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	<title>A Natureza Humana &#187; hospitalidade</title>
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		<title>Nossa casa cheia de vida com o Couchsurfing</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2015 17:45:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[ajuda]]></category>
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		<category><![CDATA[contato humano]]></category>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69edda9526b01" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">A</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p> nossa experiência com o <a title="Como o CouchSurfing pode mudar a sua forma de viajar" href="http://anaturezahumana.com/2015/07/como-o-couchsurfing-pode-mudar-a-sua-forma-de-viajar/">Couchsurfing</a> na Argentina e no Chile foi tão legal e nos sentimos tão acolhidos pelos nossos couchs que quando voltamos só pensávamos em retribuir recebendo outros mochileiros em nossa casa.</p>
<p class="p1">Sabíamos que Jaraguá do Sul é uma cidade pouco turística, mas deixamos nosso perfil aberto como “Acepting Guests” e seguimos sempre conectando para ver se alguém estava à procura de hospedagem, mas em seis meses, ninguém apareceu. Assim, nunca imaginávamos que passaríamos duas semanas com a casa cheia, como aconteceu nesses últimos dias! </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Review-Therm-a-Rest-Trail-Lite-Isolante-térmico-Diego-deitado.jpg"> <span id="more-6630"></span></a></p>
<p class="p1">Primeiro foram o <strong>Klaus e a Bia</strong>, de São Paulo. Ela tinha escrito em um grupo de Couchsurfing no facebook que iria passar aqui por perto, então me prontifiquei a recebê-la caso viesse para Jaraguá. Eis que ela me escreve, dizendo que viajava com Klaus e assim eles chegaram em uma terça-feira, munidos de vários tipos de malabares e bambolês, me fazendo recordar as aulas de circo que tanta alegria me davam, quando eu ia para a Scar duas vezes por semana exercitar o corpo e a mente numa sala cheia de amigos, desafios e possibilidades.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Bia-e-Klaus.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6633" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Bia-e-Klaus.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Bia e Klaus" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">Eles ficaram com a gente por <strong>alguns chuvosos dias</strong>, o que impossibilitou saídas para conhecer a cidade e também impossibilitava que praticassem com seus malabares. Trocamos dicas de livros e receitas (Klaus fez um doce de abóbora com coco que arrancou suspiros de todos que o provaram) e demos algumas dicas de lugares que deveriam conhecer no nosso litoral.</p>
<p class="p1">Nesse meio tempo a <strong>Lorain</strong>e me escreveu pedindo hospedagem para ela <strong>e seu marido Jean</strong>. Nosso apartamento é pequeno e o Klaus e a Bia já estavam de partida para o litoral, então nos organizamos para recebê-los. Iríamos ficar um dia sem hóspedes apenas.</p>
<p class="p1">Pooorém… Eis que surge o <strong>Manuel</strong>. O argentino de Rosário havia feito uma solicitação pública já fazia algum tempo, dizendo que estava vindo <strong>de bicicleta desde a Argentina</strong> e pedia hospedagem para quando passasse por Jaraguá. Eu respondi dizendo que seria bem-vindo aqui, depois até esqueci, porque o tempo em bike passar mais devagar que a motor e ele estava ainda em Chapecó naquele momento. Bom, Manuel me escreve um dia antes do Klaus e da Bia saírem e eu disse a ele que poderia passar uma noite até que a Loraine e o Jean chegassem.</p>
<p class="p1">Manuel chegou causando uma alegria imensa em mim e no Diego. Uma bicicleta toda equipada, <strong>um autêntico cicloviajante</strong> e ainda por cima falando espanhol, que já estávamos com saudades de ouvir! Queríamos saber tudo sobre suas viagens pelo mundo e ele só queria saber era de um banho, depois de pedalar o dia todo de Rio Negrinho até Jaraguá, seu último trecho (70km) antes de nos encontrar.</p>
<p class="p1">Passamos a noite toda conversando, tomando caipirinhas, trocando experiências… Aí ele nos contou que estava muito aliviado de poder descansar e estar em uma casa de verdade, com chuveiro, fogão, teto… Disse que estava há oito dias pedalando direto, que desde Chapecó ninguém tinha recebido e ia dormindo na estrada, em escolas e corpo de bombeiros. Resolvemos que ele ficaria conosco mais alguns dias, não poderíamos dar hospedagem só por uma noite, ele foi muito bacana e precisava descansar e repor as energias.</p>
<p class="p1">Loraine e Jean só chegaram dois dias depois, pois não conseguiram carona no dia previsto. Nós sabemos que essas coisas são assim mesmo e não nos preocupamos. Eles chegaram e assim se juntaram a nós três. Contaram que estão viajando há um ano entre <strong>Peru, Equador e Brasil</strong>. Mochilando e trabalhando em alguns pontos. Agora a intenção é pegar carona em um veleiro, onde pretendem trabalhar ao mesmo tempo que navegam para países além-mar. Quando começaram a contar suas histórias de viagem, percebemos que são viajantes experientes e não se importariam em dividir espaço com o Manuel, que por sua vez, ficou feliz em ficar um pouco mais. Todos nós ficamos, na verdade, o que é <strong>o verdadeiro espírito do Couchsurfing.</strong></p>
<p class="p1">No outro dia tivemos uma ótima surpresa, nosso amigo<strong> Juan</strong>, argentino que conhecemos <a title="Couchsurfing, comida boa e descanso na capital Coyhaique" href="http://anaturezahumana.com/2015/04/couchsurfing-comida-boa-e-descanso-na-capital-coyhaique/">na casa do David</a>, no Chile, nos escreveu dizendo que estava a caminho de Jaraguá, cumprindo a promessa que fez de nos visitar quando viesse ao Brasil. Foi graças a ele que fomos tão bem recebidos em <a title="Buenos Aires, El Caminito e, mais uma vez, hospitalidade!" href="http://anaturezahumana.com/2015/06/buenos-aires-el-caminito-e-mais-uma-vez-hospitalidade/">Buenos Aires</a>, onde ficamos na casa dos seus pais, sendo tratados como filhos.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6637" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-02.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Noite das pizzas 02" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6636" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-01.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Noite das pizzas 01" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-Loraine.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6635" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-Loraine.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Noite das pizzas - Loraine" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-Juan-Diego-e-Manuel.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6634" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-Juan-Diego-e-Manuel.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Noite das pizzas - Juan, Diego e Manuel" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1">Juan chegou numa segunda à noite em meio <strong>à chuva, que até então não tinha parado</strong>. Diego foi buscá-lo porque se não iria dormir na estrada para só no dia seguinte conseguir chegar aqui. Agora ele e Manu dividiam a sala, enquanto Loraine e Jean dormiam no escritório. Éramos seis no apartamento, haviam <strong>mochilas e livros de viagem por todos os lados</strong> e uma festa em portunhol acontecia todos os dias. Nos pegamos já planejando viajar outra vez, tão inspirados que ficamos com tantas histórias.</p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-full wp-image-6641" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Jean-Loraine-Juan-Manuel-e-nós-.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Parque Malwee - Jean, Loraine, Juan, Manuel e nós" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1">O clima jaraguaense deu trégua apenas um dia, onde pudemos levar todos para tomar um mate e ver umas capivaras no <strong>Parque Malwee</strong>. Queríamos ir às cachoeiras de Corupá, mas não foi possível, acabamos nos contentando em ficar em casa, comendo, lendo, vendo filmes e conversando sobre viagens. Não poderíamos ter passado melhor e já vamos avisando: <strong>estamos inspirados</strong> e doidos pra voltar a viajar!</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Juan-e-Manuel.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6642" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Juan-e-Manuel.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Parque Malwee - Juan e Manuel" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Chimarrão-Diego-Loraine-e-Manuel.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6640" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Chimarrão-Diego-Loraine-e-Manuel.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Parque Malwee - Chimarrão - Diego, Loraine e Manuel" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Capivaras.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6639" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Capivaras.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Parque Malwee - Capivaras" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Bruna-e-Juan.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6638" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Bruna-e-Juan.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Parque Malwee - Bruna e Juan" width="1024" height="682" /></a></p>
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		<title>Como o CouchSurfing pode mudar a sua forma de viajar</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2015 18:46:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[amizade]]></category>
		<category><![CDATA[contato humano]]></category>
		<category><![CDATA[couchsurfing]]></category>
		<category><![CDATA[hospitalidade]]></category>
		<category><![CDATA[viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>É claro que não economizamos esse valor todo só por causa do CouchSurfing, mas te garanto que, no mínimo, metade dele sim. Através do contato com as pessoas que nos ofereciam hospedagem nós conhecíamos outras pessoas, fazíamos outros contatos que em outro momento da viagem nos ajudaram de alguma forma. Como no caso do David, [&#8230;]</p>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69edda952ca51" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">A</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>ntes de mais nada, o que é CouchSurfing? Segundo o <a title="CouchSurfing - Wikipédia" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/CouchSurfing" target="_blank">Wikipédia</a>, o surf de sofá é um serviço de hospitalidade com base na Internet, o que convenhamos, não explica muita coisa. Em palavras mais simples, o CouchSurfing é uma espécie de <strong>rede social grátis</strong> (existe o plano pago também) <strong>para viajantes e pessoas que gostariam de hospedá-los</strong>. Mas já vou deixar claro no primeiro parágrafo, CouchSurfing não é sobre hospedagem, <strong>é sobre convivência e amizade</strong>.</p>
<p>Mas como assim?! É bem isso mesmo, se você vai usar o CouchSurfing pra achar um lugar pra dormir de graça e nada mais, não acho que você esteja procurando no lugar certo. Meu conselho nesse caso é: procure um hostel ou um camping barato. O CouchSurfing é uma troca de experiências, de culturas, de ideias e até de serviços. Se você quer ter a possibilidade de ter uma hospedagem gratuita <strong>você tem que estar aberto para compartilhar</strong>.</p>
<p>Durante os 110 dias que passamos viajando, 82 dias não pagamos hospedagem. Desses 82, 21 foram acampando em locais gratuitos, 26 foram na casa de pessoas que conhecemos na viagem, 30 foram através do CouchSurfing e outros 5 dormimos no translado entre uma cidade e outra. Numa conta rápida, se tivéssemos pagado um hostel de R$40 por pessoa durante todos esses dias, que pra Patagônia é um valor bem barato, <strong>teríamos gasto mais de R$6.000,00</strong>!</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div><span id="more-6218"></span></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Coyhaique-Desdedida-David-Juan-e-Samuel.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5858" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Coyhaique-Desdedida-David-Juan-e-Samuel-1024x683.jpg" alt="Carretera Austral - Coyhaique - Desdedida David, Juan e Samuel" width="1024" height="683" /></a>É claro que não economizamos esse valor todo só por causa do CouchSurfing, mas te garanto que, no mínimo, metade dele sim. Através do contato com as pessoas que nos ofereciam hospedagem nós conhecíamos outras pessoas, fazíamos outros contatos que em outro momento da viagem nos ajudaram de alguma forma. Como no caso do David, em Coyhaique, que tinha suas irmãs espalhadas pela Carretera Austral, ele nos passou o contato delas e tivemos hospedagem gratuita em mais outras duas cidades sem nenhum esforço, <strong>mas esse é só um exemplo de vários</strong>.</p>
<p>Mas porque fazíamos todos esses contatos? <strong>Porque estávamos dispostos a compartilhar, só por causa disso</strong>. As vezes passávamos o dia inteiro conversando em casa quando poderíamos estar fazendo um trekking ou passeando pela cidade. Nós jantávamos juntos, dividíamos as tarefas da casa, fazíamos tudo em conjunto com quem estava nos hospedando e com os outros hóspedes (quando haviam, claro). A maior dica é essa, esteja aberto. Separe seu tempo de uma maneira que <strong>possa compartilhar e fazer novas amizades</strong>, esse é o propósito real do CouchSurfing. E outra coisa, lembre-se que você não está em um hotel, <strong>ninguém está prestando um serviço pra você</strong>, então trate de deixar todas as suas coisas organizadas e limpas e procure ajudar sempre que possível.</p>
<p>E agora vamos às outras dicas:</p>
<h4><strong>Envie as solicitações de hospedagem e as mensagens de contato com antecedência</strong></h4>
<p>Muitos Couch&#8217;s tem várias solicitações e quanto antes você fizer o contato, maior as suas chances dele ter uma vaga pra você. Na nossa próxima viagem inclusive vamos tentar fazer os contatos antes de viajar e já ir conhecendo as pessoas, para quando definirmos a data em que vamos passar naquela cidade já termos tudo organizado, é um pouco mais complicado, mas vamos fazer o teste.<div style="padding: 20px 0 5px;" class="mk-divider mk-shortcode divider_full_width center single "><div class="divider-inner" style=""></div></div><div class="clearboth"></div>
<h4><strong>Há muitos perfis inativos e mesmo alguns perfis ativos em que as pessoas simplesmente não respondem</strong></h4>
<p>Então não aposte todas as suas fichas em um único contato, se você vai para uma cidade nova daqui dois dias e ainda não tem local pra ficar, envie uma mensagem pra três ou quatro pessoas, se mais que uma delas responder você agradece a resposta, mas diz que já encontrou um lugar pra ficar e, digo mais, se possível marque um encontro com essa pessoa que te respondeu e troque uma ideia, ou organize uma janta com todo mundo junto, todos ganham com essa experiência, te garanto.<div style="padding: 20px 0 5px;" class="mk-divider mk-shortcode divider_full_width center single "><div class="divider-inner" style=""></div></div><div class="clearboth"></div>
<h4><strong>Leia o perfil completo dos Couch&#8217;s</strong></h4>
<p>Sim, não é só dar Ctrl + C / Ctrl + V nas mensagens e enviar que nem maluco. Procure o que vocês tem em comum e valorize isso, demonstre interesse na pessoa quando fizer o contato, mostre que você dedicou um tempo pra conhecer ela.<div style="padding: 20px 0 5px;" class="mk-divider mk-shortcode divider_full_width center single "><div class="divider-inner" style=""></div></div><div class="clearboth"></div>
<h4><strong>Preencha seu perfil corretamente, dê o máximo de informações possíveis e coloque várias fotos</strong></h4>
<p>Tudo isso ajuda no contato inicial, nessa questão das afinidades. E as fotos facilitam na hora de encontrar a pessoa, afinal de contas, na maioria das vezes essa pessoa nunca viu você. Além de dar muito mais credibilidade pra você perante o Couch.<div style="padding: 20px 0 5px;" class="mk-divider mk-shortcode divider_full_width center single "><div class="divider-inner" style=""></div></div><div class="clearboth"></div>
<h4><strong>Leia as referências</strong></h4>
<p>Veja o que as outras pessoas que já se hospedaram lá falaram sobre esse Couch. O que eles gostaram de lá e o que tem a dizer sobre a pessoa e a casa, isso também ajuda na hora do contato e te dá mais segurança para realmente escolher uma pessoa bacana.<div style="padding: 20px 0 5px;" class="mk-divider mk-shortcode divider_full_width center single "><div class="divider-inner" style=""></div></div><div class="clearboth"></div>
<h4><strong>O que levar e o que esperar</strong></h4>
<p>Durante nossa viagem dormimos em colchões, em sofás, no nosso saco de dormir e estávamos preparados pra dormir na barraca no quintal se fosse preciso. Já dormimos somente nós dois enquanto nosso Couch dormia fora de casa e já dormimos em 12 pessoas numa cabana pequena. Existe todo tipo de Couch, então ter o seu próprio equipamento, nem que seja só um saco de dormir já ajuda bastante na hora de conseguir um lugar, nem sempre você vai ter um quarto e uma cama só pra você.<div style="padding: 20px 0 5px;" class="mk-divider mk-shortcode divider_full_width center single "><div class="divider-inner" style=""></div></div><div class="clearboth"></div>
<p>E o último adendo sobre segurança. &#8220;Ah, mas não é perigoso&#8221;?! <strong>Não, não é.</strong> Aliás, é tão perigoso quanto sair de casa, pegar um táxi, ir pra balada, dar uma volta no parque, viajar de carona e tantas outras coisas. Pra tudo na vida existe um risco, saiba ponderar. Existem relatos negativos de algumas pessoas mal intencionadas que usam o CouchSurfing, mas a probabilidade de você encontrar um deles tomando as devidas precauções de ler as referências, ver há quanto tempo existe o perfil e esse tipo de coisa, é praticamente nula. São as exceções e ponto final. Durante toda a viagem não escutamos nenhum relato negativo de nenhum dos viajantes que encontramos e olha que tinha gente viajando há muito tempo. Boa parte desse receio do contato com outras pessoas é fruto da cultura do medo em que vivemos, mas isso já é papo pra outro post.</p>
<p>O CouchSurfing nos fez viajar por muito mais tempo pela economia e nos deu uma outra perspectiva, um outro olhar <strong>sobre a viagem e o contato humano</strong>. Com certeza foi uma das melhores descobertas dessa viagem. Enquanto estamos em nossa cidade, estamos com nosso perfil ativo para receber pessoas, ainda não tivemos o prazer de receber ninguém, mas estamos ansiosos pela primeira solicitação, <strong>quem sabe você não vem nos fazer uma visita</strong>? Aqui está o <a title="CouchSurfing - Nosso perfil" href="https://www.couchsurfing.com/users/2000475963" target="_blank">link para o nosso perfil</a>, fique a vontade para nos adicionar como amigo e/ou mandar uma mensagem.</p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Jantar-com-a-família-de-Willy.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5889" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Cidade-de-Castro-Ale-Sandro-e-nós-1024x682.jpg" alt="Chiloé - Cidade de Castro - Couchsurfing" width="1024" height="682" /></a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Jantar-com-a-família-de-Willy.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5587" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Calafate-Jantar-com-a-família-de-Willy-1024x683.jpg" alt="El Calafate - Jantar com a família de Willy" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>Nossa casa em outra casa</title>
		<link>https://anaturezahumana.com/2015/06/nossa-casa-em-outra-casa/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2015 14:37:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[casa]]></category>
		<category><![CDATA[hospitalidade]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[simplicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>De novo, nem bem nos acostumamos com o nosso canto e já achamos outro lugar pra viver por alguns dias e tem sido uma experiência muito bacana. Fica muito mais difícil cair na rotina quando se está em um lugar novo a cada pouco, nós temos um olhar diferente para o local, para as coisas [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69edda953192a" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">D</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>urante a viagem aprendemos que qualquer lugar com um espacinho para montar nossa barraca poderia ser a nossa casa por alguns dias, foi um aprendizado excelente saber que precisamos de pouca coisa além de um pequeno teto e um canto pra esticar as pernas.</p>
<p>Antes de sairmos viajar, havíamos nos mudado fazia apenas um mês e com toda a correria dos últimos preparativos da viagem não aproveitamos tão bem nossa nova casa, saímos pensando que quando voltássemos teríamos que comprar várias coisas, reformar alguns móveis e daí sim teríamos um lugar bacana pra viver. A primeira sensação quando entramos em casa novamente foi: &#8220;<strong>temos muito mais do que precisamos</strong>&#8220;.</p>
<p>Não é questão de ficar acomodado e não almejar mais, não querer essa melhoria de vida, mas o fato é que para adquirir todas essas coisas <strong>teríamos que trabalhar mais</strong>, nos privar de momentos de tranquilidade que, na nossa visão atual, valem mais do que aquele móvel novo ou aquele eletrodoméstico que estava faltando. Conseguimos viver sem eles e, digo mais, vamos viver bem sem eles.</p>
<p>Mas enfim, não foi nem bem por isso que eu comecei a escrever esse post, foi pra contar que desde a última semana não estamos morando na nossa casa. Foi pra dizer que a nossa casa, agora é a casa do Léo e do Rapha, casal de amigos que foi viajar e nos fez o convite para morarmos aqui, cuidar da casa e de seus bichos de estimação enquanto eles estiverem fora.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-6195"></span></p>
<p class="p1">De novo, nem bem nos acostumamos com o nosso canto e já achamos outro lugar pra viver por alguns dias e tem sido uma experiência muito bacana. Fica muito mais difícil cair na rotina quando se está em um lugar novo a cada pouco, <strong>nós temos um olhar diferente para o local</strong>, para as coisas que estão aqui e para tudo o que acontece no dia a dia, você tem mais ânimo até para as tarefas mais corriqueiras. Além do mais, <strong>essa casa é um lugar bem especial</strong>, cheia de detalhes e que esconde uma nova descoberta a cada dia.</p>
<p class="p1">Essa mudança e esse olhar diferenciado para as coisas simples nos inspirou a fazer algumas fotos do lugar e de alguns momentos que muitas vezes não damos valor e não enxergamos a sua beleza. Aquele dia em que ficamos até tarde trabalhando, a mesa do café da manhã posta nos anunciando que temos mais um belo dia pela frente e aquela caminhada no jardim pra esparecer as ideias. Todos pequenos momentos, todos belos momentos, <strong>basta saber parar pra observar e sentir</strong>. Espero que você goste da nossa primeira sessão só em preto e branco.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Chico-e-Bruna-trabalhando.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6199" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Chico-e-Bruna-trabalhando-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Chico e Bruna trabalhando" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Escritório.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6202" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Escritório-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Escritório" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Bruna-tomando-chá.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6197" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Bruna-tomando-chá-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Bruna tomando chá" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Jardim.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6204" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Jardim-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Jardim" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Vista-para-a-casa.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6209" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Vista-para-a-casa-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Vista para a casa" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Mesa.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6205" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Mesa-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Mesa" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Textura-madeira.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6208" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Textura-madeira-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Textura madeira" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Roda-de-carroça.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6207" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Roda-de-carroça-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Roda de carroça" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Plantas.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6206" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Plantas-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Plantas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Filtro-dos-sonhos.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6203" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Filtro-dos-sonhos-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Filtro dos sonhos" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Café-da-manhã.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6198" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Café-da-manhã-1024x681.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Café da manhã" width="1024" height="681" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Diego-tomando-café.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6201" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Diego-tomando-café-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Diego tomando café" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Diego-CRFS.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6200" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Diego-CRFS-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Diego CRFS" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>O último dos 110 dias de viagem</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2015 16:27:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>
		<category><![CDATA[antiguidades]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Buenos Aires]]></category>
		<category><![CDATA[Feira de San Telmo]]></category>
		<category><![CDATA[hospitalidade]]></category>
		<category><![CDATA[viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Saímos da estação de trem e pegamos um ônibus que nos deixaria mais próximos da feira. O ônibus estava um pouco cheio, então entrar com as mochilas grandes é sempre um desafio e atrai alguns olhares de desaprovação, mas durante toda a viagem isso não foi um problema pra gente, não seria hoje que isso iria mudar. [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69edda9535717" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">A</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>lí estávamos nós, no <strong>110º e último dia da viagem</strong>, com as mochilas prontas, um sorriso de orelha a orelha e ansiosos pelo retorno e pelo reencontro com todos.</p>
<p>Mais uma vez começamos o dia com um delicioso café preparado pela dona Alicia e com a <strong>sensação de que estávamos em casa</strong>. Conferimos a mochila pela última vez, agradecemos muito por toda a hospitalidade e nos despedimos. Pegamos o trem rumo ao centro, lá iríamos passar pela Feira de San Telmo, visitar a Plaza de Mayo, a Casa Rosada e a rua Flórida, depois rumávamos direto para o aeroporto.</p>
<p>No trajeto de trem o turbilhão de pensamentos estava a mil, eu não conseguia pensar em outra coisa a não ser entrar no avião e voltar pra casa. Parece estranho querer o final da viagem, o momento mais incrível da minha vida até então, mas eu sabia que precisava seguir em frente para que mais coisas tão maravilhosas quanto isso continuassem acontecendo, eu precisava <a title="Essa é para os fortes - AOK - Encerrando Ciclos" href="https://www.youtube.com/watch?v=pxxZiKFeh5Q" target="_blank">encerrar este ciclo</a>. E é claro que eu estava com saudades dos amigos e família e querendo muito iniciar todos os planos que eu e a Bruna havíamos traçado no decorrer da viagem.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-6179"></span></p>
<p class="p1">Saímos da estação de trem e pegamos um ônibus que nos deixaria mais próximos da feira. O ônibus estava um pouco cheio, então entrar com as mochilas grandes é sempre um desafio e atrai alguns olhares de desaprovação, mas durante toda a viagem isso não foi um problema pra gente, não seria hoje que isso iria mudar. Nosso ponto de descida não era muito longe, depois de algumas quadras descemos e caminhamos um pouco mais até começarmos a ver as barracas e os vendedores fazendo suas ofertas.</p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-6191" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Feira-de-San-Telmo-Antiguidades-1024x683.jpg" alt="Buenos Aires - Feira de San Telmo - Antiguidades" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Feira-de-San-Telmo-Diego.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6190" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Feira-de-San-Telmo-Diego-1024x683.jpg" alt="Buenos Aires - Feira de San Telmo - Diego" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-Pequenos-detalhes.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6160" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-Pequenos-detalhes-1024x683.jpg" alt="Buenos Aires - Feira de San Telmo - Detalhes" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">A <strong>Feira de San Telmo</strong> acontece todos os domingos nas ruas Defensa e Humberto I e na praça Dorrego e é muito tradicional pela variedade de antiguidades, além de muito artesanato e artigos em geral. Como estávamos com as mochilas cargueiras nas costas éramos <strong>alvo de muitos olhares curiosos</strong>, mas ao contrário da <a title="Buenos Aires, El Caminito e, mais uma vez, hospitalidade!" href="http://anaturezahumana.com/2015/06/buenos-aires-el-caminito-e-mais-uma-vez-hospitalidade/" target="_blank">nossa experiência no Caminito</a>, não nos sentimos assediados pelos vendedores, de certa forma a mochila foi nosso escudo, era o símbolo de &#8220;poca plata&#8221; estampado em nossas caras.</p>
<p class="p1">Um pouco mais a frente encontramos uma das artistas de rua que mais nos encantou em toda a viagem, <strong>Martha Elisa</strong>, uma senhora de 80 e poucos anos que tocava uma percussão improvisada e que conversava com todos da maneira mais animada possível, realmente uma lição de vida gigante. Na feira também encontramos a Samara e o Leandro, casal de amigos da nossa cidade que estavam lá curtindo sua lua de mel. Foi muito bacana encontrar durante a viagem os primeiros rostos conhecidos, mesmo que só no último dia. Conversamos um pouco, trocamos algumas ideias sobre Buenos Aires e seguimos em frente, ainda tínhamos bastante coisa pra fazer até a hora de embarcar.</p>
<p class="p1">Fomos em frente e rumamos para a praça de maio e a casa rosada, cartões postais da cidade. A arquitetura deste pedaço da cidade é realmente incrível. Os prédios antigos dão seu toque de charme em meio as avenidas gigantes e movimentadas. <strong>A praça é um ponto de contraste absurdo</strong>, de um lado a perfeição da arquitetura e do outro os muros de contenção e as faixas de protesto, um local que levanta muitos questionamentos.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Praça-25-de-maio.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6169" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Praça-25-de-maio-1024x683.jpg" alt="Buenos Aires - Praça 25 de maio" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Praça-25-de-maio-Casa-rosada.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6165" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Praça-25-de-maio-Casa-rosada-1024x683.jpg" alt="Buenos Aires - Praça 25 de maio - Casa rosada" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Praça-25-de-maio-Casa-rosada-e-os-protestos.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6164" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Praça-25-de-maio-Casa-rosada-e-os-protestos-1024x683.jpg" alt="Buenos Aires - Praça 25 de maio - Casa rosada e os protestos" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Praça-25-de-maio-Prédios-históricos-02.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6167" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Praça-25-de-maio-Prédios-históricos-02-1024x683.jpg" alt="Buenos Aires - Praça 25 de maio - Prédios históricos 02" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Praça-25-de-maio-Vista-para-o-obelisco.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6168" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Praça-25-de-maio-Vista-para-o-obelisco-1024x683.jpg" alt="Buenos Aires - Praça 25 de maio - Vista para o obelisco" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">Nossa última passagem antes do aeroporto era a <strong>rua Flórida</strong>, um centro comercial muito conhecido também e que, ao contrário da feira de artesanato, possui marcas de grife, grandes lojas de eletrônicos e de tudo o que você possa imaginar. Nada disso nos interessava muito, queríamos só achar uma boa casa de câmbio e trocar os pesos que haviam sobrado e seguir para o aeroporto. Como era domingo, a grande maioria das lojas e casas de câmbio que não eram nessa rua estavam fechadas, mas ali tudo funcionava normalmente. Haviam muitos, <strong>mas muitos cambistas na rua</strong>, cada um que gritava eu me aproximava e pedia a cotação até que encontramos um que pagasse um bom valor.</p>
<p class="p1">Depois de trocarmos o dinheiro pegamos mais um ônibus até o aeroporto, já estávamos com o tempo curto, mas chegamos até lá e fizemos o check-in sem nenhum problema. Pouco tempo depois estávamos dentro do avião e num estado de espírito que beirava a perfeição enquanto subíamos pelas nuvens naquele fim de tarde.</p>
<p class="p1"><strong>Acabou&#8230; de começar</strong>. Esse era o sentimento daquele momento.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Voltando-pra-casa.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6154" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Voltando-pra-casa-1024x683.jpg" alt="Buenos Aires - Voltando pra casa" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>Buenos Aires, El Caminito e, mais uma vez, hospitalidade!</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2015 18:20:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>
		<category><![CDATA[ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Buenos Aires]]></category>
		<category><![CDATA[Carona]]></category>
		<category><![CDATA[contato humano]]></category>
		<category><![CDATA[couchsurfing]]></category>
		<category><![CDATA[El Caminito]]></category>
		<category><![CDATA[hospitalidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Aquele dia foi muito agradável, passamos o tempo todo descansando e conversando com eles. À noite, Nano fez pizzas, ligamos para Juan e rimos muito. Eles queriam saber de futebol (Nano era River até a morte), perguntavam das comidas e costumes daqui e riam ao contar que pensavam que chegariam dois mulatos altos e encorpados ao imaginar [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69edda95393ce" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">C</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>hegamos em Buenos Aires numa manhã de sexta-feira, depois de passar o dia anterior todo intercalando caronas e virar a noite em um caminhão, que para nossa sorte, nos deixou exatamente na entrada da estação de trem, onde poderíamos seguir ao nosso destino.</p>
<p>E o destino era a casa dos pais do Juan. Em Coyhaique, onde ficamos juntos na casa do David, ele já tinha garantido: &#8220;cuando van a Buenos Aires, se quedan en la casa de mis viejos!&#8221;. Assim, tínhamos um endereço, uma indicação do meio de transporte e um número de telefone. Pegamos o trem e já nos impressionamos com o valor da passagem, <strong>andamos cerca de 27km e pagamos menos de 1 real!</strong></p>
<p>Encontramos na dona Alicia e no seu Nano uma hospitalidade incrível. A gente já deveria estar acostumando com isso depois de todas as experiências que tivemos, mas <strong>era sempre uma grata surpresa</strong>. Era hora do almoço e ela serviu um nhoque de espinafre maravilhoso, se desculpando por não ter &#8220;nada melhor&#8221;. O irmão de Juan logo chegou da escola e foi igualmente simpático. Vale ressaltar que o Juan não estava lá, ele seguia viajando, apenas telefonou para sua família e pediu que nos recebessem. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-6172"></span></p>
<p class="p1">Aquele dia foi muito agradável, passamos o tempo todo descansando e conversando com eles. À noite, Nano fez pizzas, ligamos para Juan e rimos muito. Eles queriam saber de futebol (Nano era River até a morte), perguntavam das comidas e costumes daqui e riam ao contar que pensavam que chegariam dois mulatos altos e encorpados ao imaginar que receberiam brasileiros. Dormimos numa cama com lençóis cheirosos, com aquela <strong>sensação de proteção e cuidado</strong>, como se fizéssemos parte da família.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Recebidos-pela-família-do-Juan.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6170" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Recebidos-pela-família-do-Juan.jpg" alt="Buenos Aires - Recebidos pela família do Juan" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">Tínhamos apenas dois dias na cidade, pois nosso vôo de volta estava marcado para domingo, sabíamos que seria pouco, então escolhemos apenas dois lugares e ficou a promessa de um dia voltar. Para o sábado, escolhemos o <strong>&#8220;El Caminito&#8221;</strong>, Alicia nos emprestou um cartão de passagens com o qual poderíamos economizar ainda mais e nos deu todas as coordenadas. Pegamos o trem, depois um ônibus e chegamos às movimentadas e conhecidas ruas com suas casas coloridas.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6161" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-01.jpg" alt="Buenos Aires - Caminito 01" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">O lugar é lindo, mas confesso que fiquei um pouco incomodada com o<strong> assédio aos turistas</strong>. Estava cheio de brasileiros, cheio mesmo! Os próprios vendedores já te abordavam falando portunhol. Não é que a gente não quisesse ver brasileiros, mas para quem estava trabalhando ali, nossos conterrâneos significavam uma coisa: plata! As boas conversas que conseguimos ter só se desenrolaram mesmo depois de explicarmos que não tínhamos dinheiro, não éramos turistas e estávamos fazendo um mochilão há quatro meses.</p>
<p class="p1">Fora isso, claro que o lugar enche os olhos, <strong>as cores, o tango, o artesanato e a infinidade de arte</strong> espalhada em cada canto nos deixa deslumbrados. Nosso desafio era sempre observar os objetos e procurar distinguir o que era artesanal do que era manufaturado, quase sempre o preço já entregava o veredicto: se fosse barato demais, era industrial.</p>
<p class="p1">Embora o lugar fosse cheio de restaurantes, o preços obviamente eram bem elevados, sempre com dançarinos de tango ou músicos tocando ao vivo. Além disso, opções vegetarianas eram escassas. Foi quando vimos uma moça com uma cesta de vime coberta com um paninho branco, ela oferecia &#8220;pan relleno&#8221;. Perguntamos os sabores e preços e na hora ela ganhou nossos corações (e estômagos). Era uma espécie de calzone, grande e recheado o suficiente para um almoço, o meu era de abóbora com queijo e temperos verdes e o do Diego era de azeitonas, cebola e queijo. Custou cerca de R$5,00.</p>
<p class="p1">Voltamos para casa no final do dia, depois de percorrer cada galeria, explorar cada canto do lugar. Naquela noite foi nossa vez de cozinhar e fizemos hambúrgueres de grão-de-bico. Nesse momento também tratamos de <strong>arrumar as mochilas pela última vez nessa viagem</strong>. Sim, o dia seguinte seria o último e já sairíamos de casa com as mochilas nas costas. Foi um momento muito especial, estávamos muito ansiosos para chegar e encontrar todo mundo, 110 dias tinham se passado e cada um deles voltou à nossa memória enquanto guardávamos com carinho todos os itens dentro das mochilas.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6163" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-03.jpg" alt="Buenos Aires - Caminito 03" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6162" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-02.jpg" alt="Buenos Aires - Caminito 02" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-full wp-image-6155" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Beunos-Aires-Bruna-no-Caminito.jpg" alt="Buenos Aires - Bruna no Caminito" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-Música-ao-vivo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6159" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-Música-ao-vivo.jpg" alt="Buenos Aires - Caminito - Música ao vivo" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-Galerias-de-lojas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6158" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-Galerias-de-lojas.jpg" alt="Buenos Aires - Caminito - Galerias de lojas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-Bruna-e-as-cores-do-Brasil.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6157" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Caminito-Bruna-e-as-cores-do-Brasil.jpg" alt="Buenos Aires - Caminito - Bruna e as cores do Brasil" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>Pit stop em Mendoza</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2015 11:39:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
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		<category><![CDATA[Carona]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Na primeira noite passeamos nos arredores do bairro onde Leo e seus amigos moram, foi uma noite de festa! Jantamos juntos e depois fomos todos para a casa de Nico. Nosso quarto ficava na garagem, onde tinha uma cama já prontinha pra nós, todos entraram na garagem, pegaram instrumentos musicais e ficaram tocando e cantando [&#8230;]</p>
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			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69edda953cd16" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">Q</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>uando chegamos na rodoviária de Mendoza entramos em contato com o Léo (que conhecemos em <a title="Puerto Natales" href="http://anaturezahumana.com/2015/03/todo-o-charme-e-hospitalidade-de-puerto-natales/" target="_blank">Puerto Natales</a> e depois encontramos novamente em El Chaltén) que mora lá e conseguiu um lugar pra gente ficar. Fomos caminhando até uma praça onde encontramos ele e um grupo de amigos, quase todos já tinham feito uma grande viagem ou estavam viajando naquele momento, foi um papo muito bacana e <strong>adicionamos mais alguns lugares na lista de &#8220;queremos conhecer&#8221;</strong>.</p>
<p class="p1">Um dos amigos que conhecemos naquele momento foi o Nico, na casa dele que ficamos durante os dois dias que estivemos em Mendoza. Ficamos apenas dois dias porque já estávamos ficando sem tempo, <strong>o dia do retorno já estava se aproximando</strong>! E como pretendíamos ir de carona de Mendoza a Buenos Aires, preferimos não arriscar. A primeira coisa que pensamos quando viemos para Mendoza foi que teríamos que visitar as vinícolas, mas pela falta de tempo também resolvemos deixar isso para uma próxima viagem também, junto com os trekkings bem bacanas que os vilarejos ao redor oferecem.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-6133"></span></p>
<p class="p1">Na primeira noite passeamos nos arredores do bairro onde Leo e seus amigos moram, foi uma noite de festa! Jantamos juntos e depois fomos todos para a casa de Nico. Nosso quarto ficava na garagem, onde tinha uma cama já prontinha pra nós, todos entraram na garagem, pegaram instrumentos musicais e ficaram tocando e cantando por horas. Estávamos começando a ficar exaustos, o dia tinha sido puxado pois passamos sete horas viajando. Acabamos nos aconchegando na cama e dormindo, enquanto eles tocavam. Não vimos a hora que eles saíram, não ouvimos quando a música parou, acordamos no outro dia e estávamos só nós dois na garagem.</p>
<p class="p1">Como já tínhamos que ir até o centro da cidade pra resolver um problema com nosso voo de volta, decidimos dar uma passeada pelo centro e conhecer o <strong>Parque General San Martín</strong> que ficava próximo dali. Na verdade não tão próximo assim, mas percorremos todo o caminho de ônibus então foi bem tranquilo. Chegando lá encontramos um quiosque de aluguel de bicicletas e foi a tentação do momento. Era um pouco caro, mas resolvemos topar, fazia muito tempo que não a gente não pedalava. Pagamos AR$ 100,00 (Aprox. R$25,00) por 1 hora para as duas bikes e percorremos o parque todo.</p>
<p class="p1">O parque <strong>é muito bem estruturado e encontramos muitas pessoas aproveitando o espaço</strong>, mesmo sendo uma quarta-feira à tarde haviam muitas pessoas caminhando, pedalando e remando na lagoa que tem lá. Foi um passeio bem diferente e valeu a pena. Depois do parque, passamos num mercado ali pertinho para comprarmos algo para a janta e pegamos um ônibus de volta para a casa do Nico. Passamos o resto da noite organizando as mochilas porque queríamos partir cedo. No outro dia tomamos um café rápido, nos despedimos de Nico e sua mãe e fomos para a beira da estrada novamente.</p>
<p class="p1">A carona de Mendoza até Buenos Aires não foi fácil, mas também não foi nada comparado ao que passamos na <a title="Ruta 40" href="http://anaturezahumana.com/2015/04/a-aventura-na-estrada-que-nos-levou-a-uma-nova-patagonia/" target="_blank">Ruta 40.</a> Levamos quase um dia para fazer o percurso, pegamos 2 caronas mais curtas e 2 longas, de caminhão. Por incrível que pareça, até então não tínhamos pegado carona em caminhões, mas fechamos com chave de ouro. A última carona foi a mais longa e foi na qual passamos a noite, chegamos em Buenos Aires no início da manhã, aguardamos descarregarem o caminhão numa distribuidora na entrada da cidade e depois disso o motorista nos deixou bem próximo da estação de trem, onde iríamos embarcar para ir até a casa dos pais do Juan (que conhecemos na casa do David, em Coyhaique), nossa casa em Buenos Aires.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Parque-General-San-Martín-Passeio-de-bicicleta-03.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6139" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Parque-General-San-Martín-Passeio-de-bicicleta-03-1024x682.jpg" alt="Mendoza - Parque General San Martín - Passeio de bicicleta 03" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Parque-General-San-Martín-Passeio-de-bicicleta-01.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6137" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Parque-General-San-Martín-Passeio-de-bicicleta-01-1024x682.jpg" alt="Mendoza - Parque General San Martín - Passeio de bicicleta 01" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Parque-General-San-Martín-Passeio-de-bicicleta-05.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6141" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Parque-General-San-Martín-Passeio-de-bicicleta-05-1024x682.jpg" alt="Mendoza - Parque General San Martín - Passeio de bicicleta 05" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Parque-General-San-Martín-Passeio-de-bicicleta-02.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6138" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Parque-General-San-Martín-Passeio-de-bicicleta-02-1024x682.jpg" alt="Mendoza - Parque General San Martín - Passeio de bicicleta 02" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Parque-General-San-Martín-Passeio-de-bicicleta-04.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6140" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Parque-General-San-Martín-Passeio-de-bicicleta-04-1024x682.jpg" alt="Mendoza - Parque General San Martín - Passeio de bicicleta 04" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Parque-General-San-Martín.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6142" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Parque-General-San-Martín-1024x683.jpg" alt="Mendoza - Parque General San Martín" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Parque-General-San-Martín-Lagoa.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6136" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Parque-General-San-Martín-Lagoa-1024x682.jpg" alt="Mendoza - Parque General San Martín - Lagoa" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Despedida-Nico.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6135" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Mendoza-Despedida-Nico-1024x683.jpg" alt="Mendoza - Despedida Nico" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>A confiança no outro</title>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2015 16:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
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			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69edda953ffb6" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">T</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>oda viagem é um processo de descoberta. De novos lugares, de novas pessoas, de você mesmo. Toda viagem é uma <strong>permissão para mudar</strong>, você passa a considerar as novas propostas que o mundo tem pra te oferecer.</p>
<p class="p1">Quando começamos a planejar a viagem não sabíamos ao certo qual era o nosso objetivo, mas arriscávamos alguns palpites e escolhemos ir a lugares mais inóspitos, com mais contato com a natureza e essa relação ficou evidente desde o começo. Nós pensávamos que íamos voltar experts em trekking e montanhismo, imaginávamos que esse era o ponto chave da nossa viagem e <strong>nos enganamos</strong>. Não porque a natureza não tenha sido importante, mas porque no decorrer do percurso algumas pessoas foram entrando em nossas vidas e nós fomos entrando na vida dessas pessoas. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-6047"></span></p>
<p class="p1">A gente foi se entregando de um jeito, que chegou um momento em que não conseguíamos mais pensar na viagem, sem lembrar das pessoas incríveis que fizeram parte dela. E passamos a escrever sobre essas experiências com muito mais afinco e carinho que quando falávamos de um lugar intocado. E acho que é mais ou menos isso, a natureza nos encanta, mas tem um ar de intocável, ela é poderosa e gera um sentimento forte de respeito e contemplação, o que é muito importante também.</p>
<p class="p1">Já <strong>as pessoas não são intocáveis</strong>, as pessoas pedem contato, pedem estar perto. Não foram poucas as vezes em que uma pessoa nos ajudou e, por mais irônico que possa parecer, agradeceu no final. As pessoas querem esse contato, fazer o bem é bom pra quem faz, tanto quanto pra quem recebe. Aquelas pessoas sabem disso e sabem tanto mais.</p>
<p class="p1">Não foram poucas as vezes em que fomos ajudados por pessoas que tinham muito pouco, mas naqueles momentos olhávamos para nós mesmos com as mochilas nas costas e víamos que aos olhos deles, <strong>quem tinha pouco éramos nós</strong>. Assim aprendemos que só podemos realmente avaliar uma situação se a vivenciamos, só podemos compreender como é precisar de um teto se nós mesmos não temos um para nos abrigar naquele momento. <strong>Você aprende na vulnerabilidade</strong>.</p>
<p class="p1">Fomos ajudados por completos desconhecidos e aprendemos muito sobre coragem. <strong>É preciso coragem para ajudar e coragem para deixar ser ajudado</strong>. Essas situações sempre nos fizeram lembrar que muitas vezes cria-se uma casca, às vezes por situações de violência vivenciadas, mas quase sempre por influência de uma mídia manipuladora e uma cultura baseada no medo e confunde-se segurança com indiferença. As pessoas não querem estar vulneráveis e não querem lidar com a vulnerabilidade do outro, preferem ficar em sua zona de conforto. Aos poucos vão se formando círculos de confiança e quanto mais fechado esse círculo, menos se olha para o entorno. Essas pessoas que conhecemos em nosso caminho nos mostraram que a <strong>proporção de gente boa ainda é maior nesse mundo</strong>. É urgente que todos saibam que ainda é possível confiar, que a maioria das pessoas que está ao seu redor vai retribuir seu sorriso e vai se contagiar com o bem que você fizer.</p>
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		<title>O que dois mochileiros fazem em Santiago</title>
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		<pubDate>Sat, 16 May 2015 18:53:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[amizade]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Fomos muito bem recebidos no apartamento que Maria divide com duas amigas: Pilar e Barbara, que logo nos deram muitas dicas do que fazer na cidade. Para dois mochileiros que há muito tempo só passavam por povoados ou cidades médias, Santiago era completamente fora dos padrões, logo percebemos que o bacana dali seria visitar os [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69edda9544057" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">A</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p> capital chilena não fazia parte dos nossos planos de viagem. A princípio nossa ideia era mesmo conhecer bem a Patagônia e focar nas cidades pequenas, com mais atrativos naturais, mas lá em fevereiro, quando fizemos o Torres del Paine, conhecemos a Maria e o Francisco, um casal muito querido que nos acompanhou durante todo o trekking, <strong>se tornaram bons amigos e nos convidaram a passar em sua cidade</strong> caso tivéssemos tempo.</p>
<p class="p1">Com toda a história do vulcão Calbuco que entrou em erupção bem nos dias em que estávamos indo para Puerto Varas, tivemos de desistir dessa cidade e de mais algumas que pretendíamos visitar, assim sobrou algum tempo e decidimos passar alguns dias em Santiago depois que saímos de Valdívia. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-5936"></span></p>
<p class="p1">Fomos muito bem recebidos no apartamento que Maria divide com duas amigas: Pilar e Barbara, que logo nos deram muitas dicas do que fazer na cidade. Para dois mochileiros que há muito tempo só passavam por povoados ou cidades médias, Santiago era completamente fora dos padrões, logo percebemos que o bacana dali seria visitar os museus, parques e atrações culturais, é claro que não adiantava querer buscar trekking na capital. Assim fizemos e curtimos muito a cidade, pelo menos os lugares onde visitamos eram cheios de prédios antigos muito bem conservados, parques e praças arborizadas, feiras e barzinhos, descobrimos muitas atrações gratuitas ou muito baratas e <strong>aprendemos rapidamente a nos deslocar na cidade usando o metrô</strong> ou caminhando. Apesar do céu acinzentado e das proporções de carros, prédios, barulhos de cidade grande, surpreendentemente <strong>adoramos a cidade</strong>. Cidade grande requer aqueles cuidados básicos com relação à segurança, que vão de usar roupas que se “camuflem” mais ao ambiente urbano a não sair mostrando a câmera em qualquer lugar, tomamos as precauções, claro, mas em Santiago não nos sentimos inseguros em nenhum momento.</p>
<p class="p1">Para ajudar a escolher os locais que visitaríamos na cidade e também para ir além dos clichês, Maria nos apresentou o site <a title="amosantiago" href="http://http://amosantiago.cl/" target="_blank">amosantiago.cl</a>, que tem <strong>várias dicas do que está rolando</strong> na cena cultural e artística na cidade. No primeiro dia visitamos algumas atrações mais conhecidas, porém gratuitas:</p>
<p class="p1"><strong>Parque Forestal</strong></p>
<p class="p1">Começamos o dia caminhando pelo Parque Forestal, que é como se fosse uma grande avenida verde, uma faixa comprida cheia de árvores, gramados, fontes e bancos pro pessoal sentar e ficar à vontade enquanto contempla esse pedacinho de natureza no meio da cidade. É comum ver casais namorando, senhores lendo jornal, grupos de amigos compartilhando um lanche, pessoas sozinhas estudando e descansando ou passeando com seus cães, realmente um lugar onde as pessoas se sentem seguras e relaxadas. Escolha um local e fique ali também por alguns minutos, é o lugar perfeito pra você fazer de conta que vive em Santiago, ali ninguém vai te perceber como turista e você pode observar tudo tranquilamente. O parque começa na estação de metrô Baquedano e você pode sair dali e ir caminhando até o final.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Parque-florestal.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5974" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Parque-florestal.jpg" alt="Santiago - Parque florestal" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Fonte-no-parque.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5961" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Fonte-no-parque.jpg" alt="Santiago - Fonte no parque" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Dormindo-no-parque.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5949" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Dormindo-no-parque.jpg" alt="Santiago - Dormindo no parque" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>Museo Nacional de Bellas Artes e Museo de Arte Contemporáneo</strong></p>
<p class="p1">Na outra ponta, chegamos ao Museo Nacional de Bellas Artes, fundado em 1880 e localizado desde 1910 nessa construção neoclássica muito bem conservada, que abriga salas com pinturas chilenas e estrangeiras, além de esculturas incríveis no salão principal (o único que pode ser fotografado), gravuras, fotografias, desenhos&#8230; Junto ao Belas Artes, no mesmo edifício, também temos o Museo de Arte Contemporáneo, este fundado em 1947 e administrado pela Universidad de Chile, é cheio de mostras interativas e questionadoras, que nos deixaram mais impressionados que a arte tradicional do Bellas Artes, infelizmente, como na maioria das exposições de arte, não podíamos fotografar as obras em si. <strong>A entrada para ambos os museus é gratuita</strong>.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-de-Belas-Artes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5970" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Museu-de-Belas-Artes.jpg" alt="Santiago - Museu de Belas Artes" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Estátuas-no-Museu-de-Belas-Artes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5952" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Estátuas-no-Museu-de-Belas-Artes.jpg" alt="Santiago - Estátuas no Museu de Belas Artes" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Escadarias-do-Museu-de-Belas-Artes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5951" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Escadarias-do-Museu-de-Belas-Artes.jpg" alt="Santiago - Escadarias do Museu de Belas Artes" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Escadarias-do-Museu-de-Belas-Artes-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5950" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Escadarias-do-Museu-de-Belas-Artes-2.jpg" alt="Santiago - Escadarias do Museu de Belas Artes 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Bruna-no-Museu-de-Belas-Artes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5939" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Bruna-no-Museu-de-Belas-Artes.jpg" alt="Santiago - Bruna no Museu de Belas Artes" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Pinturas-no-Museu-de-Belas-Artes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5980" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Pinturas-no-Museu-de-Belas-Artes.jpg" alt="Santiago - Pinturas no Museu de Belas Artes" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>Plaza de Armas</strong></p>
<p class="p1">Ficamos um bom tempo nos museus e depois fomos para a área mais central, onde visitamos a Plaza de Armas, tudo a pé, caminhando tranquilamente pelas ruas cheias de construções antigas. No caminho nos chamou atenção a Basílica de la Merced, uma igreja católica, declarada monumento nacional, com arquitetura neoclássica e cores bastante inusitadas.</p>
<p class="p1">A praça é bem movimentada, com várias barraquinhas de artistas que vendem suas pinturas ali, senhores do clube de xadrez disputando suas partidas e pessoas simplesmente passando, já que fica em uma região central.</p>
<p class="p1">Depois disso voltamos para o apartamento empolgados e ansiosos pelos próximos dias. Santiago foi uma cidade totalmente diferente do que estávamos acostumados, mas que nos ofereceu muitas opções de atividades. Mais uma vez, <strong>uma surpresa agradável na viagem</strong>.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Plaza-de-Armas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5981" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Santiago-Plaza-de-Armas.jpg" alt="Santiago - Plaza de Armas" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>Chiloe: Visitando as cidades de Achao e Ancud</title>
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		<pubDate>Sat, 02 May 2015 01:11:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>
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		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
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		<description><![CDATA[<p> No nosso terceiro dia na ilha, seguindo as sugestões de Ale e Sandro, tomamos um ônibus até a ilha de Quinchao, onde visitaríamos a pequena cidade de Achao. É muito simples chegar até a ilha, o ônibus sai a CHS 1.800,00 (cerca de R$ 8,00) e está inclusa a travessia em balsa, nem é preciso [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69edda9547f12" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">C</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>hiloé estava nos fascinando com toda a sua riqueza cultural. Começamos a aprender um pouco mais sobre esse arquipélago, que apesar de chileno, se desenvolveu de maneira diferente do restante do país, é possível perceber isso de diversas maneiras: a arquitetura peculiar com as igrejas de madeira, as palafitas e as casas de tijuelas; os seus costumes particulares como o transporte de casas inteiras de uma ilha para outra (sim, isso existe por la e geralmente a ocasião é especial e comemorada com uma festa. Ouvimos de gente que viu e até participou, mas não é algo que acontece todos os dias, então é melhor não ir esperando ver assim tão fácil); as suas comidas como o alho e as batatas e seu típico Curanto; sua mitologia cheia de lendas e mistérios; além das diferenças naturais com sua vegetação e relevo particulares, sem a presente influência da Cordilheira dos Andes, como é o caso do restante do Chile. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-5886"></span></p>
<p class="p1"> No nosso terceiro dia na ilha, seguindo as sugestões de Ale e Sandro, tomamos um ônibus até a ilha de Quinchao, onde visitaríamos a pequena cidade de Achao. É muito simples chegar até a ilha, o ônibus sai a CHS 1.800,00 (cerca de R$ 8,00) e está inclusa a travessia em balsa, nem é preciso desembarcar.</p>
<p class="p1">O legal desse local é passear pela cidade, onde há outra igreja de madeira, que é Patrimônio Mundial pela UNESCO (infelizmente ela estava fechada e não pudemos visitar seu interior), caminhar pela costaneira e depois subir até um mirante onde, além da bela vista da cidade, se pode observar diversas outras ilhas menores ao redor. Dali mesmo é possível pegar o ônibus de volta e seguir até a cidade de Dalcahue, também muito interessante, com uma feira municipal grande e variada, porém como chegamos aí no final da tarde, a feira já estava fechada e seguimos direto para Castro novamente. Nossa intenção era na verdade seguir dali para Ancud, a última cidade que visitaríamos na ilha, mas como estávamos com poucos pesos chilenos, precisamos voltar para fazer câmbio em Castro. Aliás, se você for visitar a ilha, é bom saber que os principais serviços se encontram em Castro, especialmente casas de câmbio.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Vista-da-Praia-em-Achao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5898" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Vista-da-Praia-em-Achao.jpg" alt="Chiloé - Vista da Praia em Achao" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Praia-em-Achao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5896" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Praia-em-Achao.jpg" alt="Chiloé - Praia em Achao" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Igreja-em-Achao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5891" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Igreja-em-Achao.jpg" alt="Chiloé - Igreja em Achao" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-full wp-image-5900" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Vista-para-a-cidade-de-Achao-e-o-mar.jpg" alt="Chiloé - Vista para a cidade de Achao e o mar" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-full wp-image-5899" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Vista-do-mirante-para-a-cidade-de-Achao-e-o-mar.jpg" alt="Chiloé - Vista do mirante para a cidade de Achao e o mar" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1">Nesse dia, ao voltar do passeio, ficamos sabendo da erupção do vulcão Calbuco, nas proximidades de Puerto Varas, o que acabaria por nos obrigar a uma rápida mudança de planos, já que essa era uma das cidades que pretendíamos visitar, porém isso nunca foi um problema pra gente, porque vamos levando nossa viagem com o roteiro bem aberto, procurando não nos apegar a nenhum plano e estar sempre abertos para os imprevistos no caminho.</p>
<p class="p1">No dia seguinte nos despedimos de Ale e Sandro, mais uma vez com um aperto no peito e a vontade imensa de voltarmos a ver-los. Foram dias muito divertidos e sua companhia muito agradável, coisas que só presenciamos pelo Couchsurfing. Dali, fomos direto a Ancud, cidade mais ao norte da ilha.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Cidade-de-Castro-Ale-Sandro-e-nós.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5889" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Cidade-de-Castro-Ale-Sandro-e-nós.jpg" alt="Chiloé - Cidade de Castro - Couchsurfing" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1">Passamos o dia conhecendo Ancud, fomos ao mercado municipal, a um pequeno forte e a um museu muito bacana, que conta a história da ilha e dos primeiros homens que viveram ali, seus costumes e seus sofrimentos diante de alguns desastres naturais, comuns na região como terremotos e maremotos. Em 1960 as ilhas (assim como boa parte do Chile) sofreu com um grande maremoto. Na época o estrago foi grande, muita gente morreu, muitas casas foram destruídas e, claro, as cidades ficaram um caos. Aos poucos tudo foi reconstruído e agora já não se percebem seus estragos fora do museu, mas sabe-se que muito de sua estética foi perdida na reconstrução. Nos museus é possível ver algumas fotos dessa época triste para os chilotas. O museu é bem interativo e a entrada gratuita.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Relógio-no-museu-da-cidade-de-Ancud.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5897" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Relógio-no-museu-da-cidade-de-Ancud.jpg" alt="Chiloé - Relógio no museu da cidade de Ancud" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5892" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Museu-da-cidade-de-Ancud.jpg" alt="Chiloé - Museu da cidade de Ancud" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5895" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-3.jpg" alt="Chiloé - Parte externa do museu da cidade de Ancud 3" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5894" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-2.jpg" alt="Chiloé - Parte externa do museu da cidade de Ancud 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5893" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Parte-externa-do-museu-da-cidade-de-Ancud-1.jpg" alt="Chiloé - Parte externa do museu da cidade de Ancud 1" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Forte-na-cidade-de-Ancud.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5890" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/05/Chiloé-Forte-na-cidade-de-Ancud.jpg" alt="Chiloé - Forte na cidade de Ancud" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">A cidade é bonita, como toda Chiloé, mas um dia nos bastou para percorrer os pontos principais, e assim já tomamos outro ônibus e fomos dormir em Puerto Montt, já no continente outra vez, nos despedindo desse arquipélago cheio de encantos e história. Recomendamos muito a visita, é uma ótima pedida para quem tem poucos dias, já que pode-se conhecer várias cidades e povoados em pouco tempo (o transporte é feito através de microônibus e balsas, é barato e funciona muito bem) e além da riqueza cultural, ainda tem diversas belezas naturais, dá pra explorar bem mais, nós fomos apenas aos pontos principais.</p>
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		<title>Chegando a Chiloé, o charmoso arquipélago chileno</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2015 15:18:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário de Bordo]]></category>
		<category><![CDATA[Navegação]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
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		<description><![CDATA[<p> Saímos de Coyhaique, onde passamos dias maravilhosos na companhia de David (couchsurfing) e dos outros hóspedes, o francês Samuel (com seu ornitorrinco de pelúcia Platipus) e o argentino Juan. Formamos uma turma animada e unida, sempre cozinhando juntos e indo dormir tarde, rindo por horas. Inclusive organizamos uma partida de pôker, onde confeccionamos nossas próprias [&#8230;]</p>
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			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69edda954d6a5" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">D</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>eixamos a Carretera Austral com um aperto no peito e uma vontade enorme de conhecê-la por inteiro. Confidenciamos aqui: rolou uma conversa de um dia voltar e fazer o caminho de bike… Vai saber…</p>
<p class="p1">Bom, o fato é que sabendo que um dia vamos voltar, não tivemos remorsos maiores em seguir em frente, e nosso rumo era Chiloé, <strong>um arquipélago com cerca de trinta ilhas</strong> (mas o pessoal daqui diz que o número é incerto e juram que há inclusive ilhas com poderes no maior estilo “Lost”). A maior e principal ilha é a Isla Grande de Chiloé, que compreende várias cidades. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-5856"></span></p>
<p class="p1"> Saímos de Coyhaique, onde passamos dias maravilhosos na companhia de David (couchsurfing) e dos outros hóspedes, o francês Samuel (<strong>com seu ornitorrinco de pelúcia Platipus</strong>) e o argentino Juan. Formamos uma turma animada e unida, sempre cozinhando juntos e indo dormir tarde, rindo por horas. Inclusive organizamos uma partida de pôker, onde confeccionamos nossas próprias fichas e chamamos de “pesos mochilenhos”, havia uma cotação oficial e tudo! Deu uma tristeza despedir-nos de David, mas saímos com uma promessa de nos vermos no Brasil em julho (espero que ele esteja treinando seu português e lendo esse post!).</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Coyhaique-Desdedida-David-Juan-Samuel-e-Platipus.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5879" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Coyhaique-Desdedida-David-Juan-Samuel-e-Platipus.jpg" alt="Carretera Austral - Coyhaique - Desdedida David, Juan, Samuel e Platipus" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">Pegamos algumas caronas até que chegamos por volta das 18:00hs em Puerto Cisnes. Estava chovendo e tinha muita neblina no porto. Logo encontramos o escritório da companhia que faz a travessia de barco até Chiloé. Entramos e duas funcionárias nos deram o aviso de que <strong>o barco estava parado em outro porto</strong> e por conta do mau tempo não havia previsão de chegada. O horário de saída seria as 22:00hs, mas já estava atrasado no caminho em pelo menos 4 horas e contando. Pedimos se não tinha um lugar onde pudéssemos ficar e elas nos deram as informações das hospedagens próximas.</p>
<p class="p1">Saímos e nesse momento lembramos que <strong>estávamos quase sem pesos chilenos</strong>. Não imaginávamos que íamos passar a noite ali e não havia casa de câmbio no lugar. Perguntamos o valor numa hospedagem e saía CHS 10.000,00 por pessoa, sem café da manhã. Muito caro pelo que era oferecido e bem mais do que tínhamos no bolso. Voltamos ao escritório, onde a funcionária fez algumas ligações tentando encontrar alguém que trocasse nosso dinheiro, sem sucesso. Pegamos a maior cara de abandono que temos nas mochilas e explicamos para as duas o quanto <strong>não podíamos gastar aquele dinheiro e o quanto estava frio lá fora</strong>, depois, sem uma solução, desconsolados saímos.</p>
<p class="p1">Estávamos na rua e ouvimos um barulho na janela do escritório, elas estavam nos chamando. Entramos e elas disseram: &#8220;não poderíamos estar fazendo isso, mas a companhia tem um container que serve como sala de espera e é aberto somente uma hora antes do embarque. <strong>Vamos abrir uma excessão e deixar vocês ficarem lá</strong>. Tem calefação, banheiros, tomadas e água.”</p>
<p class="p1">Não podia ser melhor! Impossível expressar a felicidade que sentimos quando o funcionário abriu a porta do container e ligou o aquecedor. Passamos a noite ali, dando informações para algumas pessoas que batiam perguntando se o barco já estava a caminho, foi ficando tarde, colocamos os isolantes no chão, abrimos os sacos de dormir e apagamos.</p>
<p class="p1">Lá pelas três da manhã ouvimos um ruído na porta. Assim conhecemos o francês Roman, que chagava ensopado (ele e toda a sua bagagem). Ele não sabia que o container estava aberto e estava na mesma situação que a gente, só que um pouco pior, porque só encontrou abrigo bem mais tarde. Emprestamos um de nossos isolantes para ele e oferecemos o lugar mais próximo ao aquecedor, para que dormisse mais confortável enquanto se secava.</p>
<p class="p1">O barco chegou as 14:00hs do dia seguinte. Embarcamos para <strong>uma travessia que duraria dezoito horas</strong> e assim passamos <strong>a pior noite da viagem</strong> e na minha opinião, a pior experiência que tive até aqui. Embora o tempo estivesse melhor e sem perigo de tempestades, o mar ainda estava revolto e o barco balançava de um lado para o outro, eu me virava no banco tentando encontrar uma posição que não me fizesse vomitar. Para ajudar, ficamos próximos do banheiro e sempre que as ondas começavam, começava junto o festival de ruídos das pessoas “chamando o Hugo”, além disso, uma das portas do banheiro não tinha trava e ficava batendo conforme o barco inclinava. Apesar do incômodo, todos estavam tranquilos, parecia ser normal balançar desse jeito, mas para mim que nunca tinha navegado nessas condições,<strong> parecia que eu estava a bordo do Titanic no momento do naufrágio</strong>. Eu fechava os olhos e pensava “quando abrir de novo, já terei dormido e será dia”, mas isso não acontecia e foi uma noite longa.</p>
<p class="p1">Chegamos a Chiloé no final da manhã na cidade de Quellon, mas decidimos ir direto para Castro, que era bem maior e portanto teríamos mais possibilidade de fazer câmbio. Descobrimos que havia um ônibus por apenas CHS2.000,00 (Aprox. R$10,00) por pessoa e por esse preço e com os olhos fundos da noite mal dormida, nem cogitamos tentar carona. Em Castro, Roman, Diego e eu caminhamos um pouco procurando hospedagem e encontramos um quarto para nós três na Hospedagem Mary por CHS6.000,00 (Aprox. R$30,00) cada um. Gostamos muito dos preços de Chiloé em comparação com o resto do Chile. Naquela noite tentei alguns contatos de Couchsurfing e Alejandra nos respondeu. A partir do dia seguinte ficamos na casa dela e de Sandro.</p>
<p class="p1">Encontramos em Ale e Sandro bons amigos, logo que chegamos nos deixaram muito à vontade e deram várias dicas sobre o arquipélago. Na noite em que chegamos cozinhamos feijão com arroz e tomamos vinho, rimos e conversamos até madrugada, foi muito divertido!</p>
<p class="p1">No dia seguinte já fomos “explorar a ilha”, tomamos um ônibus até a cidade de Cucao, onde fica o <strong>Parque Nacional Chiloé</strong> (por CHS 1.800,00 cada um, cerca de R$ 8,00). É um parque pequeno, porém muito bem cuidado e com trilhas bem sinalizadas, ali podem ser avistados diversos tipos de vegetação e há uma parte do bosque especialmente bela com <strong>árvores antigas cheias de musgos e teias de aranha.</strong> Também é possível caminhar por uma trilha e chegar ao Oceano Pacífico, pelo lado oeste da ilha, dá uma emoção grande ver as ondas batendo na areia, coisa que há muito não avistávamos, pois só tínhamos ido a pontos onde o mar não faz ondas. A entrada no parque custa CHS 1.500,00 (cerca de R$ 6,80).</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Vista-para-o-Oceano-Pacífico.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5878" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Vista-para-o-Oceano-Pacífico.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Vista para o Oceano Pacífico" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Passarelas-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5876" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Passarelas-2.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Passarelas 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Ovelha-e-o-verde.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5875" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Ovelha-e-o-verde.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Ovelha e o verde" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Murta.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5874" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Murta.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Murta" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Flora.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5873" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Flora.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Flora" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Entrada.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5872" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Entrada.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Entrada" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Bruna-e-as-passarelas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5871" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Parque-Nacional-Chiloé-Cucao-Bruna-e-as-passarelas.jpg" alt="Isla de Chiloé - Parque Nacional Chiloé - Cucao - Bruna e as passarelas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">Também percorremos a cidade de Castro e nos apaixonamos por suas construções feitas com pequenas telhas de madeira sobrepostas, chamadas “tijuelas”, com suas casas de palafitas, com seu rico mercado municipal e sua originalidade tão preservada que são poucos os pontos onde se vêem edifícios e outros indícios de modernidade, apesar de ser a maior cidade da ilha. Pelas ruas são vistos artesãos, vendedores de frutas e músicos. Outro destaque são as igrejas, <strong>patrimônio da humanidade pela UNESCO</strong>, que fazem jus ao seu título, elas foram construídas entre os séculos XVIII e XIX em madeira, com detalhes impressionantes.</p>
<p class="p1">Na feira municipal o destaque fica por conta da variedade de frutas e verduras (itens que mais ao sul do Chile são muito escassos), dentre eles <strong>o alho chilote, que são dentes de alho gigantes,</strong> mais parecendo cebolas, e também as batatas chilotas, que tem diversas cores e formatos. Ali também pode-se encontrar ampla variedade em artesanato, especialmente com lã de ovelha ou alpaca. Porém hoje a feira já incorporou vários produtos manufaturados &#8220;disfarçados&#8221; de artesanato, então é preciso observar bem para identificar o que é feito à mão mesmo e o que é industrial. Ainda assim, todos os produtos conservam o estilo chilote, que é encantador de qualquer forma.</p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-full wp-image-5861" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Costaneira-com-vista-para-as-palafitas.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Costaneira com vista para as palafitas" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Vista-interna-da-igreja.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5868" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Palafitas.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Palafitas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Vista-interna-da-igreja.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5862" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Costaneira.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Costaneira" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Vista-interna-da-igreja.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5869" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Ruas-da-cidade.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Ruas da cidade" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Vista-interna-da-igreja.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5864" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Igreja.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Igreja" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Vista-interna-da-igreja.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5870" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Vista-interna-da-igreja.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Vista interna da igreja" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Interno-Igreja-3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5867" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Interno-Igreja-3.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Interno Igreja 3" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Interno-Igreja-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5866" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Interno-Igreja-2.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Interno Igreja 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Interno-Igreja-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5865" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Interno-Igreja-1.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Interno Igreja 1" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Feira-municipal.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5863" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Feira-municipal.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Feira municipal" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Casa-com-tijuelas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5860" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Isla-de-Chiloé-Castro-Casa-com-tijuelas.jpg" alt="Isla de Chiloé - Castro - Casa com tijuelas" width="1024" height="683" /></a></p>
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