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	<title>A Natureza Humana &#187; Bruna de Moraes</title>
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		<title>Intercâmbio na Irlanda depois de 5 meses</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jul 2018 17:51:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>
		<category><![CDATA[Intercâmbio]]></category>
		<category><![CDATA[Irlanda]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Estamos na Irlanda há quase 5 meses e vou tentar resumir um pouco do que aconteceu nesse período. Nossa intenção inicial era produzir conteúdo aqui para o blog e para o recém criado canal no Youtube, mas aconteceu tanta coisa e passou tão rápido que acabamos deixando o blog abandonado e subimos poucos vídeos no [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><span class="s1">Estamos na Irlanda há quase 5 meses e vou tentar resumir um pouco do que aconteceu nesse período. Nossa intenção inicial era produzir conteúdo aqui para o blog e para o recém criado <a title="Canal ANH" href="https://www.youtube.com/anaturezahumana" target="_blank">canal no Youtube</a>, mas aconteceu tanta coisa e passou tão rápido que acabamos deixando o blog abandonado e subimos poucos vídeos no canal. O fato é que, logo de cara, descobrimos que fazer um intercâmbio é muito diferente de viajar de mochilão, muito mesmo!</span></p>
<p><span id="more-7560"></span></p>
<p class="p1"><span class="s1"><b>Chegando em Dublin</b></span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Chegamos em Dublin em 24 de fevereiro e a primeira coisa que nos chamou a atenção foi a arquitetura da cidade. Os prédios antigos geminados com portas coloridas e tijolo aparente são muito charmosos. As pontes, as casas, as igrejas e castelos, a cidade respira história. Era nossa primeira vez na Europa, então ver construções mais antigas que o próprio Brasil é realmente interessante.</span></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2018/07/ruas-de-dublin.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-7567" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2018/07/ruas-de-dublin-1024x683.jpg" alt="ruas de dublin" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">Chegamos aqui no fim do inverno e ainda pegamos a <a title="Vídeo Neve em Dublin" href="https://www.youtube.com/watch?v=V1J_UG2a71Q&amp;t=4s" target="_blank">nevasca</a> surpreendente e histórica que passou por Dublin. Apesar daqui fazer muito frio, é difícil chegar a nevar com intensidade, então tivemos a oportunidade de presenciar um fenômeno muito raro. Foram alguns dias de neve cobrindo a paisagem e deixando Dublin irreconhecível. Além de coberta de neve, a cidade ficou em alerta vermelho e tudo parou porque o país não tem estrutura para lidar com esse tipo de clima. Nesses dias ficamos sem aula e a recomendação era para não sair de casa sem necessidade, foi muito legal nos dois primeiros dias, estávamos encantados, mas depois confesso que começamos a ficar entediados. A paisagem com neve fica linda, mas quando começa a derreter o chão fica muito enlameado e escorregadio.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2018/07/Dublin_Neve.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-7568" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2018/07/Dublin_Neve-1024x683.jpg" alt="Dublin_Neve" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><span class="s1">O que eu lembro do primeiro mês é de ficar na frente do computador tentando agendar o horário para aplicarmos o visto de 8 meses (GNIB) e procurando um lugar para morar. Esses dois pontos tornaram esse período muito estressante. Parece besteira, mas essas são as duas coisas que mais dão dor de cabeça para os intercambistas aqui em Dublin e realmente dedicamos mais de um mês pra resolver esses detalhes. Os aluguéis são caros, mesmo pra dividir com outras pessoas (como é o nosso caso) e a procura é maior que a oferta. A questão da moradia é tão complicada aqui que precisamos fazer várias entrevistas até conseguirmos o lugar em que moramos hoje (pra se ter uma ideia, conseguimos emprego com menos entrevistas).</span></p>
<p class="p1"><strong>Procurando emprego</strong></p>
<p class="p1"><span class="s1">Em abril finalmente estávamos na casa definitiva e com o visto em dia, aí pudemos relaxar um pouco. O Diego chegou aqui já com um emprego e isso foi ótimo pra começar, mas quando nos mudamos acabamos ficando longe do centro e o emprego dele exigia uma flexibilidade de horários que não era possível considerando o tempo de translado. No final acabou optando por deixar o trabalho e procurar outro com horários mais fixos. Enquanto isso eu estabelecia uma nova rotina na frente do computador, mas dessa vez eram currículos, cartas de apresentação e sites de ofertas de emprego.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Esse período também foi marcado por muita frustração. Eu mandava vários e-mails por dia e raramente recebia uma resposta, nem que fosse pra dizer que o currículo foi recebido. Via muitos vídeos e dicas sobre emprego na Irlanda e muita gente dizia que tinha feito várias entrevistas antes de conseguir uma vaga e como eu ainda não tinha conseguido sequer uma entrevista, frequentemente batia um desespero e muita ansiedade ao ver o dinheiro diminuindo. Nesses momentos minha auto-estima ia lá embaixo e era difícil manter a motivação pra continuar procurando. Talvez por já ter tido uma experiência aqui e por ter um nível de inglês melhor, o Diego logo conseguiu um novo emprego em um hotel.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">No final de abril eu recebi a resposta de um e-mail chamando pra uma entrevista. E não é que de cara consegui o emprego? Era numa Bed and Breakfest, um hotel pequeno, familiar. Minha função era de cleaner, eu arrumava e limpava os quartos. Trabalhei muito feliz lá por um mês e parei de procurar emprego, porém certo dia recebi uma ligação inesperada sobre uma vaga que eu tinha aplicado mais de um mês antes. De início falei que já estava empregada, mas resolvi perguntar qual era a vaga e pra minha surpresa era para designer gráfico! Junto com os inúmeros currículos que eu enviei é claro que eu tentei vagas de designer também, mas eu sinceramente não esperava conseguir, já que o mercado aqui frequentemente exige conhecimentos de web, mesmo pra designer gráfico. Fui na entrevista sem grandes pretensões e descobri que o que a empresa precisava casava com o que eu sabia fazer, fiz um teste, passei e sigo trabalhando lá desde junho.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Com a mudança de emprego também precisei mudar o período das aulas de inglês e o Diego saiu do hotel, pois nossos horários não iam fechar com o <a title="Video ANH + Seda College" href="https://www.youtube.com/watch?v=ShEhaTQzj1M" target="_blank">trabalho que fazemos para a escola</a>. Além disso, logo que comecei a trabalhar vi que eles tinham muita demanda de tratamento de imagem e indiquei ele para a função. Agora estamos nós dois trabalhando na mesma empresa, um de manhã, outro à tarde.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Só depois dessa mudança toda é que a vida realmente deu uma estabilizada. Esses últimos dois meses foram os únicos em que tivemos horários parecidos e finais de semana livres. Percebemos que quando estamos sozinhos num país diferente, ter um tempo livre juntos é muito importante.</span></p>
<p class="p1"><strong>Estudando inglês</strong></p>
<p class="p1"><span class="s1">O nosso principal objetivo com o intercâmbio era melhorar nosso inglês, foi por isso que escolhemos um país que fala essa língua. Chegamos aqui com isso bem claro e ficamos lembrando disso sempre que desanimamos com algum plano que não dá certo.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Eu senti uma evolução muito grande já nos primeiros meses, percebi que dei um salto enorme em compreensão e capacidade de me comunicar. Já o Diego não sentiu tanta diferença, em parte porque já tinha um nível mais avançado, foi só manter e aprimorar.</span></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2018/07/intercambio-ingles.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-7569" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2018/07/intercambio-ingles-1024x683.jpg" alt="intercambio ingles" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><span class="s1">Além da sala de aula, viver num país que fala a língua e estar em contato com o inglês o tempo todo, faz muita diferença. O que mais deu pra perceber é que o esforço individual é muito importante. Nós lemos em inglês, vemos filmes sem legenda, somos assíduos nas aulas, fazemos direitinho mesmo e vemos resultado. É preciso uma dose de esforço e ter consciência de que estar em outro país não é garantia de aprender o idioma.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"><b>Os passeios</b></span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Como eu falei lá no começo, intercâmbio é muito diferente de mochilão e essa é uma das principais diferenças: a gente não está de férias! Tem que levantar cedo, trabalhar, estudar, cumprir horários e nem sempre sobra tempo e pique pra passear.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Agora que estamos mais estabilizados e com os horários parecidos começamos a explorar um pouco. Tentamos sempre conhecer algum lugar diferente nos finais de semana, especialmente porque estamos no verão e tem feito uns dias lindos (mais uma vez estamos presenciando um clima inusitado na Irlanda, mas agora é o contrário, muito sol!). Já conhecemos algumas paisagens icônicas como os <a title="Video Cliffs of Moher" href="https://www.youtube.com/watch?v=2_T4yPbtgBo" target="_blank">Cliffs of Moher</a> e a <a title="Vídeo Giant's Causeway" href="https://www.youtube.com/watch?v=iXCQf7QKmKA" target="_blank">Giant’s Causeway</a> (esta na Irlanda do Norte) e também visitamos vários parques e museus em Dublin mesmo, mas ainda tem muito pra conhecer!</span></p>
<div id="attachment_7570" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2018/07/cliffs-of-moher.jpg"><img class="wp-image-7570 size-large" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2018/07/cliffs-of-moher-1024x683.jpg" alt="cliffs of moher" width="1024" height="683" /></a><p class="wp-caption-text">Cliffs of Moher</p></div>
<div id="attachment_7571" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2018/07/dunguaire-castle.jpg"><img class="wp-image-7571 size-large" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2018/07/dunguaire-castle-1024x683.jpg" alt="dunguaire castle" width="1024" height="683" /></a><p class="wp-caption-text">Dunguaire Castle</p></div>
<p class="p1"><span class="s1"><b>O que mais podemos contar?</b></span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Esse foi um resumo muito resumido mesmo pra tentar contextualizar o que estamos vivendo nos últimos meses. Se quiser, você pode acompanhar nosso <a title="Insta ANH" href="https://www.instagram.com/anaturezahumana/" target="_blank">insta</a> que de vez em quando postamos fotos dos lugares que visitamos e se inscrever no nosso <a title="Canal ANH" href="https://www.youtube.com/channel/UCGprQZRBpuYY5W4VVxmwRWQ" target="_blank">canal no Youtube</a> pra acompanhar os vídeos.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Se tiver alguma curiosidade ou algum assunto que queira saber mais, comenta aqui que vamos tentar organizar os próximos conteúdos de acordo com o que vocês tiverem interesse em saber. </span></p>
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		<title>Próxima viagem com data marcada!</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Nov 2017 20:47:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Intercâmbio]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Em breve completarão três anos que partimos para o mochilão na Patagônia. Desde o dia em que voltamos, transformados e deslumbrados com tudo o que vimos, passamos a escutar a inevitável pergunta: Quando será a próxima viagem? A vontade de responder com uma data, um local, um plano, era grande. Mas sabíamos que não era [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><span class="s1">Em breve completarão três anos que partimos para o mochilão na Patagônia. Desde o dia em que voltamos, transformados e deslumbrados com tudo o que vimos, passamos a escutar a inevitável pergunta: Quando será a próxima viagem?</span></p>
<p><span id="more-7543"></span></p>
<p class="p1"><span class="s1">A vontade de responder com uma data, um local, um plano, era grande. Mas sabíamos que não era hora. Passamos os últimos anos nos reencontrando por aqui, tentando <strong>trazer o estilo de vida mochileiro pra perto</strong>, pro dia-a-dia.</span></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Viagem-cicloturismo-pelo-litoral-Mochila-inspecionando-a-organização-dos-equipamentos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6855" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Viagem-cicloturismo-pelo-litoral-Mochila-inspecionando-a-organização-dos-equipamentos.jpg" alt="Viagem cicloturismo pelo litoral - Mochila inspecionando a organização dos equipamentos" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><span class="s1">Nesse meio tempo recebemos muitas pessoas em nossa casa através do <a title="Nossa casa cheia de vida com o Couchsurfing" href="http://anaturezahumana.com/2015/11/nossa-casa-cheia-de-vida-com-o-couchsurfing/" target="_blank">couchsurfing</a>, assim como fomos recebidos. Fizemos algumas <a title="Trekking Castelo dos Bugres – Joinville" href="http://anaturezahumana.com/2016/06/trekking-castelo-dos-bugres-joinville/" target="_blank">pequenas viagens por aqui</a>, mas menos do que gostaríamos. Mudamos nossa forma de trabalhar, partindo para o trabalho autônomo e buscando <strong>qualidade de vida</strong> ao trabalhar em casa (imaginando um dia fazer isso remotamente, quem sabe?). Adotamos uma gatinha linda chamada <strong>Mochila</strong>. Passamos a viver com outras pessoas, mais uma vez priorizando a qualidade de vida, morando em uma casa maior e melhor localizada, mas que sozinhos não poderíamos pagar. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">O trabalho foi um recomeço, fomos tateando até encontrar um nicho, um formato ideal, foi todo um processo que nos motivou por um tempo e exigiu dedicação para dar certo. <a href="http://www.caderneto.com" target="_blank">Deu certo</a>. E depois de dar certo a gente volta a sentir vontade de mudar, é o ciclo da vida. <strong>Hora de partir outra vez.</strong></span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Sim, vamos viajar! Sim, tem uma data, um local, um plano! <strong>Estamos prontos!</strong></span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Então anota aí, <strong>20 de fevereiro de 2018, rumo à Irlanda por 8 meses</strong>. As passagens já estão compradas e dessa vez faremos um intercâmbio, queremos ter a experiência de viver em outro país por um tempo e estudar inglês. Veja bem, mochilão e intercâmbio são duas formas incríveis de viajar e dessa vez vamos experimentar ficar estabelecidos em uma cidade, com casa, trabalho, estudo (mas é claro que faremos muitos trekkings por lá!). Estamos muito animados e esperamos registrar essa nova fase assim como fizemos antes. Agora é hora de focar no trabalho para juntar toda a grana que precisamos e nos preparar para deixar muitas coisas pra trás.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"><img class="aligncenter size-full wp-image-6154" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Voltando-pra-casa.jpg" alt="Buenos Aires - Voltando pra casa" width="1024" height="683" /></span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Vamos mostrar todos esses processos por aqui e também no nosso <a href="https://www.youtube.com/channel/UCGprQZRBpuYY5W4VVxmwRWQ?" target="_blank">canal no youtube</a>, já conhece? Estamos nos aventurando por lá também, dá uma conferida e se inscreve que logo começam os vídeos mostrando os preparativos! <img src="https://anaturezahumana.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /></span></p>
<p class="p1"><span class="s1">ANH season 2, lá vamos nós!</span></p>
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		<title>O que mudou nas nossas vidas depois do mochilão</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jan 2016 12:01:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
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		<category><![CDATA[mochilão]]></category>
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<p>O post <a rel="nofollow" href="https://anaturezahumana.com/2016/01/o-que-mudou-nas-nossas-vidas-depois-do-mochilao/">O que mudou nas nossas vidas depois do mochilão</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://anaturezahumana.com">A Natureza Humana</a>.</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69dff648311f7" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">H</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>á exatamente um ano nós colocamos as mochilas nas costas, conferimos os últimos detalhes e seguimos rumo a Florianópolis, onde pegaríamos o tão esperado <a title="Chegada a Ushuaia" href="http://anaturezahumana.com/2015/01/chegada-a-ushuaia/" target="_blank">vôo para Ushuaia</a> e daríamos início ao que foi a melhor experiência de vida que já tivemos até agora. De lá para cá muitas coisas aconteceram e vale a pena contar um pouco das ótimas experiências que tivemos desde então.</p>
<p class="p1">É claro que tudo começou <a title="Como planejamos nosso mochilão" href="http://anaturezahumana.com/2015/01/como-planejamos-nosso-mochilao/" target="_blank">bem antes</a>, com muita preparação, pesquisa, desligamentos de vínculos empregatícios, pagamentos de contas, compras de equipamentos, solicitação de documentos, etc, mas feito isso, chegamos ao grande dia, era ali que tudo <strong>começava de verdade</strong> e nós estávamos preparados e extremamente felizes. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Review-Therm-a-Rest-Trail-Lite-Isolante-térmico-Diego-deitado.jpg"> <span id="more-6679"></span></a></p>
<p class="p1">Não preciso contar tudo o que aconteceu a seguir, porque tivemos a feliz ideia de registrar a história <a href="http://anaturezahumana.com/category/diario-de-bordo/" target="_blank">aqui no blog</a> e todos podem acompanhar esses registros até hoje. Digo que foi uma feliz ideia porque é maravilhoso reler, assim como <strong>foi maravilhoso compartilhar e inspirar outras pessoas</strong>. Então o que quero dizer é que a partir do momento em que eu avistei as primeiras montanhas nevadas e deixei as lágrimas escorrerem através das janelas do avião até o dia de hoje, depois de uma volta inteira em torno do sol, muitas coisas aconteceram e como já aprendemos que compartilhar é maravilhoso, quero seguir fazendo isso e contar a nossa trajetória desde então.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Fazenda-de-Floriano-e-Alicia-Rio-Barrancoso-e-a-neblina-pela-manhã.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5780" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Fazenda-de-Floriano-e-Alicia-Rio-Barrancoso-e-a-neblina-pela-manhã-1024x683.jpg" alt="Carretera Austral - Fazenda de Floriano e Alicia - Rio Barrancoso e a neblina pela manhã" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>COMO O MOCHILÃO MUDOU A NOSSA FORMA DE ENCARAR AS MUDANÇAS</strong></p>
<p class="p1">O mochilão mudou nossas vidas, isso é um fato. <strong>Mudanças são muito importantes e acontecem o tempo todo, algumas nós escolhemos e outras não. </strong>Nossa mudança foi uma escolha, nós planejamos tudo com cuidado e também deixamos algumas coisas abertas, escolhendo “não escolher” em alguns momentos, o que proporcionou encontros e experiências surpreendentes.</p>
<p class="p1">Uma das nossas “não escolhas” foi referente ao que faríamos quando voltássemos e essa era uma pergunta que tínhamos de responder com frequência. Na verdade não queríamos que um projeto futuro ocupasse nossas mentes durante a viagem, queríamos fazer <strong>o exercício de viver o momento presente</strong> e não criar expectativas quanto ao futuro.</p>
<p class="p1">Essa liberdade proporcionou uma maior flexibilidade depois que voltamos para nossa cidade. Durante o primeiro mês pós viagem aceitamos todos os convites que surgiam, ficamos abertos para conversar com todos os amigos (e até com desconhecidos), trocar muitas ideias, falar sobre tudo o que passamos e responder a todas as perguntas. Muitas pessoas que fazem esse tipo de viagem preferem ficar um pouco mais reclusas nesse primeiro momento e eu entendo que pode não ser fácil voltar ao ritmo depois de tantas experiências reveladoras e principalmente depois de sentir o desprendimento da viagem em contraste com as preocupações do dia-a-dia da maioria das pessoas, como contas a pagar, horários a cumprir e desejos de consumo. Porém nós <strong>voltamos com vontade de contagiar a todos</strong>, com vontade de trazer nossos amigos e familiares para mais perto dos sentimentos que vivenciamos, por isso nosso convívio social nessa época foi intenso. Além disso estávamos com saudade, é claro!</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Trilha-para-Laguna-de-Los-Tres-Nós-Jan-Jean-e-Glauco.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5622" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Trilha-para-Laguna-de-Los-Tres-Nós-Jan-Jean-e-Glauco-1024x683.jpg" alt="El Chaltén - Trilha para Laguna de Los Tres - Nós, Jan, Jean e Glauco" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>UMA VONTADE IMENSA DE COMPARTILHAR</strong></p>
<p class="p1">Não demorou muito para aparecerem os primeiros convites mais “formais” e assim organizamos nossa primeira <strong>conversa pública</strong> através dos nossos amigos do estúdio <a title="Firmorama" href="http://www.firmorama.com/" target="_blank">Firmorama</a>, que fizeram barulho em um encontro pra lá de proveitoso. Depois disso fomos convidados pela <a href="http://www.vasselai.com.br/" target="_blank">Vasselai Incorporações</a> para falar em Blumenau, pelo <a href="http://www.oatlas.com.br/" target="_blank">Atlas</a> para ir até Joinville e juntamente com a <a href="http://entremonte.com.br/" target="_blank">Entremonte </a>realizamos mais dois eventos novamente em Jaraguá do Sul.</p>
<p class="p1">Também participamos do <a href="http://bazaritinerante.com/" target="_blank">Bazar Itinerante</a>, expondo nossas <a title="Loja virtual" href="http://anaturezahumana.com/loja/" target="_blank"><strong>fotos e sketchbooks</strong> </a>e conversando muito sobre a viagem, de uma exposição no café <a href="https://www.facebook.com/truffe.irresistivel/" target="_blank">Truffé Delicatesse</a> e mais recentemente do evento Happy Day, promovido pelas amigas da loja <a href="https://www.facebook.com/lojaamei/?fref=ts" target="_blank">Amei</a>, além de ter o espaço de uma aula aberto para a turma do último semestre de educação física da Faculdade Jangada.</p>
<p class="p1">Outra oportunidade muito legal que surgiu foi a de receber pessoas em nossa casa através do<a title="Nossa casa cheia de vida com o Couchsurfing" href="http://anaturezahumana.com/2015/11/nossa-casa-cheia-de-vida-com-o-couchsurfing/" target="_blank"> Couchsurfing</a>, retribuindo assim a receptividade que tivemos na Argentina e no Chile, onde nós é que éramos os hóspedes.</p>
<p class="p1">Em meio a tudo isso fomos conhecendo cada vez mais pessoas, fazendo novos amigos e estreitando ainda mais antigos laços. Deixamos claro em certo ponto da viagem que <strong>o contato com as pessoas nos surpreendeu</strong> e deixo claro mais uma vez que isso continuou a acontecer aqui em Jaraguá e só temos a agradecer. O apoio de todos, o incentivo a dar continuidade ao projeto e a receptividade quanto aos materiais que produzimos nos motivou muito e possibilitou levar a mais pessoas a mensagem de que uma viagem pode ser mais simples do que parece.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/01/Firmorama.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6687" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/01/Firmorama-1024x669.jpg" alt="Firmorama - Charla Abierta" width="1024" height="669" /></a></p>
<p class="p1"><strong>MAS, E DO QUE VOCÊS VÃO VIVER DEPOIS QUE VOLTAREM?</strong></p>
<p class="p1">A pergunta que não calou desde antes de partirmos teve sua resposta sendo construída aos poucos e sem pressa. Logo no segundo mês em casa já começaram a aparecer <strong>oportunidades de trabalho</strong> para nós dois e percebemos que além do desenvolvimento pessoal, <strong>a viagem serviu como um grande portfólio profissional</strong>. Hoje estamos trabalhando de maneira autônoma, eu atuo na área do design gráfico e também fiz algumas oficinas de encadernação ao longo do ano. O Diego segue em trabalhos de fotografia e vídeo e muitas vezes acabamos trabalhando juntos em alguns projetos.</p>
<p class="p1">Desde que voltamos nossa ideia era sempre ficar abertos para todas as oportunidades que surgissem, sem medo e sem pressão de encontrar logo um emprego. Nós tínhamos uma pequena reserva e já estávamos habituados a viver com pouco, sabíamos que não precisávamos de um grande salário para passarmos bem por algum tempo. Convites como o da Danusa para ajudá-la a atender em seu café (uma área totalmente diferente da minha) foram aceitos com o coração aberto. Dentro de nossas áreas <strong>experimentamos diversos ramos e aprendemos muitas coisas novas</strong>. Ajudamos amigos de estúdios e agências, com trabalhos internos, em uma troca muito proveitosa e também trabalhamos muito em casa, experimentando uma rotina totalmente nova que requer muita disciplina, mas tem várias recompensas.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Torres-del-Paine-Anoitecer-no-acampamento-Dickson.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5324" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Torres-del-Paine-Anoitecer-no-acampamento-Dickson-1024x683.jpg" alt="Torres del Paine - Anoitecer no acampamento Dickson" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>O QUE VEM DAQUI PARA A FRENTE?</strong></p>
<p class="p1">Nosso último ano foi marcado por dois momentos distintos, uma mudança planejada (a viagem), que nos ensinou a estar abertos para a mudança não planejada (nossa nova forma de viver e trabalhar).</p>
<p class="p1">Depois da viagem também aproveitamos para colocar nossa <a href="http://anaturezahumana.com/loja/" target="_blank">loja virtual</a> no ar e fazer alguns posts de <a href="http://anaturezahumana.com/category/review/" target="_blank">review de equipamentos</a> e <a href="http://anaturezahumana.com/category/dicas-de-viagem/" target="_blank">dicas de viagem</a> de acordo com o que aprendemos, para ajudar aqueles que também estão planejando a sua.</p>
<p class="p1">Para 2016 nós decidimos continuar trabalhando, porque<strong> temos muitos projetos em mente</strong>, vamos focar no planejamento de <strong>uma nova viagem</strong> e também começar a estruturar o velho sonho de <strong>ter um sítio e aplicar conceitos de permacultura e sustentabilidade</strong>, mas para tudo isso acontecer, precisamos de um período de foco, precisamos juntar algum dinheiro, conhecer alguns apoiadores, estudar e trabalhar duro. E, é claro, vamos seguir alimentando o blog, pois esse é o nosso projeto de vida, já dissemos aqui que <strong>o ANH não é um blog apenas sobre viagens</strong>, embora tenha começado assim, é um blog que fala sobre escolhas de vida e sobre viver plenamente. O conteúdo sobre o mochilão para a Patagônia a princípio está encerrado, mas novos temas estão sendo planejados até que venha a próxima aventura.</p>
<p class="p1">Ah, e caso você tenha perdido algum dos posts da viagem ou queira relembrar os momentos maravilhosos que vivemos lá, você pode ler tudo na íntegra aqui no nosso <a title="Diário de Bordo" href="http://anaturezahumana.com/category/diario-de-bordo/" target="_blank">diário de bordo</a>.</p>
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		<title>Nossa casa cheia de vida com o Couchsurfing</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2015 17:45:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[amizade]]></category>
		<category><![CDATA[contato humano]]></category>
		<category><![CDATA[couchsurfing]]></category>
		<category><![CDATA[hospitalidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Primeiro foram o Klaus e a Bia, de São Paulo. Ela tinha escrito em um grupo de Couchsurfing no facebook que iria passar aqui por perto, então me prontifiquei a recebê-la caso viesse para Jaraguá. Eis que ela me escreve, dizendo que viajava com Klaus e assim eles chegaram em uma terça-feira, munidos de vários [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69dff6483573c" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">A</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p> nossa experiência com o <a title="Como o CouchSurfing pode mudar a sua forma de viajar" href="http://anaturezahumana.com/2015/07/como-o-couchsurfing-pode-mudar-a-sua-forma-de-viajar/">Couchsurfing</a> na Argentina e no Chile foi tão legal e nos sentimos tão acolhidos pelos nossos couchs que quando voltamos só pensávamos em retribuir recebendo outros mochileiros em nossa casa.</p>
<p class="p1">Sabíamos que Jaraguá do Sul é uma cidade pouco turística, mas deixamos nosso perfil aberto como “Acepting Guests” e seguimos sempre conectando para ver se alguém estava à procura de hospedagem, mas em seis meses, ninguém apareceu. Assim, nunca imaginávamos que passaríamos duas semanas com a casa cheia, como aconteceu nesses últimos dias! </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Review-Therm-a-Rest-Trail-Lite-Isolante-térmico-Diego-deitado.jpg"> <span id="more-6630"></span></a></p>
<p class="p1">Primeiro foram o <strong>Klaus e a Bia</strong>, de São Paulo. Ela tinha escrito em um grupo de Couchsurfing no facebook que iria passar aqui por perto, então me prontifiquei a recebê-la caso viesse para Jaraguá. Eis que ela me escreve, dizendo que viajava com Klaus e assim eles chegaram em uma terça-feira, munidos de vários tipos de malabares e bambolês, me fazendo recordar as aulas de circo que tanta alegria me davam, quando eu ia para a Scar duas vezes por semana exercitar o corpo e a mente numa sala cheia de amigos, desafios e possibilidades.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Bia-e-Klaus.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6633" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Bia-e-Klaus.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Bia e Klaus" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">Eles ficaram com a gente por <strong>alguns chuvosos dias</strong>, o que impossibilitou saídas para conhecer a cidade e também impossibilitava que praticassem com seus malabares. Trocamos dicas de livros e receitas (Klaus fez um doce de abóbora com coco que arrancou suspiros de todos que o provaram) e demos algumas dicas de lugares que deveriam conhecer no nosso litoral.</p>
<p class="p1">Nesse meio tempo a <strong>Lorain</strong>e me escreveu pedindo hospedagem para ela <strong>e seu marido Jean</strong>. Nosso apartamento é pequeno e o Klaus e a Bia já estavam de partida para o litoral, então nos organizamos para recebê-los. Iríamos ficar um dia sem hóspedes apenas.</p>
<p class="p1">Pooorém… Eis que surge o <strong>Manuel</strong>. O argentino de Rosário havia feito uma solicitação pública já fazia algum tempo, dizendo que estava vindo <strong>de bicicleta desde a Argentina</strong> e pedia hospedagem para quando passasse por Jaraguá. Eu respondi dizendo que seria bem-vindo aqui, depois até esqueci, porque o tempo em bike passar mais devagar que a motor e ele estava ainda em Chapecó naquele momento. Bom, Manuel me escreve um dia antes do Klaus e da Bia saírem e eu disse a ele que poderia passar uma noite até que a Loraine e o Jean chegassem.</p>
<p class="p1">Manuel chegou causando uma alegria imensa em mim e no Diego. Uma bicicleta toda equipada, <strong>um autêntico cicloviajante</strong> e ainda por cima falando espanhol, que já estávamos com saudades de ouvir! Queríamos saber tudo sobre suas viagens pelo mundo e ele só queria saber era de um banho, depois de pedalar o dia todo de Rio Negrinho até Jaraguá, seu último trecho (70km) antes de nos encontrar.</p>
<p class="p1">Passamos a noite toda conversando, tomando caipirinhas, trocando experiências… Aí ele nos contou que estava muito aliviado de poder descansar e estar em uma casa de verdade, com chuveiro, fogão, teto… Disse que estava há oito dias pedalando direto, que desde Chapecó ninguém tinha recebido e ia dormindo na estrada, em escolas e corpo de bombeiros. Resolvemos que ele ficaria conosco mais alguns dias, não poderíamos dar hospedagem só por uma noite, ele foi muito bacana e precisava descansar e repor as energias.</p>
<p class="p1">Loraine e Jean só chegaram dois dias depois, pois não conseguiram carona no dia previsto. Nós sabemos que essas coisas são assim mesmo e não nos preocupamos. Eles chegaram e assim se juntaram a nós três. Contaram que estão viajando há um ano entre <strong>Peru, Equador e Brasil</strong>. Mochilando e trabalhando em alguns pontos. Agora a intenção é pegar carona em um veleiro, onde pretendem trabalhar ao mesmo tempo que navegam para países além-mar. Quando começaram a contar suas histórias de viagem, percebemos que são viajantes experientes e não se importariam em dividir espaço com o Manuel, que por sua vez, ficou feliz em ficar um pouco mais. Todos nós ficamos, na verdade, o que é <strong>o verdadeiro espírito do Couchsurfing.</strong></p>
<p class="p1">No outro dia tivemos uma ótima surpresa, nosso amigo<strong> Juan</strong>, argentino que conhecemos <a title="Couchsurfing, comida boa e descanso na capital Coyhaique" href="http://anaturezahumana.com/2015/04/couchsurfing-comida-boa-e-descanso-na-capital-coyhaique/">na casa do David</a>, no Chile, nos escreveu dizendo que estava a caminho de Jaraguá, cumprindo a promessa que fez de nos visitar quando viesse ao Brasil. Foi graças a ele que fomos tão bem recebidos em <a title="Buenos Aires, El Caminito e, mais uma vez, hospitalidade!" href="http://anaturezahumana.com/2015/06/buenos-aires-el-caminito-e-mais-uma-vez-hospitalidade/">Buenos Aires</a>, onde ficamos na casa dos seus pais, sendo tratados como filhos.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6637" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-02.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Noite das pizzas 02" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6636" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-01.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Noite das pizzas 01" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-Loraine.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6635" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-Loraine.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Noite das pizzas - Loraine" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-Juan-Diego-e-Manuel.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6634" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-Juan-Diego-e-Manuel.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Noite das pizzas - Juan, Diego e Manuel" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1">Juan chegou numa segunda à noite em meio <strong>à chuva, que até então não tinha parado</strong>. Diego foi buscá-lo porque se não iria dormir na estrada para só no dia seguinte conseguir chegar aqui. Agora ele e Manu dividiam a sala, enquanto Loraine e Jean dormiam no escritório. Éramos seis no apartamento, haviam <strong>mochilas e livros de viagem por todos os lados</strong> e uma festa em portunhol acontecia todos os dias. Nos pegamos já planejando viajar outra vez, tão inspirados que ficamos com tantas histórias.</p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-full wp-image-6641" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Jean-Loraine-Juan-Manuel-e-nós-.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Parque Malwee - Jean, Loraine, Juan, Manuel e nós" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1">O clima jaraguaense deu trégua apenas um dia, onde pudemos levar todos para tomar um mate e ver umas capivaras no <strong>Parque Malwee</strong>. Queríamos ir às cachoeiras de Corupá, mas não foi possível, acabamos nos contentando em ficar em casa, comendo, lendo, vendo filmes e conversando sobre viagens. Não poderíamos ter passado melhor e já vamos avisando: <strong>estamos inspirados</strong> e doidos pra voltar a viajar!</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Juan-e-Manuel.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6642" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Juan-e-Manuel.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Parque Malwee - Juan e Manuel" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Chimarrão-Diego-Loraine-e-Manuel.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6640" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Chimarrão-Diego-Loraine-e-Manuel.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Parque Malwee - Chimarrão - Diego, Loraine e Manuel" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Capivaras.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6639" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Capivaras.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Parque Malwee - Capivaras" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Bruna-e-Juan.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6638" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Bruna-e-Juan.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Parque Malwee - Bruna e Juan" width="1024" height="682" /></a></p>
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		<title>Cozinha de Mochileiro &#8211; equipamentos e dicas</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2015 18:56:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[camping]]></category>
		<category><![CDATA[cozinha]]></category>
		<category><![CDATA[mochilão]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>A primeira grande dica de comida mochileira é: peso e volume. Sempre ao comprar comida para carregar na mochila levávamos em conta esses dois fatores. Comida liofilizada é certamente a melhor opção, porém nem sempre é fácil de encontrar, nem muito barato, então vamos tentar dar algumas dicas de comidas que podem ser encontradas em qualquer [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69dff6483aed1" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">C</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>ozinhar tendo como vista uma linda lagoa com um glaciar ao fundo e nenhum sinal de civilização à vista é um privilégio indescritível. Porém é preciso estar preparado com os equipamentos e alimentos certos para não passar aperto. Quando fazemos um mochilão é preciso pensar em cada item que vai fazer parte da mochila e os alimentos não devem ser deixados de lado, especialmente quando se faz uma viagem de aventura, que inclui dias de trekking em lugares onde nem sempre existe um mercado próximo para comprar o pão de cada dia. Não somos especialistas na área, mas depois de alguns meses cozinhando dessa maneira diversas vezes, aprendemos algumas coisas que queremos dividir com vocês. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Review-Therm-a-Rest-Trail-Lite-Isolante-térmico-Diego-deitado.jpg"> <span id="more-6514"></span></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Acampamento-de-Agostini.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5596" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Acampamento-de-Agostini.jpg" alt="El Chaltén - Acampamento de Agostini" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">A primeira grande dica de comida mochileira é: <b>peso e volume</b>. Sempre ao comprar comida para carregar na mochila levávamos em conta esses dois fatores. Comida liofilizada é certamente a melhor opção, porém nem sempre é fácil de encontrar, nem muito barato, então vamos tentar dar algumas dicas de comidas que podem ser encontradas em qualquer supermercado e que fazem sucesso na trilha.</p>
<p class="p1">A nossa segunda dica é: <b>nutrientes</b>. A comida tem que dar conta do recado, simples assim. Você provavelmente está fazendo um grande esforço físico e precisa se alimentar bem, porém não pode preparar uma panelada de feijão, afinal vocês já viu o tamanho das panelas de camping? Um pouco de comida tem que te alimentar.</p>
<p class="p1">Terceira dica: <b>cozimento rápido </b>ou inexistente. Dica básica, mas às vezes esquecida. Em uma trilha levamos fogareiro e combustível para ele. Por motivos óbvios, leva-se pouco combustível, então a ideia é que os alimentos cozinhem o mais depressa possível e que você também tenha à mão algumas opções de alimentos que possam ser consumidos sem o uso de fogo.</p>
<p class="p1">Dadas as dicas iniciais, vamos à parte prática.</p>
<p class="p1"><strong><br />
COMO SÃO EQUIPADAS AS COZINHAS DOS GRANDES CHEFS MOCHILEIROS?</strong></p>
<p class="p1"><strong><br />
</strong>Uma cozinha mochileira autêntica possui um <b>fogareiro portátil</b> de uma boca somente. Ele deve ser pequeno e leve e você pode escolher entre diversos modelos disponíveis no mercado, uma das diferenças mais importantes é o <b>tipo de combustível</b> que ele utiliza. É bom ficar de olho nisso e testar antes de sair de casa, pois às vezes um mesmo combustível pode ter uma rosca de acoplamento diferente e não servir para o seu fogareiro. O nosso fogareiro não tem marca, é made in China, mas é super pequeno e leve. Funciona com gás e podemos comprar o combustível em embalagens descartáveis de 250g ou 500g. Sua principal desvantagem é que ele é <b>um pouco instável</b>, não dá pra colocar a panela em cima e se distrair com uma borboleta passando, tem que ficar sempre cuidando para o seu almoço não virar, mas isso é uma consequência do seu tamanho reduzido que, por sua vez, é uma excelente vantagem. Vamos seguir usando esse, mas se tivesse que comprar outro, talvez optaria por um que tivesse um pouco mais de estabilidade na boca. Não temos reclamações quanto ao combustível, ele foi fácil de encontrar em todos os lugares por onde passamos, mas ficamos curiosos com os fogareiros multicombustíveis, que são bem mais versáteis.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Fogareiro.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6607" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Fogareiro.jpg" alt="Fogareiro" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>Uma panela de alumínio</strong>, leve e pequena, suficiente apenas para conter uma refeição é fundamental. Existem kits específicos para camping, que normalmente trazem uma panela, uma frigideira e pratinhos. Nós encomendamos um antes de viajar, mas ele não chegou a tempo, portanto já durante a viagem adquirimos uma bela caneca leiteira, que se comportou muito bem e saiu baratinho.</p>
<p class="p1">A mesma coisa aconteceu com os <strong>pratos</strong>. Na falta deles, compramos dois potinhos de plástico, tomando o cuidado para que eles coubessem dentro da leiteira. Para os líquidos, <strong>uma caneca pequena</strong> (tínhamos apenas uma para os dois). Mais uma vez, priorize o que é leve e compacto. Existem alguns copos que são retráteis e ficam bem pequenos. Não tínhamos um desses, mas recomendamos. No final, a montagem do nosso kit ficava assim:</p>
<div style="width: 1024px; " class="wp-video"><!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('video');</script><![endif]-->
<video class="wp-video-shortcode" id="video-6514-1" width="1024" height="480" loop="1" autoplay="1" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Kit-Cozinha.mp4?_=1" /><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Kit-Cozinha.mp4">http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Kit-Cozinha.mp4</a></video></div>
<p class="p1">Quanto aos <strong>talheres</strong>, levamos dois jogos específicos para camping, que são menores que os convencionais, um de plástico e um de alumínio. Os de plástico quebraram em certo ponto da viagem e os de alumínio resistiram bravamente. Além disso, a faca de plástico não cortava nada, enquanto a de alumínio desempenhava bem a função (apesar de muitas vezes recorrermos ao canivete, que era ainda melhor). Para reduzirmos ainda mais, devemos dizer que os garfos foram apenas passear, utilizávamos muito mais as colheres para comer. Compramos mais tarde também uma colher grande para mexer o preparo na panela, pois vimos que com os pequenos, essa atividade era muito difícil.</p>
<p class="p1"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-6609" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Kit-de-Cozinha-Velho.jpg" alt="Kit de Cozinha Velho" width="1024" height="683" /><br />
DICAS DE QUEM JÁ DERRAMOU MUITO AZEITE NA MOCHILA<br />
</strong></p>
<p class="p1"><strong><br />
</strong>Independente da comida em questão, alguns itens fazem sempre parte da nossa cozinha. São eles: <strong>sal, temperos em geral, azeite, açúcar, potinhos e saquinhos zip-lock.</strong></p>
<p class="p1">Testamos potinhos diversos e tivemos muitos fracassos. De sal derramado a azeite vazando. Não foi fácil encontrar alternativas para esses casos. No caso do azeite, a melhor opção que encontramos foi ter sempre uma garrafinha de 500ml com o líquido e levá-la na parte de fora da mochila, no compartimento para garrafa de água e tentar deixar sempre a mochila virada para cima. Alguns temperos e restos de comida podem ser colocados nos saquinhos e amarrados com elásticos de dinheiro ou selados com fita crepe, mas para sal, pimentas e outros pós que se usa em pequena quantidade, é bom ter potinhos pequenos, de rosca e bem selados para armazená-los bem e também para ficar prático na hora de usar. Uma dica bacana é fazer um <strong>mix de temperos</strong> (pimenta, orégano, cominho, curry e o que mais você gostar) e colocar tudo dentro de um mesmo potinho.</p>
<p class="p1"><strong><br />
E O QUE EU COLOCO NA PANELA?</strong></p>
<p class="p1"><strong><br />
</strong>Cozimento rápido é a palavra chave. Macarrão instantâneo é uma ótima opção, mas nem sempre é tão fácil encontrar quanto parece (na Patagônia nós dificilmente encontrávamos) e dependendo da frequência com que você come, pode enjoar rapidamente.</p>
<p class="p1">Em matéria de <strong>macarrão</strong>, quando não podíamos ter o instantâneo, comprávamos sempre os de formato menor, como o penne e o conchinha, que cozinham mais rápido e são muito mais práticos de comer do que o espaguete, por exemplo.</p>
<p class="p1">Em países da América do Sul você pode encontrar <strong>quinoa</strong> com facilidade, ela é rica em proteínas e muito saborosa. A dica é fazer uma sopa instantânea e turbinar com quinoa ou macarrão. Assim, a sopa fica como uma base temperada, mas você ganha mais nutrientes com os ingredientes agregados.</p>
<p class="p1">Outro alimento de preparo rápido é a <strong>polenta</strong>. Se for instantânea, melhor ainda.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Noite-em-Cochrane-Polenta-e-Vinho.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5787" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Noite-em-Cochrane-Polenta-e-Vinho.jpg" alt="Carretera Austral - Noite em Cochrane - Polenta e Vinho" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">Você também pode cozinhar alguns ovos no hostel e levar para a trilha, mas isso só vale para o mesmo dia e em locais mais frios.</p>
<p class="p1">Temperos como alho e cebola muitas vezes podem ser encontrados desidratados, fica bem prático e dá mais sabor à comida. Porém caso não encontre, o <strong>alho</strong> in natura é super leve e aguenta bem alguns dias sem precisar refrigerar.</p>
<p class="p1">Para os molhos usávamos <strong>tomates secos</strong> (os desidratados mesmo, não aqueles em conserva) e hidratávamos com um pouco de azeite, água morna e temperos. Depois colocávamos para cozinhar junto com o macarrão e ficava delicioso. A mesma coisa pode ser feita com <strong>cogumelos secos</strong>.</p>
<p class="p1">É bom evitar os enlatados, pois você leva o peso do líquido além do que vai comer e de quebra ainda tem que carregar a lata vazia pelo resto do seu percurso, mas se for para consumir no mesmo dia, você pode fazer um furinho na lata e eliminar o líquido, assim leva menos peso.</p>
<p class="p1"><strong>Frutas secas e castanhas</strong> são ótimas opções de lanches, além da tradicional <strong>aveia e da granola</strong>.  <strong>Mel ou geléia</strong> são boas opções de doces não perecíveis para acompanhar. Também tínhamos sempre chá ou café solúvel (em alguns lugares encontramos até café em saquinhos como os de chá, aquilo era sensacional!). Uma opção legal é levar <strong>farinha</strong> e fazer panquecas ou chapatis, que é melhor que comer pão duro no caso de trilhas de mais dias.</p>
<p class="p1">É claro que está faltando muita coisa para essa dieta se tornar ideal, mas vamos partir do princípio de que estamos falando de situações mais extremas. Para compensar esses dias, sempre que chegávamos em uma cidade e tínhamos alguns dias de descanso em um hostel, camping com cozinha ou mesmo em couchsurfing, aproveitávamos para consumir muitas frutas, legumes e grãos que acabávamos não consumindo no dia-a-dia das trilhas.</p>
<p class="p1">Além disso, para complementar uma alimentação onde nem sempre é possível manter de maneira saudável, nós levamos pastilhas de sais que dissolvem na água (como um gatorade), vitaminas em cápsulas e géis específicos para a prática de atividades físicas (carbo), que davam um gás a mais nos dias de perrengue.</p>
<p class="p1">Para exemplificar um pouco do que falamos aqui, dá uma olhadinha também no nosso <a title="Guia Torres del Paine – Circuito Paine Maciço ou “O”" href="http://anaturezahumana.com/2015/03/guia-torres-del-paine-circuito-paine-macico/" target="_blank">Guia do Torres del Paine</a>, onde contamos exatamente tudo o que levamos de comida para um trekking de 9 dias.</p>
<p class="p1">Em tempo: o nosso <strong>novo kit de cozinha</strong> é esse da foto abaixo, ao lado do nosso velho companheiro (que, vale dizer, segue trabalhando diariamente na cozinha do apartamento). Ainda não tivemos a oportunidade de testar durante uma trip, mas esperamos poder fazê-lo em breve!</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Kit-de-Cozinha-Novo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6606" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Comparando-Kits.jpg" alt="Comparando Kits" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Kit-de-Cozinha-Novo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6608" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Kit-de-Cozinha-Novo.jpg" alt="Kit de Cozinha Novo" width="1024" height="683" /></a></p>
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		</item>
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		<title>Quanto gastamos no mochilão para a Patagônia?</title>
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		<comments>https://anaturezahumana.com/2015/07/quanto-gastamos-no-mochilao-para-a-patagonia/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2015 18:11:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[camping]]></category>
		<category><![CDATA[Carona]]></category>
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		<category><![CDATA[mochilão]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Uma coisa que foi determinante para nossa economia foi o controle financeiro. Anotar tudinho numa planilha bem organizada faz com que você veja onde e como está gastando. Fizemos isso a viagem toda e continuamos fazendo agora e é dessa nossa planilha super organizada que saíram os dados que você verá a seguir. Observamos que [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69dff6483fa11" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">A</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p> falta de dinheiro costuma ser uma das desculpas mais utilizadas para adiar um sonho. Já mostramos de diversas maneiras como fazíamos para economizar durante a nossa viagem e foi apenas essa economia que nos possibilitou ficar o tempo que ficamos na estrada.</p>
<p class="p1">O fato é que existem várias formas de viajar e vários preços. Uma coisa que influencia muito nessa soma final é o destino escolhido. A América do Sul é um destino considerado barato para os brasileiros, porém <strong>a Patagônia tem um custo um pouco mais elevado</strong> por suas características geográficas (lá não se planta quase nada por conta do clima extremo e quase tudo tem de ser transportado de longe), isso me faz acreditar que em um país como Bolívia ou Peru teríamos gastado bem menos. Mas há diversos fatores que influenciam e isso <strong>depende muito do seu estilo de viajar e das suas prioridades</strong>. A escolha do mochilão foi feita pensando nisso e nós procuramos gastar o mínimo possível dentro de uma média de perrengues que considerávamos aceitável.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><span id="more-6271"></span></p>
<p class="p1">Uma coisa que foi determinante para nossa economia foi o <strong>controle financeiro</strong>. Anotar tudinho numa planilha bem organizada faz com que você veja onde e como está gastando. Fizemos isso a viagem toda e continuamos fazendo agora e é dessa nossa planilha super organizada que saíram os dados que você verá a seguir. Observamos que os itens se dividiam em categorias e anotávamos os gastos de cada dia no seu respectivo grupo.</p>
<p class="p1"><strong>As categorias:</strong></p>
<ul class="ul1">
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Hospedagem:</b> Inclui qualquer gasto com estadia, seja em hostel ou em camping pago. A hospedagem na Patagônia não é muito barata, mas como fizemos muito <a title="Como o CouchSurfing pode mudar a sua forma de viajar" href="http://anaturezahumana.com/2015/07/como-o-couchsurfing-pode-mudar-a-sua-forma-de-viajar/">Couchsurfing</a>, <a title="Laguna de los Cinco Hermanos" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/laguna-de-los-cinco-hermanos/">camping selvagem e/ou gratuito</a> e também nos hospedamos algumas vezes nas casas de pessoas que conhecemos pelo caminho, economizamos bastante nessa parte. 75% da nossa hospedagem foi de forma gratuita.</p>
</li>
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Transporte:</b> Pegamos muitas caronas mesmo, mas vez ou outra era necessário apelar para um ônibus, trem, metrô ou mesmo os táxis coletivos dentro da cidade. Nos primeiros dias ainda estávamos um pouco descrentes da facilidade em pegar carona por lá e acabamos gastando um pouco mais com transportes pagos. Também precisamos pagar transporte intermunicipal na Carretera Austral porque fomos para lá numa época de pouquíssimo movimento e <a title="Vida simples e hospitalidade na Carretera Austral" href="http://anaturezahumana.com/2015/04/vida-simples-e-hospitalidade-na-carretera-austral/">nem foi por falta de tentativa</a>, não passava ninguém mesmo! Aqui também entra o barco que tomamos para a ilha de <a title="Chegando a Chiloé, o charmoso arquipélago chileno" href="http://anaturezahumana.com/2015/04/chegando-a-chiloe-o-charmoso-arquipelago-chileno/">Chiloé</a> e o ônibus que pegamos de Valdívia até Santiago (esse foi por puro cansaço de final de viagem mesmo).</p>
</li>
</ul>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/El-Chaltén-Bruna-pedindo-carona-na-saída-da-cidade.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5659" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/El-Chaltén-Bruna-pedindo-carona-na-saída-da-cidade.jpg" alt="El Chaltén - Bruna pedindo carona na saída da cidade" width="1024" height="683" /></a></p>
<ul class="ul1">
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Alimentação: </b>Obviamente é o item onde mais gastamos. Quase sempre comprávamos em supermercados e cozinhávamos. Pouquíssimas vezes comemos em restaurantes e quase sempre era para provar algum prato típico. A comida é o que mais pesa num orçamento e é onde é mais fácil economizar muito ou gastar muito.</p>
</li>
</ul>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Noite-em-Cochrane-Polenta-e-Vinho.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5787" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Noite-em-Cochrane-Polenta-e-Vinho.jpg" alt="Carretera Austral - Noite em Cochrane - Polenta e Vinho" width="1024" height="683" /></a></p>
<ul class="ul1">
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Passeios: </b>Nesse item estão inclusas todas as entradas em parques. Também estão aqui o <a title="Os pinguins de Magdalena" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/os-pinguins-de-magdalena/">passeio na pinguineira</a>, a navegação pelo <a title="De veleiro pelo Canal de Beagle" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/de-veleiro-pelo-canal-de-beagle/">Canal de Beagle</a> e a visita à <a title="Capilla de Mármol: um dos lugares mais surreais que visitamos" href="http://anaturezahumana.com/2015/04/capilla-de-marmol-um-dos-lugares-mais-surreais-que-visitamos/">Capilla de Marmol</a>, que eram os passeios que queríamos muito fazer e não tinha outra forma a não ser buscando o melhor preço e pagando. Tem muitos outros passeios super legais que poderíamos ter pago para fazer com agências, mas fomos sozinhos e não gastamos quase nada.</p>
</li>
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Comunicação:</b> Compramos chips de celular da Argentina e do Chile e íamos colocando crédito conforme a necessidade. Foi a forma mais econômica que encontramos para nos mantermos “comunicáveis” com o pessoal aqui do Brasil. Usávamos a internet 3G, mas sempre que possível procurávamos redes de Wi-Fi para economizar. No Chile, as praças e bibliotecas quase sempre tem conexão gratuita, o que nos ajudou muito.</p>
</li>
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Outros: </b>Esse item é amplo, entra tudo o que não cabe nas categorias anteriores, como gás, pilhas, coisas de farmácia, um chinelo para substituir outro que arrebentou, <a title="O lugar e o tempo certo para se dizer sim" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/o-lugar-e-o-tempo-certo-para-se-dizer-sim/">os pingentes que foram nossas alianças</a> e até gorjetas dadas a músicos de rua (quando o cara era bom, mesmo com moedinhas contadas, a gente dava um troquinho).</p>
</li>
</ul>
<p class="p1">Nosso gasto total por categoria foi:</p>
<p class="p1"><strong>Hospedagem:</strong> R$ 1.934,00<br />
<strong>Transporte:</strong> R$ 1.538,00<br />
<strong>Alimentação:</strong> R$ 4.240,00<br />
<strong>Passeios:</strong> R$ 1.039,00<br />
<strong>Comunicação:</strong> R$ 135,00<br />
<strong>Outros:</strong> R$ 343,00</p>
<p class="p1"><strong>Total: R$ 9.229,00</strong></p>
<p class="p1"><strong>Média diária por pessoa: R$ 41,95 (cerca de 16 dólares)</strong></p>
<p class="p1">Aqui não somamos a passagem de avião do Brasil até Ushuaia, que com as taxas e impostos foi de <strong>R$ 1.632,00</strong> por pessoa. Quando estávamos acostumados com a viagem e com as caronas começamos a pensar que poderíamos ter economizado aí também e ido de carona desde o Brasil, mas ainda não tínhamos nenhuma noção do que nos esperava e nunca tínhamos feito uma viagem assim.</p>
<p class="p1">É claro, também não estão somados os equipamentos que levamos, pois são coisas que compramos aos poucos e vão durar para muitas outras viagens, <strong>consideramos um investimento</strong> e não um gasto.</p>
<p class="p1">No final das contas, nossa viagem de quase <strong>4 meses pela Patagônia custou R$ 6.246,50 por pessoa</strong>. Dá pra fazer mais barato? Dá!!! E dá pra gastar a mesma coisa em 15 dias de férias também. Como já falamos, tudo depende do seu estilo de viagem e do que você está disposto a encarar. Como saímos daqui com o dinheiro já contadinho, nós optamos por economizar sempre que possível para conseguir ficar viajando pelo maior tempo possível.</p>
<p class="p1">Não foi fácil guardar esses 12 pilas, mas também não foi o fim do mundo. Nos organizamos, fomos juntando cada mês um pouquinho e <strong>encaramos a fase que antecedeu a viagem com muita disciplina</strong>, focados em nossa meta. Pensamos sempre que foi mais barato que comprar um carro e nos trouxe experiências que vão durar a vida toda, coisa que um bem material como um carro não proporcionaria.</p>
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		<title>Review: Kindle e as leituras de viagem</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2015 13:30:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[mochilão]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Pois eu digo que no caso de uma viagem mais longa, em especial num mochilão onde cada quilo economizado é uma vitória, ele demonstrou ser a melhor opção, seja pelo peso, pelo volume e até mesmo pelo preço dos exemplares, que saem mais em conta na loja da Amazon. Esse não é um post publicitário, é [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69dff64843a64" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">N</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>aqueles dias chuvosos e frios dentro da barraca, nas horas e horas esperando uma carona em uma estrada deserta, nos translados entre uma cidade e outra ao longo das extensas distâncias da Patagônia, ficava difícil pensar em muitas coisas para fazer. As conversas duravam algum tempo e a gente se distraía até com a poeira da estrada, mas <strong>o que nos garantia escapar do tédio mesmo eram os livros</strong>.</p>
<p class="p1">Quantos livros levamos nas mochilas? Muitos! <strong>Foram mais de 10 exemplares, além de três dicionários e todos eles juntos pesavam cerca de 200gr</strong>. Estou falando do <strong>Kindle</strong>, uma aquisição que valeu muito a pena, apesar do meu saudosismo porque eu pensava que não me adaptaria a ler num aparelhinho eletrônico ao invés de folhear as páginas amareladas de um bom e velho livro. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><span id="more-6253"></span></p>
<p class="p1">Pois eu digo que no caso de uma viagem mais longa, em especial num mochilão onde <strong>cada quilo economizado é uma vitória</strong>, ele demonstrou ser a melhor opção, seja pelo peso, pelo volume e até mesmo pelo preço dos exemplares, que saem mais em conta na loja da Amazon. Esse não é um post publicitário, é um relato real com base na experiência que tivemos. Foram 4 meses e vários livros devorados, que nos inspiraram e fizeram companhia.</p>
<p class="p1">Ah, mas eu posso baixar um livro no meu celular…Pode! Mas a bateria dele não vai chegar nem perto da autonomia do Kindle e a intensidade da luz e tamanho da tela pode te fazer desistir em alguns minutos.</p>
<p class="p1">Não testamos fazer a mesma leitura em um tablet, por isso não posso afirmar se é confortável ou não, mas acho que o reflexo na tela me incomodaria um pouco. <strong>Optamos pelo Kindle porque ele sai mais barato, pela iluminação embutida que não causa reflexos e pela durabilidade da bateria.</strong> Um tablet precisaria ser carregado praticamente todos os dias, enquanto em 110 dias de viagem, carregamos nosso kindle poucas vezes.</p>
<p class="p1"><strong>As vantagens que percebemos no Kindle para viajar:</strong></p>
<ul class="ul1">
<li class="li1">Autonomia de bateria de até 6 semanas, considerando leituras diárias de meia hora (<strong>vale para</strong> <strong>aqueles dias na montanha, quilômetros longe de qualquer rede elétrica</strong>);</li>
<li class="li1">Luz na intensidade ideal e controlável, sem aquele brilho ou reflexo que cansam os olhos, a iluminação embutida faz com que você tenha uma experiência muito parecida com a leitura em papel;</li>
<li class="li1">Você pode ler no escuro, <strong>sem incomodar seus companheiros de quarto do hostel;</strong></li>
<li class="li1">É possível personalizar o tamanho da fonte e espaçamento. Também pode-se navegar pelas páginas e capítulos de maneira prática;</li>
<li class="li1">Os livros são mais baratos e <strong>você não levará mais peso se comprar mais livros</strong>. Alguns exemplares clássicos são gratuitos e você ainda pode carregar alguns PDFs no seu aparelho;</li>
<li class="li1">Dicionário em diversas línguas que podem inclusive te <strong>ajudar com o idioma do país que estiver visitando</strong> ou tirar dúvidas com apenas um clique, sem precisar parar a leitura;</li>
<li class="li1">Se você estiver conectado à wi-fi pode pesquisar termos na Wikipedia, comprar livros e enviar comentários. Se não tiver acesso à internet, você ainda pode ler os livros numa boa, pois ficam armazenados na memória interna;</li>
<li class="li1">Você pode salvar trechos e adicionar anotações a eles. Em guias de viagens isso é muito prático, porque <strong>é possível destacar pontos importantes dos lugares que pretende visitar;</strong></li>
<li class="li1">Você pode baixar <strong>amostras dos livros gratuitamente</strong> e comprar a edição completa apenas se gostar, afinal, mochileiro está sempre contando as moedinhas né.</li>
</ul>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/07/Review-Kindle-Companheiro-de-viagem.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6259" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/07/Review-Kindle-Companheiro-de-viagem.jpg" alt="Review Kindle - Companheiro de viagem" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">A única desvantagem que eu apontaria é que você não pode fazer aquelas trocas de livros com outros viajantes, mas acho que as vantagens compensam isso.</p>
<p class="p1">Nós levamos apenas um para nós dois, às vezes líamos juntos, às vezes separados. Quase sempre dava para conciliar e o outro ficava fazendo outra coisa, era tranquilo. Líamos livros diferentes e as páginas ficavam sempre marcadas, cada um tinha suas anotações e a bateria realmente durava muito.</p>
<p class="p1">Ficou curioso para saber <strong>quais livros lemos durante a viagem</strong>? Segue a nossa lista:</p>
<p class="p1">Diego leu:<br />
<strong>Eu, robô</strong> &#8211; Isaac Asimov<br />
<strong>Walden</strong> &#8211; Henry David Thoreau<br />
<strong>Uma breve história do tempo</strong> &#8211; Stephen Hawking<br />
<strong>Mais pesado que o céu &#8211; Biografia de Kurt Cobain</strong> &#8211; Charles R. Cross</p>
<p class="p1">Bruna leu:<br />
<strong>Entre dois Extremos</strong> &#8211; Ricardo Perroni<br />
<strong>Trilhando Sonhos</strong> &#8211; Thiago Fantinatti<br />
<strong>As aventuras de Pi</strong> &#8211; Yann Martel<br />
<strong>Um lugar na janela</strong> &#8211; Martha Medeiros<br />
<strong>A gata do Dalai Lama</strong> &#8211; David Michie<br />
<strong>A volta ao mundo em 80 dias</strong> &#8211; Julio Verne</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/07/Review-Kindle-A-economia-de-peso-e-espaço-na-mochila.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6258" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/07/Review-Kindle-A-economia-de-peso-e-espaço-na-mochila-1024x683.jpg" alt="Review Kindle - A economia de peso e espaço na mochila" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>Buenos Aires, El Caminito e, mais uma vez, hospitalidade!</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2015 18:20:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>
		<category><![CDATA[ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Aquele dia foi muito agradável, passamos o tempo todo descansando e conversando com eles. À noite, Nano fez pizzas, ligamos para Juan e rimos muito. Eles queriam saber de futebol (Nano era River até a morte), perguntavam das comidas e costumes daqui e riam ao contar que pensavam que chegariam dois mulatos altos e encorpados ao imaginar [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69dff64847785" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">C</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>hegamos em Buenos Aires numa manhã de sexta-feira, depois de passar o dia anterior todo intercalando caronas e virar a noite em um caminhão, que para nossa sorte, nos deixou exatamente na entrada da estação de trem, onde poderíamos seguir ao nosso destino.</p>
<p>E o destino era a casa dos pais do Juan. Em Coyhaique, onde ficamos juntos na casa do David, ele já tinha garantido: &#8220;cuando van a Buenos Aires, se quedan en la casa de mis viejos!&#8221;. Assim, tínhamos um endereço, uma indicação do meio de transporte e um número de telefone. Pegamos o trem e já nos impressionamos com o valor da passagem, <strong>andamos cerca de 27km e pagamos menos de 1 real!</strong></p>
<p>Encontramos na dona Alicia e no seu Nano uma hospitalidade incrível. A gente já deveria estar acostumando com isso depois de todas as experiências que tivemos, mas <strong>era sempre uma grata surpresa</strong>. Era hora do almoço e ela serviu um nhoque de espinafre maravilhoso, se desculpando por não ter &#8220;nada melhor&#8221;. O irmão de Juan logo chegou da escola e foi igualmente simpático. Vale ressaltar que o Juan não estava lá, ele seguia viajando, apenas telefonou para sua família e pediu que nos recebessem. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-6172"></span></p>
<p class="p1">Aquele dia foi muito agradável, passamos o tempo todo descansando e conversando com eles. À noite, Nano fez pizzas, ligamos para Juan e rimos muito. Eles queriam saber de futebol (Nano era River até a morte), perguntavam das comidas e costumes daqui e riam ao contar que pensavam que chegariam dois mulatos altos e encorpados ao imaginar que receberiam brasileiros. Dormimos numa cama com lençóis cheirosos, com aquela <strong>sensação de proteção e cuidado</strong>, como se fizéssemos parte da família.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Recebidos-pela-família-do-Juan.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6170" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Recebidos-pela-família-do-Juan.jpg" alt="Buenos Aires - Recebidos pela família do Juan" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">Tínhamos apenas dois dias na cidade, pois nosso vôo de volta estava marcado para domingo, sabíamos que seria pouco, então escolhemos apenas dois lugares e ficou a promessa de um dia voltar. Para o sábado, escolhemos o <strong>&#8220;El Caminito&#8221;</strong>, Alicia nos emprestou um cartão de passagens com o qual poderíamos economizar ainda mais e nos deu todas as coordenadas. Pegamos o trem, depois um ônibus e chegamos às movimentadas e conhecidas ruas com suas casas coloridas.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6161" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-01.jpg" alt="Buenos Aires - Caminito 01" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">O lugar é lindo, mas confesso que fiquei um pouco incomodada com o<strong> assédio aos turistas</strong>. Estava cheio de brasileiros, cheio mesmo! Os próprios vendedores já te abordavam falando portunhol. Não é que a gente não quisesse ver brasileiros, mas para quem estava trabalhando ali, nossos conterrâneos significavam uma coisa: plata! As boas conversas que conseguimos ter só se desenrolaram mesmo depois de explicarmos que não tínhamos dinheiro, não éramos turistas e estávamos fazendo um mochilão há quatro meses.</p>
<p class="p1">Fora isso, claro que o lugar enche os olhos, <strong>as cores, o tango, o artesanato e a infinidade de arte</strong> espalhada em cada canto nos deixa deslumbrados. Nosso desafio era sempre observar os objetos e procurar distinguir o que era artesanal do que era manufaturado, quase sempre o preço já entregava o veredicto: se fosse barato demais, era industrial.</p>
<p class="p1">Embora o lugar fosse cheio de restaurantes, o preços obviamente eram bem elevados, sempre com dançarinos de tango ou músicos tocando ao vivo. Além disso, opções vegetarianas eram escassas. Foi quando vimos uma moça com uma cesta de vime coberta com um paninho branco, ela oferecia &#8220;pan relleno&#8221;. Perguntamos os sabores e preços e na hora ela ganhou nossos corações (e estômagos). Era uma espécie de calzone, grande e recheado o suficiente para um almoço, o meu era de abóbora com queijo e temperos verdes e o do Diego era de azeitonas, cebola e queijo. Custou cerca de R$5,00.</p>
<p class="p1">Voltamos para casa no final do dia, depois de percorrer cada galeria, explorar cada canto do lugar. Naquela noite foi nossa vez de cozinhar e fizemos hambúrgueres de grão-de-bico. Nesse momento também tratamos de <strong>arrumar as mochilas pela última vez nessa viagem</strong>. Sim, o dia seguinte seria o último e já sairíamos de casa com as mochilas nas costas. Foi um momento muito especial, estávamos muito ansiosos para chegar e encontrar todo mundo, 110 dias tinham se passado e cada um deles voltou à nossa memória enquanto guardávamos com carinho todos os itens dentro das mochilas.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6163" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-03.jpg" alt="Buenos Aires - Caminito 03" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6162" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-02.jpg" alt="Buenos Aires - Caminito 02" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-full wp-image-6155" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Beunos-Aires-Bruna-no-Caminito.jpg" alt="Buenos Aires - Bruna no Caminito" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-Música-ao-vivo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6159" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-Música-ao-vivo.jpg" alt="Buenos Aires - Caminito - Música ao vivo" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-Galerias-de-lojas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6158" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-Galerias-de-lojas.jpg" alt="Buenos Aires - Caminito - Galerias de lojas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-Bruna-e-as-cores-do-Brasil.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6157" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-Bruna-e-as-cores-do-Brasil.jpg" alt="Buenos Aires - Caminito - Bruna e as cores do Brasil" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>Paisagens surpreendentes no caminho de Santiago a Mendoza</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2015 19:16:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Chegamos ao terminal e perguntamos em várias as companhias, até encontrar a mais barata, saíram CH$10.000,00 para cada um (cerca de R$45,00) e o percurso demoraria cerca de 7 horas, já contando com o tempo da fronteira. É claro que o nosso ônibus era o mais fuleira de todos os que estavam estacionados, na verdade nem [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69dff6484b2ae" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">D</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>e Santiago a Mendoza, decidimos também pegar um ônibus. Uma porque sair de Santiago de carona é muito difícil, por ser uma cidade muito grande, outra porque íamos cruzar a fronteira e passar por lugares bem isolados e já não estávamos com tanto tempo e disposição para correr o risco de ficar plantados num lugar remoto sem saber quando passaria o próximo carro, e também pelo fato de os preços de ônibus no Chile serem bem mais baratos que na Argentina, então aproveitaríamos para pegar um ônibus ali, pois dali para a frente sem dúvida voltaríamos às caronas.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-6081"></span></p>
<p class="p1">Chegamos ao terminal e perguntamos em várias as companhias, até encontrar a mais barata, saíram CH$10.000,00 para cada um (cerca de R$45,00) e <strong>o percurso demoraria cerca de 7 horas</strong>, já contando com o tempo da fronteira. É claro que <strong>o nosso ônibus era o mais fuleira</strong> de todos os que estavam estacionados, na verdade nem chegava a ser um ônibus, era mais uma vãn grande e o funcionário que recebia as malas não parecia muito confiável, o que fez com que ficássemos sempre de olho nas mochilas, porém nos trouxe uma importante vantagem: sentamos ao lado do motorista e viajamos com uma vista panorâmica por um caminho espetacular.</p>
<p class="p1">Nós não tínhamos ideia das paisagens incríveis que estavam por vir, posso dizer que vale a pena pegar o ônibus só pela estrada. Simplesmente você <strong>atravessa a cordilheira</strong>, sobe a uma altitude de mais de 3.000m e vê o gigante Aconcágua passando ao lado. Algumas partes da estrada eram arrepiantes, com curvas sinuosas e penhascos assustadores, mas a estrada era bem conservada e o visual compensava. Talvez um dos trechos mais impressionantes seja o dos caracoles, já próximo à fronteira com uma sequência de curvas muito fechadas, que testam a habilidade dos motoristas.</p>
<p class="p1">Uma das coisas que mais chama atenção é a coloração da terra que vai mudando durante o percurso. Tons de amarelo, laranja e vermelho vivos em contraste com o céu azul lindo que tivemos no dia nos deixaram boquiabertos.</p>
<p class="p1">Já do lado argentino (depois de passar por uma fronteira muito menos rigorosa que a chilena), chegando a Mendoza pode-se avistar a represa de Potrerillos, que forma uma paisagem à parte. Enfim, dá pra notar que em sete horas de viagem, <strong>nem deu tempo de ficar entediado!</strong></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-01.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6104" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-01-1024x683.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 01" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-02-Estrada-sinuosa.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6105" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-02-Estrada-sinuosa-1024x683.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 02 - Estrada sinuosa" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-03.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6106" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-03-1024x682.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 03" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-04.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6107" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-04-1024x682.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 04" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-05.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6108" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-05-1024x683.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 05" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-06.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6109" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-06-1024x682.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 06" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-07-Aconcágua.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6110" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-07-Aconcágua-1024x682.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 07 - Aconcágua" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-08.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6111" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-08-1024x682.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 08" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-09.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6112" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-09-1024x682.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 09" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-10.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6113" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-10-1024x682.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 10" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-11.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6114" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-11-1024x682.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 11" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-12.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6115" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-12-1024x683.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 12" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-13.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6116" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-13-1024x682.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 13" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-14.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6117" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-14-1024x682.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 14" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-15.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6118" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-15-1024x683.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 15" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-16.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6119" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-16-1024x682.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 16" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-17.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6120" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Caminho-de-Santiago-a-Mendoza-17-1024x683.jpg" alt="Caminho de Santiago a Mendoza - 17" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>Overdose artística em Santiago</title>
		<link>https://anaturezahumana.com/2015/05/overdose-artistica-em-santiago/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2015 03:32:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Chile]]></category>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69dff6484f92c" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">C</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>omo já dissemos aqui, não adianta ir pra cidade grande e ficar emburrado que não tem trilha e que os prédios e a poluição escondem a visão das montanhas (no caso de Santiago, que é rodeado pela Cordilheira dos Andes). Aproveitamos para curtir o potencial artístico e cultural, que não é pequeno. Certamente em uma nova viagem à cidade, teríamos atrações suficientes para não repetir nenhuma visita.</p>
<p class="p1">Pra finalizar nosso <strong>“roteiro artístico”</strong> em Santiago, vamos falar de quatro lugares super legais que visitamos. O Museo Nacional de Historia Natural, o Museo de La Memoria, o Centro Cultural Gabriela Mistral e a exposição da artista japonesa Yayoi Kusama (que estará na cidade até junho). </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-6059"></span></p>
<p class="p1">O <strong>Museo de Historia Natural</strong> fica dentro de um parque muito legal chamado<strong> Quinta Normal</strong>, que também abriga outros museus, um lago e uma grande área verde, onde as pessoas sentam na grama e relaxam. O acesso é bem fácil, já que a estação de metrô de mesmo nome dá direto para o portão do parque e a entrada é gratuita.</p>
<p class="p1">Escolhemos esse museu porque era gratuito e porque nunca tínhamos ido num museu de história natural, ficamos muito interessados em ver como era e realmente não deixou a desejar. De uma forma bem dinâmica, ele conta a história da <strong>evolução do mundo</strong>, você vai caminhando e vai vendo imagens, animações, textos e objetos que mostram desde o big-bang até os dias atuais, sempre relacionando com a história e geografia chilenas, há muitos animais perfeitamente empalhados e um esqueleto de baleia impressionante no salão central. Há também algumas salas, como a do taxidermista, que são de vidro e podemos ver o profissional trabalhando lá dentro, com explicações de como o trabalho é feito. O local é muito bem sinalizado e muito educativo.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Parque-Quinta-Normal.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5976" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Parque-Quinta-Normal.jpg" alt="Santiago - Parque Quinta Normal" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Parque-Quinta-Normal-Entrada-do-Museu-Nacional-de-História-Natural.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5975" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Parque-Quinta-Normal-Entrada-do-Museu-Nacional-de-História-Natural.jpg" alt="Santiago - Parque Quinta Normal - Entrada do Museu Nacional de História Natural" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-Nacional-de-História-Natural.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5973" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-Nacional-de-História-Natural.jpg" alt="Santiago - Museu Nacional de História Natural" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-Nacional-de-História-Natural-3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5972" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-Nacional-de-História-Natural-3.jpg" alt="Santiago - Museu Nacional de História Natural 3" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-Nacional-de-História-Natural-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5971" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-Nacional-de-História-Natural-2.jpg" alt="Santiago - Museu Nacional de História Natural 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">O <strong>Museo de La Memoria</strong> fica bem em frente ao parque Quinta Normal e também tem entrada gratuita. Trata-se de uma grande exposição de fotos, vídeos e documentos que contam como foi a época da ditadura militar no Chile. Desde o golpe com a queda do governo anterior, as imposições, o uso da força, o exílio, os desaparecimentos de pessoas, até a restituição da democracia através de eleições, 17 anos depois.</p>
<p class="p1">Não temos fotos do museu, pois elas não são permitidas, mas as imagens e fatos expostos ali são muito impactantes, saímos silenciosos, pensativos e com uma vontade grande de pegar pela mão e levar até lá cada brasileiro que, sem se aprofundar no assunto, acha que a volta do regime militar seria bom para o país. Não é e nunca será uma boa ideia, fica registrado aqui o sentimento que tivemos ao ver o impacto que isso causou na vida dos chilenos e pensar no que os brasileiros também sofreram quando tivemos a mesma forma de governo. Desrespeito aos direitos humanos, sequestros, assassinatos, torturas, censura e ouras atrocidades que, acredite, <strong>você não quer ver acontecer com o seu país.</strong></p>
<p class="p1">Mas voltando a falar das coisas boas que aconteceram na história do Chile, impossível não falar de <strong>Gabriela Mistral</strong> que ao lado de Pablo Neruda, figura entre os principais nomes da poesia chilena. Ganhadora do Prêmio Nobel de literatura de 1945, tem uma história digna de seu reconhecimento internacional. É o seu nome que leva o centro cultural que visitamos, um espaço moderno com biblioteca, livraria, café, mostras de arte, dança, teatro e várias outras atrações em um calendário variado, além de espaços abertos onde grupos ensaiam coreografias de dança. Um lugar super legal, que traz logo na entrada seu slogan: <strong>Centro de las artes, la cultura y las personas</strong>. O que pode ser facilmente observado dando uma volta por ali.</p>
<p class="p1">Quando fomos, pudemos observar duas mostras de arte, a primeira delas foi a &#8220;<span class="s1">Tuku Iho: Legado vivo&#8221;, a maior mostra de cultura e arte Maori exibida até agora na América Latina</span>, com vídeos, fotos e artefatos em madeira incríveis, tão cheios de detalhes que é difícil distinguir uma peça de uso cotidiano de uma decorativa.</p>
<p class="p3"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Exposição-no-Centro-Cultural-Gabriela-Mistral.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5953" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Exposição-Maori-no-Centro-Cultural-Gabriela-Mistral-2.jpg" alt="Santiago - Exposição Maori no Centro Cultural Gabriela Mistral 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p3"><img class="aligncenter size-full wp-image-5954" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Exposição-Maori-no-Centro-Cultural-Gabriela-Mistral.jpg" alt="Santiago - Exposição Maori no Centro Cultural Gabriela Mistral" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1">Também vimos a exposição &#8220;MAPA, 70 años del imaginário popular&#8221;, que trazia artefatos populares de toda a América Latina, com artigos em barro, papel machê, tecido, madeira, entre outros. Uma exposição, é claro, muito colorida e cheia de simbologia. Estará aberta até junho e é gratuita.</p>
<p class="p3"><img class="aligncenter size-full wp-image-5955" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Exposição-no-Centro-Cultural-Gabriela-Mistral.jpg" alt="Santiago - Exposição no Centro Cultural Gabriela Mistral" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p3">Finalizando nosso roteiro artístico, fomos ver uma mostra muito impressionante de <strong>Yayoi Kusama</strong>, considerada uma das maiores artistas vivas do Japão. São obras contemporâneas, embora muitas delas datem da década de 60, numa sequência intrigante (quase perturbadora) de <strong>pontos, cores, luzes e repetição de padrões</strong>. Não à toa, sua obra é declarada obsessiva e a artista vive desde 1977 em uma clínica psiquiátrica, embora siga trabalhando em seu ateliê. Era permitido fotografar apenas as instalações, embora a exposição também conte com pinturas, colagens, esculturas, fotografias e vídeo, mas já dá pra ter uma ideia do quão interessante é a mostra. Das 10:00 as 16:30 a entrada é gratuita.</p>
<p class="p3"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Exposição-Yayoi-Kusama.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5960" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Exposição-Yayoi-Kusama.jpg" alt="Santiago - Exposição Yayoi Kusama" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p3"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Exposição-Yayoi-Kusama-5.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5959" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Exposição-Yayoi-Kusama-5.jpg" alt="Santiago - Exposição Yayoi Kusama 5" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p3"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Exposição-Yayoi-Kusama-4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5958" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Exposição-Yayoi-Kusama-4.jpg" alt="Santiago - Exposição Yayoi Kusama 4" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p3"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Exposição-Yayoi-Kusama-3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5957" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Exposição-Yayoi-Kusama-3.jpg" alt="Santiago - Exposição Yayoi Kusama 3" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p3"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Exposição-Yayoi-Kusama-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5956" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Exposição-Yayoi-Kusama-2.jpg" alt="Santiago - Exposição Yayoi Kusama 2" width="1024" height="683" /></a></p>
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