- Diário de Bordo

O pôr do sol no Cerro Santa Lucia

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ra um dia raro em Santiago, num dos poucos momentos onde a poluição do ar dava uma trégua e a nuvem de fumaça se esvaía, permitindo ver a Cordilheira dos Andes que emoldura a cidade.

O dia perfeito para ascender ao Cerro Santa Lucia, que ficava pertinho do local onde estávamos. É uma subida bem tranquila, de poucos minutos e você se depara com um pedacinho de natureza no meio da cidade. 

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- Dicas de viagem

Museo a Cielo Abierto: arte e coletividade nas ruas de Santiago

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ocês gostam de grafitti? – Foi o que perguntou Barbara enquanto pensava em locais bacanas para visitarmos e é claro que a resposta foi positiva. Sempre que caminhamos pelas cidades saímos fotografando todas as artes que vemos nas paredes, pois acreditamos que elas podem contar muito da história do local. Foi assim que surgiu a dica para visitar o Museo a Cielo Abierto, que não é exatamente um museu. Como o próprio nome sugere, ele não tem limites físicos de uma edificação (embora tenha paredes, portas e janelas) e também não possui uma entrada, um guarda nem horário de atendimento. Trata-se de um bairro, onde você caminha livremente, enquanto contempla os grandes murais pintados por mais de 70 artistas renomados, tanto chilenos como estrangeiros. 

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- Diário de Bordo, Dicas de viagem

O que dois mochileiros fazem em Santiago

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 capital chilena não fazia parte dos nossos planos de viagem. A princípio nossa ideia era mesmo conhecer bem a Patagônia e focar nas cidades pequenas, com mais atrativos naturais, mas lá em fevereiro, quando fizemos o Torres del Paine, conhecemos a Maria e o Francisco, um casal muito querido que nos acompanhou durante todo o trekking, se tornaram bons amigos e nos convidaram a passar em sua cidade caso tivéssemos tempo.

Com toda a história do vulcão Calbuco que entrou em erupção bem nos dias em que estávamos indo para Puerto Varas, tivemos de desistir dessa cidade e de mais algumas que pretendíamos visitar, assim sobrou algum tempo e decidimos passar alguns dias em Santiago depois que saímos de Valdívia. 

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Roteiro em Valdívia: dos lobos marinhos às folhas de outono

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inham nos falado muito bem de Valdívia e ela entrou no nosso roteiro pelas indicações que ouvimos das pessoas que conhecemos ao longo do caminho. Parecia promissor, a feira fluvial, os parques e os fortes eram motivos suficientes pra gente fazer uma parada na cidade. E temos que dizer, valeu a pena!

Chegamos no final do dia, tentamos até o último momento conseguir um Couchsurfing, mas nada feito, a solução seria procurar um hostel. Tínhamos pesquisado antes e anotamos o endereço de dois deles (como já é baixa temporada, não fizemos reservas), a primeira tentativa foi um fracasso, fomos até o endereço e simplesmente não havia nenhum hostel ali, perguntamos em um restaurante por perto e o garçom informou onde era (um pouco mais distante) e disse que isso sempre acontece com esse hostel, o endereço deles está errado na internet. Bom, desistimos dele e fomos até o “Aires Buenos”, o que se converteu em uma grata surpresa porque era realmente muito bom! 

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Chiloe: Visitando as cidades de Achao e Ancud

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hiloé estava nos fascinando com toda a sua riqueza cultural. Começamos a aprender um pouco mais sobre esse arquipélago, que apesar de chileno, se desenvolveu de maneira diferente do restante do país, é possível perceber isso de diversas maneiras: a arquitetura peculiar com as igrejas de madeira, as palafitas e as casas de tijuelas; os seus costumes particulares como o transporte de casas inteiras de uma ilha para outra (sim, isso existe por la e geralmente a ocasião é especial e comemorada com uma festa. Ouvimos de gente que viu e até participou, mas não é algo que acontece todos os dias, então é melhor não ir esperando ver assim tão fácil); as suas comidas como o alho e as batatas e seu típico Curanto; sua mitologia cheia de lendas e mistérios; além das diferenças naturais com sua vegetação e relevo particulares, sem a presente influência da Cordilheira dos Andes, como é o caso do restante do Chile. 

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- Diário de Bordo, Navegação

Chegando a Chiloé, o charmoso arquipélago chileno

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eixamos a Carretera Austral com um aperto no peito e uma vontade enorme de conhecê-la por inteiro. Confidenciamos aqui: rolou uma conversa de um dia voltar e fazer o caminho de bike… Vai saber…

Bom, o fato é que sabendo que um dia vamos voltar, não tivemos remorsos maiores em seguir em frente, e nosso rumo era Chiloé, um arquipélago com cerca de trinta ilhas (mas o pessoal daqui diz que o número é incerto e juram que há inclusive ilhas com poderes no maior estilo “Lost”). A maior e principal ilha é a Isla Grande de Chiloé, que compreende várias cidades. 

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Vida simples e hospitalidade na Carretera Austral

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uando iniciamos a viagem sabíamos que não estávamos tirando férias, estamos aqui para viver uma realidade diferente, para aprender e tentar construir uma nova linha de pensamento para nossas próprias vidas. É um pouco difícil explicar, mas se torna um pouco mais fácil quando a gente vai mostrando em exemplos os aprendizados que temos no meio do caminho.

Primeiro a gente pensou que isso fosse acontecer através do contato com a natureza e realmente esse contato teve (e segue tendo) um impacto muito positivo em nossas mentes, mas as pessoas estão nos surpreendendo de uma forma que não imaginávamos. 

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- Diário de Bordo, Navegação

Capilla de Mármol: um dos lugares mais surreais que visitamos

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sse é um daqueles lugares que você custa a acreditar que existem de verdade. Eu mesma já tinha visto fotos antes e pensava ser fruto de um bom tratamento de imagem. Pois temos de dizer que, não apenas o lugar existe, como fica aqui no Chile, o passeio tem um preço acessível e a água tem exatamente essa cor que você pode ver na foto, nada de Photoshop.

O Lago General Carrera é enorme, com 224 mil hectares de extensão e suas águas, além do Chile, se estendem até a Argentina, onde recebe o nome de Lago Buenos Aires. É possível avistá-lo em um bom trecho da Carretera Austral, porém é em Puerto Rio Tranquilo que se pode avistar a beleza escultural das cavernas de mármore

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- Diário de Bordo, Filosofia

De Coyhaique a Rio Tranquilo, uma estrada e muitas lições

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osso novo amigo David havia nos deixado próximo à saída da cidade de Coyhaique e dali seguimos nossa jornada de 5 caronas até nossa próxima parada que seria em Puerto Rio Tranquilo. Mas confie em mim, a aventura das caronas não foi nada comparada a enorme lição de vida que tomamos no final do dia.

Na primeira das caronas fomos em uma caminhonete com um senhor argentino que tinha como hobby a pescaria e ia para um lago perto dali. Ele nos deixou num cruzamento mais a frente, mais ou menos 30 minutos da saída de Coyhaique.

O caminho até ali já tinha sido lindo e estávamos empolgados com a carretera. Fomos caminhando e um pouco mais a frente já demos de cara com uma grande cascata do lado da rodovia, ficamos boquiabertos. Realmente seriam paisagens de tirar o fôlego as que iríamos encontrar na famosa Carretera Austral. Agora estávamos em um lugar com montanhas e muito verde, sem o vento que nos perseguiu em outras partes da Patagônia. As cascatas e os lagos apareciam sempre majestosos e havia uma nova surpresa a cada curva. Realmente uma estrada que vale a pena.

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