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	<title>A Natureza Humana &#187; Planejamento</title>
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		<title>Próxima viagem com data marcada!</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Nov 2017 20:47:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Intercâmbio]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Em breve completarão três anos que partimos para o mochilão na Patagônia. Desde o dia em que voltamos, transformados e deslumbrados com tudo o que vimos, passamos a escutar a inevitável pergunta: Quando será a próxima viagem? A vontade de responder com uma data, um local, um plano, era grande. Mas sabíamos que não era [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><span class="s1">Em breve completarão três anos que partimos para o mochilão na Patagônia. Desde o dia em que voltamos, transformados e deslumbrados com tudo o que vimos, passamos a escutar a inevitável pergunta: Quando será a próxima viagem?</span></p>
<p><span id="more-7543"></span></p>
<p class="p1"><span class="s1">A vontade de responder com uma data, um local, um plano, era grande. Mas sabíamos que não era hora. Passamos os últimos anos nos reencontrando por aqui, tentando <strong>trazer o estilo de vida mochileiro pra perto</strong>, pro dia-a-dia.</span></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Viagem-cicloturismo-pelo-litoral-Mochila-inspecionando-a-organização-dos-equipamentos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6855" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Viagem-cicloturismo-pelo-litoral-Mochila-inspecionando-a-organização-dos-equipamentos.jpg" alt="Viagem cicloturismo pelo litoral - Mochila inspecionando a organização dos equipamentos" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><span class="s1">Nesse meio tempo recebemos muitas pessoas em nossa casa através do <a title="Nossa casa cheia de vida com o Couchsurfing" href="http://anaturezahumana.com/2015/11/nossa-casa-cheia-de-vida-com-o-couchsurfing/" target="_blank">couchsurfing</a>, assim como fomos recebidos. Fizemos algumas <a title="Trekking Castelo dos Bugres – Joinville" href="http://anaturezahumana.com/2016/06/trekking-castelo-dos-bugres-joinville/" target="_blank">pequenas viagens por aqui</a>, mas menos do que gostaríamos. Mudamos nossa forma de trabalhar, partindo para o trabalho autônomo e buscando <strong>qualidade de vida</strong> ao trabalhar em casa (imaginando um dia fazer isso remotamente, quem sabe?). Adotamos uma gatinha linda chamada <strong>Mochila</strong>. Passamos a viver com outras pessoas, mais uma vez priorizando a qualidade de vida, morando em uma casa maior e melhor localizada, mas que sozinhos não poderíamos pagar. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">O trabalho foi um recomeço, fomos tateando até encontrar um nicho, um formato ideal, foi todo um processo que nos motivou por um tempo e exigiu dedicação para dar certo. <a href="http://www.caderneto.com" target="_blank">Deu certo</a>. E depois de dar certo a gente volta a sentir vontade de mudar, é o ciclo da vida. <strong>Hora de partir outra vez.</strong></span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Sim, vamos viajar! Sim, tem uma data, um local, um plano! <strong>Estamos prontos!</strong></span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Então anota aí, <strong>20 de fevereiro de 2018, rumo à Irlanda por 8 meses</strong>. As passagens já estão compradas e dessa vez faremos um intercâmbio, queremos ter a experiência de viver em outro país por um tempo e estudar inglês. Veja bem, mochilão e intercâmbio são duas formas incríveis de viajar e dessa vez vamos experimentar ficar estabelecidos em uma cidade, com casa, trabalho, estudo (mas é claro que faremos muitos trekkings por lá!). Estamos muito animados e esperamos registrar essa nova fase assim como fizemos antes. Agora é hora de focar no trabalho para juntar toda a grana que precisamos e nos preparar para deixar muitas coisas pra trás.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"><img class="aligncenter size-full wp-image-6154" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Buenos-Aires-Voltando-pra-casa.jpg" alt="Buenos Aires - Voltando pra casa" width="1024" height="683" /></span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Vamos mostrar todos esses processos por aqui e também no nosso <a href="https://www.youtube.com/channel/UCGprQZRBpuYY5W4VVxmwRWQ?" target="_blank">canal no youtube</a>, já conhece? Estamos nos aventurando por lá também, dá uma conferida e se inscreve que logo começam os vídeos mostrando os preparativos! <img src="http://anaturezahumana.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /></span></p>
<p class="p1"><span class="s1">ANH season 2, lá vamos nós!</span></p>
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		<title>Circuito Vale Europeu &#8211; Alforjes e Bolsa de Guidão</title>
		<link>http://anaturezahumana.com/2016/10/circuito-vale-europeu-alforjes-e-bolsa-de-guidao/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2016 11:30:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Alforjes Alto Estilo 60l]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de Guidão Ararauna 11l]]></category>
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		<category><![CDATA[ciclismo]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Como comentei nos últimos posts, essa semana está realmente corrida. O fato de ter chegado da viagem teste no domingo e ter que produzir todos os posts, fazer os últimos ajustes na bicicleta e também fazer os últimos contatos, tanto do meu trabalho como fotógrafo, quanto dos contatos relacionados ao projeto. Enfim, foi um caos, mas no final [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e3f34a546cc" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">O</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>ntem foi um dia muito especial e hoje também será. Amanhã parto para a viagem pelo Vale Europeu e me sinto bem preparado em todos os aspectos. Não pude deixar de <strong>abrir um sorriso gigante</strong> quando olhei pra bicicleta com esses equipamentos instalados.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><span id="more-6937"></span></p>
<p>Como comentei nos últimos posts, essa semana está realmente corrida. O fato de ter chegado da viagem teste no domingo e ter que produzir todos os posts, fazer os últimos ajustes na bicicleta e também fazer os últimos contatos, tanto do meu trabalho como fotógrafo, quanto dos contatos relacionados ao projeto. Enfim, foi um caos, mas no final das contas deu tudo certo e aqui estou eu, <strong>pronto pra cair na estrada</strong>. Ou melhor, cair não, pelo menos não pretendo, vamos concentrar só em pedalar mesmo, vamos deixar o cair pra lá! (ba dum tss)</p>
<p>Ontem a chuva deu uma aliviada no início da tarde e essa trégua finalmente casou com um tempo livre meu. Peguei os equipamentos novinhos e fui até o bicicletário do apartamento munido das informações necessárias para a instalação que são muito simples. Vi apenas um <a title="Alforje 60 Litros - Alto Estilo" href="https://www.youtube.com/watch?v=a3llhdWMDbA" target="_blank">vídeo que a própria Pedarilhos</a> (loja aonde comprei os alforjes) produziu e foi muito tranquilo pra instalar.</p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/10/Cicloturismo-Vale-Europeu-Bike-pronta-com-os-alforjes-Alto-Estilo-60l-e-a-bolsa-de-guidão-Ararauna-11l.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6941" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/10/Cicloturismo-Vale-Europeu-Bike-pronta-com-os-alforjes-Alto-Estilo-60l-e-a-bolsa-de-guidão-Ararauna-11l-1024x683.jpg" alt="Cicloturismo Vale Europeu - Bike pronta com os alforjes Alto Estilo 60l e a bolsa de guidão Ararauna 11l" width="1024" height="683" /></a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/10/Cicloturismo-Vale-Europeu-Bike-pronta-com-os-alforjes-Alto-Estilo-60l-e-a-bolsa-de-guidão-Ararauna-11l-2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6942" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/10/Cicloturismo-Vale-Europeu-Bike-pronta-com-os-alforjes-Alto-Estilo-60l-e-a-bolsa-de-guidão-Ararauna-11l-2-1024x683.jpg" alt="Cicloturismo Vale Europeu - Bike pronta com os alforjes Alto Estilo 60l e a bolsa de guidão Ararauna 11l" width="1024" height="683" /></a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/10/Cicloturismo-Vale-Europeu-Bike-pronta-com-os-alforjes-Alto-Estilo-60l-e-a-bolsa-de-guidão-Ararauna-11l-3.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6943" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/10/Cicloturismo-Vale-Europeu-Bike-pronta-com-os-alforjes-Alto-Estilo-60l-e-a-bolsa-de-guidão-Ararauna-11l-3-1024x683.jpg" alt="Cicloturismo Vale Europeu - Bike pronta com os alforjes Alto Estilo 60l e a bolsa de guidão Ararauna 11l" width="1024" height="683" /></a></p>
<p>Depois de tudo pronto saí em direção ao centro pra resolver todos os meus afazeres da tarde. Já nas primeiras pedaladas pude notar uma diferença enorme na estabilidade, lógico que eu estava carregando muito menos peso que no final de semana quando estava com a caixa plástica, mas ainda assim era bem perceptível o quanto essa estabilidade melhorou por causa da alteração na <strong>altura aonde fica localizado o peso</strong>, isso muda completamente o centro de gravidade da bicicleta e influencia bastante na pedalada.</p>
<p>Meu quadro não é lá dos maiores então os alforjes ficaram um pouco próximos demais dos meus pés durante a pedalada, mas amanhã vou tentar instalá-los mais para trás pra ver se isso ainda ocorre. Não chega a incomodar muito, mas como não pedalo com sapatilha, as vezes gosto de variar o posicionamento do pé no pedal e ontem me senti um pouco limitado nesse aspecto. Os alforjes são realmente muito espaçosos, cabe muita coisa em 60l de espaço, muita coisa mesmo. Tanto os alforjes quanto a bolsa de guidão são confeccionados em Cordura, um material sintético muito resistente. <strong>As costuras de ambos são bem reforçadas</strong> e parece que vão se manter assim por muito tempo.</p>
<p>O ganho na agilidade e na facilidade de sacar a câmera com a bolsa de guidão é algo muito sensacional. Antes eu tinha que sair da bicicleta, apoiar ela contra meu corpo, pegar a câmera, tirar a foto, guardar a câmera e depois subir de novo na bike. Agora preciso simplesmente parar, abrir um ziper e pronto. <strong>Vai facilitar e muito nos registros durante a viagem</strong>. Peguei uma chuva mais forte um pouco antes de chegar em casa e já fui obrigado a utilizar a capa de chuva nela, a colocação também é bem rápida e prática. A Cordura possui um tratamento de impermeabilização, e nos alforjes eu não vou utilizar capa de chuva, mas na bolsa de guidão ficam os equipamentos eletrônicos então é sempre melhor garantir.</p>
<p><a title="Link para a atividade no Strava" href="https://www.strava.com/activities/735742720" target="_blank">A atividade do Strava</a> apontou 25,3km em 1 hora e 18 minutos, média de 20,7km/h. Como comentei, não estava com o peso total dos equipamentos, mas já deu pra sentir que talvez minha média durante a viagem gire em torno disso quando estiver pedalando em terrenos mais planos.</p>
<p>Hoje a tarde quero ver se consigo instalar o pézinho pra poder deixar a bike de pé sem maiores problemas e também os paralamas e parabarros. Se não conseguir hoje a tarde vou ter que partir sem eles. São acessórios mais opcionais, mas prevejo que também vão dar uma grande força. Pela previsão, a chuva deve dar uma amenizada, devo pegar apenas trechos de garoa durante o final de semana. Considero essa previsão favorável, vou torcer apenas pra não ter chuvas fortes, mas garoas estou disposto a encarar tranquilamente. Talvez eu pudesse reagendar a viagem e esperar uma janela de clima melhor, mas tenho receio que isso acabe se estendendo por muito tempo e me complique mais com o trabalho e os outros afazeres.</p>
<p>Não tem como terminar esse post sem agradecer mais uma vez <a title="Over Bike Center" href="http://www.overbikecenter.com.br/" target="_blank">Over Bike</a> e a <a title="Brasil Botões" href="http://www.brasilbotoes.com.br/" target="_blank">Brasil Botões</a> pelo apoio neste projeto. Muito obrigado mesmo, é um sonho que está saindo do papel graças a muito esforço da minha parte e também graças ao apoio de vocês. Queria agradecer aqui também a Heloísa, repórter d<a title="O Correio do Povo" href="http://ocponline.com.br/" target="_blank">&#8216;O Correio do Povo</a> e querida amiga, e o Ricardo e a Gabriela, do <a title="Por Acaso" href="http://poracaso.com/" target="_blank">Por Acaso</a>, pelo auxílio na divulgação do projeto também.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cicloturismo &#8211; Preparação da viagem pelo litoral</title>
		<link>http://anaturezahumana.com/2016/09/cicloturismo-preparacao-da-viagem-pelo-litoral/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Sep 2016 21:20:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[alforje DIY]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Na segunda-feira tive que levar o carro para o conserto e fiquei R$340,00 mais pobre, pensei comigo: &#8220;mais um motivo pra pedalar&#8221;. Depois que peguei o carro, era a vez da bicicleta ir pra oficina, afinal de contas era a semana da viagem e eu nem tinha bagageiro instalado. Fui até a Over Bike e tive uma ótima [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e3f34a5b68b" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">H</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>oje acordei nas nuvens, <strong>com o sentimento de que tudo estava a meu favor</strong>. Já separei quase todo o equipamento ontem, o checklist está bem alinhado e tudo está correndo melhor que o esperado.</p>
<p>À tarde meu pai veio até Jaraguá pra buscar as bicicletas e irmos juntos lá pra casa dele em Barra do Sul, de onde vamos começar o pedal. No <a title="Cicloturismo – Roteiro da viagem pelo litoral" href="http://anaturezahumana.com/2016/09/cicloturismo-roteiro-da-viagem-pelo-litoral/" target="_blank">post anterior</a> eu comentei que de repente eu poderia ir pedalando até Barra do Sul, mas de qualquer forma meu pai teria que vir até aqui pra pegar a bicicleta da Bruna, que é a que ele vai utilizar, então resolvi ir com ele também e ganhar um pouco mais de tempo na preparação das coisas e também ter <strong>tempo pra relatar aqui tudo o que ocorreu nos últimos dias</strong>.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><span id="more-6849"></span></p>
<p>Na segunda-feira tive que levar o carro para o conserto e fiquei R$340,00 mais pobre, pensei comigo: &#8220;mais um motivo pra pedalar&#8221;. Depois que peguei o carro, era a vez da bicicleta ir pra oficina, afinal de contas era a semana da viagem e eu nem tinha bagageiro instalado. Fui até a <a title="Over Bike Center" href="http://www.overbikecenter.com.br/" target="_blank">Over Bike</a> e tive uma ótima conversa sobre viagem, novos projetos e sobre o ciclismo como modo de vida com o Denilson do Amarante, proprietário da loja, que até então eu só conhecia por Dênis.</p>
<p>O Dênis topou ser um apoiador do projeto e me <strong>deu toda a mão de obra envolvida na manutenção das bicicletas na faixa</strong>, além de fazer um preço camarada demais em todas as peças e equipamentos que comprei lá. Isso foi um passo gigante na preparação da viagem e diminuiu bastante o custo inicial, pois como comentei no <a title="Circuito Vale Europeu – Cicloturismo – O que vou levar" href="http://anaturezahumana.com/2016/09/circuito-vale-europeu-cicloturismo-o-que-vou-levar/" target="_blank">post sobre o que vou levar para a viagem</a> minha ideia era de manter o custo bem baixo e, caso eu não conseguisse patrocínio, eu provavelmente instalaria só o bagageiro e iria sem os alforjes e sem a bolsa de guidão.</p>
<p>Mas toda essa ideia mudou depois da conversa que tive ontem na <a title="Brasil Botões" href="http://www.brasilbotoes.com.br/" target="_blank">Brasil Botões</a>, com meus amigos Rogerio, Guilherme e Gustavo. Já trabalho com eles há algum tempo prestando serviços de fotografia e sei que eles haviam acompanhado trechos da viagem pela Patagônia, inclusive já havíamos conversado sobre isso algumas vezes. Apresentei a eles o projeto da viagem pelo Circuito Vale Europeu e eles toparam na hora serem <strong>patrocinadores integrais do projeto</strong>, ou seja, iriam cobrir o custo da aquisição de todos os equipamentos. Conversamos muito sobre viagens e passeios aqui pela região e trocamos muitas indicações de lugares pra visitar tão belos e tão próximos de nossa cidade. Eu nem sabia como agradecer eles, saímos da sala de reuniões e eu não conseguia demonstrar outra expressão que não fosse um sorriso de orelha a orelha.</p>
<p>Depois dessa conversa eu fui rapidamente pesquisar os melhores preços e a disponibilidade dos alforjes e da bolsa de guidão. Para que os equipamentos pudessem chegar a tempo da viagem eu precisava comprar eles logo, o prazo estava estourando. Acabei optando pelos <a title="Alforje 60l Alto Estilo - Pedarilhos" href="http://www.pedarilhos.com.br/loja/alforje-60l-alto-estilo.html" target="_blank">alforjes de 60l da Alto Estilo, que comprei na Pedarilhos</a> e pela <a title="Bolsa de guidão Ararauna 11l - Mundo Cicloturismo" href="http://www.cicloturismo.com.br/alforjes/15-bolsa-de-guidao-11l-arara-una.html" target="_blank">bolsa de guidão da Ararauna de 11l, que comprei na Mundo Cicloturismo</a>. Fui muito bem atendido nas duas lojas e ambas se comprometeram em enviar os produtos no máximo até hoje para que eu pudesse recebê-los no início da semana que vem.</p>
<p>Após a compra dos equipamentos fui até a Over Bike pra buscar a bicicleta e <strong>ela estava simplesmente perfeita</strong>. Saí da loja pedalando meio sem destino, só pelo prazer de pedalar e aproveitar o sentimento de alegria que me preenchia. Passei na casa de alguns amigos pra contar as boas novas e depois vim pra casa pra terminar de organizar as coisas e descansar.</p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Viagem-cicloturismo-pelo-litoral-Mochila-inspecionando-a-organização-dos-equipamentos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6855" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Viagem-cicloturismo-pelo-litoral-Mochila-inspecionando-a-organização-dos-equipamentos.jpg" alt="Viagem cicloturismo pelo litoral - Mochila inspecionando a organização dos equipamentos" width="1024" height="683" /></a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Viagem-cicloturismo-pelo-litoral-Bicicleta-pronta-com-o-bagageiro-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6857" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Viagem-cicloturismo-pelo-litoral-Bicicleta-pronta-com-o-bagageiro-2.jpg" alt="Viagem cicloturismo pelo litoral - Bicicleta pronta com o bagageiro" width="1024" height="683" /></a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Viagem-cicloturismo-pelo-litoral-Bicicleta-pronta-com-o-bagageiro.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6856" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Viagem-cicloturismo-pelo-litoral-Bicicleta-pronta-com-o-bagageiro.jpg" alt="Viagem cicloturismo pelo litoral - Bicicleta pronta com o bagageiro" width="1024" height="683" /></a></p>
<p>No início da tarde de hoje meu pai chegou e fomos buscar a bicicleta da Bruna que ainda estava na Over Bike, depois disso compramos as últimas coisas que ainda faltavam e viemos pra casa pra carregar tudo e ir pra Barra do Sul. Chegando em Barra do Sul fizemos a fixação da caixa com abraçadeiras plásticas e o resultado final foi bom e estável. Na foto de detalhe abaixo eu mostro a posição em que prendi as abraçadeiras na caixa e no bagageiro.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6858" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Viagem-cicloturismo-pelo-litoral-Bicicleta-pronta-com-a-caixa-plástica.jpg" alt="Viagem cicloturismo pelo litoral - Bicicleta pronta com a caixa plástica" width="1024" height="683" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-6859" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Viagem-cicloturismo-pelo-litoral-Detalhe-da-instalação-da-caixa-plástica.jpg" alt="Viagem cicloturismo pelo litoral - Detalhe da instalação da caixa plástica" width="1024" height="683" /></p>
<p>Depois de instalar a caixa plástica resolvi carregar as coisas de um jeito meio improvisado só pra andar alguns metros e sentir como estava a bicicleta. Ainda vou levar um tempo pra me adaptar a pedalar com o peso e o volume no bagageiro, mas <strong>no geral foi uma primeira boa impressão</strong>.</p>
<p>Ah, e não poderia deixar de falar sobre domingo, 02 de outubro: se não ocorrer nenhum imprevisto eu vou pedalar os 62km previstos para o último dia e retornar pra Jaraguá ainda a tempo de comparecer às urnas. Sinceramente, acho que nossas opções aqui no município não são as melhores, mas vamos votar consciente e cobrar de nossos governantes ações efetivas para melhorar nossa qualidade de vida. Sejamos mais politizados, busquemos mais informação e, acima de tudo, vamos cobrar mais resultados. Na escala municipal isso é mais fácil de concretizar, escolha seu candidato com muita atenção e <strong>cobre resultados dele pessoalmente, aqui isso é possível</strong>. Vamos ser a mudança que tanto almejamos. Um grande abraço e até breve!</p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Viagem-cicloturismo-pelo-litoral-Bicicleta-pronta-e-carregada.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6860" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Viagem-cicloturismo-pelo-litoral-Bicicleta-pronta-e-carregada.jpg" alt="Viagem cicloturismo pelo litoral - Bicicleta pronta e carregada" width="1024" height="683" /></a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Viagem-cicloturismo-pelo-litoral-Bicicleta-pronta-e-carregada-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6861" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Viagem-cicloturismo-pelo-litoral-Bicicleta-pronta-e-carregada-2.jpg" alt="Viagem cicloturismo pelo litoral - Bicicleta pronta e carregada 2" width="1024" height="1536" /></a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Viagem-cicloturismo-pelo-litoral-Bicicleta-pronta-e-carregada-3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6862" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Viagem-cicloturismo-pelo-litoral-Bicicleta-pronta-e-carregada-3.jpg" alt="Viagem cicloturismo pelo litoral - Bicicleta pronta e carregada 3" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>Cicloturismo &#8211; Roteiro da viagem pelo litoral</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Sep 2016 12:31:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cicloturismo]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Pensei em um roteiro de 3 dias e, por se tratar de um trajeto que não é um circuito, vamos acabar fazendo a ida e a volta por percursos similares. Na ida passaremos por várias praias e estaremos beirando o litoral em quase todos os momentos e na volta vamos optar pelo caminho mais curto, pois vamos fazer a [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e3f34a60771" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">C</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>omo comentei no <a title="Trabalho, treino e a dualidade das coisas" href="http://anaturezahumana.com/2016/09/trabalho-treino-e-a-dualidade-das-coisas/" target="_blank">último post sobre a viagem</a>, meu pai decidiu se juntar a mim numa viagem teste antes de partir para o <a title="Circuito Vale Europeu – Cicloturismo – Definindo o roteiro" href="http://anaturezahumana.com/2016/09/circuito-vale-europeu-cicloturismo-definindo-o-roteiro/" target="_blank">Vale Europeu</a>. Decidi que iríamos fazer uma viagem pelo litoral, iniciando em Balneário Barra do Sul, cidade em que ele vive hoje. No roteiro procurei colocar umas praias que ainda não conheço aqui do litoral norte e também manter uma quilometragem diária mais baixa pra não forçar muito a barra do meu pai que pedala muito pouco.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><span id="more-6841"></span></p>
<p>Pensei em um roteiro de 3 dias e, por se tratar de um trajeto que não é um circuito, vamos acabar fazendo a <strong>ida e a volta por percursos similares</strong>. Na ida passaremos por várias praias e estaremos beirando o litoral em quase todos os momentos e na volta vamos optar pelo caminho mais curto, pois vamos fazer a ida em 2 dias e a volta somente em 1. Simplificando a rota, é mais ou menos isso:</p>
<p><em>1º dia: Casa &gt; Centro de Barra do Sul &gt; Barra do Itapocú &gt; Lagoa de Barra Velha &#8211; Aprox. 37km.</em><br />
<em>2º dia: Lagoa de Barra Velha &gt; Barra Velha &gt; Itajuba &gt; Piçarras &gt; Praia da Saudade &gt; Penha &gt; Armação &gt; Ponta do Vigia &gt; Praia Vermelha &gt; Praia de São Miguel &#8211; Aprox. 41km.</em><br />
<em>3º dia: Praia de São Miguel &gt; Penha &gt; Piçarras &gt; Barra Velha &gt; Barra do Sul &gt; Casa &#8211; Aprox. 62km.</em></p>
<p>Totalizando uma quilometragem de aproximadamente 140km em 3 dias ficamos com uma média de 46km diários, que é algo que dentro do que eu esperava. São poucos os trechos que vão ter inclinação, então essa quilometragem deve ser bem fácil de manter se não ocorrer nenhum imprevisto.</p>
<p>Ainda estou pensando se vou fazer o trajeto até Barra do Sul pedalando ou de carro, provavelmente eu faça de carro porque unindo os 3 dias dessa viagem e mais os 7 da viagem pelo Vale Europeu eu vou ficar no mínimo 10 dias fora e preciso ver como vou fazer para<strong> aliar isso com o trabalho</strong> e com outras atividades do meu dia-a-dia. Daqui de casa até lá são mais 55km, isso adicionaria um treino interessante, mas como disse, ainda é cedo pra dizer se isso vai ser possível ou não.</p>
<p>Essa viagem já tem data marcada e deve iniciar no dia 30, mais conhecido como sexta-feira da semana que vem! Ou seja, <strong>já estou meio que correndo contra o relógio</strong>, porque ainda não fiz nada das adaptações e as revisões que preciso fazer nas bicicletas. Meu pai vai pedalar com a bicicleta da Bruna que já tem um bagageiro mais simples que deve suportar legal o peso de alguns equipamentos, mas a grande parte vai na minha bicicleta mesmo e preciso preparar ela bem.</p>
<p>Estou bem ansioso. Agora que percebi que falta pouco pra botar o pé no pedal e cair na estrada minha cabeça está a mil e estou bem curioso pra saber como vai ser viajar com meu pai. Ele, com 62 anos, eu com 28, nenhum dos dois fez uma viagem de bicicleta na vida, então essa experiência tem tudo pra ser, <strong>no mínimo, engraçada</strong>. Esse post acabou ficando curtinho, mas não quero encher muita linguiça aqui, tenho que começar a correr atrás dos últimos preparativos. Assim que tiver mais novidades eu faço mais um post atualizando a situação toda.</p>
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		<title>Circuito Vale Europeu &#8211; Cicloturismo &#8211; O que vou levar</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Sep 2016 23:03:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Alimentação: Serão 7 dias de pedalada e pretendo fazer 4 &#8220;refeições&#8221; ao dia sendo que provavelmente vou trocar o café da manhã pelo almoço, como fizemos em alguns dias no trekking do Torres del Paine, vou começar o dia com uma comida mais pesada (como um macarrão ou um feijão enlatado, por exemplo) depois duas paradas lanche [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e3f34a66e08" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">N</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>esse segundo post da série do Vale Europeu eu vou listar tudo o que <del>acho que</del> vou precisar para completar o circuito e também o quanto isso tudo vai custar. Vou fazer o possível para <strong>minimizar todos os custos</strong> e manter toda a preparação o mais simples possível para não perder tanto a empolgação e me concentrar mais nos treinos de resistência.</p>
<p>Lembrando que minha experiência com cicloturismo é zero, então pode ser que eu leve coisas demais ou de menos, mas com base na nossa viagem de mochilão dá pra ter uma ideia do que vou precisar. Além da questão custo, outro ponto importante é <strong>o volume e o peso dos equipamentos</strong>, fator que também é muito importante no mochilão, então já estou um acostumado a levar isso em consideração.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><span id="more-6800"></span></p>
<p><strong>Alimentação:<br />
</strong>Serão 7 dias de pedalada e pretendo fazer 4 &#8220;refeições&#8221; ao dia sendo que <strong>provavelmente vou trocar o café da manhã pelo almoço</strong>, como fizemos em alguns dias no <a title="Guia Torres del Paine – Circuito Paine Maciço ou “O”" href="http://anaturezahumana.com/2015/03/guia-torres-del-paine-circuito-paine-macico/" target="_blank">trekking do Torres del Paine</a>, vou começar o dia com uma comida mais pesada (como um macarrão ou um feijão enlatado, por exemplo) depois duas paradas lanche (um sanduíche e/ou uma fruta) e no final do dia uma janta, novamente uma refeição um pouco mais pesada, com mais nutrientes do que os lanches.</p>
<p>Tendo em mente que vou estar cruzando várias cidades não vai ser necessário carregar muita coisa, pois posso parar em qualquer mercadinho e <strong>comprar a comida para o dia</strong>. Sempre com uma leve margem de segurança para o caso de uma emergência onde eu posso ficar parado numa estrada pouco movimentada.</p>
<p>Vou utilizar uma meta de <strong>R$15,00 por dia pra alimentação</strong>, acho que vai ser o necessário, multiplicando pelos 7 dias me dá um total de R$105,00. Para cozinhar vou usar os mesmos utensílios que utilizamos na viagem: um pequeno fogareiro, uma leiteira como panela e um pote plástico para servir.</p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Pedal-de-Treino-Jaraguá-do-Sul-Subida-Morro-das-Antenas-Passando-pelo-rio-no-trajeto.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6807" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Pedal-de-Treino-Jaraguá-do-Sul-Subida-Morro-das-Antenas-Passando-pelo-rio-no-trajeto-1024x683.jpg" alt="Pedal de Treino - Jaraguá do Sul - Subida Morro das Antenas - Passando pelo rio no trajeto" width="1024" height="683" /></a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Pedal-de-Treino-Jaraguá-do-Sul-Subida-Morro-das-Antenas.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6808" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Pedal-de-Treino-Jaraguá-do-Sul-Subida-Morro-das-Antenas-1024x683.jpg" alt="Pedal de Treino - Jaraguá do Sul - Subida Morro das Antenas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p><strong>Equipamentos:<br />
</strong>Para carregar tudo na bicicleta vou instalar um bagageiro que custa na faixa de R$150,00 e em cima dele vou instalar uma daquelas caixas de feira de plástico para utilizar como alforje. Caso essa viagem receba algum apoio/patrocínio talvez eu já parta direto para a instalação dos alforjes de verdade que custam na faixa de R$380,00. Um outro item que me auxiliaria muito seria uma bolsa de guidão para <strong>manter a câmera em um local de fácil acesso</strong>, mas ela também é um pouco cara, custa na faixa de R$270,00, então ainda vou analisar se vou comprar ela ou não.</p>
<p>Fora isso antes de partir vou fazer uma revisão completa na bicicleta e ver se preciso trocar ou fazer manutenção em alguma coisa, mas se for só a revisão mesmo ela fica na faixa de R$80,00.</p>
<p>Com relação aos equipamentos de camping, roupas e demais utensílios, não preciso me preocupar, pois já temos tudo em mãos por causa da viagem pra Patagônia, seria legal ter algo mais específico para essa viagem para não precisar carregar um saco de dormir tão volumoso, por exemplo, mas isso já é quase uma espécie de luxo. <strong>Minha ideia é tentar simplificar ao máximo</strong> para viabilizar a coisa toda o mais rápido possível e também passar um pouco de perrengue, afinal de contas é com momentos de superação que a viagem fica ainda mais interessante.</p>
<p>Somando os custos dessa parte ficamos com o valor aproximado de R$280,00 caso eu fique só com a caixa plástica no bagageiro; R$550,00 se eu pegar também a bolsa de guidão e R$930,00 se eu comprar também os alforjes.</p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Pedal-de-Treino-Jaraguá-do-Sul-Subida-Morro-das-Antenas-Cidade-no-anoitecer.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6805" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Pedal-de-Treino-Jaraguá-do-Sul-Subida-Morro-das-Antenas-Cidade-no-anoitecer-1024x683.jpg" alt="Pedal de Treino - Jaraguá do Sul - Subida Morro das Antenas - Cidade no anoitecer" width="1024" height="683" /></a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Pedal-de-Treino-Jaraguá-do-Sul-Subida-Morro-das-Antenas-Cidade.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6806" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Pedal-de-Treino-Jaraguá-do-Sul-Subida-Morro-das-Antenas-Cidade-1024x683.jpg" alt="Pedal de Treino - Jaraguá do Sul - Subida Morro das Antenas - Cidade" width="1024" height="683" /></a></p>
<p><strong>Checklist geral de tudo que vai ser levado:<br />
</strong>- Barraca (Aztec Nepal 2)<br />
&#8211; Saco de dormir (Deuter Orbit -5º)<br />
&#8211; Isolante térmico (Therm-a-rest Trail Lite)<br />
&#8211; Mochila pequena (Doite Ascent 25l)<br />
&#8211; Roupas (1 bermuda ciclismo, 1 blusa segunda pele, 1 calça segunda pele, 2 camisas dry-fit, 2 camisetas, 2 calças-bermudas, 1 fleece, 1 anoraque, 1  calça impermeável,  5 cuecas, 5 pares de meias e 1 par de luvas)<br />
&#8211; Calçados (1 par de chinelos e 1 par de tênis)<br />
&#8211; Acessórios (1 óculos de sol, 1 óculos de proteção transparente e 1 faixa multi função que pode ser usada como faixa de cabelo, balaclava ou cachecol)<br />
&#8211; Higiente (1 toalha de banho, 1 toalha de rosto, sabonete, xampu, repelente e protetor solar)<br />
&#8211; Remédios (analgésicos, anti-inflamatórios, bandaids, esparadrapo e faixa)<br />
&#8211; Utensílios (capacete, luzes de sinalização, lanterna de cabeça, 10m corda de varal, cordas-elásticas com gancho, canivete, silver tape, sacos plásticos, saco estanque, cadeado, documentos)<br />
&#8211; Manutenção (2 câmeras reservas, remendos, bomba de ar, chave multi-uso)<br />
&#8211; Eletrônicos (Celular, câmera Canon t3i + 18-200mm + 35mm, GoPro Hero 2, baterias reservas, carregador, cartões de memória e tripé)<br />
&#8211; Cozinha (fogareiro, gás, leiteira, pote plástico, caneca plástica, talheres, esponja e detergente)<br />
&#8211; Bicicleta! (Caloi Supra 10)</p>
<p>Muito bem! Todos os itens listados e custos aproximadamente calculados, nos próximos dias vou tentar alguns contatos de possíveis apoiadores e focar ainda mais nos treinos. Obviamente sigo trabalhando e com as minhas tarefas do dia-a-dia normais, então <strong>tudo acaba ficando um pouco corrido</strong>, mas sigo muito empolgado com esse grande progresso na parte do planejamento que, agora, está praticamente finalizada.</p>
<p>Meu treino hoje foi até a porteira na subida do Morro das Antenas, as fotos desse post foram feitas nesse trajeto. <a title="Link para a atividade no Strava" href="https://www.strava.com/activities/702044765" target="_blank">O treino de ontem na Malwee</a> foi de 40km com 280m de altimetria e <a title="Link para a atividade no Strava" href="https://www.strava.com/activities/703079842" target="_blank">o de hoje foi de apenas 28km, mas com 536m de altimetria</a>. Meu destino era até a Chiesetta Alpina, mas quando cheguei na porteira resolvi parar por ali pra não forçar demais nos primeiros dias de treino e acabar me desgastando em excesso.</p>
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		<title>Circuito Vale Europeu &#8211; Cicloturismo &#8211; Definindo o roteiro</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Sep 2016 01:49:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
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		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Jaraguá do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[parque Malwee]]></category>
		<category><![CDATA[preparação]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Decidido isso, o próximo passo seria definir o roteiro. Em um primeiro momento cogitei ir até Florianópolis, passando por alguns pontos do litoral norte pelos quais sou apaixonado, como Bombinhas e Mariscal, mas como o clima ainda não está tão quente resolvi alterar esse trajeto, me jogar pra serra e encarar o Circuito Vale Europeu. Normalmente o circuito [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com/2016/09/circuito-vale-europeu-cicloturismo-definindo-o-roteiro/">Circuito Vale Europeu &#8211; Cicloturismo &#8211; Definindo o roteiro</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com">A Natureza Humana</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e3f34a6b6dc" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">H</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>á algum tempo fico me perguntando como seria fazer uma viagem sozinho. Como seria encarar a estrada ou algum trekking mais pesado sem ter a Bruna do meu lado. <strong>Como eu ia estar emocionalmente, o quão introspectiva seria a viagem</strong>, se seria monótono ou não, enfim, muitas dúvidas. Desde que fizemos o mochilão e encontramos várias pessoas viajando sozinhas isso foi algo que ficou na minha cabeça.</p>
<p>Por outro lado, ando pedalando mais nos últimos tempos e gostaria muito de fazer um pedal mais longo, com bastante esforço físico e com direito a passar algumas noites na estrada. Empolgado com o livro <a title="Trilhando Sonhos - Extremos" href="http://www.extremos.com.br/ebooks/2014/trilhando_sonhos/" target="_blank">Trilhando Sonhos</a> do Thiago Fantinatti <strong>resolvi bater o martelo e fazer uma viagem de bicicleta</strong>.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><span id="more-6783"></span></p>
<p>Decidido isso, o próximo passo seria definir o roteiro. Em um primeiro momento cogitei ir até Florianópolis, passando por alguns pontos do litoral norte pelos quais sou apaixonado, como Bombinhas e Mariscal, mas como o clima ainda não está tão quente resolvi alterar esse trajeto, me jogar pra serra e encarar o <a title="Cicloturismo - Circuito Vale Europeu" href="http://cicloturismo.circuitovaleeuropeu.com.br/" target="_blank">Circuito Vale Europeu</a>.</p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Pedal-de-treino-Parque-Malwee-Jaraguá-do-Sul-Bike-e-quiosque.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6791" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Pedal-de-treino-Parque-Malwee-Jaraguá-do-Sul-Bike-e-quiosque-1024x683.jpg" alt="Pedal de treino - Parque Malwee - Jaraguá do Sul - Bike e quiosque" width="1024" height="683" /></a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Pedal-de-treino-Parque-Malwee-Jaraguá-do-Sul-Roda-dágua-2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6793" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Pedal-de-treino-Parque-Malwee-Jaraguá-do-Sul-Roda-dágua-2-1024x683.jpg" alt="Pedal de treino - Parque Malwee - Jaraguá do Sul - Roda d'água 2" width="1024" height="683" /></a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Pedal-de-treino-Parque-Malwee-Jaraguá-do-Sul-Roda-dágua.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6794" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Pedal-de-treino-Parque-Malwee-Jaraguá-do-Sul-Roda-dágua-1024x683.jpg" alt="Pedal de treino - Parque Malwee - Jaraguá do Sul - Roda d'água" width="1024" height="683" /></a></p>
<p>Normalmente o circuito completo é feito em um período de 6 a 8 dias e inicia e termina em Timbó. Fazendo ele dessa maneira tem-se acesso ao guia do trajeto e ao certificado do circuito, mas sinceramente não estou muito interessado no certificado e com base em vários relatos que encontrei pela internet resolvi montar meu próprio roteiro <strong>iniciando já aqui de Jaraguá</strong>.</p>
<p>Pois bem, iniciando a parte do planejamento, definido o destino eu preciso definir o roteiro detalhado, como vai ser o estilo da viagem, quanto eu pretendo gastar e a quantidade de perrengues que eu vou estar disposto a passar. Decidi que não vou pagar por hospedagem em nenhum dos dias da viagem, vou fazer ela com o <strong>menor custo possível</strong>, pagando apenas por alimentação e por alguma manutenção na bicicleta, caso seja necessário.</p>
<p>Acabo de definir a rota toda e decidi que <strong>vou fazer o trajeto todo em 7 dias saindo e retornando a Jaraguá</strong>. É um trajeto mais puxado que o convencional justamente por eu ter que me deslocar daqui até algum ponto onde eu possa iniciar o circuito, que no caso será em Rio dos Cedros. Simplificando a rota, é mais ou menos isso:<br />
<em>1º dia: Jaraguá &gt; Rio dos Cedros &#8211; Aprox. 61km.</em><br />
<em>2º dia: Rio dos Cedros &gt; Timbó &gt; Benedito Novo &gt; Alto Palmeiras &#8211; Aprox. 53km.</em><br />
<em>3º dia: Alto Palmeiras &gt; Cachoeiras sentido Doutor Pedrinho &#8211; Aprox. 45km.</em><br />
<em>4º dia: Cachoeiras sentido Doutor Pedrinho &gt; Doutor Pedrinho &#8211; Aprox. 45km.</em><br />
<em>5º dia: Doutor Pedrinho &gt; Cachoeira Zinco &gt; Cachoeira Salto &gt; Rodeio &#8211; Aprox. 45km.</em><br />
<em>6º dia: Rodeio &gt; Ascurra &gt; Indaial &#8211; Aprox. 45km.</em><br />
<em>7º dia: Indaial &gt; Pomerode &gt; Jaraguá &#8211; Aprox. 72km.</em></p>
<p>Totalizando uma quilometragem de aproximadamente 366km em 7 dias fico com uma média de 52km diários, o que é alto para alguém com pouco preparo no ciclismo como eu. <strong>Nunca fiz uma viagem de bicicleta tão longa</strong> e não sei como será pedalar com o peso da bagagem, por isso vou tentar impor um ritmo mais forte nos próximos dias pra melhorar meu condicionamento físico. Vou estabelecer isso como meta e depois, se por acaso eu perceber que não vou ter condicionamento suficiente, eu estendo um pouco mais o número de dias da viagem para diminuir a média de quilometragem/dia.</p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Pedal-de-treino-Parque-Malwee-Jaraguá-do-Sul-Árvores.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6790" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Pedal-de-treino-Parque-Malwee-Jaraguá-do-Sul-Árvores-1024x683.jpg" alt="Pedal de treino - Parque Malwee - Jaraguá do Sul - Árvores" width="1024" height="683" /></a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Pedal-de-treino-Parque-Malwee-Jaraguá-do-Sul-Lagoa-e-céu.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6792" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Pedal-de-treino-Parque-Malwee-Jaraguá-do-Sul-Lagoa-e-céu-1024x683.jpg" alt="Pedal de treino - Parque Malwee - Jaraguá do Sul - Lagoa e céu" width="1024" height="683" /></a></p>
<p>Os próximos passos agora são:<br />
&#8211; Definir alimentação: o que vou comer, como vou preparar e quanto preciso carregar.<br />
&#8211; Alterações na bicicleta: instalação do bagageiro e revisão geral.<br />
&#8211; Definir custos totais.<br />
&#8211; Organizar equipamentos que serão levados.</p>
<p>Quase não consigo me conter de empolgação, decidi ontem que iria viajar, hoje já tenho roteiro pronto e sigo para as próximas tarefas, <strong>se tudo der certo saio ainda esse mês</strong>! No próximo post já pretendo ter todos os custos em mãos e as listas de equipamentos e alimentos prontas.</p>
<p>As fotos desse post são de uma pedalada de hoje a noite, a primeira que dou depois que decidi viajar, fui até o Parque Malwee e fiz <a title="Link para a atividade no Strava" href="https://www.strava.com/activities/702044765" target="_blank">o primeiro treino</a>. Daqui pra frente pretendo aumentar a quilometragem e fazer percursos diferentes dos que estou acostumado para não cair na rotina e não ficar bitolado em só treinar e esquecer do prazer de pedalar.</p>
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		<title>Cozinha de Mochileiro &#8211; equipamentos e dicas</title>
		<link>http://anaturezahumana.com/2015/11/comida-de-mochileiro-equipamentos-e-dicas/</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2015 18:56:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[camping]]></category>
		<category><![CDATA[cozinha]]></category>
		<category><![CDATA[mochilão]]></category>
		<category><![CDATA[viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A primeira grande dica de comida mochileira é: peso e volume. Sempre ao comprar comida para carregar na mochila levávamos em conta esses dois fatores. Comida liofilizada é certamente a melhor opção, porém nem sempre é fácil de encontrar, nem muito barato, então vamos tentar dar algumas dicas de comidas que podem ser encontradas em qualquer [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e3f34a744d4" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">C</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>ozinhar tendo como vista uma linda lagoa com um glaciar ao fundo e nenhum sinal de civilização à vista é um privilégio indescritível. Porém é preciso estar preparado com os equipamentos e alimentos certos para não passar aperto. Quando fazemos um mochilão é preciso pensar em cada item que vai fazer parte da mochila e os alimentos não devem ser deixados de lado, especialmente quando se faz uma viagem de aventura, que inclui dias de trekking em lugares onde nem sempre existe um mercado próximo para comprar o pão de cada dia. Não somos especialistas na área, mas depois de alguns meses cozinhando dessa maneira diversas vezes, aprendemos algumas coisas que queremos dividir com vocês. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Review-Therm-a-Rest-Trail-Lite-Isolante-térmico-Diego-deitado.jpg"> <span id="more-6514"></span></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Acampamento-de-Agostini.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5596" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Acampamento-de-Agostini.jpg" alt="El Chaltén - Acampamento de Agostini" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">A primeira grande dica de comida mochileira é: <b>peso e volume</b>. Sempre ao comprar comida para carregar na mochila levávamos em conta esses dois fatores. Comida liofilizada é certamente a melhor opção, porém nem sempre é fácil de encontrar, nem muito barato, então vamos tentar dar algumas dicas de comidas que podem ser encontradas em qualquer supermercado e que fazem sucesso na trilha.</p>
<p class="p1">A nossa segunda dica é: <b>nutrientes</b>. A comida tem que dar conta do recado, simples assim. Você provavelmente está fazendo um grande esforço físico e precisa se alimentar bem, porém não pode preparar uma panelada de feijão, afinal vocês já viu o tamanho das panelas de camping? Um pouco de comida tem que te alimentar.</p>
<p class="p1">Terceira dica: <b>cozimento rápido </b>ou inexistente. Dica básica, mas às vezes esquecida. Em uma trilha levamos fogareiro e combustível para ele. Por motivos óbvios, leva-se pouco combustível, então a ideia é que os alimentos cozinhem o mais depressa possível e que você também tenha à mão algumas opções de alimentos que possam ser consumidos sem o uso de fogo.</p>
<p class="p1">Dadas as dicas iniciais, vamos à parte prática.</p>
<p class="p1"><strong><br />
COMO SÃO EQUIPADAS AS COZINHAS DOS GRANDES CHEFS MOCHILEIROS?</strong></p>
<p class="p1"><strong><br />
</strong>Uma cozinha mochileira autêntica possui um <b>fogareiro portátil</b> de uma boca somente. Ele deve ser pequeno e leve e você pode escolher entre diversos modelos disponíveis no mercado, uma das diferenças mais importantes é o <b>tipo de combustível</b> que ele utiliza. É bom ficar de olho nisso e testar antes de sair de casa, pois às vezes um mesmo combustível pode ter uma rosca de acoplamento diferente e não servir para o seu fogareiro. O nosso fogareiro não tem marca, é made in China, mas é super pequeno e leve. Funciona com gás e podemos comprar o combustível em embalagens descartáveis de 250g ou 500g. Sua principal desvantagem é que ele é <b>um pouco instável</b>, não dá pra colocar a panela em cima e se distrair com uma borboleta passando, tem que ficar sempre cuidando para o seu almoço não virar, mas isso é uma consequência do seu tamanho reduzido que, por sua vez, é uma excelente vantagem. Vamos seguir usando esse, mas se tivesse que comprar outro, talvez optaria por um que tivesse um pouco mais de estabilidade na boca. Não temos reclamações quanto ao combustível, ele foi fácil de encontrar em todos os lugares por onde passamos, mas ficamos curiosos com os fogareiros multicombustíveis, que são bem mais versáteis.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Fogareiro.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6607" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Fogareiro.jpg" alt="Fogareiro" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>Uma panela de alumínio</strong>, leve e pequena, suficiente apenas para conter uma refeição é fundamental. Existem kits específicos para camping, que normalmente trazem uma panela, uma frigideira e pratinhos. Nós encomendamos um antes de viajar, mas ele não chegou a tempo, portanto já durante a viagem adquirimos uma bela caneca leiteira, que se comportou muito bem e saiu baratinho.</p>
<p class="p1">A mesma coisa aconteceu com os <strong>pratos</strong>. Na falta deles, compramos dois potinhos de plástico, tomando o cuidado para que eles coubessem dentro da leiteira. Para os líquidos, <strong>uma caneca pequena</strong> (tínhamos apenas uma para os dois). Mais uma vez, priorize o que é leve e compacto. Existem alguns copos que são retráteis e ficam bem pequenos. Não tínhamos um desses, mas recomendamos. No final, a montagem do nosso kit ficava assim:</p>
<div style="width: 1024px; " class="wp-video"><!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('video');</script><![endif]-->
<video class="wp-video-shortcode" id="video-6514-1" width="1024" height="480" loop="1" autoplay="1" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Kit-Cozinha.mp4?_=1" /><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Kit-Cozinha.mp4">http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Kit-Cozinha.mp4</a></video></div>
<p class="p1">Quanto aos <strong>talheres</strong>, levamos dois jogos específicos para camping, que são menores que os convencionais, um de plástico e um de alumínio. Os de plástico quebraram em certo ponto da viagem e os de alumínio resistiram bravamente. Além disso, a faca de plástico não cortava nada, enquanto a de alumínio desempenhava bem a função (apesar de muitas vezes recorrermos ao canivete, que era ainda melhor). Para reduzirmos ainda mais, devemos dizer que os garfos foram apenas passear, utilizávamos muito mais as colheres para comer. Compramos mais tarde também uma colher grande para mexer o preparo na panela, pois vimos que com os pequenos, essa atividade era muito difícil.</p>
<p class="p1"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-6609" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Kit-de-Cozinha-Velho.jpg" alt="Kit de Cozinha Velho" width="1024" height="683" /><br />
DICAS DE QUEM JÁ DERRAMOU MUITO AZEITE NA MOCHILA<br />
</strong></p>
<p class="p1"><strong><br />
</strong>Independente da comida em questão, alguns itens fazem sempre parte da nossa cozinha. São eles: <strong>sal, temperos em geral, azeite, açúcar, potinhos e saquinhos zip-lock.</strong></p>
<p class="p1">Testamos potinhos diversos e tivemos muitos fracassos. De sal derramado a azeite vazando. Não foi fácil encontrar alternativas para esses casos. No caso do azeite, a melhor opção que encontramos foi ter sempre uma garrafinha de 500ml com o líquido e levá-la na parte de fora da mochila, no compartimento para garrafa de água e tentar deixar sempre a mochila virada para cima. Alguns temperos e restos de comida podem ser colocados nos saquinhos e amarrados com elásticos de dinheiro ou selados com fita crepe, mas para sal, pimentas e outros pós que se usa em pequena quantidade, é bom ter potinhos pequenos, de rosca e bem selados para armazená-los bem e também para ficar prático na hora de usar. Uma dica bacana é fazer um <strong>mix de temperos</strong> (pimenta, orégano, cominho, curry e o que mais você gostar) e colocar tudo dentro de um mesmo potinho.</p>
<p class="p1"><strong><br />
E O QUE EU COLOCO NA PANELA?</strong></p>
<p class="p1"><strong><br />
</strong>Cozimento rápido é a palavra chave. Macarrão instantâneo é uma ótima opção, mas nem sempre é tão fácil encontrar quanto parece (na Patagônia nós dificilmente encontrávamos) e dependendo da frequência com que você come, pode enjoar rapidamente.</p>
<p class="p1">Em matéria de <strong>macarrão</strong>, quando não podíamos ter o instantâneo, comprávamos sempre os de formato menor, como o penne e o conchinha, que cozinham mais rápido e são muito mais práticos de comer do que o espaguete, por exemplo.</p>
<p class="p1">Em países da América do Sul você pode encontrar <strong>quinoa</strong> com facilidade, ela é rica em proteínas e muito saborosa. A dica é fazer uma sopa instantânea e turbinar com quinoa ou macarrão. Assim, a sopa fica como uma base temperada, mas você ganha mais nutrientes com os ingredientes agregados.</p>
<p class="p1">Outro alimento de preparo rápido é a <strong>polenta</strong>. Se for instantânea, melhor ainda.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Noite-em-Cochrane-Polenta-e-Vinho.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5787" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Noite-em-Cochrane-Polenta-e-Vinho.jpg" alt="Carretera Austral - Noite em Cochrane - Polenta e Vinho" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">Você também pode cozinhar alguns ovos no hostel e levar para a trilha, mas isso só vale para o mesmo dia e em locais mais frios.</p>
<p class="p1">Temperos como alho e cebola muitas vezes podem ser encontrados desidratados, fica bem prático e dá mais sabor à comida. Porém caso não encontre, o <strong>alho</strong> in natura é super leve e aguenta bem alguns dias sem precisar refrigerar.</p>
<p class="p1">Para os molhos usávamos <strong>tomates secos</strong> (os desidratados mesmo, não aqueles em conserva) e hidratávamos com um pouco de azeite, água morna e temperos. Depois colocávamos para cozinhar junto com o macarrão e ficava delicioso. A mesma coisa pode ser feita com <strong>cogumelos secos</strong>.</p>
<p class="p1">É bom evitar os enlatados, pois você leva o peso do líquido além do que vai comer e de quebra ainda tem que carregar a lata vazia pelo resto do seu percurso, mas se for para consumir no mesmo dia, você pode fazer um furinho na lata e eliminar o líquido, assim leva menos peso.</p>
<p class="p1"><strong>Frutas secas e castanhas</strong> são ótimas opções de lanches, além da tradicional <strong>aveia e da granola</strong>.  <strong>Mel ou geléia</strong> são boas opções de doces não perecíveis para acompanhar. Também tínhamos sempre chá ou café solúvel (em alguns lugares encontramos até café em saquinhos como os de chá, aquilo era sensacional!). Uma opção legal é levar <strong>farinha</strong> e fazer panquecas ou chapatis, que é melhor que comer pão duro no caso de trilhas de mais dias.</p>
<p class="p1">É claro que está faltando muita coisa para essa dieta se tornar ideal, mas vamos partir do princípio de que estamos falando de situações mais extremas. Para compensar esses dias, sempre que chegávamos em uma cidade e tínhamos alguns dias de descanso em um hostel, camping com cozinha ou mesmo em couchsurfing, aproveitávamos para consumir muitas frutas, legumes e grãos que acabávamos não consumindo no dia-a-dia das trilhas.</p>
<p class="p1">Além disso, para complementar uma alimentação onde nem sempre é possível manter de maneira saudável, nós levamos pastilhas de sais que dissolvem na água (como um gatorade), vitaminas em cápsulas e géis específicos para a prática de atividades físicas (carbo), que davam um gás a mais nos dias de perrengue.</p>
<p class="p1">Para exemplificar um pouco do que falamos aqui, dá uma olhadinha também no nosso <a title="Guia Torres del Paine – Circuito Paine Maciço ou “O”" href="http://anaturezahumana.com/2015/03/guia-torres-del-paine-circuito-paine-macico/" target="_blank">Guia do Torres del Paine</a>, onde contamos exatamente tudo o que levamos de comida para um trekking de 9 dias.</p>
<p class="p1">Em tempo: o nosso <strong>novo kit de cozinha</strong> é esse da foto abaixo, ao lado do nosso velho companheiro (que, vale dizer, segue trabalhando diariamente na cozinha do apartamento). Ainda não tivemos a oportunidade de testar durante uma trip, mas esperamos poder fazê-lo em breve!</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Kit-de-Cozinha-Novo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6606" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Comparando-Kits.jpg" alt="Comparando Kits" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Kit-de-Cozinha-Novo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6608" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/Kit-de-Cozinha-Novo.jpg" alt="Kit de Cozinha Novo" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>Quanto gastamos no mochilão para a Patagônia?</title>
		<link>http://anaturezahumana.com/2015/07/quanto-gastamos-no-mochilao-para-a-patagonia/</link>
		<comments>http://anaturezahumana.com/2015/07/quanto-gastamos-no-mochilao-para-a-patagonia/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2015 18:11:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Uma coisa que foi determinante para nossa economia foi o controle financeiro. Anotar tudinho numa planilha bem organizada faz com que você veja onde e como está gastando. Fizemos isso a viagem toda e continuamos fazendo agora e é dessa nossa planilha super organizada que saíram os dados que você verá a seguir. Observamos que [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e3f34a79e18" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">A</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p> falta de dinheiro costuma ser uma das desculpas mais utilizadas para adiar um sonho. Já mostramos de diversas maneiras como fazíamos para economizar durante a nossa viagem e foi apenas essa economia que nos possibilitou ficar o tempo que ficamos na estrada.</p>
<p class="p1">O fato é que existem várias formas de viajar e vários preços. Uma coisa que influencia muito nessa soma final é o destino escolhido. A América do Sul é um destino considerado barato para os brasileiros, porém <strong>a Patagônia tem um custo um pouco mais elevado</strong> por suas características geográficas (lá não se planta quase nada por conta do clima extremo e quase tudo tem de ser transportado de longe), isso me faz acreditar que em um país como Bolívia ou Peru teríamos gastado bem menos. Mas há diversos fatores que influenciam e isso <strong>depende muito do seu estilo de viajar e das suas prioridades</strong>. A escolha do mochilão foi feita pensando nisso e nós procuramos gastar o mínimo possível dentro de uma média de perrengues que considerávamos aceitável.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><span id="more-6271"></span></p>
<p class="p1">Uma coisa que foi determinante para nossa economia foi o <strong>controle financeiro</strong>. Anotar tudinho numa planilha bem organizada faz com que você veja onde e como está gastando. Fizemos isso a viagem toda e continuamos fazendo agora e é dessa nossa planilha super organizada que saíram os dados que você verá a seguir. Observamos que os itens se dividiam em categorias e anotávamos os gastos de cada dia no seu respectivo grupo.</p>
<p class="p1"><strong>As categorias:</strong></p>
<ul class="ul1">
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Hospedagem:</b> Inclui qualquer gasto com estadia, seja em hostel ou em camping pago. A hospedagem na Patagônia não é muito barata, mas como fizemos muito <a title="Como o CouchSurfing pode mudar a sua forma de viajar" href="http://anaturezahumana.com/2015/07/como-o-couchsurfing-pode-mudar-a-sua-forma-de-viajar/">Couchsurfing</a>, <a title="Laguna de los Cinco Hermanos" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/laguna-de-los-cinco-hermanos/">camping selvagem e/ou gratuito</a> e também nos hospedamos algumas vezes nas casas de pessoas que conhecemos pelo caminho, economizamos bastante nessa parte. 75% da nossa hospedagem foi de forma gratuita.</p>
</li>
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Transporte:</b> Pegamos muitas caronas mesmo, mas vez ou outra era necessário apelar para um ônibus, trem, metrô ou mesmo os táxis coletivos dentro da cidade. Nos primeiros dias ainda estávamos um pouco descrentes da facilidade em pegar carona por lá e acabamos gastando um pouco mais com transportes pagos. Também precisamos pagar transporte intermunicipal na Carretera Austral porque fomos para lá numa época de pouquíssimo movimento e <a title="Vida simples e hospitalidade na Carretera Austral" href="http://anaturezahumana.com/2015/04/vida-simples-e-hospitalidade-na-carretera-austral/">nem foi por falta de tentativa</a>, não passava ninguém mesmo! Aqui também entra o barco que tomamos para a ilha de <a title="Chegando a Chiloé, o charmoso arquipélago chileno" href="http://anaturezahumana.com/2015/04/chegando-a-chiloe-o-charmoso-arquipelago-chileno/">Chiloé</a> e o ônibus que pegamos de Valdívia até Santiago (esse foi por puro cansaço de final de viagem mesmo).</p>
</li>
</ul>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/El-Chaltén-Bruna-pedindo-carona-na-saída-da-cidade.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5659" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/El-Chaltén-Bruna-pedindo-carona-na-saída-da-cidade.jpg" alt="El Chaltén - Bruna pedindo carona na saída da cidade" width="1024" height="683" /></a></p>
<ul class="ul1">
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Alimentação: </b>Obviamente é o item onde mais gastamos. Quase sempre comprávamos em supermercados e cozinhávamos. Pouquíssimas vezes comemos em restaurantes e quase sempre era para provar algum prato típico. A comida é o que mais pesa num orçamento e é onde é mais fácil economizar muito ou gastar muito.</p>
</li>
</ul>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Noite-em-Cochrane-Polenta-e-Vinho.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5787" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Noite-em-Cochrane-Polenta-e-Vinho.jpg" alt="Carretera Austral - Noite em Cochrane - Polenta e Vinho" width="1024" height="683" /></a></p>
<ul class="ul1">
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Passeios: </b>Nesse item estão inclusas todas as entradas em parques. Também estão aqui o <a title="Os pinguins de Magdalena" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/os-pinguins-de-magdalena/">passeio na pinguineira</a>, a navegação pelo <a title="De veleiro pelo Canal de Beagle" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/de-veleiro-pelo-canal-de-beagle/">Canal de Beagle</a> e a visita à <a title="Capilla de Mármol: um dos lugares mais surreais que visitamos" href="http://anaturezahumana.com/2015/04/capilla-de-marmol-um-dos-lugares-mais-surreais-que-visitamos/">Capilla de Marmol</a>, que eram os passeios que queríamos muito fazer e não tinha outra forma a não ser buscando o melhor preço e pagando. Tem muitos outros passeios super legais que poderíamos ter pago para fazer com agências, mas fomos sozinhos e não gastamos quase nada.</p>
</li>
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Comunicação:</b> Compramos chips de celular da Argentina e do Chile e íamos colocando crédito conforme a necessidade. Foi a forma mais econômica que encontramos para nos mantermos “comunicáveis” com o pessoal aqui do Brasil. Usávamos a internet 3G, mas sempre que possível procurávamos redes de Wi-Fi para economizar. No Chile, as praças e bibliotecas quase sempre tem conexão gratuita, o que nos ajudou muito.</p>
</li>
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Outros: </b>Esse item é amplo, entra tudo o que não cabe nas categorias anteriores, como gás, pilhas, coisas de farmácia, um chinelo para substituir outro que arrebentou, <a title="O lugar e o tempo certo para se dizer sim" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/o-lugar-e-o-tempo-certo-para-se-dizer-sim/">os pingentes que foram nossas alianças</a> e até gorjetas dadas a músicos de rua (quando o cara era bom, mesmo com moedinhas contadas, a gente dava um troquinho).</p>
</li>
</ul>
<p class="p1">Nosso gasto total por categoria foi:</p>
<p class="p1"><strong>Hospedagem:</strong> R$ 1.934,00<br />
<strong>Transporte:</strong> R$ 1.538,00<br />
<strong>Alimentação:</strong> R$ 4.240,00<br />
<strong>Passeios:</strong> R$ 1.039,00<br />
<strong>Comunicação:</strong> R$ 135,00<br />
<strong>Outros:</strong> R$ 343,00</p>
<p class="p1"><strong>Total: R$ 9.229,00</strong></p>
<p class="p1"><strong>Média diária por pessoa: R$ 41,95 (cerca de 16 dólares)</strong></p>
<p class="p1">Aqui não somamos a passagem de avião do Brasil até Ushuaia, que com as taxas e impostos foi de <strong>R$ 1.632,00</strong> por pessoa. Quando estávamos acostumados com a viagem e com as caronas começamos a pensar que poderíamos ter economizado aí também e ido de carona desde o Brasil, mas ainda não tínhamos nenhuma noção do que nos esperava e nunca tínhamos feito uma viagem assim.</p>
<p class="p1">É claro, também não estão somados os equipamentos que levamos, pois são coisas que compramos aos poucos e vão durar para muitas outras viagens, <strong>consideramos um investimento</strong> e não um gasto.</p>
<p class="p1">No final das contas, nossa viagem de quase <strong>4 meses pela Patagônia custou R$ 6.246,50 por pessoa</strong>. Dá pra fazer mais barato? Dá!!! E dá pra gastar a mesma coisa em 15 dias de férias também. Como já falamos, tudo depende do seu estilo de viagem e do que você está disposto a encarar. Como saímos daqui com o dinheiro já contadinho, nós optamos por economizar sempre que possível para conseguir ficar viajando pelo maior tempo possível.</p>
<p class="p1">Não foi fácil guardar esses 12 pilas, mas também não foi o fim do mundo. Nos organizamos, fomos juntando cada mês um pouquinho e <strong>encaramos a fase que antecedeu a viagem com muita disciplina</strong>, focados em nossa meta. Pensamos sempre que foi mais barato que comprar um carro e nos trouxe experiências que vão durar a vida toda, coisa que um bem material como um carro não proporcionaria.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com/2015/07/quanto-gastamos-no-mochilao-para-a-patagonia/">Quanto gastamos no mochilão para a Patagônia?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com">A Natureza Humana</a>.</p>
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		</item>
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		<title>Guia Torres del Paine &#8211; Circuito Paine Maciço ou &#8220;O&#8221;</title>
		<link>http://anaturezahumana.com/2015/03/guia-torres-del-paine-circuito-paine-macico/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2015 16:03:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Trekking]]></category>
		<category><![CDATA[camping]]></category>
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		<category><![CDATA[Circuito Paine Maciço]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Sobre o circuito e como chegar até lá O circuito foi feito em fevereiro de 2015, portanto os valores podem variar dependendo da época que você for viajar. Lembrando que a recomendação para quase todos os trekkings dessa região é que sejam feitos no verão, no inverno boa parte deles fica fechada e inacessível. O preço da entrada [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e3f34a85331" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">F</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>izemos o famoso Circuito Paine Maciço (ou circuito O) no Parque Nacional Torres del Paine, um trekking que normalmente dura de 7 a 10 dias e foi uma jornada<strong> simplesmente mágica</strong>. As paisagens, o contato com os outros caminhantes, a fauna e a flora, as reflexões durante a caminhada, todas as dificuldades que enfrentamos e os prazeres que tivemos, foram experiências únicas. Mas com certeza ele requer disciplina, um pouco de preparo físico e muita organização prévia.</p>
<p><strong>Não poderíamos deixar de recomendar o trekking</strong> e para facilitar a vida de quem esteja querendo encarar essa aventura resolvemos elaborar um guia completo de tudo o que levamos pra lá, desde comida até equipamentos, informações pra chegar no parque e iniciar o percurso e <strong>mais várias dicas</strong>, que além de poupar bastante tempo, vão te ajudar a economizar uma grana. Lembrando que nossa ideia com esse post não é informar todas as opções disponíveis no parque, mas sim mostrar quais foram as melhores alternativas que encontramos dentro do nosso estilo de viagem.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-5437"></span></p>
<h4><img class="aligncenter size-large wp-image-5233" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Torres-del-Paine-Trilha-Paine-Grande-para-Italiano-Lago-Skottsberg-com-Cuernos-ao-fundo-2-1024x683.jpg" alt="Torres del Paine - Trilha Paine Grande para Italiano - Lago Skottsberg com Cuernos ao fundo" width="1024" height="683" /></h4>
<h4><strong>Sobre o circuito e como chegar até lá</strong></h4>
<p class="p1">O circuito foi feito em fevereiro de 2015, portanto os valores podem variar dependendo da época que você for viajar. Lembrando que a recomendação para quase todos os trekkings dessa região é que sejam <strong>feitos no verão</strong>, no inverno boa parte deles fica fechada e inacessível. O <strong>preço da entrada para o parque é de CH$18.000,00</strong> para estrangeiros.</p>
<p>Chegando em <strong>Puerto Natales</strong>, caso você ainda não tenha pesos chilenos em mãos, recomendamos a casa de câmbio <strong>La Ermandad</strong> que se localiza na rua Manuel Bulnes, nº692, uma das principais ruas do centro, ao lado de uma loja grande de esquina da Salomon, próximo ao supermercado Unimark, que também recomendamos para a compra de parte das comidas.</p>
<p>Quando estiver procurando hospedagem, não esqueça de confirmar se o lugar oferece serviço de guarda-volumes para que você possa deixar as roupas e equipamentos que você não vai levar para o parque. Nos dias em que não estávamos acampando nós ficamos em Couchsurfing e também passamos alguns dias no <strong>Hostel Shakana</strong>, onde trocamos nossa estadia por trabalho. Não pesquisamos valores e outras hospedagens aqui, mas o valor do Shakana era dentro da média: CH$10.000, aprox. R$50,00 por pessoa e a estrutura era boa. Na primeira olhada você pode achar que é muito, mas a <strong>Patagônia em geral é cara</strong>.</p>
<p><strong>Transporte:</strong><br />
O parque fica a cerca de 115km de Puerto Natales, a cidade mais próxima. Existem ônibus regulares que custam cerca de <strong>CH$ 15.000,00</strong> para ida e volta. Nós decidimos ir de carona, então nos dirigimos até saída da cidade bem cedo e aguardamos pouco tempo até que alguém parasse. Diferentemente do Brasil, aqui a prática é muito comum e não há perigo, não se preocupe.</p>
<p>Para voltar, pegamos o ônibus que custou <strong>CH$8.000,00</strong> cada um e como saímos da sede administrativa (próximo da portaria sul), acabamos fazendo um tour por várias partes do parque que não tínhamos passado. Foi um &#8220;passeio&#8221; caro, mas nos deu belas vistas. A decisão de pegar um ônibus e não tentar a carona foi devido ao cansaço e ao fato da portaria sul ser a menos movimentada, logo, menos carro é igual a menos chance, mais tempo, mais cansaço.</p>
<h4><strong>Roteiro</strong></h4>
<p>A maioria das pessoas inicia o circuito pela portaria Laguna Amarga. Nós iniciamos pela Sede Administrativa, pois foi onde nossa carona nos deixou. Mais tarde descobrimos que esse é o roteiro oficial, embora um pouco mais longo. Temos um <strong>relato específico de cada dia</strong> com mais fotos, é só clicar em cada título para acessá-los. Dica importante sobre a sinalização no parque: não leve em consideração a maioria das medidas impressas nas placas durante as trilhas, elas não condizem com a realidade, confie mais no mapa. Também há alguns postes de sinalização que deveriam aparecer a cada 2km, mas adivinhe?! Não aparecem. Apesar disso <strong>as trilhas são bem demarcadas e é praticamente impossível</strong> se perder, não se preocupe.</p>
<p>Sempre que você chega a um acampamento, deve fazer seu registro junto ao guarda-parques. Os preços dos campings variam, nós procuramos organizar o roteiro da forma mais econômica possível, mas como as distâncias são grandes, você não pode deixar de dormir em alguns deles. É terminantemente proibido acampar em qualquer outro lugar no parque, além dos sinalizados. Uma parte do parque é de propriedade privada, adivinha onde ficam os campings mais caros?</p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Torres-del-Paine-Trilha-Chileno-para-Torres-Acampamento.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5287" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Torres-del-Paine-Trilha-Chileno-para-Torres-Acampamento-1024x682.jpg" alt="Torres del Paine - Trilha Chileno para Torres - Acampamento" width="1024" height="682" /></a></p>
<p><a style="line-height: 1.5;" title="Circuito em Torres del Paine – Dia 1" href="http://anaturezahumana.com/2015/03/circuito-em-torres-del-paine-parte-1-9/" target="_blank">1º dia &#8211; 23,5km &#8211; Sede Administrativa &gt; Las Carretas &gt; Paine Grande &gt; Acampamento Italiano</a><span style="line-height: 1.5;">:<br />
</span>O acampamento Italiano <strong>é grátis</strong> e conta com estrutura básica de banheiros (sem ducha) e local abrigado para cozinhar. É permitido ficar apenas uma noite e caso você queira ficar no acampamento Las Torres nos próximos dias, <strong>deve fazer a reserva</strong> ali. É desse local que se inicia a trilha para o Vale do Francês e para o Mirador Britânico, que pode ser feita só com a mochila de ataque. É possível deixar a mochila grande no acampamento.</p>
<p class="p1"><a title="Circuito em Torres del Paine – Dia 2" href="http://anaturezahumana.com/2015/03/circuito-em-torres-del-paine-dia-2/" target="_blank">2º dia &#8211; 15km &#8211; Acampamento Italiano &gt; Mirador Británico &gt; Acampamento Italiano &gt; Acampamento Los Cuernos</a>:<br />
O Los Cuernos conta com refúgio, restaurante e alguns itens como macarrão, cerveja e alguns doces a venda numa pequena lojinha, além da área de camping. O camping custa <strong>CH$8.500,00</strong> por pessoa e tem um local fechado e aquecido para cozinhar, além de banheiros com boas duchas quentes.</p>
<p class="p1"><a title="Circuito em Torres del Paine – Dia 3" href="http://anaturezahumana.com/2015/03/circuito-em-torres-del-paine-dia-3/" target="_blank">3º dia &#8211; 20km &#8211; Acampamento Los Cuernos &gt; Acampamento Chileno &gt; Acampamento Torres:<br />
</a>Dia pesado, com uma boa subida para percorrer, <strong>é bom levantar cedo</strong>. Quando chegamos ao refúgio Chileno, apesar de não acamparmos ali, paramos para cozinhar, aproveitando que estávamos em local permitido.<br />
O <strong>Las Torres também é grátis</strong>, com estrutura semelhante ao Italiano. A vibe ali é muito boa e quase todo mundo está mesmo a fim é de madrugar para ver o sol nascer nas torres.</p>
<p class="p1"><a title="Circuito em Torres del Paine – Dia 4" href="http://anaturezahumana.com/2015/03/circuito-em-torres-del-paine-dia-4/" target="_blank">4º dia &#8211; 23km &#8211; Acampamento Torres &gt; Base de las Torres &gt; Acampamento Chileno &gt; Hotel las Torres &gt; Acampamento Serón:<br />
</a>Nesse dia levantamos às <strong>04:30h</strong> e subimos até as torres no escuro. Lanternas na cabeça, bastões de caminhada e mochila de ataque com comida e roupa impermeável bastam para seguir guiando-se pelas marcas luminosas deixadas nas pedras e troncos de árvores. O visual do amanhecer é recompensador.<br />
Voltamos ao acampamento, pegamos as mochilas grandes e encaramos a descida até o Hotel Las Torres e de lá para o acampamento Serón, um caminho longo, mas plano. A partir daqui se vê menos pessoas nas trilhas, pois saímos do circuito W, mais curto e portanto, mais popular.<br />
O Serón é um acampamento parecido com os gratuitos, só que você tem que pagar <strong>CH$8.500,00</strong> por pessoa, dá uma tristeza imensa. A estrutura conta com duchas quentes, porém não muito boas e o local para cozinhar é apenas coberto, sem proteção lateral contra o vento. Aliás, é nesse local que você vai poder testar se sua barraca aguenta mesmo o vento ou não.</p>
<p class="p1"><a title="Circuito em Torres del Paine – Dia 5" href="http://anaturezahumana.com/2015/03/circuito-em-torres-del-paine-dia-5/" target="_blank">5º dia &#8211; 18km &#8211; Acampamento Serón &gt; Acampamento Dickson<br />
</a>Dá uma alegria imensa chegar ao Dickson, pois em nossa opinião, ele é <strong>o mais bonito de todos</strong> os campings. Protegido do vento com uma faixa de árvores e cercado por um lago e um glaciar.<br />
Fora o refúgio e a pequena venda, a estrutura do camping é simples, com mesas ao ar livre e banheiros sem ducha, porém o preço é melhor: <strong>CH$4.300,00</strong> por pessoa.</p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-5324" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Torres-del-Paine-Anoitecer-no-acampamento-Dickson-1024x683.jpg" alt="Torres del Paine - Anoitecer no acampamento Dickson" width="1024" height="683" /></p>
<p class="p1"><a title="Circuito em Torres del Paine – Dia 6" href="http://anaturezahumana.com/2015/03/circuito-em-torres-del-paine-dia-6/" target="_blank">6º dia &#8211; 11km &#8211; Acampamento Dickson &gt; Acampamento Los Perros<br />
</a><strong>Esse dia foi mais tranquilo</strong>, porque não nos recomendaram emendar o Paso John Gardener, que seria uma caminhada mais pesada. Dessa forma, fizemos o caminho em cerca de 4 horas e depois descansamos.<br />
O Los Perros possui apenas acampamento e banheiros sem duchas, porém o local para cozinhar e fechado e aquecido. Custa <strong>CH$4.300,00</strong> por pessoa.</p>
<p class="p1"><a title="Circuito em Torres del Paine – Dia 7" href="http://anaturezahumana.com/2015/03/circuito-em-torres-del-paine-dia-7/" target="_blank">7º dia &#8211; 8km – Acampamento Los Perros &gt; Acampamento Paso<br />
</a>Não se anime com a quilometragem, apesar de ser uma distância curta, nesse dia você atinge a <strong>maior altitude do parque</strong>, 1200m. Apesar de difícil e com muito vento, a vista é recompensadora.<br />
Chegando ao acampamento Paso, você só quer montar a barraca e descansar. <strong>O camping é gratuito</strong> e tem o pior banheiro do parque (se é que podemos chamar de banheiro uma casinha com um buraco no chao e uma corda para se segurar). O espaço pra cozinhar é parcialmente fechado, mas cercado por árvores, então não há problema com vento.</p>
<p class="p1"><a title="Circuito em Torres del Paine – Dia 8" href="http://anaturezahumana.com/2015/03/circuito-em-torres-del-paine-dia-8/" target="_blank">8º dia &#8211; 16km &#8211; Acampamento Paso &gt; Refúgio Grey &gt; Refúgio Paine Grande<br />
</a>Chegando ao Refúgio Grey, voltamos a ter contato com o &#8220;mundo real&#8221;, o local já possui um mini mercado e banheiros amplos com duchas quentes. Paramos para cozinhar e fizemos a pequena <strong>trilha que leva ao mirante do lago Grey</strong>. Depois seguimos ao Paine Grande, também com <strong>ótima estrutura e a melhor ducha de todas</strong>, com honras. Esse acampamento também não é muito protegido do vento, certifique-se bem ao montar a barraca. Custa<strong> CH$5.200,00</strong> por pessoa.</p>
<p class="p1"><a title="Circuito em Torres del Paine – O último dia" href="http://anaturezahumana.com/2015/03/circuito-em-torres-del-paine-o-ultimo-dia/" target="_blank">9º dia &#8211; 16km &#8211; Refúgio Paine Grande &gt; Acampamento Las Carretas &gt; Sede Administrativa<br />
</a>Nesse dia você pode optar por pegar o catamarã no lugar de caminhar os 16km, custa CH$15.000,00 por pessoa. Nós fomos caminhando, paramos no Las Carretas para cozinhar e seguimos até a administração, onde tomamos o ônibus das 18:30h de volta a Puerto Natales.</p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-5422" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Torres-del-Paine-Trilha-Paine-Grande-para-Las-Carretas-Vista-para-Paine-Grande-e-Cuernos-com-Diego-1024x683.jpg" alt="Torres del Paine - Trilha Paine Grande para Las Carretas - Vista para Paine Grande e Cuernos com Diego" width="1024" height="683" /></p>
<h4><strong>O que levar para comer?</strong></h4>
<p>Existe a possibilidade de comprar comida no parque sim, porém <strong>as opções são limitadas e é muito caro</strong> mesmo. Pra dar uma ideia, um ovo cozido custa o equivalente a R$ 2,25, então se quiser economizar, o ideal é comprar toda a comida na cidade e levar na mochila. Carregar nas costas comida para 10 dias gera mesmo um monte de dúvidas, esperamos poder responder algumas delas.</p>
<p>Vamos às primeiras dicas, que não valem só para o Torres del Paine, mas para qualquer acampamento que dure mais dias:<br />
<strong>Dica 1</strong>: procure alimentos que cozinhem rápido, assim você gasta menos gás. Além disso, vai por mim, depois de um dia inteiro de trilha você vai querer que a comida fique pronta o quanto antes.</p>
<p><strong>Dica 2:</strong> observe o peso e o volume. Quanto mais leve e compacto, melhor. Elimine as embalagens sempre que possível e distribua as porções em sacos plásticos. Evite alimentos que contenham líquido, como os enlatados e troque as frutas frescas pelas desidratadas. E, óbvio, evite alimentos perecíveis.</p>
<p><strong>Dica 3:</strong> fique de olho nos nutrientes. Nao é hora de fazer dieta, leve alguns alimentos calóricos e com muito açúcar, como chocolate e geléia. Além de boas fontes de proteína e carboidrato. Uma boa opção é complementar com sucos e géis específicos para a prática de atividade física. São vários dias &#8220;judiando&#8221; do corpo e você não quer ficar doente no meio do caminho, certo?</p>
<p><strong>Dica 4:</strong> no parque não pode cozinhar no meio da trilha, então qualquer comida que você queira consumir entre um acampamento e outro tem que estar pronta. O que nós fizemos na maioria dos dias foi comer o que seria nosso almoço logo cedo e deixar as comidas de café da manhã para o decorrer da trilha. Foi estranho no começo, mas funcionou bem.</p>
<p><strong>Dica 5:</strong> existe uma lojinha em Porto Natales que nenhum mochileiro que está indo para o Torres del Paine deve deixar de ir. Chama-se <a title="Facebook - Itahue" href="https://www.facebook.com/pages/Frutos-secos-y-distribuidora-de-huevos-Itahue/287448534613546" target="_blank">Itahue</a> e é um pequeno paraíso dos desidratados. Tem amendoins com todas as coberturas possíveis, frutas variadas (destaque com honras para o morango e o abacaxi), quinoa, soja, cogumelos, tomates, leite em pó, etc&#8230; Fica no centro (R: Esmeralda, nº 455#b) e vale a pena conferir, até porque tem mais variedade e sai mais barato que comprar no mercado.</p>
<p><strong>Agora vamos ao que nós levamos.</strong> Como somos vegetarianos, os clássicos atum e salame ficaram de fora, mas trocamos por outros itens que garantem as fontes de proteína necessárias. É bom planejar comida para um dia a mais, lembrando que a quantidade é para duas pessoas e essa é só uma base, vale observar os seus hábitos alimentares e suas necessidades antes de qualquer coisa.</p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Torres-del-Paine-Bruna-e-a-comida-para-os-10-dias.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5468" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Torres-del-Paine-Bruna-e-a-comida-para-os-10-dias-1024x682.jpg" alt="Torres del Paine - Bruna e a comida para os 10 dias" width="1024" height="682" /></a></p>
<p><strong>Para cozinhar:</strong><br />
<em>Feijão liofilizado</em> &#8211; 6 porções &#8211;  (ganhamos do <a title="Facebook - Fábio &gt; Kmon Adventure" href="https://www.facebook.com/kmonadventure" target="_blank">brasileiro Fábio</a> em Ushuaia, ele trouxe do Brasil, não encontramos liofilizados para comprar aqui)<br />
<em>Purê de batatas</em> &#8211; 6 porções &#8211; o pó vem pronto e basta adicionar água quente e sal.<br />
<em>Macarrão</em> &#8211; 800gr &#8211; instantâneo é melhor, mas o normal também serve. Se levar do &#8220;normal&#8221;, procure os formatos menores, como conchinha ou penne, que são mais práticos que o spaguetti.<br />
<em>Quinoa</em> &#8211; 200gr &#8211; poderosa fonte de proteína, cozinha relativamente rápido e é muito gostosa. Vai muito bem na sopa.<br />
<em>Sopa instantânea ou creme</em> &#8211; 12 pacotes &#8211; nossa dica é usar a sopa como base e acrescentar um pouco de macarrão ou quinoa, para dar mais &#8220;sustância&#8221;.<br />
<em>Tomates secos</em> &#8211; 200gr<br />
<em>Cogumelos secos</em> &#8211; 300gr</p>
<p><strong>Temperos:</strong><br />
<em>Sal</em><br />
<em>Pimenta em pó</em><br />
<em>Caldo de legumes</em><br />
<em>Azeite</em> &#8211; 500ml<br />
<em>Alho desidratado</em><br />
<em>Cebola desidratada</em></p>
<p><strong>Lanches:</strong><br />
Fizemos 10 pacotes individuais com um pouco de cada item, com a porção diária exata, assim a cada dia deixávamos um pacote a mão e não nos preocupávamos em calcular ou ficar preparando nada, isso facilitou muito, dá um pouco mais de trabalho pra preparar, mas qualquer trabalho que se poupe de fazer durante a trilha é um ganho enorme.</p>
<p><em>Pão</em> &#8211; 20 unidades &#8211; compramos um que se parece com pão de hambúrguer, muito comum aqui e bem compacto. Levamos 1 para cada por dia, já com geleia ou queijo. Lá pelo 7° dia, já estavam bem duros, mas no meio da trilha tudo fica delicioso.<br />
<em>Barras de cereal </em>- 20 unidades<em><br />
Pacotes de biscoitos</em> &#8211; 4 unidades<em><br />
Barras de chocolate </em>- 3 unidades<em><br />
Castanhas, amendoas, amendoim, frutas secas, etc.</em> &#8211; 2kg</p>
<p><strong>Outros:</strong><br />
<em>Café instantâneo</em><br />
<em>Chá</em><br />
<em>Suco em pó</em><br />
<em>Pastilhas de sais minerais especiais para a prática de esportes</em><br />
<em><del>Água</del>: </em>não precisa se preocupar com ela, no parque toda a água é limpa e própria para o consumo. Os próprios guarda-parques indicam.<em><br />
Aveia</em> &#8211; não levamos, mas todo mundo leva e percebemos que é realmente muito prático e nutritivo.</p>
<p>Gastamos CH$25.000,00, aprox. R$111,00, na loja de frutas secas e CH$20.700,00, aprox. R$92,00, no supermercado. Levando em conta que ficamos 9 dias no parque, <strong>o custo com a comida foi de R$ 11,27 por dia para cada um</strong>.</p>
<p><strong>Checklist de cozinha:<br />
</strong><em>Fogareiro + gás -</em> <strong>nada de fogueira no parque</strong>, isso é muito sério. Sendo conservador, para uma pessoa um gás pequeno é suficiente, mas se precisar de mais, é possível comprar e muitas vezes até ganhar de pessoas que já estão terminando seu circuito.<br />
<em>Panela pequena ou kit de camping<br />
Caneca<br />
Colher e faca<br />
Pote pequeno ou prato<br />
Fita crepe e elásticos:</em> úteis para fechar as embalagens<br />
<em>Esponja e pedaço pequeno de sabão</em></p>
<h4><strong>Roupas e Equipamentos</strong></h4>
<p>Aqui a dica principal é: você está indo para Torres del Paine, <strong>não para o shopping</strong>. Assim como a comida, as roupas devem ser leves e compactas, de preferência técnicas (escolha tecidos sintéticos, de secagem rápida) e somente a quantidade necessária. Leve em conta o clima daqui, que pode ter frio e muito vento, além de chuva a qualquer momento. Sua roupa deve permitir que você caminhe mesmo em condições adversas.</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-5469" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Torres-del-Paine-Carregados-e-a-caminho-1024x682.jpg" alt="Torres del Paine - Carregados e a caminho" width="1024" height="682" /></p>
<p><strong>Roupas</strong> (para cada um):<br />
<em>1 calça segunda pele</em><br />
<em>1 blusa segunda pele</em><br />
<em>2 calças bermudas</em><br />
<em>2 camisetas dry-fit</em><br />
<em>2 fleeces</em><br />
<em>1 jaqueta corta-vento impermeável (anoraque) &#8211; </em>não deixe de levar, esse é um dos itens mais importantes<br />
<em>1 calça impermeável</em><br />
<em>5 calcinhas / cuecas</em><br />
<em>3 tops (mulheres)</em> &#8211; não caia na tentação de levar sutiã, o top é mais confortável e ocupa menos espaço<br />
<em>4 pares de meia<br />
1 par de luvas</em></p>
<p><strong>Acessórios</strong> (para cada um):<br />
<em>Óculos de sol</em><br />
<em>Touca de lã</em><br />
<em>Faixa multi funções</em> &#8211; que pode ser usada como cachecol, bala-clava, faixa de cabelo ou touca</p>
<p><strong>Calçados</strong> (para cada um):<br />
<em>Bota de caminhada</em> &#8211; É importante uma boa bota técnica, de preferência impermeável e respirável, já amaciada. Eis outro item indispensável.<br />
<em>Chinelo tipo havaianas</em> &#8211; os pés agradecem no final do dia</p>
<p><strong>Kit Higiene e Saúde</strong> (para os dois):<br />
<em>1 toalha de banho</em><br />
<em>1 frasco pequeno com shampoo</em><br />
<em>1 frasco menor ainda com condicionador</em><br />
<em>1 sabonete</em><br />
<em>1 creme hidratante pequeno</em> &#8211; o ar seco agride a pele das mãos e rosto, de forma que chega a ser desconfortável, não pesa nada e o volume é mínimo, não custa nada levar e se você acha que é frescura vai por mim e leva, depois nos agradeça.<br />
<em>1 hidratante labial</em> &#8211; mesmo caso do hidratante para as mãos.<br />
<em>1 cortador de unhas<br />
protetor solar</em> &#8211; leve um frasco pequeno, pois na grande maioria das vezes só o rosto fica exposto.<br />
<em>1 repelente</em> &#8211; levamos e não usamos. Talvez por estarmos acostumados, não sentimos tanto os insetos, mas os gringos se incomodavam um monte com eles, então vale deixar na lista.<br />
<em>kit de remédios</em> &#8211; esse item também é muito importante, além dos remédios que você necessite tomar regularmente (caso haja algum, claro) procure incluir analgésicos (recomendamos bastante, caminhar com dor não é legal, e acredite, você vai sentir dor) e antiinflamatórios. Leve também materiais para curativos básicos como bandaids, esparadrapo e gase, seus pés também podem precisar deles.</p>
<p><strong>Camping</strong> (para os dois):<br />
<em>Barraca para duas pessoas</em> &#8211; verifique se a sua barraca suporta bem o vento e a chuva<br />
<em>2 sacos de dormir para -5°</em> &#8211; mesmo ainda não estando tão frio, esse foi o único caso onde optamos por levar algo um pouco mais volumoso, afinal, uma boa noite de sono, sem passar frio, garante o bom humor na manhã seguinte.<br />
<em>2 isolantes térmicos</em> &#8211; os nossos são do tipo auto-inflável, mas também pode ser aquele tipo esteira, que é mais leve.<br />
<em>Kit cozinha</em> &#8211; que já comentamos acima</p>
<p><strong>Outros</strong> (para os dois):<br />
<em>Lanterna de cabeça</em><br />
<em>Corda</em> (10m. tipo varal) &#8211; ajuda muito na hora de fazer umas gambiarras na barraca contra o vento<br />
<em>Canivete</em><br />
<em>Fita crepe e silver tape</em><br />
<em>Elásticos</em> (os mesmos de dinheiro)<br />
<em>Bastões de caminhada</em>: pode ser um ou dois por pessoa. Ajudam muito, principalmente se o seu joelho estiver sofrendo nas descidas.<br />
<em>Toalha de rosto de secagem rápida</em><br />
<em>Passaportes e dinheiro</em></p>
<p><strong>Eletrônicos:<br />
</strong><em>Câmera</em><br />
<em>Cartões de memória</em><br />
<em>Baterias extras</em> &#8211; com carregador que pode ser usado em alguns refúgios.<br />
<em>Celular -</em> somente para fotos, despertador e GPS, pois não tem sinal de telefone ou wi-fi por lá<br />
<em>Carregador solar</em> &#8211; que serve também como uma bateria extra para o celular</p>
<p>Tudo isso (mais a comida) levamos em duas mochilas, uma <strong>Curtlo Adventure 60+15 litros</strong> e outra <strong>Deuter Futura Vario 45+10 litros</strong>. A Curtlo tem uma mochila de ataque destacável, além dela, levamos uma <strong>Doite Ascent de 25l</strong> do tipo packable, que quando dobrada fica um pouco maior que uma carteira. Essas foram as mochilas que usamos nas trilhas onde era possível fazer bate-volta.</p>
<p>Esperamos ter ajudado com essas dicas e relatos. A preparação assusta um pouco, mas no fundo não é nada demais, não se preocupe. Realmente é um trekking que vale a pena, se tiver oportunidade, faça-o. Qualquer dúvida que não tenhamos solucionado com esse post, por favor, <strong>fique a vontade e comente</strong> que tentaremos responder. Pra finalizar e inspirar um pouco, mais algumas imagens que fizemos durante o percurso:</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-5275" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Torres-del-Paine-Trilha-Italiano-para-Britanico-Panorâmica-montanhas-1024x683.jpg" alt="Torres del Paine - Trilha Italiano para Britanico - Panorâmica montanhas" width="1024" height="683" /></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Torres-del-Paine-Trilha-Italiano-para-Britanico-Cuernos-del-Paine.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5266" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Torres-del-Paine-Trilha-Italiano-para-Britanico-Cuernos-del-Paine-1024x683.jpg" alt="Torres del Paine - Trilha Italiano para Britanico - Cuernos del Paine" width="1024" height="683" /></a></p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-5295" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Torres-del-Paine-Trilha-Los-Cuernos-para-Chileno-Vale-Ascencio-2-1024x683.jpg" alt="Torres del Paine - Trilha Los Cuernos para Chileno - Vale Ascencio 2" width="1024" height="683" /></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Torres-del-Paine-Trilha-Perros-para-Paso-Glaciar-Grey.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5361" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Torres-del-Paine-Trilha-Perros-para-Paso-Glaciar-Grey-1024x683.jpg" alt="Torres del Paine - Trilha Perros para Paso - Glaciar Grey" width="1024" height="683" /></a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Torres-del-Paine-Torres-ao-Amanhecer.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5316" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Torres-del-Paine-Torres-ao-Amanhecer-1024x683.jpg" alt="Torres del Paine - Torres ao Amanhecer" width="1024" height="683" /></a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Torres-del-Paine-Trilha-Dickson-para-Perros-Passagem-pela-ponte.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5348" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Torres-del-Paine-Trilha-Dickson-para-Perros-Passagem-pela-ponte-1024x683.jpg" alt="Torres del Paine - Trilha Dickson para Perros- Passagem pela ponte" width="1024" height="683" /></a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Torres-del-Paine-Trilha-Perros-para-Paso-Topo-do-Paso-John-Gardner.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5366" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Torres-del-Paine-Trilha-Perros-para-Paso-Topo-do-Paso-John-Gardner-1024x683.jpg" alt="Torres del Paine - Trilha Perros para Paso - Topo do Paso John Gardner" width="1024" height="683" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O que carregamos nas mochilas</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Jan 2015 11:25:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[camping]]></category>
		<category><![CDATA[equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[mochilão]]></category>
		<category><![CDATA[roupas técnicas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Nunc accumsan orci ac justo sollicitudin, ullamcorper porttitor nulla vestibulum. Praesent pellentesque, erat vel aliquet vehicula, urna turpis bibendum dui, vel mattis nisl quam eget enim.</p>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e3f34a87cd9" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">M</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p class="p1">uitas pessoas nos perguntam como é que vamos conseguir colocar tudo o que precisamos para passar todo esse tempo longe em apenas<strong> duas mochilas</strong>, pois bem, nesse post vou tentar explicar mais ou menos como funciona isso.</p>
<p class="p1">Como já comentamos antes, passamos bastante tempo pesquisando quais eram os equipamentos ideais para esse tipo de viagem que estamos fazendo e tivemos que comprar praticamente tudo, com exceção de alguns poucos itens que já tínhamos de acampamentos anteriores. Se tratando de mochilão tudo precisa ser muito <strong>leve, de pouco volume e de secagem rápida,</strong> esses são os requisitos mínimos, a partir daí você deve ir adaptando ao seu estilo e ao local que você vai visitar.</p>
<p class="p1">Na Patagônia faz frio e venta muito, tivemos que nos preparar bastante com relação as roupas, mas tenha em mente que é inviável você levar aquele seu moletom quentinho ou o casaco de lã que a avó fez justamente pela questão do peso e volume que comentei. Todas as roupas que estamos levando são roupas técnicas, específicas para esse uso, geralmente temos pouco contato com os tecidos e materiais utilizados nelas no dia a dia, mas te garanto que são sensacionais, deveríamos usá-las mais. Em breve vamos fazer um post específico sobre os tipos de roupas e o chamado <strong>sistema de camadas </strong>que utilizamos nelas.</p>
<p class="p1">Com relação aos equipamentos eletrônicos também tivemos que dar uma adaptada nas coisas, compramos um computador menor e mais leve do que o que possuíamos e na parte de fotografia estamos levando apenas uma lente bem abrangente e uma câmera. Esperamos que com esses equipamentos consigamos deixar você atualizado e próximo da gente e dos lugares que estaremos visitando. Além disso, estamos levando nossos celulares e um leitor de ebooks. Eu gostaria de ter comprado um GPS já pra essa primeira viagem, mas a verba ficou curta.</p>
<p class="p1">Fora isso ainda temos todos os materiais de <strong>camping:</strong> barraca, sacos de dormir, isolantes térmicos, fogareiro, jogo de panelas, talheres e utensílios de cozinha, lanternas e por aí vai. Tudo isso foi comprado pensando em como ele seria encaixado na mochila. Uma regra que aprendi, principalmente depois da subida com peso extra no Monte Crista, é pensar <strong>várias vezes no que é realmente essencial</strong>, se não for, tire da mochila. Nesse tipo de viagem não podemos nos dar ao luxo de carregar coisas demais e que não serão utilizadas o suficiente para valerem o espaço e o peso ocupados.</p>
<p class="p1">Durante o decorrer da viagem vamos escrever mais sobre cada equipamento, onde erramos e onde acertamos nessa fase da preparação. Espero sinceramente que depois de tanta pesquisa tenhamos acertado bem mais que errado. Ah, e que fique claro: a Bruna ganhou os melhores equipamentos, eu sou realmente um gentleman.</p>
<p class="p1">
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com/2015/01/o-que-carregamos-nas-mochilas/">O que carregamos nas mochilas</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com">A Natureza Humana</a>.</p>
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