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	<title>A Natureza Humana &#187; couchsurfing</title>
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		<title>Nossa casa cheia de vida com o Couchsurfing</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2015 17:45:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Primeiro foram o Klaus e a Bia, de São Paulo. Ela tinha escrito em um grupo de Couchsurfing no facebook que iria passar aqui por perto, então me prontifiquei a recebê-la caso viesse para Jaraguá. Eis que ela me escreve, dizendo que viajava com Klaus e assim eles chegaram em uma terça-feira, munidos de vários [&#8230;]</p>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e44049c54a9" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">A</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p> nossa experiência com o <a title="Como o CouchSurfing pode mudar a sua forma de viajar" href="http://anaturezahumana.com/2015/07/como-o-couchsurfing-pode-mudar-a-sua-forma-de-viajar/">Couchsurfing</a> na Argentina e no Chile foi tão legal e nos sentimos tão acolhidos pelos nossos couchs que quando voltamos só pensávamos em retribuir recebendo outros mochileiros em nossa casa.</p>
<p class="p1">Sabíamos que Jaraguá do Sul é uma cidade pouco turística, mas deixamos nosso perfil aberto como “Acepting Guests” e seguimos sempre conectando para ver se alguém estava à procura de hospedagem, mas em seis meses, ninguém apareceu. Assim, nunca imaginávamos que passaríamos duas semanas com a casa cheia, como aconteceu nesses últimos dias! </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Review-Therm-a-Rest-Trail-Lite-Isolante-térmico-Diego-deitado.jpg"> <span id="more-6630"></span></a></p>
<p class="p1">Primeiro foram o <strong>Klaus e a Bia</strong>, de São Paulo. Ela tinha escrito em um grupo de Couchsurfing no facebook que iria passar aqui por perto, então me prontifiquei a recebê-la caso viesse para Jaraguá. Eis que ela me escreve, dizendo que viajava com Klaus e assim eles chegaram em uma terça-feira, munidos de vários tipos de malabares e bambolês, me fazendo recordar as aulas de circo que tanta alegria me davam, quando eu ia para a Scar duas vezes por semana exercitar o corpo e a mente numa sala cheia de amigos, desafios e possibilidades.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Bia-e-Klaus.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6633" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Bia-e-Klaus.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Bia e Klaus" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">Eles ficaram com a gente por <strong>alguns chuvosos dias</strong>, o que impossibilitou saídas para conhecer a cidade e também impossibilitava que praticassem com seus malabares. Trocamos dicas de livros e receitas (Klaus fez um doce de abóbora com coco que arrancou suspiros de todos que o provaram) e demos algumas dicas de lugares que deveriam conhecer no nosso litoral.</p>
<p class="p1">Nesse meio tempo a <strong>Lorain</strong>e me escreveu pedindo hospedagem para ela <strong>e seu marido Jean</strong>. Nosso apartamento é pequeno e o Klaus e a Bia já estavam de partida para o litoral, então nos organizamos para recebê-los. Iríamos ficar um dia sem hóspedes apenas.</p>
<p class="p1">Pooorém… Eis que surge o <strong>Manuel</strong>. O argentino de Rosário havia feito uma solicitação pública já fazia algum tempo, dizendo que estava vindo <strong>de bicicleta desde a Argentina</strong> e pedia hospedagem para quando passasse por Jaraguá. Eu respondi dizendo que seria bem-vindo aqui, depois até esqueci, porque o tempo em bike passar mais devagar que a motor e ele estava ainda em Chapecó naquele momento. Bom, Manuel me escreve um dia antes do Klaus e da Bia saírem e eu disse a ele que poderia passar uma noite até que a Loraine e o Jean chegassem.</p>
<p class="p1">Manuel chegou causando uma alegria imensa em mim e no Diego. Uma bicicleta toda equipada, <strong>um autêntico cicloviajante</strong> e ainda por cima falando espanhol, que já estávamos com saudades de ouvir! Queríamos saber tudo sobre suas viagens pelo mundo e ele só queria saber era de um banho, depois de pedalar o dia todo de Rio Negrinho até Jaraguá, seu último trecho (70km) antes de nos encontrar.</p>
<p class="p1">Passamos a noite toda conversando, tomando caipirinhas, trocando experiências… Aí ele nos contou que estava muito aliviado de poder descansar e estar em uma casa de verdade, com chuveiro, fogão, teto… Disse que estava há oito dias pedalando direto, que desde Chapecó ninguém tinha recebido e ia dormindo na estrada, em escolas e corpo de bombeiros. Resolvemos que ele ficaria conosco mais alguns dias, não poderíamos dar hospedagem só por uma noite, ele foi muito bacana e precisava descansar e repor as energias.</p>
<p class="p1">Loraine e Jean só chegaram dois dias depois, pois não conseguiram carona no dia previsto. Nós sabemos que essas coisas são assim mesmo e não nos preocupamos. Eles chegaram e assim se juntaram a nós três. Contaram que estão viajando há um ano entre <strong>Peru, Equador e Brasil</strong>. Mochilando e trabalhando em alguns pontos. Agora a intenção é pegar carona em um veleiro, onde pretendem trabalhar ao mesmo tempo que navegam para países além-mar. Quando começaram a contar suas histórias de viagem, percebemos que são viajantes experientes e não se importariam em dividir espaço com o Manuel, que por sua vez, ficou feliz em ficar um pouco mais. Todos nós ficamos, na verdade, o que é <strong>o verdadeiro espírito do Couchsurfing.</strong></p>
<p class="p1">No outro dia tivemos uma ótima surpresa, nosso amigo<strong> Juan</strong>, argentino que conhecemos <a title="Couchsurfing, comida boa e descanso na capital Coyhaique" href="http://anaturezahumana.com/2015/04/couchsurfing-comida-boa-e-descanso-na-capital-coyhaique/">na casa do David</a>, no Chile, nos escreveu dizendo que estava a caminho de Jaraguá, cumprindo a promessa que fez de nos visitar quando viesse ao Brasil. Foi graças a ele que fomos tão bem recebidos em <a title="Buenos Aires, El Caminito e, mais uma vez, hospitalidade!" href="http://anaturezahumana.com/2015/06/buenos-aires-el-caminito-e-mais-uma-vez-hospitalidade/">Buenos Aires</a>, onde ficamos na casa dos seus pais, sendo tratados como filhos.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6637" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-02.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Noite das pizzas 02" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6636" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-01.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Noite das pizzas 01" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-Loraine.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6635" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-Loraine.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Noite das pizzas - Loraine" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-Juan-Diego-e-Manuel.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6634" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-Juan-Diego-e-Manuel.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Noite das pizzas - Juan, Diego e Manuel" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1">Juan chegou numa segunda à noite em meio <strong>à chuva, que até então não tinha parado</strong>. Diego foi buscá-lo porque se não iria dormir na estrada para só no dia seguinte conseguir chegar aqui. Agora ele e Manu dividiam a sala, enquanto Loraine e Jean dormiam no escritório. Éramos seis no apartamento, haviam <strong>mochilas e livros de viagem por todos os lados</strong> e uma festa em portunhol acontecia todos os dias. Nos pegamos já planejando viajar outra vez, tão inspirados que ficamos com tantas histórias.</p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-full wp-image-6641" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Jean-Loraine-Juan-Manuel-e-nós-.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Parque Malwee - Jean, Loraine, Juan, Manuel e nós" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1">O clima jaraguaense deu trégua apenas um dia, onde pudemos levar todos para tomar um mate e ver umas capivaras no <strong>Parque Malwee</strong>. Queríamos ir às cachoeiras de Corupá, mas não foi possível, acabamos nos contentando em ficar em casa, comendo, lendo, vendo filmes e conversando sobre viagens. Não poderíamos ter passado melhor e já vamos avisando: <strong>estamos inspirados</strong> e doidos pra voltar a viajar!</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Juan-e-Manuel.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6642" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Juan-e-Manuel.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Parque Malwee - Juan e Manuel" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Chimarrão-Diego-Loraine-e-Manuel.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6640" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Chimarrão-Diego-Loraine-e-Manuel.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Parque Malwee - Chimarrão - Diego, Loraine e Manuel" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Capivaras.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6639" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Capivaras.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Parque Malwee - Capivaras" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Bruna-e-Juan.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6638" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Bruna-e-Juan.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Parque Malwee - Bruna e Juan" width="1024" height="682" /></a></p>
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		<title>Quanto gastamos no mochilão para a Patagônia?</title>
		<link>http://anaturezahumana.com/2015/07/quanto-gastamos-no-mochilao-para-a-patagonia/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Jul 2015 18:11:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Uma coisa que foi determinante para nossa economia foi o controle financeiro. Anotar tudinho numa planilha bem organizada faz com que você veja onde e como está gastando. Fizemos isso a viagem toda e continuamos fazendo agora e é dessa nossa planilha super organizada que saíram os dados que você verá a seguir. Observamos que [&#8230;]</p>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e44049ca0a9" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">A</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p> falta de dinheiro costuma ser uma das desculpas mais utilizadas para adiar um sonho. Já mostramos de diversas maneiras como fazíamos para economizar durante a nossa viagem e foi apenas essa economia que nos possibilitou ficar o tempo que ficamos na estrada.</p>
<p class="p1">O fato é que existem várias formas de viajar e vários preços. Uma coisa que influencia muito nessa soma final é o destino escolhido. A América do Sul é um destino considerado barato para os brasileiros, porém <strong>a Patagônia tem um custo um pouco mais elevado</strong> por suas características geográficas (lá não se planta quase nada por conta do clima extremo e quase tudo tem de ser transportado de longe), isso me faz acreditar que em um país como Bolívia ou Peru teríamos gastado bem menos. Mas há diversos fatores que influenciam e isso <strong>depende muito do seu estilo de viajar e das suas prioridades</strong>. A escolha do mochilão foi feita pensando nisso e nós procuramos gastar o mínimo possível dentro de uma média de perrengues que considerávamos aceitável.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><span id="more-6271"></span></p>
<p class="p1">Uma coisa que foi determinante para nossa economia foi o <strong>controle financeiro</strong>. Anotar tudinho numa planilha bem organizada faz com que você veja onde e como está gastando. Fizemos isso a viagem toda e continuamos fazendo agora e é dessa nossa planilha super organizada que saíram os dados que você verá a seguir. Observamos que os itens se dividiam em categorias e anotávamos os gastos de cada dia no seu respectivo grupo.</p>
<p class="p1"><strong>As categorias:</strong></p>
<ul class="ul1">
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Hospedagem:</b> Inclui qualquer gasto com estadia, seja em hostel ou em camping pago. A hospedagem na Patagônia não é muito barata, mas como fizemos muito <a title="Como o CouchSurfing pode mudar a sua forma de viajar" href="http://anaturezahumana.com/2015/07/como-o-couchsurfing-pode-mudar-a-sua-forma-de-viajar/">Couchsurfing</a>, <a title="Laguna de los Cinco Hermanos" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/laguna-de-los-cinco-hermanos/">camping selvagem e/ou gratuito</a> e também nos hospedamos algumas vezes nas casas de pessoas que conhecemos pelo caminho, economizamos bastante nessa parte. 75% da nossa hospedagem foi de forma gratuita.</p>
</li>
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Transporte:</b> Pegamos muitas caronas mesmo, mas vez ou outra era necessário apelar para um ônibus, trem, metrô ou mesmo os táxis coletivos dentro da cidade. Nos primeiros dias ainda estávamos um pouco descrentes da facilidade em pegar carona por lá e acabamos gastando um pouco mais com transportes pagos. Também precisamos pagar transporte intermunicipal na Carretera Austral porque fomos para lá numa época de pouquíssimo movimento e <a title="Vida simples e hospitalidade na Carretera Austral" href="http://anaturezahumana.com/2015/04/vida-simples-e-hospitalidade-na-carretera-austral/">nem foi por falta de tentativa</a>, não passava ninguém mesmo! Aqui também entra o barco que tomamos para a ilha de <a title="Chegando a Chiloé, o charmoso arquipélago chileno" href="http://anaturezahumana.com/2015/04/chegando-a-chiloe-o-charmoso-arquipelago-chileno/">Chiloé</a> e o ônibus que pegamos de Valdívia até Santiago (esse foi por puro cansaço de final de viagem mesmo).</p>
</li>
</ul>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/El-Chaltén-Bruna-pedindo-carona-na-saída-da-cidade.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5659" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/El-Chaltén-Bruna-pedindo-carona-na-saída-da-cidade.jpg" alt="El Chaltén - Bruna pedindo carona na saída da cidade" width="1024" height="683" /></a></p>
<ul class="ul1">
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Alimentação: </b>Obviamente é o item onde mais gastamos. Quase sempre comprávamos em supermercados e cozinhávamos. Pouquíssimas vezes comemos em restaurantes e quase sempre era para provar algum prato típico. A comida é o que mais pesa num orçamento e é onde é mais fácil economizar muito ou gastar muito.</p>
</li>
</ul>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Noite-em-Cochrane-Polenta-e-Vinho.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5787" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Noite-em-Cochrane-Polenta-e-Vinho.jpg" alt="Carretera Austral - Noite em Cochrane - Polenta e Vinho" width="1024" height="683" /></a></p>
<ul class="ul1">
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Passeios: </b>Nesse item estão inclusas todas as entradas em parques. Também estão aqui o <a title="Os pinguins de Magdalena" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/os-pinguins-de-magdalena/">passeio na pinguineira</a>, a navegação pelo <a title="De veleiro pelo Canal de Beagle" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/de-veleiro-pelo-canal-de-beagle/">Canal de Beagle</a> e a visita à <a title="Capilla de Mármol: um dos lugares mais surreais que visitamos" href="http://anaturezahumana.com/2015/04/capilla-de-marmol-um-dos-lugares-mais-surreais-que-visitamos/">Capilla de Marmol</a>, que eram os passeios que queríamos muito fazer e não tinha outra forma a não ser buscando o melhor preço e pagando. Tem muitos outros passeios super legais que poderíamos ter pago para fazer com agências, mas fomos sozinhos e não gastamos quase nada.</p>
</li>
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Comunicação:</b> Compramos chips de celular da Argentina e do Chile e íamos colocando crédito conforme a necessidade. Foi a forma mais econômica que encontramos para nos mantermos “comunicáveis” com o pessoal aqui do Brasil. Usávamos a internet 3G, mas sempre que possível procurávamos redes de Wi-Fi para economizar. No Chile, as praças e bibliotecas quase sempre tem conexão gratuita, o que nos ajudou muito.</p>
</li>
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Outros: </b>Esse item é amplo, entra tudo o que não cabe nas categorias anteriores, como gás, pilhas, coisas de farmácia, um chinelo para substituir outro que arrebentou, <a title="O lugar e o tempo certo para se dizer sim" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/o-lugar-e-o-tempo-certo-para-se-dizer-sim/">os pingentes que foram nossas alianças</a> e até gorjetas dadas a músicos de rua (quando o cara era bom, mesmo com moedinhas contadas, a gente dava um troquinho).</p>
</li>
</ul>
<p class="p1">Nosso gasto total por categoria foi:</p>
<p class="p1"><strong>Hospedagem:</strong> R$ 1.934,00<br />
<strong>Transporte:</strong> R$ 1.538,00<br />
<strong>Alimentação:</strong> R$ 4.240,00<br />
<strong>Passeios:</strong> R$ 1.039,00<br />
<strong>Comunicação:</strong> R$ 135,00<br />
<strong>Outros:</strong> R$ 343,00</p>
<p class="p1"><strong>Total: R$ 9.229,00</strong></p>
<p class="p1"><strong>Média diária por pessoa: R$ 41,95 (cerca de 16 dólares)</strong></p>
<p class="p1">Aqui não somamos a passagem de avião do Brasil até Ushuaia, que com as taxas e impostos foi de <strong>R$ 1.632,00</strong> por pessoa. Quando estávamos acostumados com a viagem e com as caronas começamos a pensar que poderíamos ter economizado aí também e ido de carona desde o Brasil, mas ainda não tínhamos nenhuma noção do que nos esperava e nunca tínhamos feito uma viagem assim.</p>
<p class="p1">É claro, também não estão somados os equipamentos que levamos, pois são coisas que compramos aos poucos e vão durar para muitas outras viagens, <strong>consideramos um investimento</strong> e não um gasto.</p>
<p class="p1">No final das contas, nossa viagem de quase <strong>4 meses pela Patagônia custou R$ 6.246,50 por pessoa</strong>. Dá pra fazer mais barato? Dá!!! E dá pra gastar a mesma coisa em 15 dias de férias também. Como já falamos, tudo depende do seu estilo de viagem e do que você está disposto a encarar. Como saímos daqui com o dinheiro já contadinho, nós optamos por economizar sempre que possível para conseguir ficar viajando pelo maior tempo possível.</p>
<p class="p1">Não foi fácil guardar esses 12 pilas, mas também não foi o fim do mundo. Nos organizamos, fomos juntando cada mês um pouquinho e <strong>encaramos a fase que antecedeu a viagem com muita disciplina</strong>, focados em nossa meta. Pensamos sempre que foi mais barato que comprar um carro e nos trouxe experiências que vão durar a vida toda, coisa que um bem material como um carro não proporcionaria.</p>
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		<title>Como o CouchSurfing pode mudar a sua forma de viajar</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2015 18:46:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[amizade]]></category>
		<category><![CDATA[contato humano]]></category>
		<category><![CDATA[couchsurfing]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>É claro que não economizamos esse valor todo só por causa do CouchSurfing, mas te garanto que, no mínimo, metade dele sim. Através do contato com as pessoas que nos ofereciam hospedagem nós conhecíamos outras pessoas, fazíamos outros contatos que em outro momento da viagem nos ajudaram de alguma forma. Como no caso do David, [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com/2015/07/como-o-couchsurfing-pode-mudar-a-sua-forma-de-viajar/">Como o CouchSurfing pode mudar a sua forma de viajar</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com">A Natureza Humana</a>.</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e44049cee74" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">A</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>ntes de mais nada, o que é CouchSurfing? Segundo o <a title="CouchSurfing - Wikipédia" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/CouchSurfing" target="_blank">Wikipédia</a>, o surf de sofá é um serviço de hospitalidade com base na Internet, o que convenhamos, não explica muita coisa. Em palavras mais simples, o CouchSurfing é uma espécie de <strong>rede social grátis</strong> (existe o plano pago também) <strong>para viajantes e pessoas que gostariam de hospedá-los</strong>. Mas já vou deixar claro no primeiro parágrafo, CouchSurfing não é sobre hospedagem, <strong>é sobre convivência e amizade</strong>.</p>
<p>Mas como assim?! É bem isso mesmo, se você vai usar o CouchSurfing pra achar um lugar pra dormir de graça e nada mais, não acho que você esteja procurando no lugar certo. Meu conselho nesse caso é: procure um hostel ou um camping barato. O CouchSurfing é uma troca de experiências, de culturas, de ideias e até de serviços. Se você quer ter a possibilidade de ter uma hospedagem gratuita <strong>você tem que estar aberto para compartilhar</strong>.</p>
<p>Durante os 110 dias que passamos viajando, 82 dias não pagamos hospedagem. Desses 82, 21 foram acampando em locais gratuitos, 26 foram na casa de pessoas que conhecemos na viagem, 30 foram através do CouchSurfing e outros 5 dormimos no translado entre uma cidade e outra. Numa conta rápida, se tivéssemos pagado um hostel de R$40 por pessoa durante todos esses dias, que pra Patagônia é um valor bem barato, <strong>teríamos gasto mais de R$6.000,00</strong>!</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div><span id="more-6218"></span></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Coyhaique-Desdedida-David-Juan-e-Samuel.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5858" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Coyhaique-Desdedida-David-Juan-e-Samuel-1024x683.jpg" alt="Carretera Austral - Coyhaique - Desdedida David, Juan e Samuel" width="1024" height="683" /></a>É claro que não economizamos esse valor todo só por causa do CouchSurfing, mas te garanto que, no mínimo, metade dele sim. Através do contato com as pessoas que nos ofereciam hospedagem nós conhecíamos outras pessoas, fazíamos outros contatos que em outro momento da viagem nos ajudaram de alguma forma. Como no caso do David, em Coyhaique, que tinha suas irmãs espalhadas pela Carretera Austral, ele nos passou o contato delas e tivemos hospedagem gratuita em mais outras duas cidades sem nenhum esforço, <strong>mas esse é só um exemplo de vários</strong>.</p>
<p>Mas porque fazíamos todos esses contatos? <strong>Porque estávamos dispostos a compartilhar, só por causa disso</strong>. As vezes passávamos o dia inteiro conversando em casa quando poderíamos estar fazendo um trekking ou passeando pela cidade. Nós jantávamos juntos, dividíamos as tarefas da casa, fazíamos tudo em conjunto com quem estava nos hospedando e com os outros hóspedes (quando haviam, claro). A maior dica é essa, esteja aberto. Separe seu tempo de uma maneira que <strong>possa compartilhar e fazer novas amizades</strong>, esse é o propósito real do CouchSurfing. E outra coisa, lembre-se que você não está em um hotel, <strong>ninguém está prestando um serviço pra você</strong>, então trate de deixar todas as suas coisas organizadas e limpas e procure ajudar sempre que possível.</p>
<p>E agora vamos às outras dicas:</p>
<h4><strong>Envie as solicitações de hospedagem e as mensagens de contato com antecedência</strong></h4>
<p>Muitos Couch&#8217;s tem várias solicitações e quanto antes você fizer o contato, maior as suas chances dele ter uma vaga pra você. Na nossa próxima viagem inclusive vamos tentar fazer os contatos antes de viajar e já ir conhecendo as pessoas, para quando definirmos a data em que vamos passar naquela cidade já termos tudo organizado, é um pouco mais complicado, mas vamos fazer o teste.<div style="padding: 20px 0 5px;" class="mk-divider mk-shortcode divider_full_width center single "><div class="divider-inner" style=""></div></div><div class="clearboth"></div>
<h4><strong>Há muitos perfis inativos e mesmo alguns perfis ativos em que as pessoas simplesmente não respondem</strong></h4>
<p>Então não aposte todas as suas fichas em um único contato, se você vai para uma cidade nova daqui dois dias e ainda não tem local pra ficar, envie uma mensagem pra três ou quatro pessoas, se mais que uma delas responder você agradece a resposta, mas diz que já encontrou um lugar pra ficar e, digo mais, se possível marque um encontro com essa pessoa que te respondeu e troque uma ideia, ou organize uma janta com todo mundo junto, todos ganham com essa experiência, te garanto.<div style="padding: 20px 0 5px;" class="mk-divider mk-shortcode divider_full_width center single "><div class="divider-inner" style=""></div></div><div class="clearboth"></div>
<h4><strong>Leia o perfil completo dos Couch&#8217;s</strong></h4>
<p>Sim, não é só dar Ctrl + C / Ctrl + V nas mensagens e enviar que nem maluco. Procure o que vocês tem em comum e valorize isso, demonstre interesse na pessoa quando fizer o contato, mostre que você dedicou um tempo pra conhecer ela.<div style="padding: 20px 0 5px;" class="mk-divider mk-shortcode divider_full_width center single "><div class="divider-inner" style=""></div></div><div class="clearboth"></div>
<h4><strong>Preencha seu perfil corretamente, dê o máximo de informações possíveis e coloque várias fotos</strong></h4>
<p>Tudo isso ajuda no contato inicial, nessa questão das afinidades. E as fotos facilitam na hora de encontrar a pessoa, afinal de contas, na maioria das vezes essa pessoa nunca viu você. Além de dar muito mais credibilidade pra você perante o Couch.<div style="padding: 20px 0 5px;" class="mk-divider mk-shortcode divider_full_width center single "><div class="divider-inner" style=""></div></div><div class="clearboth"></div>
<h4><strong>Leia as referências</strong></h4>
<p>Veja o que as outras pessoas que já se hospedaram lá falaram sobre esse Couch. O que eles gostaram de lá e o que tem a dizer sobre a pessoa e a casa, isso também ajuda na hora do contato e te dá mais segurança para realmente escolher uma pessoa bacana.<div style="padding: 20px 0 5px;" class="mk-divider mk-shortcode divider_full_width center single "><div class="divider-inner" style=""></div></div><div class="clearboth"></div>
<h4><strong>O que levar e o que esperar</strong></h4>
<p>Durante nossa viagem dormimos em colchões, em sofás, no nosso saco de dormir e estávamos preparados pra dormir na barraca no quintal se fosse preciso. Já dormimos somente nós dois enquanto nosso Couch dormia fora de casa e já dormimos em 12 pessoas numa cabana pequena. Existe todo tipo de Couch, então ter o seu próprio equipamento, nem que seja só um saco de dormir já ajuda bastante na hora de conseguir um lugar, nem sempre você vai ter um quarto e uma cama só pra você.<div style="padding: 20px 0 5px;" class="mk-divider mk-shortcode divider_full_width center single "><div class="divider-inner" style=""></div></div><div class="clearboth"></div>
<p>E o último adendo sobre segurança. &#8220;Ah, mas não é perigoso&#8221;?! <strong>Não, não é.</strong> Aliás, é tão perigoso quanto sair de casa, pegar um táxi, ir pra balada, dar uma volta no parque, viajar de carona e tantas outras coisas. Pra tudo na vida existe um risco, saiba ponderar. Existem relatos negativos de algumas pessoas mal intencionadas que usam o CouchSurfing, mas a probabilidade de você encontrar um deles tomando as devidas precauções de ler as referências, ver há quanto tempo existe o perfil e esse tipo de coisa, é praticamente nula. São as exceções e ponto final. Durante toda a viagem não escutamos nenhum relato negativo de nenhum dos viajantes que encontramos e olha que tinha gente viajando há muito tempo. Boa parte desse receio do contato com outras pessoas é fruto da cultura do medo em que vivemos, mas isso já é papo pra outro post.</p>
<p>O CouchSurfing nos fez viajar por muito mais tempo pela economia e nos deu uma outra perspectiva, um outro olhar <strong>sobre a viagem e o contato humano</strong>. Com certeza foi uma das melhores descobertas dessa viagem. Enquanto estamos em nossa cidade, estamos com nosso perfil ativo para receber pessoas, ainda não tivemos o prazer de receber ninguém, mas estamos ansiosos pela primeira solicitação, <strong>quem sabe você não vem nos fazer uma visita</strong>? Aqui está o <a title="CouchSurfing - Nosso perfil" href="https://www.couchsurfing.com/users/2000475963" target="_blank">link para o nosso perfil</a>, fique a vontade para nos adicionar como amigo e/ou mandar uma mensagem.</p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Jantar-com-a-família-de-Willy.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5889" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Cidade-de-Castro-Ale-Sandro-e-nós-1024x682.jpg" alt="Chiloé - Cidade de Castro - Couchsurfing" width="1024" height="682" /></a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Jantar-com-a-família-de-Willy.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5587" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Jantar-com-a-família-de-Willy-1024x683.jpg" alt="El Calafate - Jantar com a família de Willy" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>Buenos Aires, El Caminito e, mais uma vez, hospitalidade!</title>
		<link>http://anaturezahumana.com/2015/06/buenos-aires-el-caminito-e-mais-uma-vez-hospitalidade/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2015 18:20:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>
		<category><![CDATA[ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Buenos Aires]]></category>
		<category><![CDATA[Carona]]></category>
		<category><![CDATA[contato humano]]></category>
		<category><![CDATA[couchsurfing]]></category>
		<category><![CDATA[El Caminito]]></category>
		<category><![CDATA[hospitalidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Aquele dia foi muito agradável, passamos o tempo todo descansando e conversando com eles. À noite, Nano fez pizzas, ligamos para Juan e rimos muito. Eles queriam saber de futebol (Nano era River até a morte), perguntavam das comidas e costumes daqui e riam ao contar que pensavam que chegariam dois mulatos altos e encorpados ao imaginar [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e44049d34c4" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">C</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>hegamos em Buenos Aires numa manhã de sexta-feira, depois de passar o dia anterior todo intercalando caronas e virar a noite em um caminhão, que para nossa sorte, nos deixou exatamente na entrada da estação de trem, onde poderíamos seguir ao nosso destino.</p>
<p>E o destino era a casa dos pais do Juan. Em Coyhaique, onde ficamos juntos na casa do David, ele já tinha garantido: &#8220;cuando van a Buenos Aires, se quedan en la casa de mis viejos!&#8221;. Assim, tínhamos um endereço, uma indicação do meio de transporte e um número de telefone. Pegamos o trem e já nos impressionamos com o valor da passagem, <strong>andamos cerca de 27km e pagamos menos de 1 real!</strong></p>
<p>Encontramos na dona Alicia e no seu Nano uma hospitalidade incrível. A gente já deveria estar acostumando com isso depois de todas as experiências que tivemos, mas <strong>era sempre uma grata surpresa</strong>. Era hora do almoço e ela serviu um nhoque de espinafre maravilhoso, se desculpando por não ter &#8220;nada melhor&#8221;. O irmão de Juan logo chegou da escola e foi igualmente simpático. Vale ressaltar que o Juan não estava lá, ele seguia viajando, apenas telefonou para sua família e pediu que nos recebessem. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-6172"></span></p>
<p class="p1">Aquele dia foi muito agradável, passamos o tempo todo descansando e conversando com eles. À noite, Nano fez pizzas, ligamos para Juan e rimos muito. Eles queriam saber de futebol (Nano era River até a morte), perguntavam das comidas e costumes daqui e riam ao contar que pensavam que chegariam dois mulatos altos e encorpados ao imaginar que receberiam brasileiros. Dormimos numa cama com lençóis cheirosos, com aquela <strong>sensação de proteção e cuidado</strong>, como se fizéssemos parte da família.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Recebidos-pela-família-do-Juan.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6170" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Recebidos-pela-família-do-Juan.jpg" alt="Buenos Aires - Recebidos pela família do Juan" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">Tínhamos apenas dois dias na cidade, pois nosso vôo de volta estava marcado para domingo, sabíamos que seria pouco, então escolhemos apenas dois lugares e ficou a promessa de um dia voltar. Para o sábado, escolhemos o <strong>&#8220;El Caminito&#8221;</strong>, Alicia nos emprestou um cartão de passagens com o qual poderíamos economizar ainda mais e nos deu todas as coordenadas. Pegamos o trem, depois um ônibus e chegamos às movimentadas e conhecidas ruas com suas casas coloridas.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6161" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-01.jpg" alt="Buenos Aires - Caminito 01" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">O lugar é lindo, mas confesso que fiquei um pouco incomodada com o<strong> assédio aos turistas</strong>. Estava cheio de brasileiros, cheio mesmo! Os próprios vendedores já te abordavam falando portunhol. Não é que a gente não quisesse ver brasileiros, mas para quem estava trabalhando ali, nossos conterrâneos significavam uma coisa: plata! As boas conversas que conseguimos ter só se desenrolaram mesmo depois de explicarmos que não tínhamos dinheiro, não éramos turistas e estávamos fazendo um mochilão há quatro meses.</p>
<p class="p1">Fora isso, claro que o lugar enche os olhos, <strong>as cores, o tango, o artesanato e a infinidade de arte</strong> espalhada em cada canto nos deixa deslumbrados. Nosso desafio era sempre observar os objetos e procurar distinguir o que era artesanal do que era manufaturado, quase sempre o preço já entregava o veredicto: se fosse barato demais, era industrial.</p>
<p class="p1">Embora o lugar fosse cheio de restaurantes, o preços obviamente eram bem elevados, sempre com dançarinos de tango ou músicos tocando ao vivo. Além disso, opções vegetarianas eram escassas. Foi quando vimos uma moça com uma cesta de vime coberta com um paninho branco, ela oferecia &#8220;pan relleno&#8221;. Perguntamos os sabores e preços e na hora ela ganhou nossos corações (e estômagos). Era uma espécie de calzone, grande e recheado o suficiente para um almoço, o meu era de abóbora com queijo e temperos verdes e o do Diego era de azeitonas, cebola e queijo. Custou cerca de R$5,00.</p>
<p class="p1">Voltamos para casa no final do dia, depois de percorrer cada galeria, explorar cada canto do lugar. Naquela noite foi nossa vez de cozinhar e fizemos hambúrgueres de grão-de-bico. Nesse momento também tratamos de <strong>arrumar as mochilas pela última vez nessa viagem</strong>. Sim, o dia seguinte seria o último e já sairíamos de casa com as mochilas nas costas. Foi um momento muito especial, estávamos muito ansiosos para chegar e encontrar todo mundo, 110 dias tinham se passado e cada um deles voltou à nossa memória enquanto guardávamos com carinho todos os itens dentro das mochilas.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6163" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-03.jpg" alt="Buenos Aires - Caminito 03" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6162" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-02.jpg" alt="Buenos Aires - Caminito 02" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-full wp-image-6155" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Beunos-Aires-Bruna-no-Caminito.jpg" alt="Buenos Aires - Bruna no Caminito" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-Música-ao-vivo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6159" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-Música-ao-vivo.jpg" alt="Buenos Aires - Caminito - Música ao vivo" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-Galerias-de-lojas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6158" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-Galerias-de-lojas.jpg" alt="Buenos Aires - Caminito - Galerias de lojas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-Bruna-e-as-cores-do-Brasil.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6157" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-Bruna-e-as-cores-do-Brasil.jpg" alt="Buenos Aires - Caminito - Bruna e as cores do Brasil" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>Pit stop em Mendoza</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2015 11:39:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[Carona]]></category>
		<category><![CDATA[contato humano]]></category>
		<category><![CDATA[couchsurfing]]></category>
		<category><![CDATA[hospitalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mendoza]]></category>
		<category><![CDATA[Parque San Martín]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Na primeira noite passeamos nos arredores do bairro onde Leo e seus amigos moram, foi uma noite de festa! Jantamos juntos e depois fomos todos para a casa de Nico. Nosso quarto ficava na garagem, onde tinha uma cama já prontinha pra nós, todos entraram na garagem, pegaram instrumentos musicais e ficaram tocando e cantando [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e44049d7801" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">Q</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>uando chegamos na rodoviária de Mendoza entramos em contato com o Léo (que conhecemos em <a title="Puerto Natales" href="http://anaturezahumana.com/2015/03/todo-o-charme-e-hospitalidade-de-puerto-natales/" target="_blank">Puerto Natales</a> e depois encontramos novamente em El Chaltén) que mora lá e conseguiu um lugar pra gente ficar. Fomos caminhando até uma praça onde encontramos ele e um grupo de amigos, quase todos já tinham feito uma grande viagem ou estavam viajando naquele momento, foi um papo muito bacana e <strong>adicionamos mais alguns lugares na lista de &#8220;queremos conhecer&#8221;</strong>.</p>
<p class="p1">Um dos amigos que conhecemos naquele momento foi o Nico, na casa dele que ficamos durante os dois dias que estivemos em Mendoza. Ficamos apenas dois dias porque já estávamos ficando sem tempo, <strong>o dia do retorno já estava se aproximando</strong>! E como pretendíamos ir de carona de Mendoza a Buenos Aires, preferimos não arriscar. A primeira coisa que pensamos quando viemos para Mendoza foi que teríamos que visitar as vinícolas, mas pela falta de tempo também resolvemos deixar isso para uma próxima viagem também, junto com os trekkings bem bacanas que os vilarejos ao redor oferecem.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-6133"></span></p>
<p class="p1">Na primeira noite passeamos nos arredores do bairro onde Leo e seus amigos moram, foi uma noite de festa! Jantamos juntos e depois fomos todos para a casa de Nico. Nosso quarto ficava na garagem, onde tinha uma cama já prontinha pra nós, todos entraram na garagem, pegaram instrumentos musicais e ficaram tocando e cantando por horas. Estávamos começando a ficar exaustos, o dia tinha sido puxado pois passamos sete horas viajando. Acabamos nos aconchegando na cama e dormindo, enquanto eles tocavam. Não vimos a hora que eles saíram, não ouvimos quando a música parou, acordamos no outro dia e estávamos só nós dois na garagem.</p>
<p class="p1">Como já tínhamos que ir até o centro da cidade pra resolver um problema com nosso voo de volta, decidimos dar uma passeada pelo centro e conhecer o <strong>Parque General San Martín</strong> que ficava próximo dali. Na verdade não tão próximo assim, mas percorremos todo o caminho de ônibus então foi bem tranquilo. Chegando lá encontramos um quiosque de aluguel de bicicletas e foi a tentação do momento. Era um pouco caro, mas resolvemos topar, fazia muito tempo que não a gente não pedalava. Pagamos AR$ 100,00 (Aprox. R$25,00) por 1 hora para as duas bikes e percorremos o parque todo.</p>
<p class="p1">O parque <strong>é muito bem estruturado e encontramos muitas pessoas aproveitando o espaço</strong>, mesmo sendo uma quarta-feira à tarde haviam muitas pessoas caminhando, pedalando e remando na lagoa que tem lá. Foi um passeio bem diferente e valeu a pena. Depois do parque, passamos num mercado ali pertinho para comprarmos algo para a janta e pegamos um ônibus de volta para a casa do Nico. Passamos o resto da noite organizando as mochilas porque queríamos partir cedo. No outro dia tomamos um café rápido, nos despedimos de Nico e sua mãe e fomos para a beira da estrada novamente.</p>
<p class="p1">A carona de Mendoza até Buenos Aires não foi fácil, mas também não foi nada comparado ao que passamos na <a title="Ruta 40" href="http://anaturezahumana.com/2015/04/a-aventura-na-estrada-que-nos-levou-a-uma-nova-patagonia/" target="_blank">Ruta 40.</a> Levamos quase um dia para fazer o percurso, pegamos 2 caronas mais curtas e 2 longas, de caminhão. Por incrível que pareça, até então não tínhamos pegado carona em caminhões, mas fechamos com chave de ouro. A última carona foi a mais longa e foi na qual passamos a noite, chegamos em Buenos Aires no início da manhã, aguardamos descarregarem o caminhão numa distribuidora na entrada da cidade e depois disso o motorista nos deixou bem próximo da estação de trem, onde iríamos embarcar para ir até a casa dos pais do Juan (que conhecemos na casa do David, em Coyhaique), nossa casa em Buenos Aires.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Parque-General-San-Martín-Passeio-de-bicicleta-03.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6139" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Parque-General-San-Martín-Passeio-de-bicicleta-03-1024x682.jpg" alt="Mendoza - Parque General San Martín - Passeio de bicicleta 03" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Parque-General-San-Martín-Passeio-de-bicicleta-01.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6137" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Parque-General-San-Martín-Passeio-de-bicicleta-01-1024x682.jpg" alt="Mendoza - Parque General San Martín - Passeio de bicicleta 01" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Parque-General-San-Martín-Passeio-de-bicicleta-05.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6141" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Parque-General-San-Martín-Passeio-de-bicicleta-05-1024x682.jpg" alt="Mendoza - Parque General San Martín - Passeio de bicicleta 05" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Parque-General-San-Martín-Passeio-de-bicicleta-02.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6138" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Parque-General-San-Martín-Passeio-de-bicicleta-02-1024x682.jpg" alt="Mendoza - Parque General San Martín - Passeio de bicicleta 02" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Parque-General-San-Martín-Passeio-de-bicicleta-04.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6140" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Parque-General-San-Martín-Passeio-de-bicicleta-04-1024x682.jpg" alt="Mendoza - Parque General San Martín - Passeio de bicicleta 04" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Parque-General-San-Martín.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6142" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Parque-General-San-Martín-1024x683.jpg" alt="Mendoza - Parque General San Martín" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Parque-General-San-Martín-Lagoa.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6136" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Parque-General-San-Martín-Lagoa-1024x682.jpg" alt="Mendoza - Parque General San Martín - Lagoa" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Despedida-Nico.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6135" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Despedida-Nico-1024x683.jpg" alt="Mendoza - Despedida Nico" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>Chiloe: Visitando as cidades de Achao e Ancud</title>
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		<pubDate>Sat, 02 May 2015 01:11:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p> No nosso terceiro dia na ilha, seguindo as sugestões de Ale e Sandro, tomamos um ônibus até a ilha de Quinchao, onde visitaríamos a pequena cidade de Achao. É muito simples chegar até a ilha, o ônibus sai a CHS 1.800,00 (cerca de R$ 8,00) e está inclusa a travessia em balsa, nem é preciso [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e44049dbc57" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">C</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>hiloé estava nos fascinando com toda a sua riqueza cultural. Começamos a aprender um pouco mais sobre esse arquipélago, que apesar de chileno, se desenvolveu de maneira diferente do restante do país, é possível perceber isso de diversas maneiras: a arquitetura peculiar com as igrejas de madeira, as palafitas e as casas de tijuelas; os seus costumes particulares como o transporte de casas inteiras de uma ilha para outra (sim, isso existe por la e geralmente a ocasião é especial e comemorada com uma festa. Ouvimos de gente que viu e até participou, mas não é algo que acontece todos os dias, então é melhor não ir esperando ver assim tão fácil); as suas comidas como o alho e as batatas e seu típico Curanto; sua mitologia cheia de lendas e mistérios; além das diferenças naturais com sua vegetação e relevo particulares, sem a presente influência da Cordilheira dos Andes, como é o caso do restante do Chile. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-5886"></span></p>
<p class="p1"> No nosso terceiro dia na ilha, seguindo as sugestões de Ale e Sandro, tomamos um ônibus até a ilha de Quinchao, onde visitaríamos a pequena cidade de Achao. É muito simples chegar até a ilha, o ônibus sai a CHS 1.800,00 (cerca de R$ 8,00) e está inclusa a travessia em balsa, nem é preciso desembarcar.</p>
<p class="p1">O legal desse local é passear pela cidade, onde há outra igreja de madeira, que é Patrimônio Mundial pela UNESCO (infelizmente ela estava fechada e não pudemos visitar seu interior), caminhar pela costaneira e depois subir até um mirante onde, além da bela vista da cidade, se pode observar diversas outras ilhas menores ao redor. Dali mesmo é possível pegar o ônibus de volta e seguir até a cidade de Dalcahue, também muito interessante, com uma feira municipal grande e variada, porém como chegamos aí no final da tarde, a feira já estava fechada e seguimos direto para Castro novamente. Nossa intenção era na verdade seguir dali para Ancud, a última cidade que visitaríamos na ilha, mas como estávamos com poucos pesos chilenos, precisamos voltar para fazer câmbio em Castro. Aliás, se você for visitar a ilha, é bom saber que os principais serviços se encontram em Castro, especialmente casas de câmbio.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Vista-da-Praia-em-Achao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5898" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Vista-da-Praia-em-Achao.jpg" alt="Chiloé - Vista da Praia em Achao" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Praia-em-Achao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5896" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Praia-em-Achao.jpg" alt="Chiloé - Praia em Achao" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Igreja-em-Achao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5891" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Igreja-em-Achao.jpg" alt="Chiloé - Igreja em Achao" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-full wp-image-5900" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Vista-para-a-cidade-de-Achao-e-o-mar.jpg" alt="Chiloé - Vista para a cidade de Achao e o mar" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-full wp-image-5899" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Vista-do-mirante-para-a-cidade-de-Achao-e-o-mar.jpg" alt="Chiloé - Vista do mirante para a cidade de Achao e o mar" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1">Nesse dia, ao voltar do passeio, ficamos sabendo da erupção do vulcão Calbuco, nas proximidades de Puerto Varas, o que acabaria por nos obrigar a uma rápida mudança de planos, já que essa era uma das cidades que pretendíamos visitar, porém isso nunca foi um problema pra gente, porque vamos levando nossa viagem com o roteiro bem aberto, procurando não nos apegar a nenhum plano e estar sempre abertos para os imprevistos no caminho.</p>
<p class="p1">No dia seguinte nos despedimos de Ale e Sandro, mais uma vez com um aperto no peito e a vontade imensa de voltarmos a ver-los. Foram dias muito divertidos e sua companhia muito agradável, coisas que só presenciamos pelo Couchsurfing. Dali, fomos direto a Ancud, cidade mais ao norte da ilha.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Cidade-de-Castro-Ale-Sandro-e-nós.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5889" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Cidade-de-Castro-Ale-Sandro-e-nós.jpg" alt="Chiloé - Cidade de Castro - Couchsurfing" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1">Passamos o dia conhecendo Ancud, fomos ao mercado municipal, a um pequeno forte e a um museu muito bacana, que conta a história da ilha e dos primeiros homens que viveram ali, seus costumes e seus sofrimentos diante de alguns desastres naturais, comuns na região como terremotos e maremotos. Em 1960 as ilhas (assim como boa parte do Chile) sofreu com um grande maremoto. Na época o estrago foi grande, muita gente morreu, muitas casas foram destruídas e, claro, as cidades ficaram um caos. Aos poucos tudo foi reconstruído e agora já não se percebem seus estragos fora do museu, mas sabe-se que muito de sua estética foi perdida na reconstrução. Nos museus é possível ver algumas fotos dessa época triste para os chilotas. O museu é bem interativo e a entrada gratuita.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Relógio-no-museu-da-cidade-de-Ancud.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5897" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Relógio-no-museu-da-cidade-de-Ancud.jpg" alt="Chiloé - Relógio no museu da cidade de Ancud" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5892" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Museu-da-cidade-de-Ancud.jpg" alt="Chiloé - Museu da cidade de Ancud" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5895" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-3.jpg" alt="Chiloé - Parte externa do museu da cidade de Ancud 3" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5894" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-2.jpg" alt="Chiloé - Parte externa do museu da cidade de Ancud 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5893" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-1.jpg" alt="Chiloé - Parte externa do museu da cidade de Ancud 1" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Forte-na-cidade-de-Ancud.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5890" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Forte-na-cidade-de-Ancud.jpg" alt="Chiloé - Forte na cidade de Ancud" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">A cidade é bonita, como toda Chiloé, mas um dia nos bastou para percorrer os pontos principais, e assim já tomamos outro ônibus e fomos dormir em Puerto Montt, já no continente outra vez, nos despedindo desse arquipélago cheio de encantos e história. Recomendamos muito a visita, é uma ótima pedida para quem tem poucos dias, já que pode-se conhecer várias cidades e povoados em pouco tempo (o transporte é feito através de microônibus e balsas, é barato e funciona muito bem) e além da riqueza cultural, ainda tem diversas belezas naturais, dá pra explorar bem mais, nós fomos apenas aos pontos principais.</p>
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		<title>Chegando a Chiloé, o charmoso arquipélago chileno</title>
		<link>http://anaturezahumana.com/2015/04/chegando-a-chiloe-o-charmoso-arquipelago-chileno/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2015 15:18:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p> Saímos de Coyhaique, onde passamos dias maravilhosos na companhia de David (couchsurfing) e dos outros hóspedes, o francês Samuel (com seu ornitorrinco de pelúcia Platipus) e o argentino Juan. Formamos uma turma animada e unida, sempre cozinhando juntos e indo dormir tarde, rindo por horas. Inclusive organizamos uma partida de pôker, onde confeccionamos nossas próprias [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e44049e2856" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">D</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>eixamos a Carretera Austral com um aperto no peito e uma vontade enorme de conhecê-la por inteiro. Confidenciamos aqui: rolou uma conversa de um dia voltar e fazer o caminho de bike… Vai saber…</p>
<p class="p1">Bom, o fato é que sabendo que um dia vamos voltar, não tivemos remorsos maiores em seguir em frente, e nosso rumo era Chiloé, <strong>um arquipélago com cerca de trinta ilhas</strong> (mas o pessoal daqui diz que o número é incerto e juram que há inclusive ilhas com poderes no maior estilo “Lost”). A maior e principal ilha é a Isla Grande de Chiloé, que compreende várias cidades. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-5856"></span></p>
<p class="p1"> Saímos de Coyhaique, onde passamos dias maravilhosos na companhia de David (couchsurfing) e dos outros hóspedes, o francês Samuel (<strong>com seu ornitorrinco de pelúcia Platipus</strong>) e o argentino Juan. Formamos uma turma animada e unida, sempre cozinhando juntos e indo dormir tarde, rindo por horas. Inclusive organizamos uma partida de pôker, onde confeccionamos nossas próprias fichas e chamamos de “pesos mochilenhos”, havia uma cotação oficial e tudo! Deu uma tristeza despedir-nos de David, mas saímos com uma promessa de nos vermos no Brasil em julho (espero que ele esteja treinando seu português e lendo esse post!).</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Coyhaique-Desdedida-David-Juan-Samuel-e-Platipus.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5879" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Coyhaique-Desdedida-David-Juan-Samuel-e-Platipus.jpg" alt="Carretera Austral - Coyhaique - Desdedida David, Juan, Samuel e Platipus" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">Pegamos algumas caronas até que chegamos por volta das 18:00hs em Puerto Cisnes. Estava chovendo e tinha muita neblina no porto. Logo encontramos o escritório da companhia que faz a travessia de barco até Chiloé. Entramos e duas funcionárias nos deram o aviso de que <strong>o barco estava parado em outro porto</strong> e por conta do mau tempo não havia previsão de chegada. O horário de saída seria as 22:00hs, mas já estava atrasado no caminho em pelo menos 4 horas e contando. Pedimos se não tinha um lugar onde pudéssemos ficar e elas nos deram as informações das hospedagens próximas.</p>
<p class="p1">Saímos e nesse momento lembramos que <strong>estávamos quase sem pesos chilenos</strong>. Não imaginávamos que íamos passar a noite ali e não havia casa de câmbio no lugar. Perguntamos o valor numa hospedagem e saía CHS 10.000,00 por pessoa, sem café da manhã. Muito caro pelo que era oferecido e bem mais do que tínhamos no bolso. Voltamos ao escritório, onde a funcionária fez algumas ligações tentando encontrar alguém que trocasse nosso dinheiro, sem sucesso. Pegamos a maior cara de abandono que temos nas mochilas e explicamos para as duas o quanto <strong>não podíamos gastar aquele dinheiro e o quanto estava frio lá fora</strong>, depois, sem uma solução, desconsolados saímos.</p>
<p class="p1">Estávamos na rua e ouvimos um barulho na janela do escritório, elas estavam nos chamando. Entramos e elas disseram: &#8220;não poderíamos estar fazendo isso, mas a companhia tem um container que serve como sala de espera e é aberto somente uma hora antes do embarque. <strong>Vamos abrir uma excessão e deixar vocês ficarem lá</strong>. Tem calefação, banheiros, tomadas e água.”</p>
<p class="p1">Não podia ser melhor! Impossível expressar a felicidade que sentimos quando o funcionário abriu a porta do container e ligou o aquecedor. Passamos a noite ali, dando informações para algumas pessoas que batiam perguntando se o barco já estava a caminho, foi ficando tarde, colocamos os isolantes no chão, abrimos os sacos de dormir e apagamos.</p>
<p class="p1">Lá pelas três da manhã ouvimos um ruído na porta. Assim conhecemos o francês Roman, que chagava ensopado (ele e toda a sua bagagem). Ele não sabia que o container estava aberto e estava na mesma situação que a gente, só que um pouco pior, porque só encontrou abrigo bem mais tarde. Emprestamos um de nossos isolantes para ele e oferecemos o lugar mais próximo ao aquecedor, para que dormisse mais confortável enquanto se secava.</p>
<p class="p1">O barco chegou as 14:00hs do dia seguinte. Embarcamos para <strong>uma travessia que duraria dezoito horas</strong> e assim passamos <strong>a pior noite da viagem</strong> e na minha opinião, a pior experiência que tive até aqui. Embora o tempo estivesse melhor e sem perigo de tempestades, o mar ainda estava revolto e o barco balançava de um lado para o outro, eu me virava no banco tentando encontrar uma posição que não me fizesse vomitar. Para ajudar, ficamos próximos do banheiro e sempre que as ondas começavam, começava junto o festival de ruídos das pessoas “chamando o Hugo”, além disso, uma das portas do banheiro não tinha trava e ficava batendo conforme o barco inclinava. Apesar do incômodo, todos estavam tranquilos, parecia ser normal balançar desse jeito, mas para mim que nunca tinha navegado nessas condições,<strong> parecia que eu estava a bordo do Titanic no momento do naufrágio</strong>. Eu fechava os olhos e pensava “quando abrir de novo, já terei dormido e será dia”, mas isso não acontecia e foi uma noite longa.</p>
<p class="p1">Chegamos a Chiloé no final da manhã na cidade de Quellon, mas decidimos ir direto para Castro, que era bem maior e portanto teríamos mais possibilidade de fazer câmbio. Descobrimos que havia um ônibus por apenas CHS2.000,00 (Aprox. R$10,00) por pessoa e por esse preço e com os olhos fundos da noite mal dormida, nem cogitamos tentar carona. Em Castro, Roman, Diego e eu caminhamos um pouco procurando hospedagem e encontramos um quarto para nós três na Hospedagem Mary por CHS6.000,00 (Aprox. R$30,00) cada um. Gostamos muito dos preços de Chiloé em comparação com o resto do Chile. Naquela noite tentei alguns contatos de Couchsurfing e Alejandra nos respondeu. A partir do dia seguinte ficamos na casa dela e de Sandro.</p>
<p class="p1">Encontramos em Ale e Sandro bons amigos, logo que chegamos nos deixaram muito à vontade e deram várias dicas sobre o arquipélago. Na noite em que chegamos cozinhamos feijão com arroz e tomamos vinho, rimos e conversamos até madrugada, foi muito divertido!</p>
<p class="p1">No dia seguinte já fomos “explorar a ilha”, tomamos um ônibus até a cidade de Cucao, onde fica o <strong>Parque Nacional Chiloé</strong> (por CHS 1.800,00 cada um, cerca de R$ 8,00). É um parque pequeno, porém muito bem cuidado e com trilhas bem sinalizadas, ali podem ser avistados diversos tipos de vegetação e há uma parte do bosque especialmente bela com <strong>árvores antigas cheias de musgos e teias de aranha.</strong> Também é possível caminhar por uma trilha e chegar ao Oceano Pacífico, pelo lado oeste da ilha, dá uma emoção grande ver as ondas batendo na areia, coisa que há muito não avistávamos, pois só tínhamos ido a pontos onde o mar não faz ondas. A entrada no parque custa CHS 1.500,00 (cerca de R$ 6,80).</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Vista-para-o-Oceano-Pacífico.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5878" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Vista-para-o-Oceano-Pacífico.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Vista para o Oceano Pacífico" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Passarelas-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5876" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Passarelas-2.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Passarelas 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Ovelha-e-o-verde.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5875" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Ovelha-e-o-verde.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Ovelha e o verde" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Murta.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5874" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Murta.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Murta" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Flora.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5873" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Flora.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Flora" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Entrada.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5872" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Entrada.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Entrada" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Bruna-e-as-passarelas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5871" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Bruna-e-as-passarelas.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Bruna e as passarelas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">Também percorremos a cidade de Castro e nos apaixonamos por suas construções feitas com pequenas telhas de madeira sobrepostas, chamadas “tijuelas”, com suas casas de palafitas, com seu rico mercado municipal e sua originalidade tão preservada que são poucos os pontos onde se vêem edifícios e outros indícios de modernidade, apesar de ser a maior cidade da ilha. Pelas ruas são vistos artesãos, vendedores de frutas e músicos. Outro destaque são as igrejas, <strong>patrimônio da humanidade pela UNESCO</strong>, que fazem jus ao seu título, elas foram construídas entre os séculos XVIII e XIX em madeira, com detalhes impressionantes.</p>
<p class="p1">Na feira municipal o destaque fica por conta da variedade de frutas e verduras (itens que mais ao sul do Chile são muito escassos), dentre eles <strong>o alho chilote, que são dentes de alho gigantes,</strong> mais parecendo cebolas, e também as batatas chilotas, que tem diversas cores e formatos. Ali também pode-se encontrar ampla variedade em artesanato, especialmente com lã de ovelha ou alpaca. Porém hoje a feira já incorporou vários produtos manufaturados &#8220;disfarçados&#8221; de artesanato, então é preciso observar bem para identificar o que é feito à mão mesmo e o que é industrial. Ainda assim, todos os produtos conservam o estilo chilote, que é encantador de qualquer forma.</p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-full wp-image-5861" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Costaneira-com-vista-para-as-palafitas.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Costaneira com vista para as palafitas" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Vista-interna-da-igreja.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5868" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Palafitas.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Palafitas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Vista-interna-da-igreja.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5862" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Costaneira.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Costaneira" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Vista-interna-da-igreja.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5869" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Ruas-da-cidade.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Ruas da cidade" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Vista-interna-da-igreja.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5864" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Igreja.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Igreja" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Vista-interna-da-igreja.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5870" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Vista-interna-da-igreja.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Vista interna da igreja" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Interno-Igreja-3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5867" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Interno-Igreja-3.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Interno Igreja 3" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Interno-Igreja-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5866" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Interno-Igreja-2.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Interno Igreja 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Interno-Igreja-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5865" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Interno-Igreja-1.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Interno Igreja 1" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Feira-municipal.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5863" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Feira-municipal.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Feira municipal" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Casa-com-tijuelas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5860" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Casa-com-tijuelas.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Casa com tijuelas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com/2015/04/chegando-a-chiloe-o-charmoso-arquipelago-chileno/">Chegando a Chiloé, o charmoso arquipélago chileno</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com">A Natureza Humana</a>.</p>
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		<title>Couchsurfing, comida boa e descanso na capital Coyhaique</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2015 22:29:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>
		<category><![CDATA[Cerro Mackay]]></category>
		<category><![CDATA[Chile]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Assim que nos conectamos recebemos uma mensagem de Laura dizendo que estava na cidade também! Sim, nos separamos no outro lado da Argentina, um dia antes e no final das contas chegamos na mesma cidade no Chile praticamente juntos. Mandamos uma resposta, mas ela estava offline, então não conseguimos saber onde ela estava hospedada. Nos [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e44049e8477" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">C</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>oyhaique é uma cidade realmente linda. A arquitetura, as ruas estreitas e o estilo das pessoas <strong>confirmam que você está em uma cidade pequena</strong>, mas não se trata de um povoado como a maioria que se encontra na Carretera Austral, afinal ela é a <strong>capital da região de Aysen</strong> e isso te traz alguns benefícios, como um supermercado grande, várias hospedagens, casas de câmbio e diversas lojas a disposição.</p>
<p>Como não pensávamos mais em ir a Coyhaique nós não tínhamos feito nenhum contato de Couchsurfing, então chegamos lá e uma das primeiras coisas que fizemos foi procurar um lugar com internet para que pudéssemos fazer isso. Nos dirigimos até a praça central da cidade e lá (assim como em várias cidades que percorremos no Chile) <strong>havia sinal aberto</strong>, disponibilizado através de um programa do governo e era bom o suficiente para que pudéssemos enviar as mensagens.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><span id="more-5711"></span></p>
<p class="p1">Assim que nos conectamos recebemos uma mensagem de Laura dizendo que estava na cidade também! Sim, nos separamos no outro lado da Argentina, um dia antes e no final das contas chegamos na mesma cidade no Chile praticamente juntos. Mandamos uma resposta, mas ela estava offline, então não conseguimos saber onde ela estava hospedada. <strong>Nos restou procurar algum lugar barato pra passar a noite</strong>.</p>
<p class="p1">Passamos por vários hostels e hospedagens e os preços ficavam na faixa de CH$10.000,00 a CH$15.000,00 por pessoa. Os mais caros ofereciam café da manhã, outros não, alguns quartos conjugados, alguns quartos compartilhados, muitos ofereciam só a cama, sem acesso a cozinha&#8230; Enfim, acabamos encontrando a <strong>Hospedaje Coyhaique</strong>, que não tinha café, mas nos dava acesso a cozinha e tinha (pasmem!) um quarto de casal por<strong> CH$20.000,00</strong> (preço para os dois). Ficamos apaixonados pela ideia de depois de tantos dias de viagem poder dormir num “quarto de hotel” e topamos. Fomos até o mercado, abastecemos os estoques, fizemos uma janta e dormimos uma noite excelente.</p>
<p class="p1">Mas isso tudo era um regalo de uma noite só, nossa meta agora era achar um couch. Ainda no mercado, em mais uma dessas coincidências malucas de viagem, <strong>encontramos com Laura</strong>, ela estava hospedada na casa de Alfredo e nos disse que talvez ele ou seu amigo David pudesse nos hospedar.</p>
<p class="p1">Na manhã seguinte fomos até a praça e abrimos nosso perfil no Couchsurfing e vimos que David era um dos contatos que tínhamos feito e havia respondido nossa solicitação dizendo que poderíamos ficar com ele e dando seu endereço. Nos demos tão bem que acabamos ficando três dias lá. <strong>David é gente finíssima e tivemos uma ótima estadia</strong>. Além disso ele é professor de espanhol e isso foi ótimo para o nosso aprendizado com o idioma. Fizemos várias refeições deliciosas lá, onde todos iam pra cozinha e botavam a mão na massa mesmo, inclusive tivemos a noite do feijão com arroz (que foi um sucesso!) e o dia do nhoque que foi uma verdadeira festa. Isso tudo regado a muito vinho e cerveja. Realmente <strong>nos sentimos em casa novamente e nos divertimos muito</strong>.</p>
<p class="p1">Coyhaique oferece algumas opções de atividades outdoor, mas nós estávamos dedicando praticamente todos os nossos dias à preguiça e a algumas caminhadas pela cidade, precisávamos mesmo descansar um pouco e a companhia de David e dos outros hóspedes (o italiano Roberto e o americano Michael) estava sendo muito agradável. Abrimos uma exceção no penúltimo dia, em que íamos para um <strong>trekking no Cerro Mackay</strong>, mas no final das contas não deu certo, não encontramos o início da trilha e como tínhamos saído meio tarde resolvemos não arriscar. Acabou que ficamos com a vista de longe das montanhas e com alguns passeios pelas ruas da cidade mesmo.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Ruas-de-Coyhaique.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5702" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Ruas-de-Coyhaique-1024x683.jpg" alt="Ruas de Coyhaique" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Coyhaique-Bruna-caminhando-com-o-Cerro-Mackay-ao-fundo.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5690" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Coyhaique-Bruna-caminhando-com-o-Cerro-Mackay-ao-fundo-1024x683.jpg" alt="Coyhaique - Bruna caminhando com o Cerro Mackay ao fundo" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Ruas-de-Coyhaique-2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5701" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Ruas-de-Coyhaique-2-1024x683.jpg" alt="Ruas de Coyhaique 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Coyhaique-Cerro-Mackay.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5691" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Coyhaique-Cerro-Mackay-1024x683.jpg" alt="Coyhaique - Cerro Mackay" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Coyhaique-Preparando-o-molho.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5699" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Coyhaique-Preparando-o-molho-1024x683.jpg" alt="Coyhaique - Preparando o molho" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Coyhaique-Roberto-e-as-saladas.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5700" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Coyhaique-Roberto-e-as-saladas-1024x683.jpg" alt="Coyhaique - Roberto e as saladas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Coyhaique-Preparando-a-massa.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5698" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Coyhaique-Preparando-a-massa-1024x683.jpg" alt="Coyhaique - Preparando a massa" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Coyhaique-Fazendo-os-nhoques.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5694" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Coyhaique-Fazendo-os-nhoques-1024x683.jpg" alt="Coyhaique - Fazendo os nhoques" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Coyhaique-Feliz-Páscoa.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5695" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Coyhaique-Feliz-Páscoa-1024x683.jpg" alt="Coyhaique - Feliz Páscoa" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Coyhaique-Fazendo-os-nhoques-2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5692" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Coyhaique-Fazendo-os-nhoques-2-1024x683.jpg" alt="Coyhaique - Fazendo os nhoques 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Coyhaique-Nhoques-de-Páscoa.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5697" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Coyhaique-Nhoques-de-Páscoa-1024x683.jpg" alt="Coyhaique - Nhoques de Páscoa" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Coyhaique-Fazendo-os-nhoques-3.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5693" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Coyhaique-Fazendo-os-nhoques-3-1024x683.jpg" alt="Coyhaique - Fazendo os nhoques 3" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Coyhaique-Michael-Robert-Bruna-e-David-prontos-para-a-janta.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5696" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Coyhaique-Michael-Robert-Bruna-e-David-prontos-para-a-janta-1024x683.jpg" alt="Coyhaique - Michael, Robert, Bruna e David prontos para a janta" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>Chegada a El Chaltén e Trekking Laguna Torre</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2015 18:26:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>
		<category><![CDATA[Trekking]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[camping]]></category>
		<category><![CDATA[Carona]]></category>
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		<category><![CDATA[El Chaltén]]></category>
		<category><![CDATA[Fitz Roy]]></category>
		<category><![CDATA[Laguna Torre]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A vista da chegada na cidade é de tirar o fôlego, enxergar o povoado pequenino cercado pelas montanhas e com o imponente Fitz Roy ao fundo nos deixou de boca aberta e enquanto íamos nos aproximando as paisagens só melhoravam. Chegamos e fomos até um restaurante, pois queríamos dar algo para Rodo em troca da [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e44049ed54c" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">N</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>ossa estadia em El Calafate estava sendo maravilhosa, mas tínhamos que seguir em frente <strong>e a próxima cidade prometia</strong>. El Chaltén tinha sido recomendada por várias pessoas e tínhamos vistos muitas imagens lindas do povoado e do famoso <a title="Wikipédia - Monte Fitz Roy" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Monte_Fitz_Roy" target="_blank"><strong>Fitz Roy</strong></a>, a mais alta das montanhas que circunda a cidade com seus 3.375 metros de altitude.</p>
<p>Fomos até a saída de Calafate e esperamos por aproximadamente duas horas e meia até que conseguimos uma carona que ia direto até El Chaltén. Nosso motorista era Rodo (de Rodolfo, mas ele nos disse que era por tanto rodar pelas estradas da América do Sul) e ele dirigia sua querida &#8220;Argentina&#8221;. A viagem foi maravilhosa, <strong>o caminho é muito bonito mesmo</strong> e o clima estava perfeito. Além disso, fomos conversando sobre <a title="Wikipédia - A resposta para a vida, o universo e tudo mais" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Quarenta_e_dois" target="_blank">a vida, o universo e tudo mais</a>, parecíamos nos conhecer há muito tempo. <strong>Foi um percurso muito marcante</strong>, talvez um dos melhores que tenhamos feito entre uma cidade e outra aqui.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><span id="more-5607"></span></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Caminho-para-El-Chaltén-Nós-Rodo-e-a-Argentina.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5594" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Caminho-para-El-Chaltén-Nós-Rodo-e-a-Argentina-1024x683.jpg" alt="Caminho para El Chaltén - Nós, Rodo e a Argentina" width="1024" height="683" /></a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Caminho-para-El-Chaltén-Vista-para-as-montanhas.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5595" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Caminho-para-El-Chaltén-Vista-para-as-montanhas-1024x683.jpg" alt="Caminho para El Chaltén - Vista para as montanhas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Cidade-vista-da-estrada-de-entrada-com-a-Argentina.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5597" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Cidade-vista-da-estrada-de-entrada-com-a-Argentina-1024x683.jpg" alt="El Chaltén - Cidade vista da estrada de entrada com a Argentina" width="1024" height="683" /></a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Cidade-vista-da-estrada-de-entrada.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5598" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Cidade-vista-da-estrada-de-entrada-1024x683.jpg" alt="El Chaltén - Cidade vista da estrada de entrada" width="1024" height="683" /></a></p>
<p>A vista da chegada na cidade é de tirar o fôlego, enxergar o povoado pequenino cercado pelas montanhas e com o imponente Fitz Roy ao fundo nos deixou de boca aberta e enquanto íamos nos aproximando <strong>as paisagens só melhoravam</strong>. Chegamos e fomos até um restaurante, pois queríamos dar algo para Rodo em troca da carona, como não costumamos ajudar com a gasolina decidimos pagar uma cerveja e uma pizza. Ele insistiu em pagar uma rodada e no final das contas acabou que pagamos quase a mesma coisa, vai entender esses argentinos.</p>
<p>Havíamos tentado alguns contatos de couchsurfing para El Chaltén, mas <strong>não obtivemos resposta de nenhum deles</strong>. Isso é um negócio que nos deixa um pouco decepcionados com o couchsurfing, muitos dos membros simplesmente ignoram as mensagens e as solicitações. Entenda que não há problema em negar, mas ver que o usuário fez login nos últimos dias e não te respondeu é um pouco frustrante, pois você acaba aguardando um retorno para decidir o que fazer, se tenta mais contatos, se procura um camping ou qualquer outra coisa. É uma pena, pois parece ser uma prática “comum”, em outras cidades também tivemos problemas com isso. Mas enfim, <strong>tivemos estadias perfeitas com o couchsurfing, então não podemos reclamar da rede</strong>.</p>
<p>Em um dos perfis que visitamos no couchsurfing a pessoa deixou seu endereço e disse que caso não respondesse era pra passarmos lá e conversarmos pessoalmente, pois a internet aqui é muito ruim e ela tinha pouco acesso. Foi o que fizemos, depois da nossa janta fomos até lá, mas a pessoa não estava. <strong>Estávamos decididos a não gastar com hospedagem naquele dia</strong> e mesmo com a noite se aproximando decidimos encarar a trilha mais próxima de onde estávamos, a da Laguna Torre. Acampamos em um ponto mais aberto logo após o início da trilha, o que não é exatamente legal, mas também não é estritamente proibido como no Torres del Paine.</p>
<p>No outro dia continuamos a seguir pela trilha de 8 quilômetros e depois de aproximadamente 3 horas e meia, chegamos a Laguna Torre. Apesar da curta duração a trilha foi extremamente cansativa, <strong>pois estávamos com as mochilas completas</strong>, com todas as roupas, equipamentos e comida para mais ou menos 10 dias que havíamos comprado em El Calafate, pois várias pessoas tinham nos alertado sobre os altos preços de El Chaltén. Enfim, estávamos com muito peso, muito peso mesmo. Nos arrependemos muito de não termos dormido a primeira noite em um hostel ou camping e deixado a comida e as roupas sobressalentes como sempre fizemos e juramos a nós mesmos não cometer o erro novamente.</p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Laguna-Torre.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5604" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Laguna-Torre-1024x683.jpg" alt="El Chaltén - Laguna Torre" width="1024" height="683" /></a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Laguna-Torre-vista-de-lado.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5603" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Laguna-Torre-vista-de-lado-1024x683.jpg" alt="El Chaltén - Laguna Torre vista de lado" width="1024" height="683" /></a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Laguna-Torre-Vista-para-o-Poincenot.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5602" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Laguna-Torre-Vista-para-o-Poincenot-1024x683.jpg" alt="El Chaltén - Laguna Torre - Vista para o Poincenot" width="1024" height="683" /></a></p>
<p>A laguna é bem grande e linda, aproveitamos e descansamos um pouco com a bela vista. Depois fomos até o acampamento <strong>De Agostini</strong> que fica praticamente ao lado da laguna, mas sem vista pra ela, o que é uma pena. O local era bem protegido do vento e contava com um banheiro químico com uma fossa, sem privada. Eu acabei preferindo o mato.</p>
<p>Dormimos cedo e às 4h da madrugada acordei e fiquei sem sono. Decidi pegar a câmera, o tripé, um pouco de comida e o saco de dormir e ir para a beira da laguna para ver o sol nascer. Cheguei a acordar a Bruna, mas ela preferiu ficar na barraca, então agarrei as coisas e fui. <strong>Que ótima decisão tomei</strong>. A noite estava linda, com pouquíssimas nuvens e pude fazer várias fotos noturnas e o nascer do sol também foi um momento memorável.</p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Laguna-Torre-Céu-estrelado.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5599" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Laguna-Torre-Céu-estrelado-1024x683.jpg" alt="El Chaltén - Laguna Torre - Céu estrelado" width="1024" height="683" /></a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Laguna-Torre-Vista-para-as-montanhas-e-o-céu-estrelado.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5601" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Laguna-Torre-Vista-para-as-montanhas-e-o-céu-estrelado-1024x683.jpg" alt="El Chaltén - Laguna Torre - Vista para as montanhas e o céu estrelado" width="1024" height="683" /></a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Laguna-Torre-Noturna-com-o-céu-estrelado.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5600" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Laguna-Torre-Noturna-com-o-céu-estrelado-1024x683.jpg" alt="El Chaltén - Laguna Torre - Noturna com o céu estrelado" width="1024" height="683" /></a></p>
<p>No terceiro dia fizemos a trilha de volta para a cidade (ainda reclamando do peso das mochilas, hahahah) e nos hospedamos no <strong>Hostel del Lago</strong>. Os valores de hospedagem em hostel aqui em Chaltén estão melhores que em Ushuaia, pagamos <strong>AR$ 100,00</strong> por pessoa em um quarto de seis camas e ainda tínhamos o plus de ter banheiro no quarto. Tínhamos também a possibilidade de camping por AR$ 50,00 por pessoa no mesmo local, mas decidimos ter uma noite mais tranquila e ficamos com o quarto. A internet, ponto muito importante para nós, era bem ruim, mas nos contentamos, porque afinal de contas demos uma olhada por cima e parece que <strong>em toda a cidade é mais ou menos assim</strong>.</p>
<p>Após um banho revigorante fomos até o mercado comprar pão, cerveja e ovos para nossa janta. Aqui notamos alguns pontos negativos do hostel, <strong>a cozinha era muito precária mesmo</strong>, poucos utensílios, mal organizados e alguns sujos, parte culpa dos hóspedes, mas creio que falta muita organização por parte do staff também. Mas de qualquer forma nos viramos e depois da nossa janta e dos três litros de Quilmes <strong>fomos dormir nosso descanso merecido</strong>.</p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Acampamento-de-Agostini.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5596" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Acampamento-de-Agostini-1024x683.jpg" alt="El Chaltén - Acampamento de Agostini" width="1024" height="683" /></a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Trilha-para-Laguna-Torre.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5605" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Trilha-para-Laguna-Torre-1024x683.jpg" alt="El Chaltén - Trilha para Laguna Torre" width="1024" height="683" /></a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Vista-de-cima.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5606" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Vista-de-cima-1024x683.jpg" alt="El Chaltén - Vista de cima" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>El Calafate e o Glaciar Perito Moreno</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2015 11:57:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[couchsurfing]]></category>
		<category><![CDATA[El Calafate]]></category>
		<category><![CDATA[glaciar]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>O glaciar Perito Moreno é uma das mais importantes reservas de água doce do mundo e faz parte da grande extensão de gelo que cobre parte da Argentina e Chile, o campo de gelo Patagônico Sul. O acesso é através do Parque Nacional Los Glaciares e o valor para brasileiros é de AR$ 150,00 por pessoa. [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e44049f299a" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">A</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p> cidade de El Calafate enche os olhos. Tudo lá é lindo e parece que foi construído sob medida ao gosto do turista. O centro é pequeno, mas cheio de lojinhas e restaurantes bem decorados. As ruas são largas e bem arborizadas, com calçamento ao invés de asfalto, o que as torna mais aconchegantes. É claro que é uma cidade cara, afinal como dissemos, <strong>tem o turismo nas veias e cresceu com ele</strong>. Se há dez anos era um povoado com menos de 5 mil habitantes, hoje esse número cresceu para mais de 25 mil.</p>
<p class="p1">A cidade possui ainda um anfiteatro, construído no ano passado e inaugurado esse ano na tradicional Festa do Lago, que reúne milhares de pessoas para assistir as apresentações de artistas conhecidos em todo o país. Ao redor do anfiteatro, <strong>muito verde em uma praça grande</strong> e muito bonita, vale um passeio.</p>
<p class="p1">Quem nos recebeu em El Calafate foi o Willy, que conhecemos através do Couchsurfing. Extremamente prestativo e excelente cozinheiro, <strong>nos tratou como reis</strong>. Willy segue a filosofia <a title="Wikipédia - Straight Edge" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Straight_edge" target="_blank"><strong>Straight Edge</strong></a> que, entre outras coisas, preza por valores de não violência, não consumo de álcool e outras drogas e respeito aos animais, portanto, vegetarianismo. É claro que passamos horas conversando sobre esses temas, além de música (hardcore em especial), que é sua paixão.</p>
<p class="p1">Conhecemos sua filha de 5 anos, seus pais, irmã, cunhado, sobrinhas… E jantamos um delicioso risoto <strong>em família</strong>. Todos nos receberam super bem e seus pais nos fizeram companhia no passeio ao Perito Moreno.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><span id="more-5564"></span></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Centro-da-cidade.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5571" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Centro-da-cidade-1024x683.jpg" alt="El Calafate - Centro da cidade" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Centro-da-cidade-2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5570" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Centro-da-cidade-2-1024x683.jpg" alt="El Calafate - Centro da cidade 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Jantar-com-a-família-de-Willy.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5587" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Jantar-com-a-família-de-Willy-1024x683.jpg" alt="El Calafate - Jantar com a família de Willy" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Centro-de-informações-turísticas.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5572" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Centro-de-informações-turísticas-1024x683.jpg" alt="El Calafate - Centro de informações turísticas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Bairros-pequenos-e-aconchegantes.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5569" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Bairros-pequenos-e-aconchegantes-1024x683.jpg" alt="El Calafate - Bairros pequenos e aconchegantes" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Vista-para-as-montanhas.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5588" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Vista-para-as-montanhas-1024x683.jpg" alt="El Calafate - Vista para as montanhas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Vista-para-o-lago-com-montanhas-ao-fundo.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5589" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Vista-para-o-lago-com-montanhas-ao-fundo-1024x683.jpg" alt="El Calafate - Vista para o lago com montanhas ao fundo" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">O <strong>glaciar Perito Moreno é uma das mais importantes reservas de água doce do mundo</strong> e faz parte da grande extensão de gelo que cobre parte da Argentina e Chile, o campo de gelo Patagônico Sul. O acesso é através do Parque Nacional Los Glaciares e o valor para brasileiros é de <strong>AR$ 150,00</strong> por pessoa. A entrada do parque fica a aproximadamente 70km da cidade de El Calafate e é possível ir de ônibus ou excursões de turismo, mas nós fomos de carro com os pais de Willy. O clima não estava dos mais perfeitos, mas ainda assim pudemos aproveitar bastante.</p>
<p class="p1">Para ver o glaciar de perto foram instaladas passarelas onde se pode <strong>percorrer sem dificuldade e ter ótimas vistas.</strong> O piso das plataformas é vazado para que não fique escorregadio na época que costuma nevar. Dessa forma pode-se observar o chão abaixo de nós e confesso que fiquei desejando estar ali embaixo, pra mim seria mais interessante se eu chegasse ao glaciar através de uma trilha. Porém depois de pensar um pouco, percebi que a estrutura pode ser muito boa, tanto para o parque quanto para as pessoas: para o parque porque ninguém sai da passarela e o solo abaixo de nós estava intacto, com a vegetação inteiramente preservada; e para as pessoas porque mesmo quem tenha alguma dificuldade de locomoção, ou idade mais avançada, tem a oportunidade de apreciar o majestoso glaciar. Além da passarela, o parque conta com um elevador, que leva diretamente ao mirante mais alto, aumentando ainda mais a acessibilidade e os ônibus do final da trilha até o estacionamento do parque <strong>são gratuitos</strong>. Dá gosto visitar um parque onde você consegue <strong>observar um destino para o valor que pagou na entrada</strong>.</p>
<p class="p1">O visual é espetacular, <strong>um bloco de gelo imenso</strong> que parece ter vida própria, terminando em um lago leitoso de cor esverdeada. São 5 quilômetros de largura e mais de 50 metros de altura acima do lago e vez ou outra um pedaço se desprende, causando um ruído estrondoso. É possível fazer uma caminhada sobre o glaciar, chamada Minitrekking, porém o valor de AR$ 1300,00 ficou pesado para os nossos bolsos e nos contentamos em ver de longe mesmo, o que já foi bem impressionante.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Glaciar-Perito-Moreno-Caminho-para-o-parque.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5575" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Glaciar-Perito-Moreno-Caminho-para-o-parque-1024x683.jpg" alt="El Calafate - Glaciar Perito Moreno - Caminho para o parque" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Glaciar-Perito-Moreno-Caminho-para-o-parque-2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5574" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Glaciar-Perito-Moreno-Caminho-para-o-parque-2-1024x683.jpg" alt="El Calafate - Glaciar Perito Moreno - Caminho para o parque 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Glaciar-Perito-Moreno-Primeira-vista.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5582" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Glaciar-Perito-Moreno-Primeira-vista-1024x683.jpg" alt="El Calafate - Glaciar Perito Moreno - Primeira vista" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Glaciar-Perito-Moreno-Primeira-vista-com-Diego-e-Bruna.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5581" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Glaciar-Perito-Moreno-Primeira-vista-com-Diego-e-Bruna-1024x683.jpg" alt="El Calafate - Glaciar Perito Moreno - Primeira vista com Diego e Bruna" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Glaciar-Perito-Moreno-Vista-para-o-lago.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5586" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Glaciar-Perito-Moreno-Vista-para-o-lago-1024x682.jpg" alt="El Calafate - Glaciar Perito Moreno - Vista para o lago" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Glaciar-Perito-Moreno-Passarelas-com-glaciar-ao-fundo.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5580" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Glaciar-Perito-Moreno-Passarelas-com-glaciar-ao-fundo-1024x683.jpg" alt="El Calafate - Glaciar Perito Moreno - Passarelas com glaciar ao fundo" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Glaciar-Perito-Moreno-Close.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5578" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Glaciar-Perito-Moreno-Close-1024x683.jpg" alt="El Calafate - Glaciar Perito Moreno - Close" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Glaciar-Perito-Moreno-Texturas-do-gelo.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5583" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Glaciar-Perito-Moreno-Texturas-do-gelo-1024x683.jpg" alt="El Calafate - Glaciar Perito Moreno - Texturas do gelo" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Glaciar-Perito-Moreno-Glaciar-lago-e-montanhas-ao-fundo.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5579" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Glaciar-Perito-Moreno-Glaciar-lago-e-montanhas-ao-fundo-1024x683.jpg" alt="El Calafate - Glaciar Perito Moreno - Glaciar, lago e montanhas ao fundo" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Glaciar-Perito-Moreno-Vista-para-o-glaciar-e-o-lago.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5585" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Glaciar-Perito-Moreno-Vista-para-o-glaciar-e-o-lago-1024x683.jpg" alt="El Calafate - Glaciar Perito Moreno - Vista para o glaciar e o lago" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Glaciar-Perito-Moreno-Close-2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5577" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Glaciar-Perito-Moreno-Close-2-1024x683.jpg" alt="El Calafate - Glaciar Perito Moreno - Close 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Glaciar-Perito-Moreno-A-imensidão-do-glaciar.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5573" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Glaciar-Perito-Moreno-A-imensidão-do-glaciar-1024x683.jpg" alt="El Calafate - Glaciar Perito Moreno - A imensidão do glaciar" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Glaciar-Perito-Moreno-Vista-com-as-passarelas.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5584" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Glaciar-Perito-Moreno-Vista-com-as-passarelas-1024x683.jpg" alt="El Calafate - Glaciar Perito Moreno - Vista com as passarelas" width="1024" height="683" /></a></p>
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