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	<title>A Natureza Humana &#187; mochilão</title>
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		<title>O que mudou nas nossas vidas depois do mochilão</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jan 2016 12:01:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df1807df46a" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">H</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>á exatamente um ano nós colocamos as mochilas nas costas, conferimos os últimos detalhes e seguimos rumo a Florianópolis, onde pegaríamos o tão esperado <a title="Chegada a Ushuaia" href="http://anaturezahumana.com/2015/01/chegada-a-ushuaia/" target="_blank">vôo para Ushuaia</a> e daríamos início ao que foi a melhor experiência de vida que já tivemos até agora. De lá para cá muitas coisas aconteceram e vale a pena contar um pouco das ótimas experiências que tivemos desde então.</p>
<p class="p1">É claro que tudo começou <a title="Como planejamos nosso mochilão" href="http://anaturezahumana.com/2015/01/como-planejamos-nosso-mochilao/" target="_blank">bem antes</a>, com muita preparação, pesquisa, desligamentos de vínculos empregatícios, pagamentos de contas, compras de equipamentos, solicitação de documentos, etc, mas feito isso, chegamos ao grande dia, era ali que tudo <strong>começava de verdade</strong> e nós estávamos preparados e extremamente felizes. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Review-Therm-a-Rest-Trail-Lite-Isolante-térmico-Diego-deitado.jpg"> <span id="more-6679"></span></a></p>
<p class="p1">Não preciso contar tudo o que aconteceu a seguir, porque tivemos a feliz ideia de registrar a história <a href="http://anaturezahumana.com/category/diario-de-bordo/" target="_blank">aqui no blog</a> e todos podem acompanhar esses registros até hoje. Digo que foi uma feliz ideia porque é maravilhoso reler, assim como <strong>foi maravilhoso compartilhar e inspirar outras pessoas</strong>. Então o que quero dizer é que a partir do momento em que eu avistei as primeiras montanhas nevadas e deixei as lágrimas escorrerem através das janelas do avião até o dia de hoje, depois de uma volta inteira em torno do sol, muitas coisas aconteceram e como já aprendemos que compartilhar é maravilhoso, quero seguir fazendo isso e contar a nossa trajetória desde então.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Fazenda-de-Floriano-e-Alicia-Rio-Barrancoso-e-a-neblina-pela-manhã.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5780" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Fazenda-de-Floriano-e-Alicia-Rio-Barrancoso-e-a-neblina-pela-manhã-1024x683.jpg" alt="Carretera Austral - Fazenda de Floriano e Alicia - Rio Barrancoso e a neblina pela manhã" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>COMO O MOCHILÃO MUDOU A NOSSA FORMA DE ENCARAR AS MUDANÇAS</strong></p>
<p class="p1">O mochilão mudou nossas vidas, isso é um fato. <strong>Mudanças são muito importantes e acontecem o tempo todo, algumas nós escolhemos e outras não. </strong>Nossa mudança foi uma escolha, nós planejamos tudo com cuidado e também deixamos algumas coisas abertas, escolhendo “não escolher” em alguns momentos, o que proporcionou encontros e experiências surpreendentes.</p>
<p class="p1">Uma das nossas “não escolhas” foi referente ao que faríamos quando voltássemos e essa era uma pergunta que tínhamos de responder com frequência. Na verdade não queríamos que um projeto futuro ocupasse nossas mentes durante a viagem, queríamos fazer <strong>o exercício de viver o momento presente</strong> e não criar expectativas quanto ao futuro.</p>
<p class="p1">Essa liberdade proporcionou uma maior flexibilidade depois que voltamos para nossa cidade. Durante o primeiro mês pós viagem aceitamos todos os convites que surgiam, ficamos abertos para conversar com todos os amigos (e até com desconhecidos), trocar muitas ideias, falar sobre tudo o que passamos e responder a todas as perguntas. Muitas pessoas que fazem esse tipo de viagem preferem ficar um pouco mais reclusas nesse primeiro momento e eu entendo que pode não ser fácil voltar ao ritmo depois de tantas experiências reveladoras e principalmente depois de sentir o desprendimento da viagem em contraste com as preocupações do dia-a-dia da maioria das pessoas, como contas a pagar, horários a cumprir e desejos de consumo. Porém nós <strong>voltamos com vontade de contagiar a todos</strong>, com vontade de trazer nossos amigos e familiares para mais perto dos sentimentos que vivenciamos, por isso nosso convívio social nessa época foi intenso. Além disso estávamos com saudade, é claro!</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Trilha-para-Laguna-de-Los-Tres-Nós-Jan-Jean-e-Glauco.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5622" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Trilha-para-Laguna-de-Los-Tres-Nós-Jan-Jean-e-Glauco-1024x683.jpg" alt="El Chaltén - Trilha para Laguna de Los Tres - Nós, Jan, Jean e Glauco" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>UMA VONTADE IMENSA DE COMPARTILHAR</strong></p>
<p class="p1">Não demorou muito para aparecerem os primeiros convites mais “formais” e assim organizamos nossa primeira <strong>conversa pública</strong> através dos nossos amigos do estúdio <a title="Firmorama" href="http://www.firmorama.com/" target="_blank">Firmorama</a>, que fizeram barulho em um encontro pra lá de proveitoso. Depois disso fomos convidados pela <a href="http://www.vasselai.com.br/" target="_blank">Vasselai Incorporações</a> para falar em Blumenau, pelo <a href="http://www.oatlas.com.br/" target="_blank">Atlas</a> para ir até Joinville e juntamente com a <a href="http://entremonte.com.br/" target="_blank">Entremonte </a>realizamos mais dois eventos novamente em Jaraguá do Sul.</p>
<p class="p1">Também participamos do <a href="http://bazaritinerante.com/" target="_blank">Bazar Itinerante</a>, expondo nossas <a title="Loja virtual" href="http://anaturezahumana.com/loja/" target="_blank"><strong>fotos e sketchbooks</strong> </a>e conversando muito sobre a viagem, de uma exposição no café <a href="https://www.facebook.com/truffe.irresistivel/" target="_blank">Truffé Delicatesse</a> e mais recentemente do evento Happy Day, promovido pelas amigas da loja <a href="https://www.facebook.com/lojaamei/?fref=ts" target="_blank">Amei</a>, além de ter o espaço de uma aula aberto para a turma do último semestre de educação física da Faculdade Jangada.</p>
<p class="p1">Outra oportunidade muito legal que surgiu foi a de receber pessoas em nossa casa através do<a title="Nossa casa cheia de vida com o Couchsurfing" href="http://anaturezahumana.com/2015/11/nossa-casa-cheia-de-vida-com-o-couchsurfing/" target="_blank"> Couchsurfing</a>, retribuindo assim a receptividade que tivemos na Argentina e no Chile, onde nós é que éramos os hóspedes.</p>
<p class="p1">Em meio a tudo isso fomos conhecendo cada vez mais pessoas, fazendo novos amigos e estreitando ainda mais antigos laços. Deixamos claro em certo ponto da viagem que <strong>o contato com as pessoas nos surpreendeu</strong> e deixo claro mais uma vez que isso continuou a acontecer aqui em Jaraguá e só temos a agradecer. O apoio de todos, o incentivo a dar continuidade ao projeto e a receptividade quanto aos materiais que produzimos nos motivou muito e possibilitou levar a mais pessoas a mensagem de que uma viagem pode ser mais simples do que parece.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/01/Firmorama.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6687" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/01/Firmorama-1024x669.jpg" alt="Firmorama - Charla Abierta" width="1024" height="669" /></a></p>
<p class="p1"><strong>MAS, E DO QUE VOCÊS VÃO VIVER DEPOIS QUE VOLTAREM?</strong></p>
<p class="p1">A pergunta que não calou desde antes de partirmos teve sua resposta sendo construída aos poucos e sem pressa. Logo no segundo mês em casa já começaram a aparecer <strong>oportunidades de trabalho</strong> para nós dois e percebemos que além do desenvolvimento pessoal, <strong>a viagem serviu como um grande portfólio profissional</strong>. Hoje estamos trabalhando de maneira autônoma, eu atuo na área do design gráfico e também fiz algumas oficinas de encadernação ao longo do ano. O Diego segue em trabalhos de fotografia e vídeo e muitas vezes acabamos trabalhando juntos em alguns projetos.</p>
<p class="p1">Desde que voltamos nossa ideia era sempre ficar abertos para todas as oportunidades que surgissem, sem medo e sem pressão de encontrar logo um emprego. Nós tínhamos uma pequena reserva e já estávamos habituados a viver com pouco, sabíamos que não precisávamos de um grande salário para passarmos bem por algum tempo. Convites como o da Danusa para ajudá-la a atender em seu café (uma área totalmente diferente da minha) foram aceitos com o coração aberto. Dentro de nossas áreas <strong>experimentamos diversos ramos e aprendemos muitas coisas novas</strong>. Ajudamos amigos de estúdios e agências, com trabalhos internos, em uma troca muito proveitosa e também trabalhamos muito em casa, experimentando uma rotina totalmente nova que requer muita disciplina, mas tem várias recompensas.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Torres-del-Paine-Anoitecer-no-acampamento-Dickson.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5324" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Torres-del-Paine-Anoitecer-no-acampamento-Dickson-1024x683.jpg" alt="Torres del Paine - Anoitecer no acampamento Dickson" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>O QUE VEM DAQUI PARA A FRENTE?</strong></p>
<p class="p1">Nosso último ano foi marcado por dois momentos distintos, uma mudança planejada (a viagem), que nos ensinou a estar abertos para a mudança não planejada (nossa nova forma de viver e trabalhar).</p>
<p class="p1">Depois da viagem também aproveitamos para colocar nossa <a href="http://anaturezahumana.com/loja/" target="_blank">loja virtual</a> no ar e fazer alguns posts de <a href="http://anaturezahumana.com/category/review/" target="_blank">review de equipamentos</a> e <a href="http://anaturezahumana.com/category/dicas-de-viagem/" target="_blank">dicas de viagem</a> de acordo com o que aprendemos, para ajudar aqueles que também estão planejando a sua.</p>
<p class="p1">Para 2016 nós decidimos continuar trabalhando, porque<strong> temos muitos projetos em mente</strong>, vamos focar no planejamento de <strong>uma nova viagem</strong> e também começar a estruturar o velho sonho de <strong>ter um sítio e aplicar conceitos de permacultura e sustentabilidade</strong>, mas para tudo isso acontecer, precisamos de um período de foco, precisamos juntar algum dinheiro, conhecer alguns apoiadores, estudar e trabalhar duro. E, é claro, vamos seguir alimentando o blog, pois esse é o nosso projeto de vida, já dissemos aqui que <strong>o ANH não é um blog apenas sobre viagens</strong>, embora tenha começado assim, é um blog que fala sobre escolhas de vida e sobre viver plenamente. O conteúdo sobre o mochilão para a Patagônia a princípio está encerrado, mas novos temas estão sendo planejados até que venha a próxima aventura.</p>
<p class="p1">Ah, e caso você tenha perdido algum dos posts da viagem ou queira relembrar os momentos maravilhosos que vivemos lá, você pode ler tudo na íntegra aqui no nosso <a title="Diário de Bordo" href="http://anaturezahumana.com/category/diario-de-bordo/" target="_blank">diário de bordo</a>.</p>
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		<title>Cozinha de Mochileiro &#8211; equipamentos e dicas</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2015 18:56:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[camping]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>A primeira grande dica de comida mochileira é: peso e volume. Sempre ao comprar comida para carregar na mochila levávamos em conta esses dois fatores. Comida liofilizada é certamente a melhor opção, porém nem sempre é fácil de encontrar, nem muito barato, então vamos tentar dar algumas dicas de comidas que podem ser encontradas em qualquer [&#8230;]</p>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df1807ec272" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">C</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>ozinhar tendo como vista uma linda lagoa com um glaciar ao fundo e nenhum sinal de civilização à vista é um privilégio indescritível. Porém é preciso estar preparado com os equipamentos e alimentos certos para não passar aperto. Quando fazemos um mochilão é preciso pensar em cada item que vai fazer parte da mochila e os alimentos não devem ser deixados de lado, especialmente quando se faz uma viagem de aventura, que inclui dias de trekking em lugares onde nem sempre existe um mercado próximo para comprar o pão de cada dia. Não somos especialistas na área, mas depois de alguns meses cozinhando dessa maneira diversas vezes, aprendemos algumas coisas que queremos dividir com vocês. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Review-Therm-a-Rest-Trail-Lite-Isolante-térmico-Diego-deitado.jpg"> <span id="more-6514"></span></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Acampamento-de-Agostini.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5596" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Acampamento-de-Agostini.jpg" alt="El Chaltén - Acampamento de Agostini" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">A primeira grande dica de comida mochileira é: <b>peso e volume</b>. Sempre ao comprar comida para carregar na mochila levávamos em conta esses dois fatores. Comida liofilizada é certamente a melhor opção, porém nem sempre é fácil de encontrar, nem muito barato, então vamos tentar dar algumas dicas de comidas que podem ser encontradas em qualquer supermercado e que fazem sucesso na trilha.</p>
<p class="p1">A nossa segunda dica é: <b>nutrientes</b>. A comida tem que dar conta do recado, simples assim. Você provavelmente está fazendo um grande esforço físico e precisa se alimentar bem, porém não pode preparar uma panelada de feijão, afinal vocês já viu o tamanho das panelas de camping? Um pouco de comida tem que te alimentar.</p>
<p class="p1">Terceira dica: <b>cozimento rápido </b>ou inexistente. Dica básica, mas às vezes esquecida. Em uma trilha levamos fogareiro e combustível para ele. Por motivos óbvios, leva-se pouco combustível, então a ideia é que os alimentos cozinhem o mais depressa possível e que você também tenha à mão algumas opções de alimentos que possam ser consumidos sem o uso de fogo.</p>
<p class="p1">Dadas as dicas iniciais, vamos à parte prática.</p>
<p class="p1"><strong><br />
COMO SÃO EQUIPADAS AS COZINHAS DOS GRANDES CHEFS MOCHILEIROS?</strong></p>
<p class="p1"><strong><br />
</strong>Uma cozinha mochileira autêntica possui um <b>fogareiro portátil</b> de uma boca somente. Ele deve ser pequeno e leve e você pode escolher entre diversos modelos disponíveis no mercado, uma das diferenças mais importantes é o <b>tipo de combustível</b> que ele utiliza. É bom ficar de olho nisso e testar antes de sair de casa, pois às vezes um mesmo combustível pode ter uma rosca de acoplamento diferente e não servir para o seu fogareiro. O nosso fogareiro não tem marca, é made in China, mas é super pequeno e leve. Funciona com gás e podemos comprar o combustível em embalagens descartáveis de 250g ou 500g. Sua principal desvantagem é que ele é <b>um pouco instável</b>, não dá pra colocar a panela em cima e se distrair com uma borboleta passando, tem que ficar sempre cuidando para o seu almoço não virar, mas isso é uma consequência do seu tamanho reduzido que, por sua vez, é uma excelente vantagem. Vamos seguir usando esse, mas se tivesse que comprar outro, talvez optaria por um que tivesse um pouco mais de estabilidade na boca. Não temos reclamações quanto ao combustível, ele foi fácil de encontrar em todos os lugares por onde passamos, mas ficamos curiosos com os fogareiros multicombustíveis, que são bem mais versáteis.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Fogareiro.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6607" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Fogareiro.jpg" alt="Fogareiro" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>Uma panela de alumínio</strong>, leve e pequena, suficiente apenas para conter uma refeição é fundamental. Existem kits específicos para camping, que normalmente trazem uma panela, uma frigideira e pratinhos. Nós encomendamos um antes de viajar, mas ele não chegou a tempo, portanto já durante a viagem adquirimos uma bela caneca leiteira, que se comportou muito bem e saiu baratinho.</p>
<p class="p1">A mesma coisa aconteceu com os <strong>pratos</strong>. Na falta deles, compramos dois potinhos de plástico, tomando o cuidado para que eles coubessem dentro da leiteira. Para os líquidos, <strong>uma caneca pequena</strong> (tínhamos apenas uma para os dois). Mais uma vez, priorize o que é leve e compacto. Existem alguns copos que são retráteis e ficam bem pequenos. Não tínhamos um desses, mas recomendamos. No final, a montagem do nosso kit ficava assim:</p>
<div style="width: 1024px; " class="wp-video"><!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('video');</script><![endif]-->
<video class="wp-video-shortcode" id="video-6514-1" width="1024" height="480" loop="1" autoplay="1" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Kit-Cozinha.mp4?_=1" /><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Kit-Cozinha.mp4">http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Kit-Cozinha.mp4</a></video></div>
<p class="p1">Quanto aos <strong>talheres</strong>, levamos dois jogos específicos para camping, que são menores que os convencionais, um de plástico e um de alumínio. Os de plástico quebraram em certo ponto da viagem e os de alumínio resistiram bravamente. Além disso, a faca de plástico não cortava nada, enquanto a de alumínio desempenhava bem a função (apesar de muitas vezes recorrermos ao canivete, que era ainda melhor). Para reduzirmos ainda mais, devemos dizer que os garfos foram apenas passear, utilizávamos muito mais as colheres para comer. Compramos mais tarde também uma colher grande para mexer o preparo na panela, pois vimos que com os pequenos, essa atividade era muito difícil.</p>
<p class="p1"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-6609" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Kit-de-Cozinha-Velho.jpg" alt="Kit de Cozinha Velho" width="1024" height="683" /><br />
DICAS DE QUEM JÁ DERRAMOU MUITO AZEITE NA MOCHILA<br />
</strong></p>
<p class="p1"><strong><br />
</strong>Independente da comida em questão, alguns itens fazem sempre parte da nossa cozinha. São eles: <strong>sal, temperos em geral, azeite, açúcar, potinhos e saquinhos zip-lock.</strong></p>
<p class="p1">Testamos potinhos diversos e tivemos muitos fracassos. De sal derramado a azeite vazando. Não foi fácil encontrar alternativas para esses casos. No caso do azeite, a melhor opção que encontramos foi ter sempre uma garrafinha de 500ml com o líquido e levá-la na parte de fora da mochila, no compartimento para garrafa de água e tentar deixar sempre a mochila virada para cima. Alguns temperos e restos de comida podem ser colocados nos saquinhos e amarrados com elásticos de dinheiro ou selados com fita crepe, mas para sal, pimentas e outros pós que se usa em pequena quantidade, é bom ter potinhos pequenos, de rosca e bem selados para armazená-los bem e também para ficar prático na hora de usar. Uma dica bacana é fazer um <strong>mix de temperos</strong> (pimenta, orégano, cominho, curry e o que mais você gostar) e colocar tudo dentro de um mesmo potinho.</p>
<p class="p1"><strong><br />
E O QUE EU COLOCO NA PANELA?</strong></p>
<p class="p1"><strong><br />
</strong>Cozimento rápido é a palavra chave. Macarrão instantâneo é uma ótima opção, mas nem sempre é tão fácil encontrar quanto parece (na Patagônia nós dificilmente encontrávamos) e dependendo da frequência com que você come, pode enjoar rapidamente.</p>
<p class="p1">Em matéria de <strong>macarrão</strong>, quando não podíamos ter o instantâneo, comprávamos sempre os de formato menor, como o penne e o conchinha, que cozinham mais rápido e são muito mais práticos de comer do que o espaguete, por exemplo.</p>
<p class="p1">Em países da América do Sul você pode encontrar <strong>quinoa</strong> com facilidade, ela é rica em proteínas e muito saborosa. A dica é fazer uma sopa instantânea e turbinar com quinoa ou macarrão. Assim, a sopa fica como uma base temperada, mas você ganha mais nutrientes com os ingredientes agregados.</p>
<p class="p1">Outro alimento de preparo rápido é a <strong>polenta</strong>. Se for instantânea, melhor ainda.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Noite-em-Cochrane-Polenta-e-Vinho.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5787" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Noite-em-Cochrane-Polenta-e-Vinho.jpg" alt="Carretera Austral - Noite em Cochrane - Polenta e Vinho" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">Você também pode cozinhar alguns ovos no hostel e levar para a trilha, mas isso só vale para o mesmo dia e em locais mais frios.</p>
<p class="p1">Temperos como alho e cebola muitas vezes podem ser encontrados desidratados, fica bem prático e dá mais sabor à comida. Porém caso não encontre, o <strong>alho</strong> in natura é super leve e aguenta bem alguns dias sem precisar refrigerar.</p>
<p class="p1">Para os molhos usávamos <strong>tomates secos</strong> (os desidratados mesmo, não aqueles em conserva) e hidratávamos com um pouco de azeite, água morna e temperos. Depois colocávamos para cozinhar junto com o macarrão e ficava delicioso. A mesma coisa pode ser feita com <strong>cogumelos secos</strong>.</p>
<p class="p1">É bom evitar os enlatados, pois você leva o peso do líquido além do que vai comer e de quebra ainda tem que carregar a lata vazia pelo resto do seu percurso, mas se for para consumir no mesmo dia, você pode fazer um furinho na lata e eliminar o líquido, assim leva menos peso.</p>
<p class="p1"><strong>Frutas secas e castanhas</strong> são ótimas opções de lanches, além da tradicional <strong>aveia e da granola</strong>.  <strong>Mel ou geléia</strong> são boas opções de doces não perecíveis para acompanhar. Também tínhamos sempre chá ou café solúvel (em alguns lugares encontramos até café em saquinhos como os de chá, aquilo era sensacional!). Uma opção legal é levar <strong>farinha</strong> e fazer panquecas ou chapatis, que é melhor que comer pão duro no caso de trilhas de mais dias.</p>
<p class="p1">É claro que está faltando muita coisa para essa dieta se tornar ideal, mas vamos partir do princípio de que estamos falando de situações mais extremas. Para compensar esses dias, sempre que chegávamos em uma cidade e tínhamos alguns dias de descanso em um hostel, camping com cozinha ou mesmo em couchsurfing, aproveitávamos para consumir muitas frutas, legumes e grãos que acabávamos não consumindo no dia-a-dia das trilhas.</p>
<p class="p1">Além disso, para complementar uma alimentação onde nem sempre é possível manter de maneira saudável, nós levamos pastilhas de sais que dissolvem na água (como um gatorade), vitaminas em cápsulas e géis específicos para a prática de atividades físicas (carbo), que davam um gás a mais nos dias de perrengue.</p>
<p class="p1">Para exemplificar um pouco do que falamos aqui, dá uma olhadinha também no nosso <a title="Guia Torres del Paine – Circuito Paine Maciço ou “O”" href="http://anaturezahumana.com/2015/03/guia-torres-del-paine-circuito-paine-macico/" target="_blank">Guia do Torres del Paine</a>, onde contamos exatamente tudo o que levamos de comida para um trekking de 9 dias.</p>
<p class="p1">Em tempo: o nosso <strong>novo kit de cozinha</strong> é esse da foto abaixo, ao lado do nosso velho companheiro (que, vale dizer, segue trabalhando diariamente na cozinha do apartamento). Ainda não tivemos a oportunidade de testar durante uma trip, mas esperamos poder fazê-lo em breve!</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Kit-de-Cozinha-Novo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6606" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Comparando-Kits.jpg" alt="Comparando Kits" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Kit-de-Cozinha-Novo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6608" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Kit-de-Cozinha-Novo.jpg" alt="Kit de Cozinha Novo" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>Review: Equipamento fotográfico &#8211; Canon T3i + Lente + Tripé</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2015 17:04:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Vamos começar falando especificamente da câmera depois eu falo da lente, do tripé e dos outros equipamentos que utilizamos pra registrar nossa viagem. A T3i tem um sensor de 18 megapixels e grava vídeos em Full HD em 30 frames por segundo. Atualmente essa câmera nova custa na faixa de R$2.500,00 com a lente 18-55mm, mas esse modelo já saiu [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df180802ba6" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">C</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>omprei minha Canon T3i há mais ou menos 4 anos, era a DSLR de entrada da marca na época. Desde então ela tem sido utilizada tanto pra hobby quanto para trabalho. Eu comecei a trabalhar diretamente com fotografia há mais ou menos uns 7 anos, então eu já sabia o que esperar (ou não) de uma câmera quando adquiri a minha. <strong>Até hoje não me arrependo da compra</strong>.</p>
<p>Quando começamos a decidir o equipamento que íamos levar para a viagem e chegamos no item câmera eu não tinha dúvidas que era ela que seria a encarregada das fotos da viagem, uma porque eu sabia que era uma boa câmera e outra porque <strong>já não tínhamos muito dinheiro pra gastar com os equipamentos</strong>.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><span id="more-6573"></span></p>
<p class="p1">Vamos começar falando especificamente da câmera depois eu falo da lente, do tripé e dos outros equipamentos que utilizamos pra registrar nossa viagem. A T3i tem um sensor de <strong>18 megapixels e grava vídeos em Full HD</strong> em 30 frames por segundo. Atualmente essa câmera nova custa na faixa de R$2.500,00 com a lente 18-55mm, mas esse modelo já saiu de linha há tempo, hoje nessa mesma linha a Canon tem a T5i que está custando praticamente a mesma coisa e logo mais a T6i deve ser lançada custando na faixa de R$3.000,00.</p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-6590" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Canon-T3i-1024x682.jpg" alt="Canon T3i com lente 18-200mm" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1">Agora falando de lentes, eu definitivamente não queria carregar várias, queria algo que fosse prático e que não pesasse muito na mochila, então <strong>eu estava decidido a ir com uma lente zoom e não levar nenhuma lente fixa</strong>. Acabei decidindo pela <a title="Tamron 17-50mm f/2.8" href="http://www.tamron-usa.com/lenses/prod/1750_vc_b005.php#ad-image-0" target="_blank">Tamron 17-50mm f/2.8</a> depois de pesquisar bastante, na relação custo x benefício ela me pareceu muito boa, era uma lente versátil e clara, exatamente o que eu precisava. O custo dela foi de R$1.900,00, um amigo trouxe para nós direto dos EUA, mas ela poderia ser comprada aqui no Brasil quase pelo mesmo preço. Mas aí o improvável aconteceu, com pouco tempo de uso a lente começou a apresentar um problema e teve que ser enviada para a garantia pela loja, que ficava aonde?! Lá nos EUA. Resumo da história: faltava pouco tempo pra viagem e tivemos que enviar a lente pra lá e acabou que eles nos deram uma lente nova, mas ela chegou depois que já havíamos partido para a Patagônia.</p>
<p class="p1">E aí?! Como resolvemos esse problema? Como diz o ditado: quem tem amigos, tem tudo. Conversei com um amigo que tinha uma lente <a title="Canon EF-S 18-200m" href="http://www.usa.canon.com/cusa/consumer/products/cameras/ef_lens_lineup/ef_s_18_200mm_f_3_5_5_6_is" target="_blank">18-200mm f/3.5-5.6</a> da Canon. Era uma lente que ele praticamente não utilizava e acabou nos emprestando durante toda a viagem. Na verdade, depois que voltamos eu acabamos comprando a lente dele por dois motivos: eu gostei demais dela e ela já estava bastante surrada pela viagem. No final das contas ficamos com uma lente mais versátil, o <strong>zoom gigante nos proporcionou fotos bem legais</strong> de animais e de detalhes bem distantes e foi uma mão na roda. Em termos de qualidade ótica ela é inferior à Tamron que pretendíamos levar (e mais escura também), mas se hoje eu pudesse escolher novamente qual lente levar para a viagem <strong>eu teria optado pela 18-200mm</strong>.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/01/MG_3838.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4783" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/01/MG_3838-1024x682.jpg" alt="Zorro" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1">Mas e aí?! Só isso? Sim, praticamente só isso. Contamos pra muita gente que fomos só com uma lente e as pessoas quase piraram, mas tínhamos que levar o peso e o volume em consideração, era um mochilão e eu não tirava isso da cabeça. Era arriscado, caso a lente apresentasse algum problema ficaríamos só com um celular e a GoPro para fazer os registros, mas resolvemos optar por seguir somente com uma lente e até hoje<strong> acho que essa foi a decisão correta</strong>.</p>
<p class="p1">Também compramos também o tripé <strong>Benro A-150EXU</strong> que é um tripé relativamente pequeno e leve, mas já com uma cara de tripé profissional. Pra quem não conhece, a Benro é considerada a segunda maior marca de tripés, atrás da Manfrotto. Ele possui a cabeça no estilo ball head e as pernas possuem 4 seções com 3 fechos &#8220;flip&#8221;, mais prático que as travas de rosca. O corpo dele é de alumínio e ele <strong>pesa aproximadamente 1kg</strong>, o que é bastante, mas eu realmente não queria arriscar em um tripé mais leve que isso, seria muito instável e eu acabaria me incomodando. Ele custou R$250,00 e também veio dos EUA.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5697.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5072" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/02/MG_5697-1024x682.jpg" alt="Laguna de los 5 hermanos" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1">Também tínhamos um celular <strong>Samsung Galaxy SIII</strong> e uma <strong>GoPro Hero 2</strong> pra ajudar a capturar nossos belos momentos durante a viagem. E esmiuçando ainda mais os acessórios tínhamos o seguinte:<br />
<strong>- dois cartões SD de 64gb da Transcend classe 10 </strong>- se você quer captar vídeos é importante que os cartões sejam rápidos, de preferência classe 10 ou mais. Utilizávamos um para a T3i e um para a GoPro;<br />
<strong>- três baterias para a T3i;<br />
&#8211; duas baterias para a GoPro;<br />
&#8211; carregador solar</strong> <strong>portátil</strong> &#8211; queríamos comprar um desses carregadores portáteis e escolhemos um modelo que possui o painel solar, ele funciona muito bem como bateria extra, mas o painel solar é bem lento, mas ainda assim pode te salvar de um perrengue carregando o celular numa emergência. Ele servia pra carregar o celular e a GoPro, as baterias da câmera não;<br />
<strong>- HD externo Silicon Power de 1tb</strong> &#8211; sempre fotografei em RAW e gravei os vídeos em Full HD, nem preciso dizer que isso ocupa muito espaço, certo?! Pra guardar tudo isso procuramos um HD que fosse rápido, mas acima de tudo resistente e o <a title="A30 - Silicon Power" href="http://silicon-power.com/product/product_detail.php?main=19&amp;sub=58&amp;pro=209&amp;currlang=utf8" target="_blank">A30 da Silicon Power</a> cumpriu bem o seu papel;<br />
<strong>- Filtro UV para a lente 18-200mm</strong> &#8211; esse item foi o que salvou a minha pele em uma das situações mais críticas que tivemos. Enquanto eu fazia um dos timelapses da viagem um vento forte veio e derrubou o tripé com a câmera montada nele, eu estava longe e tudo o que pude fazer foi ver a câmera se estabacar no chão e torcer para que o pior não tivesse acontecido, quando cheguei perto vi cacos de vidro no chão e quase chorei, por muita sorte, apenas o filtro havia quebrado e a lente permaneceu inteira. Até então eu quase não utilizava filtros nas minhas lentes, desde então não saio com a câmera sem um. Se você acha o filtro UV meio inútil sem problemas, compre um polarizador,<strong> mas coloque um filtro, ele pode salvar sua lente em um caso de acidente</strong>. <em>Edit: Depois de conversar um pouco com um outro amigo fotógrafo ele me apontou alguns pontos negativos na utilização do filtro UV, principalmente os mais baratos e consequentemente de baixa qualidade, em alguns casos eles aumentam a incidência de flare e reduzem a nitidez, como sugestão para a questão de segurança ele citou o <strong>parassol para resolver o problema e me pareceu bem mais sensato</strong>.</em></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Filtro-salvando-vidas.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6593" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Filtro-salvando-vidas-1024x682.jpg" alt="Filtro salvando vidas" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1">Pra finalizar <strong>dou um parecer positivo para todos esses equipamentos que levamos</strong>, eles cumpriram com seus objetivos e não tivemos grandes problemas com nenhum deles. Levando em consideração a questão do peso e volume eles se saíram bem e na relação custo x benefício também, já que nenhum deles saiu tão caro assim, ainda mais levando em conta que a maioria dos equipamentos eu sigo utilizando (tanto para trabalho quanto para hobby, como falei anteriormente). E mais uma vez quero agradecer ao Cattoni, se ele não tivesse nos emprestado a lente, até hoje não sei bem o que faríamos. Se você tiver qualquer outra dúvida sobre os equipamentos, fique a vontade para perguntar, os comentários estão aí pra isso.</p>
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		<title>Review: Isolante Térmico Therm-a-Rest Trail Lite</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2015 19:07:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>O Trail Lite é um isolante térmico auto-inflável com uma resistência térmica de 3,4 na escala R-Value (ou valor R), mas eu nem sabia o que isso significava até começar a pesquisar os isolantes térmicos. Assim como nos sacos de dormir, também existe uma escala para definir uma temperatura adequada para uso dos isolantes, com esse valor [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df180806390" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">O</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>isolante térmico Trail Lite da Therm-a-Rest e o saco de dormir (<a title="Como escolher seu saco de dormir + Review: Deuter Orbit -5º" href="http://anaturezahumana.com/2015/08/review-saco-de-dormir-orbit-5/" target="_blank">que já falamos aqui</a>) eram nossa cama e cobertas durante grande parte da viagem. Enfrentamos calor e frio, sol e chuva, acampamos em vários tipos de terreno e ainda assim não temos <strong>nenhuma reclamação de nossas noites de sono</strong>.</p>
<p>O isolante térmico é o que separa você do chão, <strong>simples assim</strong>. E é justamente por ser tão simples que muita gente subestima o valor dele, mas principalmente na questão <strong>conforto térmico</strong> ele é muito importante. Além é claro de corrigir pequenas imperfeições no chão, o que melhora muito o conforto quando você está acampando em um terreno um pouco irregular. Existem principalmente dois tipos de isolante: as<strong> lâminas de EVA</strong> que são baratas e leves e os <strong>infláveis</strong>, que são mais caros, mas geralmente mais confortáveis. Dentro dos infláveis existe ainda a categoria dos auto-infláveis, como é o caso desse modelo que escolhemos.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Review-Therm-a-Rest-Trail-Lite-Isolante-térmico-Diego-deitado.jpg"><br />
<span id="more-6482"></span></a></p>
<p class="p1">O Trail Lite é um isolante térmico auto-inflável com uma resistência térmica de <strong>3,4 na escala R-Value</strong> (ou valor R), mas eu nem sabia o que isso significava até começar a pesquisar os isolantes térmicos. Assim como nos sacos de dormir, também existe uma escala para definir uma temperatura adequada para uso dos isolantes, com esse valor o Trail Lite consegue se virar bem em temperaturas de até -10ºC. Obviamente o isolante sozinho não serve pra muita coisa no que diz respeito a conforto térmico, assim como o saco de dormir sem o isolante é muito pouco efetivo.</p>
<p class="p1">O material da superfície do equipamento é de poliéster, tem um toque bem agradável e é <strong>visivelmente resistente</strong>. Isso também dá uma versatilidade bem bacana para o equipamento, diversas vezes utilizamos ele como um <strong>colchonete comum</strong> para deitar em qualquer lugar, mesmo sem estar utilizando o saco de dormir.</p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-6485" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Review-Therm-a-Rest-Trail-Lite-Isolante-térmico-Detalhe-abertura-e-textura-1024x683.jpg" alt="Review Therm-a-Rest Trail Lite - Isolante térmico - Detalhe abertura e textura" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1">Ele compactado fica razoavelmente pequeno (assim como nosso saco de dormir), mas certamente não é o mais leve ou menos volumoso da categoria. Mesmo assim ele é ótimo na relação <strong>custo x benefício</strong> e cabia no nosso bolso. Ele pesa entre 800g e 1100g, dependendo do tamanho escolhido, e compactado ele fica num rolo de de mais ou menos 35cm de comprimento por 18cm de diâmetro.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Review-Therm-a-Rest-Trail-Lite-Isolante-térmico-Compactado.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6488" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Review-Therm-a-Rest-Trail-Lite-Isolante-térmico-Compactado-1024x683.jpg" alt="Review Therm-a-Rest Trail Lite - Isolante térmico - Compactado" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">O único ponto negativo, se é que se pode colocar assim, que encontramos no equipamento foi o título de <strong>auto-inflável</strong>. Com isso em mente esperávamos que ele se inflasse mais e só precisássemos dar umas três ou quatro assopradas para deixar ele bem cheio, mas depois de alguns dias acampando e com ele compactado na mochila esse processo de &#8220;auto-inflação&#8221; fica bem demorado e quase todas as vezes nós enchíamos na boca mesmo. Não chega a incomodar muito, mas eu fiquei com uma sensaçãozinha de propaganda enganosa. Mas imagino que isso deva acontecer com outros modelos também.</p>
<p class="p1">E de novo são praticamente só elogios para o equipamento, seguimos aquela proposta de gastar num equipamento de um custo médio e que fosse bem versátil e acertamos na mosca. Ontem mesmo respondi um comentário sobre isolantes térmicos e vi que existe uma <strong>variedade enorme </strong>de isolantes auto-infláveis no mercado, então a questão é dar uma pesquisada e ver o que encaixa no seu bolso, caso você opte pelo Trail Lite acho pouco provável que você se arrependa.</p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-6486" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Review-Therm-a-Rest-Trail-Lite-Isolante-térmico-Diego-deitado-1024x683.jpg" alt="Review Therm-a-Rest Trail Lite - Isolante térmico - Diego deitado" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Review-Therm-a-Rest-Trail-Lite-Isolante-térmico-Na-embalagem.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6489" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Review-Therm-a-Rest-Trail-Lite-Isolante-térmico-Na-embalagem-1024x682.jpg" alt="Review Therm-a-Rest Trail Lite - Isolante térmico - Na embalagem" width="1024" height="682" /></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com/2015/08/review-isolante-termico-therm-a-rest-trail-lite/">Review: Isolante Térmico Therm-a-Rest Trail Lite</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com">A Natureza Humana</a>.</p>
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		<title>Como escolher seu saco de dormir + Review: Deuter Orbit -5º</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2015 16:35:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Existem vários tipos de sacos de dormir, em vários tamanhos, formatos, de materiais diferentes e por aí vai. Então existe uma gama gigante de produtos pra você escolher, o que pode deixar a tarefa um pouco mais difícil, mas existem algumas dicas que podem te ajudar a escolher o saco de dormir ideal pra você. Talvez o primeiro ponto [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com/2015/08/review-saco-de-dormir-orbit-5/">Como escolher seu saco de dormir + Review: Deuter Orbit -5º</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com">A Natureza Humana</a>.</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df18080aa62" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">E</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>sse foi um dos itens em que mais pesquisamos antes de adquirir quando estávamos planejando o mochilão e talvez tenha sido uma das melhores compras que fizemos. Sim, já dei a conclusão do post no primeiro parágrafo porque valeu a pena, se você já pesquisou um pouco e estava procurando uma recomendação para comprá-lo aí está. Agora se você ainda está na dúvida sobre <strong>qual saco comprar</strong> e/ou quer<strong> saber mais sobre o Orbit -5º</strong> segue na leitura que eu espero ajudar.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><span id="more-6286"></span></p>
<p class="p1">Existem vários tipos de sacos de dormir, em vários tamanhos, formatos, de materiais diferentes e por aí vai. Então existe uma gama gigante de produtos pra você escolher, o que pode deixar a tarefa um pouco mais difícil, mas existem algumas dicas que podem te ajudar a escolher o saco de dormir ideal pra você. Talvez o primeiro ponto pra decidir o saco de dormir é saber mais ou menos a temperatura do local para onde você vai viajar ou uma média do que você espera enfrentar para daí separar alguns produtos que vão lhe proporcionar conforto nessas temperaturas.</p>
<p class="p1">Os sacos de dormir vêm classificados com três categorias de temperatura: a temperatura conforto, a temperatura limite e a temperatura extrema. A temperatura de conforto é meio auto-explicativa, nessa temperatura você não vai ter problemas para dormir, na temperatura limite você vai dormir bem também, não se preocupe, mas <strong>não cometa o erro de considerar a temperatura extrema como base</strong>, ela também é auto-explicativa, é para situações extremas, você não vai dormir bem e ponto final, mas pelo menos o saco de dormir vai te manter vivo e longe da hipotermia. Ou pelo menos esses deveriam ser os parâmetros, então mesmo que um saco que dormir alegue a temperatura X como limite vale a pena pesquisar um pouco mais e ver opiniões sobre ele porque isso pode variar de um modelo para outro.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Saco-de-dormir-Deuter-Orbit-5-Review-Diego-e-Bruna-3.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6366" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Saco-de-dormir-Deuter-Orbit-5-Review-Diego-e-Bruna-3-1024x683.jpg" alt="Saco de dormir Deuter Orbit -5 - Review - Diego e Bruna 3" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">Depois podemos separar os sacos de dormir em dois grandes grupos, os de fibras naturais (pluma de ganso ou lã) e os sintéticos. Os sacos de pluma de ganso geralmente aquecem mais, são mais compactos e mais leves, mas quando molhados perdem todos esses benefícios, então a indicação maior é que só sejam utilizados em climas secos e ainda assim com certos cuidados. Outro detalhe é que eles geralmente são mais caros que os sintéticos. Dentro do grupo dos sintéticos temos vários tipos de fibras, algumas com uma taxa de compactação melhor, algumas mais leves e outras diferenças entre si. Eles geralmente são mais baratos, não exigem tantos cuidados e lidam relativamente bem com a água, pois secam bem mais rápido e não absorvem tanto a água (pouquíssimas opções são impermeáveis, não é o caso do nosso saco). Acabamos decidindo pelo sintético <strong>pela versatilidade</strong>.</p>
<p class="p1">Outro ponto importante para escolher o equipamento é que tipo de aventura você pretende fazer. Se você quer fazer um mochilão, é importantíssimo que leve em consideração o peso e o volume do saco de dormir, já se você pretende viajar de carro, por exemplo, isso já não é tão relevante, então pode escolher um saco mais pesado que se encaixe na mesma faixa de temperatura de um com uma fibra mais leve e compacta e você acabará <strong>pagando mais barato</strong>.</p>
<p class="p1">Mas agora falando do nosso escolhido, o <strong>Orbit -5º da Deuter</strong>. Ele não é um dos sacos mais baratos, mas também está longe de ser o mais caro. Pagamos <strong>R$650,00 no saco que compramos novo e R$450,00 no usado</strong> muito bem conservado que achamos nos <a title="Classificados - Mochileiros.com" href="http://www.mochileiros.com/classificados-f816.html" target="_blank">classificados do Mochileiros.com</a>. Essa é outra dica que vale pra quem está querendo comprar equipamentos de trekking e montanhismo, tem muitos fóruns e páginas com seções de classificados, muita gente troca de equipamento pra pegar um mais avançado ou simplesmente desiste depois de 2 ou 3 aventuras e fica com o equipamento praticamente novo, então vale a pesquisa.</p>
<p class="p1">Por sorte, o que havia disponível na loja e o usado que compramos eram os lados opostos, um era com o zíper na esquerda e o outro na direita, isso nos possibilitou <strong>acoplar os sacos</strong> quando estávamos na barraca, isso dá um pouco mais de liberdade nos movimentos e um ganho legal no conforto. O ponto negativo é que a abertura na parte da cabeça fica um pouco grande demais, então perde-se bastante calor. Não recomendamos acoplar os sacos nos lugares mais frios. Não são todos os sacos de dormir que tem essa funcionalidade, agora estamos falando do modelo que escolhemos. Aqui vou dar um adendo também sobre a qualidade dos zíperes, eles são bem reforçados e mesmo com aquelas emperradas quando o tecido entra junto não tivemos nenhum problema de desgaste ou desencaixe.</p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-6367" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Saco-de-dormir-Deuter-Orbit-5-Review-Diego-e-Bruna-4-1024x683.jpg" alt="Saco de dormir Deuter Orbit -5 - Review - Diego e Bruna 4" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-6363" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Saco-de-dormir-Deuter-Orbit-5-Review-Detalhe-Zíper-1024x683.jpg" alt="Saco de dormir Deuter Orbit -5 - Review - Detalhe Zíper" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1">Em todas as 110 noites que passamos viajando, não enfrentamos temperaturas menores que 0º, então nem sequer chegamos a temperatura limite do saco que estávamos carregando, mas aí você me pergunta: &#8220;foi um excesso&#8221;? Talvez tenha sido. <strong>Então nos arrependemos da compra? Jamais</strong>. Ouvimos relatos da galera passando perrengue pra dormir por causa do frio e nós estávamos dormindo muito bem e foram poucas as noites em que dormimos com a segunda pele ou com o fleece, geralmente dormíamos só de roupa de baixo. No nosso caso, preferimos carregar um pouco a mais de peso para termos a certeza de uma noite confortável. Mas falando em peso, o Orbit -5 nem é tão pesado assim, <strong>ele pesa aprox. 1,5kg</strong> (dependendo do tamanho).</p>
<p class="p1">E na relação custo x benefício, aprovado? <strong>Aprovadíssimo</strong>. A versatilidade e o conforto com certeza valeram cada centavo investido. Eu digo versatilidade porque dormimos muito bem nas noites mais frias e mais quentes da viagem e acredito que nas nossas aventuras aqui pelo Brasil não vamos ter problema em enfrentar as temperaturas mais altas, acho que o simples fato de dormir com ele aberto já vai nos dar um conforto térmico bem bacana. É claro que falando em conforto térmico não podemos falar só do saco de dormir, afinal ele não é nada sem um isolante térmico. Mas disso a gente vai falar no próximo post da série de reviews.</p>
<p class="p1">E pra finalizar com mais <strong>duas dicas de armazenamento do seu saco de dormir</strong>: não enrole seu saco de dormir pra guardar na sacola, simplesmente comprima ele um pouco e comece a colocar ele pelos pés dentro da sacola, empurrando ele pra dentro. Parece que não vai caber e o método é meio esquisito no começo, mas essa é a maneira correta, pois as fibras não ficam comprimidas sempre no mesmo sentido, isso pode diminuir a vida útil e a capacidade de retenção de calor do seu saco. E quando estiver guardando ele em casa, sempre o deixe aberto, não guarde-o compactado por muito tempo, isso também prejudica seu saco de dormir pelos mesmos motivos.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Saco-de-dormir-Deuter-Orbit-5-Review-Como-guardar.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6361" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Saco-de-dormir-Deuter-Orbit-5-Review-Como-guardar-1024x683.jpg" alt="Saco de dormir Deuter Orbit -5 - Review - Como guardar" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Saco-de-dormir-Deuter-Orbit-5-Review-Saco-de-dormir-compactado.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6369" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Saco-de-dormir-Deuter-Orbit-5-Review-Saco-de-dormir-compactado-1024x682.jpg" alt="Saco de dormir Deuter Orbit -5 - Review - Saco de dormir compactado" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Saco-de-dormir-Deuter-Orbit-5-Review-Diego-e-Bruna-2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6365" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Saco-de-dormir-Deuter-Orbit-5-Review-Diego-e-Bruna-2-1024x683.jpg" alt="Saco de dormir Deuter Orbit -5 - Review - Diego e Bruna 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-6368" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Saco-de-dormir-Deuter-Orbit-5-Review-Diego-e-Bruna-5-1024x683.jpg" alt="Saco de dormir Deuter Orbit -5 - Review - Diego e Bruna 5" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1">
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		<title>Quanto gastamos no mochilão para a Patagônia?</title>
		<link>http://anaturezahumana.com/2015/07/quanto-gastamos-no-mochilao-para-a-patagonia/</link>
		<comments>http://anaturezahumana.com/2015/07/quanto-gastamos-no-mochilao-para-a-patagonia/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2015 18:11:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[camping]]></category>
		<category><![CDATA[Carona]]></category>
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		<category><![CDATA[roteiro]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Uma coisa que foi determinante para nossa economia foi o controle financeiro. Anotar tudinho numa planilha bem organizada faz com que você veja onde e como está gastando. Fizemos isso a viagem toda e continuamos fazendo agora e é dessa nossa planilha super organizada que saíram os dados que você verá a seguir. Observamos que [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df18080f43d" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">A</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p> falta de dinheiro costuma ser uma das desculpas mais utilizadas para adiar um sonho. Já mostramos de diversas maneiras como fazíamos para economizar durante a nossa viagem e foi apenas essa economia que nos possibilitou ficar o tempo que ficamos na estrada.</p>
<p class="p1">O fato é que existem várias formas de viajar e vários preços. Uma coisa que influencia muito nessa soma final é o destino escolhido. A América do Sul é um destino considerado barato para os brasileiros, porém <strong>a Patagônia tem um custo um pouco mais elevado</strong> por suas características geográficas (lá não se planta quase nada por conta do clima extremo e quase tudo tem de ser transportado de longe), isso me faz acreditar que em um país como Bolívia ou Peru teríamos gastado bem menos. Mas há diversos fatores que influenciam e isso <strong>depende muito do seu estilo de viajar e das suas prioridades</strong>. A escolha do mochilão foi feita pensando nisso e nós procuramos gastar o mínimo possível dentro de uma média de perrengues que considerávamos aceitável.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><span id="more-6271"></span></p>
<p class="p1">Uma coisa que foi determinante para nossa economia foi o <strong>controle financeiro</strong>. Anotar tudinho numa planilha bem organizada faz com que você veja onde e como está gastando. Fizemos isso a viagem toda e continuamos fazendo agora e é dessa nossa planilha super organizada que saíram os dados que você verá a seguir. Observamos que os itens se dividiam em categorias e anotávamos os gastos de cada dia no seu respectivo grupo.</p>
<p class="p1"><strong>As categorias:</strong></p>
<ul class="ul1">
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Hospedagem:</b> Inclui qualquer gasto com estadia, seja em hostel ou em camping pago. A hospedagem na Patagônia não é muito barata, mas como fizemos muito <a title="Como o CouchSurfing pode mudar a sua forma de viajar" href="http://anaturezahumana.com/2015/07/como-o-couchsurfing-pode-mudar-a-sua-forma-de-viajar/">Couchsurfing</a>, <a title="Laguna de los Cinco Hermanos" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/laguna-de-los-cinco-hermanos/">camping selvagem e/ou gratuito</a> e também nos hospedamos algumas vezes nas casas de pessoas que conhecemos pelo caminho, economizamos bastante nessa parte. 75% da nossa hospedagem foi de forma gratuita.</p>
</li>
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Transporte:</b> Pegamos muitas caronas mesmo, mas vez ou outra era necessário apelar para um ônibus, trem, metrô ou mesmo os táxis coletivos dentro da cidade. Nos primeiros dias ainda estávamos um pouco descrentes da facilidade em pegar carona por lá e acabamos gastando um pouco mais com transportes pagos. Também precisamos pagar transporte intermunicipal na Carretera Austral porque fomos para lá numa época de pouquíssimo movimento e <a title="Vida simples e hospitalidade na Carretera Austral" href="http://anaturezahumana.com/2015/04/vida-simples-e-hospitalidade-na-carretera-austral/">nem foi por falta de tentativa</a>, não passava ninguém mesmo! Aqui também entra o barco que tomamos para a ilha de <a title="Chegando a Chiloé, o charmoso arquipélago chileno" href="http://anaturezahumana.com/2015/04/chegando-a-chiloe-o-charmoso-arquipelago-chileno/">Chiloé</a> e o ônibus que pegamos de Valdívia até Santiago (esse foi por puro cansaço de final de viagem mesmo).</p>
</li>
</ul>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/El-Chaltén-Bruna-pedindo-carona-na-saída-da-cidade.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5659" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/El-Chaltén-Bruna-pedindo-carona-na-saída-da-cidade.jpg" alt="El Chaltén - Bruna pedindo carona na saída da cidade" width="1024" height="683" /></a></p>
<ul class="ul1">
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Alimentação: </b>Obviamente é o item onde mais gastamos. Quase sempre comprávamos em supermercados e cozinhávamos. Pouquíssimas vezes comemos em restaurantes e quase sempre era para provar algum prato típico. A comida é o que mais pesa num orçamento e é onde é mais fácil economizar muito ou gastar muito.</p>
</li>
</ul>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Noite-em-Cochrane-Polenta-e-Vinho.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5787" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Noite-em-Cochrane-Polenta-e-Vinho.jpg" alt="Carretera Austral - Noite em Cochrane - Polenta e Vinho" width="1024" height="683" /></a></p>
<ul class="ul1">
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Passeios: </b>Nesse item estão inclusas todas as entradas em parques. Também estão aqui o <a title="Os pinguins de Magdalena" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/os-pinguins-de-magdalena/">passeio na pinguineira</a>, a navegação pelo <a title="De veleiro pelo Canal de Beagle" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/de-veleiro-pelo-canal-de-beagle/">Canal de Beagle</a> e a visita à <a title="Capilla de Mármol: um dos lugares mais surreais que visitamos" href="http://anaturezahumana.com/2015/04/capilla-de-marmol-um-dos-lugares-mais-surreais-que-visitamos/">Capilla de Marmol</a>, que eram os passeios que queríamos muito fazer e não tinha outra forma a não ser buscando o melhor preço e pagando. Tem muitos outros passeios super legais que poderíamos ter pago para fazer com agências, mas fomos sozinhos e não gastamos quase nada.</p>
</li>
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Comunicação:</b> Compramos chips de celular da Argentina e do Chile e íamos colocando crédito conforme a necessidade. Foi a forma mais econômica que encontramos para nos mantermos “comunicáveis” com o pessoal aqui do Brasil. Usávamos a internet 3G, mas sempre que possível procurávamos redes de Wi-Fi para economizar. No Chile, as praças e bibliotecas quase sempre tem conexão gratuita, o que nos ajudou muito.</p>
</li>
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Outros: </b>Esse item é amplo, entra tudo o que não cabe nas categorias anteriores, como gás, pilhas, coisas de farmácia, um chinelo para substituir outro que arrebentou, <a title="O lugar e o tempo certo para se dizer sim" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/o-lugar-e-o-tempo-certo-para-se-dizer-sim/">os pingentes que foram nossas alianças</a> e até gorjetas dadas a músicos de rua (quando o cara era bom, mesmo com moedinhas contadas, a gente dava um troquinho).</p>
</li>
</ul>
<p class="p1">Nosso gasto total por categoria foi:</p>
<p class="p1"><strong>Hospedagem:</strong> R$ 1.934,00<br />
<strong>Transporte:</strong> R$ 1.538,00<br />
<strong>Alimentação:</strong> R$ 4.240,00<br />
<strong>Passeios:</strong> R$ 1.039,00<br />
<strong>Comunicação:</strong> R$ 135,00<br />
<strong>Outros:</strong> R$ 343,00</p>
<p class="p1"><strong>Total: R$ 9.229,00</strong></p>
<p class="p1"><strong>Média diária por pessoa: R$ 41,95 (cerca de 16 dólares)</strong></p>
<p class="p1">Aqui não somamos a passagem de avião do Brasil até Ushuaia, que com as taxas e impostos foi de <strong>R$ 1.632,00</strong> por pessoa. Quando estávamos acostumados com a viagem e com as caronas começamos a pensar que poderíamos ter economizado aí também e ido de carona desde o Brasil, mas ainda não tínhamos nenhuma noção do que nos esperava e nunca tínhamos feito uma viagem assim.</p>
<p class="p1">É claro, também não estão somados os equipamentos que levamos, pois são coisas que compramos aos poucos e vão durar para muitas outras viagens, <strong>consideramos um investimento</strong> e não um gasto.</p>
<p class="p1">No final das contas, nossa viagem de quase <strong>4 meses pela Patagônia custou R$ 6.246,50 por pessoa</strong>. Dá pra fazer mais barato? Dá!!! E dá pra gastar a mesma coisa em 15 dias de férias também. Como já falamos, tudo depende do seu estilo de viagem e do que você está disposto a encarar. Como saímos daqui com o dinheiro já contadinho, nós optamos por economizar sempre que possível para conseguir ficar viajando pelo maior tempo possível.</p>
<p class="p1">Não foi fácil guardar esses 12 pilas, mas também não foi o fim do mundo. Nos organizamos, fomos juntando cada mês um pouquinho e <strong>encaramos a fase que antecedeu a viagem com muita disciplina</strong>, focados em nossa meta. Pensamos sempre que foi mais barato que comprar um carro e nos trouxe experiências que vão durar a vida toda, coisa que um bem material como um carro não proporcionaria.</p>
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		<title>Review: Kindle e as leituras de viagem</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2015 13:30:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[mochilão]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Pois eu digo que no caso de uma viagem mais longa, em especial num mochilão onde cada quilo economizado é uma vitória, ele demonstrou ser a melhor opção, seja pelo peso, pelo volume e até mesmo pelo preço dos exemplares, que saem mais em conta na loja da Amazon. Esse não é um post publicitário, é [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df180813635" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">N</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>aqueles dias chuvosos e frios dentro da barraca, nas horas e horas esperando uma carona em uma estrada deserta, nos translados entre uma cidade e outra ao longo das extensas distâncias da Patagônia, ficava difícil pensar em muitas coisas para fazer. As conversas duravam algum tempo e a gente se distraía até com a poeira da estrada, mas <strong>o que nos garantia escapar do tédio mesmo eram os livros</strong>.</p>
<p class="p1">Quantos livros levamos nas mochilas? Muitos! <strong>Foram mais de 10 exemplares, além de três dicionários e todos eles juntos pesavam cerca de 200gr</strong>. Estou falando do <strong>Kindle</strong>, uma aquisição que valeu muito a pena, apesar do meu saudosismo porque eu pensava que não me adaptaria a ler num aparelhinho eletrônico ao invés de folhear as páginas amareladas de um bom e velho livro. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><span id="more-6253"></span></p>
<p class="p1">Pois eu digo que no caso de uma viagem mais longa, em especial num mochilão onde <strong>cada quilo economizado é uma vitória</strong>, ele demonstrou ser a melhor opção, seja pelo peso, pelo volume e até mesmo pelo preço dos exemplares, que saem mais em conta na loja da Amazon. Esse não é um post publicitário, é um relato real com base na experiência que tivemos. Foram 4 meses e vários livros devorados, que nos inspiraram e fizeram companhia.</p>
<p class="p1">Ah, mas eu posso baixar um livro no meu celular…Pode! Mas a bateria dele não vai chegar nem perto da autonomia do Kindle e a intensidade da luz e tamanho da tela pode te fazer desistir em alguns minutos.</p>
<p class="p1">Não testamos fazer a mesma leitura em um tablet, por isso não posso afirmar se é confortável ou não, mas acho que o reflexo na tela me incomodaria um pouco. <strong>Optamos pelo Kindle porque ele sai mais barato, pela iluminação embutida que não causa reflexos e pela durabilidade da bateria.</strong> Um tablet precisaria ser carregado praticamente todos os dias, enquanto em 110 dias de viagem, carregamos nosso kindle poucas vezes.</p>
<p class="p1"><strong>As vantagens que percebemos no Kindle para viajar:</strong></p>
<ul class="ul1">
<li class="li1">Autonomia de bateria de até 6 semanas, considerando leituras diárias de meia hora (<strong>vale para</strong> <strong>aqueles dias na montanha, quilômetros longe de qualquer rede elétrica</strong>);</li>
<li class="li1">Luz na intensidade ideal e controlável, sem aquele brilho ou reflexo que cansam os olhos, a iluminação embutida faz com que você tenha uma experiência muito parecida com a leitura em papel;</li>
<li class="li1">Você pode ler no escuro, <strong>sem incomodar seus companheiros de quarto do hostel;</strong></li>
<li class="li1">É possível personalizar o tamanho da fonte e espaçamento. Também pode-se navegar pelas páginas e capítulos de maneira prática;</li>
<li class="li1">Os livros são mais baratos e <strong>você não levará mais peso se comprar mais livros</strong>. Alguns exemplares clássicos são gratuitos e você ainda pode carregar alguns PDFs no seu aparelho;</li>
<li class="li1">Dicionário em diversas línguas que podem inclusive te <strong>ajudar com o idioma do país que estiver visitando</strong> ou tirar dúvidas com apenas um clique, sem precisar parar a leitura;</li>
<li class="li1">Se você estiver conectado à wi-fi pode pesquisar termos na Wikipedia, comprar livros e enviar comentários. Se não tiver acesso à internet, você ainda pode ler os livros numa boa, pois ficam armazenados na memória interna;</li>
<li class="li1">Você pode salvar trechos e adicionar anotações a eles. Em guias de viagens isso é muito prático, porque <strong>é possível destacar pontos importantes dos lugares que pretende visitar;</strong></li>
<li class="li1">Você pode baixar <strong>amostras dos livros gratuitamente</strong> e comprar a edição completa apenas se gostar, afinal, mochileiro está sempre contando as moedinhas né.</li>
</ul>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/07/Review-Kindle-Companheiro-de-viagem.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6259" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/07/Review-Kindle-Companheiro-de-viagem.jpg" alt="Review Kindle - Companheiro de viagem" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">A única desvantagem que eu apontaria é que você não pode fazer aquelas trocas de livros com outros viajantes, mas acho que as vantagens compensam isso.</p>
<p class="p1">Nós levamos apenas um para nós dois, às vezes líamos juntos, às vezes separados. Quase sempre dava para conciliar e o outro ficava fazendo outra coisa, era tranquilo. Líamos livros diferentes e as páginas ficavam sempre marcadas, cada um tinha suas anotações e a bateria realmente durava muito.</p>
<p class="p1">Ficou curioso para saber <strong>quais livros lemos durante a viagem</strong>? Segue a nossa lista:</p>
<p class="p1">Diego leu:<br />
<strong>Eu, robô</strong> &#8211; Isaac Asimov<br />
<strong>Walden</strong> &#8211; Henry David Thoreau<br />
<strong>Uma breve história do tempo</strong> &#8211; Stephen Hawking<br />
<strong>Mais pesado que o céu &#8211; Biografia de Kurt Cobain</strong> &#8211; Charles R. Cross</p>
<p class="p1">Bruna leu:<br />
<strong>Entre dois Extremos</strong> &#8211; Ricardo Perroni<br />
<strong>Trilhando Sonhos</strong> &#8211; Thiago Fantinatti<br />
<strong>As aventuras de Pi</strong> &#8211; Yann Martel<br />
<strong>Um lugar na janela</strong> &#8211; Martha Medeiros<br />
<strong>A gata do Dalai Lama</strong> &#8211; David Michie<br />
<strong>A volta ao mundo em 80 dias</strong> &#8211; Julio Verne</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/07/Review-Kindle-A-economia-de-peso-e-espaço-na-mochila.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6258" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/07/Review-Kindle-A-economia-de-peso-e-espaço-na-mochila-1024x683.jpg" alt="Review Kindle - A economia de peso e espaço na mochila" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>A confiança no outro</title>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2015 16:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df1808168fe" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">T</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>oda viagem é um processo de descoberta. De novos lugares, de novas pessoas, de você mesmo. Toda viagem é uma <strong>permissão para mudar</strong>, você passa a considerar as novas propostas que o mundo tem pra te oferecer.</p>
<p class="p1">Quando começamos a planejar a viagem não sabíamos ao certo qual era o nosso objetivo, mas arriscávamos alguns palpites e escolhemos ir a lugares mais inóspitos, com mais contato com a natureza e essa relação ficou evidente desde o começo. Nós pensávamos que íamos voltar experts em trekking e montanhismo, imaginávamos que esse era o ponto chave da nossa viagem e <strong>nos enganamos</strong>. Não porque a natureza não tenha sido importante, mas porque no decorrer do percurso algumas pessoas foram entrando em nossas vidas e nós fomos entrando na vida dessas pessoas. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-6047"></span></p>
<p class="p1">A gente foi se entregando de um jeito, que chegou um momento em que não conseguíamos mais pensar na viagem, sem lembrar das pessoas incríveis que fizeram parte dela. E passamos a escrever sobre essas experiências com muito mais afinco e carinho que quando falávamos de um lugar intocado. E acho que é mais ou menos isso, a natureza nos encanta, mas tem um ar de intocável, ela é poderosa e gera um sentimento forte de respeito e contemplação, o que é muito importante também.</p>
<p class="p1">Já <strong>as pessoas não são intocáveis</strong>, as pessoas pedem contato, pedem estar perto. Não foram poucas as vezes em que uma pessoa nos ajudou e, por mais irônico que possa parecer, agradeceu no final. As pessoas querem esse contato, fazer o bem é bom pra quem faz, tanto quanto pra quem recebe. Aquelas pessoas sabem disso e sabem tanto mais.</p>
<p class="p1">Não foram poucas as vezes em que fomos ajudados por pessoas que tinham muito pouco, mas naqueles momentos olhávamos para nós mesmos com as mochilas nas costas e víamos que aos olhos deles, <strong>quem tinha pouco éramos nós</strong>. Assim aprendemos que só podemos realmente avaliar uma situação se a vivenciamos, só podemos compreender como é precisar de um teto se nós mesmos não temos um para nos abrigar naquele momento. <strong>Você aprende na vulnerabilidade</strong>.</p>
<p class="p1">Fomos ajudados por completos desconhecidos e aprendemos muito sobre coragem. <strong>É preciso coragem para ajudar e coragem para deixar ser ajudado</strong>. Essas situações sempre nos fizeram lembrar que muitas vezes cria-se uma casca, às vezes por situações de violência vivenciadas, mas quase sempre por influência de uma mídia manipuladora e uma cultura baseada no medo e confunde-se segurança com indiferença. As pessoas não querem estar vulneráveis e não querem lidar com a vulnerabilidade do outro, preferem ficar em sua zona de conforto. Aos poucos vão se formando círculos de confiança e quanto mais fechado esse círculo, menos se olha para o entorno. Essas pessoas que conhecemos em nosso caminho nos mostraram que a <strong>proporção de gente boa ainda é maior nesse mundo</strong>. É urgente que todos saibam que ainda é possível confiar, que a maioria das pessoas que está ao seu redor vai retribuir seu sorriso e vai se contagiar com o bem que você fizer.</p>
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		<title>Museo a Cielo Abierto: arte e coletividade nas ruas de Santiago</title>
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		<pubDate>Mon, 18 May 2015 12:54:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Para ir até o museu, tomamos o metrô, paramos na estação Departamental e caminhamos até as ruas onde estão os murais. Eles se localizam entre a Avenida Departamental, a rua Carlos Edwards, a Panamericana Sur e a rua Gauss, na comuna de San Miguel. O projeto surgiu em 2009 como uma forma de levar arte a um bairro com construções [&#8230;]</p>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df180819cea" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">V</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>ocês gostam de grafitti? &#8211; Foi o que perguntou Barbara enquanto pensava em locais bacanas para visitarmos e é claro que a resposta foi positiva. Sempre que caminhamos pelas cidades saímos fotografando todas as artes que vemos nas paredes, pois acreditamos que elas podem contar muito da história do local. Foi assim que surgiu a dica para visitar o Museo a Cielo Abierto, que não é exatamente um museu. Como o próprio nome sugere, ele não tem limites físicos de uma edificação (embora tenha paredes, portas e janelas) e também não possui uma entrada, um guarda nem horário de atendimento. Trata-se de um bairro, onde você caminha livremente, enquanto contempla os grandes murais pintados por mais de 70 artistas renomados, tanto chilenos como estrangeiros. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-5991"></span></p>
<p class="p1">Para ir até o museu, tomamos o metrô, paramos na estação Departamental e caminhamos até as ruas onde estão os murais. Eles se localizam entre a Avenida Departamental, a rua Carlos Edwards, a Panamericana Sur e a rua Gauss, na comuna de San Miguel.</p>
<p class="p1">O projeto surgiu em 2009 como uma forma de levar arte a um bairro com construções antigas, já bastante deterioradas que precisavam de manutenção. Assim, o Centro Cultural Mixart, com o apoio da população que ali vivia, elaborou o projeto, que <strong>hoje é a maior concentração de arte de rua de Santiago</strong>, uma gigantesca galeria que mescla as técnicas que mural e grafitti nas paredes dos prédios. O mais legal é que todas as artes passaram por aprovação prévia dos moradores de cada edifício a ser pintado, gerando um <strong>sentimento de coletividade e participação</strong>.</p>
<p class="p1">Definitivamente a intenção do projeto vai muito além da decorativa, as obras marcam o bicentenário chileno e trazem temas que <strong>valorizam ou questionam</strong> questões relacionadas ao Chile e à América do Sul, além da integração da comunidade e o benefício à população em geral, entregando um espaço de contemplação <strong>livre e gratuito</strong>.</p>
<p class="p1">Visite o site oficial para saber mais, ver outras fotos e também conhecer a história de cada mural:<br />
<a title="Museo a Cielo Abierto" href="http://www.museoacieloabiertoensanmiguel.cl/" target="_blank">http://www.museoacieloabiertoensanmiguel.cl/</a></p>
<p class="p1">Mas é claro que o melhor mesmo é ir até lá e conferir de perto essa obra linda da humanidade!</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-a-Céu-Aberto.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5968" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-a-Céu-Aberto.jpg" alt="Santiago - Museu a Céu Aberto" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-a-Céu-Aberto-6.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5967" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-a-Céu-Aberto-6.jpg" alt="Santiago - Museu a Céu Aberto 6" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-a-Céu-Aberto-5.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5966" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-a-Céu-Aberto-5.jpg" alt="Santiago - Museu a Céu Aberto 5" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-a-Céu-Aberto-4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5965" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-a-Céu-Aberto-4.jpg" alt="Santiago - Museu a Céu Aberto 4" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-a-Céu-Aberto-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5963" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-a-Céu-Aberto-2.jpg" alt="Santiago - Museu a Céu Aberto 2" width="1024" height="684" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Bruna-no-Museu-a-Céu-Aberto.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5938" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Bruna-no-Museu-a-Céu-Aberto.jpg" alt="Santiago - Bruna no Museu a Céu Aberto" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>O que dois mochileiros fazem em Santiago</title>
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		<pubDate>Sat, 16 May 2015 18:53:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df18081def4" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">A</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p> capital chilena não fazia parte dos nossos planos de viagem. A princípio nossa ideia era mesmo conhecer bem a Patagônia e focar nas cidades pequenas, com mais atrativos naturais, mas lá em fevereiro, quando fizemos o Torres del Paine, conhecemos a Maria e o Francisco, um casal muito querido que nos acompanhou durante todo o trekking, <strong>se tornaram bons amigos e nos convidaram a passar em sua cidade</strong> caso tivéssemos tempo.</p>
<p class="p1">Com toda a história do vulcão Calbuco que entrou em erupção bem nos dias em que estávamos indo para Puerto Varas, tivemos de desistir dessa cidade e de mais algumas que pretendíamos visitar, assim sobrou algum tempo e decidimos passar alguns dias em Santiago depois que saímos de Valdívia. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-5936"></span></p>
<p class="p1">Fomos muito bem recebidos no apartamento que Maria divide com duas amigas: Pilar e Barbara, que logo nos deram muitas dicas do que fazer na cidade. Para dois mochileiros que há muito tempo só passavam por povoados ou cidades médias, Santiago era completamente fora dos padrões, logo percebemos que o bacana dali seria visitar os museus, parques e atrações culturais, é claro que não adiantava querer buscar trekking na capital. Assim fizemos e curtimos muito a cidade, pelo menos os lugares onde visitamos eram cheios de prédios antigos muito bem conservados, parques e praças arborizadas, feiras e barzinhos, descobrimos muitas atrações gratuitas ou muito baratas e <strong>aprendemos rapidamente a nos deslocar na cidade usando o metrô</strong> ou caminhando. Apesar do céu acinzentado e das proporções de carros, prédios, barulhos de cidade grande, surpreendentemente <strong>adoramos a cidade</strong>. Cidade grande requer aqueles cuidados básicos com relação à segurança, que vão de usar roupas que se “camuflem” mais ao ambiente urbano a não sair mostrando a câmera em qualquer lugar, tomamos as precauções, claro, mas em Santiago não nos sentimos inseguros em nenhum momento.</p>
<p class="p1">Para ajudar a escolher os locais que visitaríamos na cidade e também para ir além dos clichês, Maria nos apresentou o site <a title="amosantiago" href="http://http://amosantiago.cl/" target="_blank">amosantiago.cl</a>, que tem <strong>várias dicas do que está rolando</strong> na cena cultural e artística na cidade. No primeiro dia visitamos algumas atrações mais conhecidas, porém gratuitas:</p>
<p class="p1"><strong>Parque Forestal</strong></p>
<p class="p1">Começamos o dia caminhando pelo Parque Forestal, que é como se fosse uma grande avenida verde, uma faixa comprida cheia de árvores, gramados, fontes e bancos pro pessoal sentar e ficar à vontade enquanto contempla esse pedacinho de natureza no meio da cidade. É comum ver casais namorando, senhores lendo jornal, grupos de amigos compartilhando um lanche, pessoas sozinhas estudando e descansando ou passeando com seus cães, realmente um lugar onde as pessoas se sentem seguras e relaxadas. Escolha um local e fique ali também por alguns minutos, é o lugar perfeito pra você fazer de conta que vive em Santiago, ali ninguém vai te perceber como turista e você pode observar tudo tranquilamente. O parque começa na estação de metrô Baquedano e você pode sair dali e ir caminhando até o final.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Parque-florestal.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5974" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Parque-florestal.jpg" alt="Santiago - Parque florestal" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Fonte-no-parque.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5961" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Fonte-no-parque.jpg" alt="Santiago - Fonte no parque" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Dormindo-no-parque.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5949" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Dormindo-no-parque.jpg" alt="Santiago - Dormindo no parque" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>Museo Nacional de Bellas Artes e Museo de Arte Contemporáneo</strong></p>
<p class="p1">Na outra ponta, chegamos ao Museo Nacional de Bellas Artes, fundado em 1880 e localizado desde 1910 nessa construção neoclássica muito bem conservada, que abriga salas com pinturas chilenas e estrangeiras, além de esculturas incríveis no salão principal (o único que pode ser fotografado), gravuras, fotografias, desenhos&#8230; Junto ao Belas Artes, no mesmo edifício, também temos o Museo de Arte Contemporáneo, este fundado em 1947 e administrado pela Universidad de Chile, é cheio de mostras interativas e questionadoras, que nos deixaram mais impressionados que a arte tradicional do Bellas Artes, infelizmente, como na maioria das exposições de arte, não podíamos fotografar as obras em si. <strong>A entrada para ambos os museus é gratuita</strong>.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-de-Belas-Artes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5970" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-de-Belas-Artes.jpg" alt="Santiago - Museu de Belas Artes" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Estátuas-no-Museu-de-Belas-Artes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5952" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Estátuas-no-Museu-de-Belas-Artes.jpg" alt="Santiago - Estátuas no Museu de Belas Artes" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Escadarias-do-Museu-de-Belas-Artes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5951" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Escadarias-do-Museu-de-Belas-Artes.jpg" alt="Santiago - Escadarias do Museu de Belas Artes" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Escadarias-do-Museu-de-Belas-Artes-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5950" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Escadarias-do-Museu-de-Belas-Artes-2.jpg" alt="Santiago - Escadarias do Museu de Belas Artes 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Bruna-no-Museu-de-Belas-Artes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5939" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Bruna-no-Museu-de-Belas-Artes.jpg" alt="Santiago - Bruna no Museu de Belas Artes" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Pinturas-no-Museu-de-Belas-Artes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5980" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Pinturas-no-Museu-de-Belas-Artes.jpg" alt="Santiago - Pinturas no Museu de Belas Artes" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>Plaza de Armas</strong></p>
<p class="p1">Ficamos um bom tempo nos museus e depois fomos para a área mais central, onde visitamos a Plaza de Armas, tudo a pé, caminhando tranquilamente pelas ruas cheias de construções antigas. No caminho nos chamou atenção a Basílica de la Merced, uma igreja católica, declarada monumento nacional, com arquitetura neoclássica e cores bastante inusitadas.</p>
<p class="p1">A praça é bem movimentada, com várias barraquinhas de artistas que vendem suas pinturas ali, senhores do clube de xadrez disputando suas partidas e pessoas simplesmente passando, já que fica em uma região central.</p>
<p class="p1">Depois disso voltamos para o apartamento empolgados e ansiosos pelos próximos dias. Santiago foi uma cidade totalmente diferente do que estávamos acostumados, mas que nos ofereceu muitas opções de atividades. Mais uma vez, <strong>uma surpresa agradável na viagem</strong>.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Plaza-de-Armas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5981" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Plaza-de-Armas.jpg" alt="Santiago - Plaza de Armas" width="1024" height="683" /></a></p>
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