucia eu estava animado e lembrando de muitas coisas do Brasil ao som do [&#8230;]</p>
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<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
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		<title>Caminhar</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Mar 2015 18:29:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Chile]]></category>
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		<category><![CDATA[hiking]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>C aminhar pode ser considerado banal, mas se pararmos para analisar melhor tudo o que uma simples caminhada pode proporcionar, com certeza vamos nos surpreender com os resultados. Durante nossa jornada pelo circuito no Parque Nacional Torres del Paine foi isso que tentamos fazer. Relatamos um pouco do que sentimos, do que aprendemos e de tudo [&#8230;]</p>
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<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
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