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	<title>A Natureza Humana &#187; roteiro</title>
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		<title>Cicloturismo &#8211; Roteiro da viagem pelo litoral</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Sep 2016 12:31:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cicloturismo]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Pensei em um roteiro de 3 dias e, por se tratar de um trajeto que não é um circuito, vamos acabar fazendo a ida e a volta por percursos similares. Na ida passaremos por várias praias e estaremos beirando o litoral em quase todos os momentos e na volta vamos optar pelo caminho mais curto, pois vamos fazer a [&#8230;]</p>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df17a48f4e4" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">C</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>omo comentei no <a title="Trabalho, treino e a dualidade das coisas" href="http://anaturezahumana.com/2016/09/trabalho-treino-e-a-dualidade-das-coisas/" target="_blank">último post sobre a viagem</a>, meu pai decidiu se juntar a mim numa viagem teste antes de partir para o <a title="Circuito Vale Europeu – Cicloturismo – Definindo o roteiro" href="http://anaturezahumana.com/2016/09/circuito-vale-europeu-cicloturismo-definindo-o-roteiro/" target="_blank">Vale Europeu</a>. Decidi que iríamos fazer uma viagem pelo litoral, iniciando em Balneário Barra do Sul, cidade em que ele vive hoje. No roteiro procurei colocar umas praias que ainda não conheço aqui do litoral norte e também manter uma quilometragem diária mais baixa pra não forçar muito a barra do meu pai que pedala muito pouco.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><span id="more-6841"></span></p>
<p>Pensei em um roteiro de 3 dias e, por se tratar de um trajeto que não é um circuito, vamos acabar fazendo a <strong>ida e a volta por percursos similares</strong>. Na ida passaremos por várias praias e estaremos beirando o litoral em quase todos os momentos e na volta vamos optar pelo caminho mais curto, pois vamos fazer a ida em 2 dias e a volta somente em 1. Simplificando a rota, é mais ou menos isso:</p>
<p><em>1º dia: Casa &gt; Centro de Barra do Sul &gt; Barra do Itapocú &gt; Lagoa de Barra Velha &#8211; Aprox. 37km.</em><br />
<em>2º dia: Lagoa de Barra Velha &gt; Barra Velha &gt; Itajuba &gt; Piçarras &gt; Praia da Saudade &gt; Penha &gt; Armação &gt; Ponta do Vigia &gt; Praia Vermelha &gt; Praia de São Miguel &#8211; Aprox. 41km.</em><br />
<em>3º dia: Praia de São Miguel &gt; Penha &gt; Piçarras &gt; Barra Velha &gt; Barra do Sul &gt; Casa &#8211; Aprox. 62km.</em></p>
<p>Totalizando uma quilometragem de aproximadamente 140km em 3 dias ficamos com uma média de 46km diários, que é algo que dentro do que eu esperava. São poucos os trechos que vão ter inclinação, então essa quilometragem deve ser bem fácil de manter se não ocorrer nenhum imprevisto.</p>
<p>Ainda estou pensando se vou fazer o trajeto até Barra do Sul pedalando ou de carro, provavelmente eu faça de carro porque unindo os 3 dias dessa viagem e mais os 7 da viagem pelo Vale Europeu eu vou ficar no mínimo 10 dias fora e preciso ver como vou fazer para<strong> aliar isso com o trabalho</strong> e com outras atividades do meu dia-a-dia. Daqui de casa até lá são mais 55km, isso adicionaria um treino interessante, mas como disse, ainda é cedo pra dizer se isso vai ser possível ou não.</p>
<p>Essa viagem já tem data marcada e deve iniciar no dia 30, mais conhecido como sexta-feira da semana que vem! Ou seja, <strong>já estou meio que correndo contra o relógio</strong>, porque ainda não fiz nada das adaptações e as revisões que preciso fazer nas bicicletas. Meu pai vai pedalar com a bicicleta da Bruna que já tem um bagageiro mais simples que deve suportar legal o peso de alguns equipamentos, mas a grande parte vai na minha bicicleta mesmo e preciso preparar ela bem.</p>
<p>Estou bem ansioso. Agora que percebi que falta pouco pra botar o pé no pedal e cair na estrada minha cabeça está a mil e estou bem curioso pra saber como vai ser viajar com meu pai. Ele, com 62 anos, eu com 28, nenhum dos dois fez uma viagem de bicicleta na vida, então essa experiência tem tudo pra ser, <strong>no mínimo, engraçada</strong>. Esse post acabou ficando curtinho, mas não quero encher muita linguiça aqui, tenho que começar a correr atrás dos últimos preparativos. Assim que tiver mais novidades eu faço mais um post atualizando a situação toda.</p>
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		<title>Quanto gastamos no mochilão para a Patagônia?</title>
		<link>http://anaturezahumana.com/2015/07/quanto-gastamos-no-mochilao-para-a-patagonia/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Jul 2015 18:11:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[camping]]></category>
		<category><![CDATA[Carona]]></category>
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		<category><![CDATA[mochilão]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
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		<category><![CDATA[viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Uma coisa que foi determinante para nossa economia foi o controle financeiro. Anotar tudinho numa planilha bem organizada faz com que você veja onde e como está gastando. Fizemos isso a viagem toda e continuamos fazendo agora e é dessa nossa planilha super organizada que saíram os dados que você verá a seguir. Observamos que [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df17a4942fc" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">A</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p> falta de dinheiro costuma ser uma das desculpas mais utilizadas para adiar um sonho. Já mostramos de diversas maneiras como fazíamos para economizar durante a nossa viagem e foi apenas essa economia que nos possibilitou ficar o tempo que ficamos na estrada.</p>
<p class="p1">O fato é que existem várias formas de viajar e vários preços. Uma coisa que influencia muito nessa soma final é o destino escolhido. A América do Sul é um destino considerado barato para os brasileiros, porém <strong>a Patagônia tem um custo um pouco mais elevado</strong> por suas características geográficas (lá não se planta quase nada por conta do clima extremo e quase tudo tem de ser transportado de longe), isso me faz acreditar que em um país como Bolívia ou Peru teríamos gastado bem menos. Mas há diversos fatores que influenciam e isso <strong>depende muito do seu estilo de viajar e das suas prioridades</strong>. A escolha do mochilão foi feita pensando nisso e nós procuramos gastar o mínimo possível dentro de uma média de perrengues que considerávamos aceitável.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><span id="more-6271"></span></p>
<p class="p1">Uma coisa que foi determinante para nossa economia foi o <strong>controle financeiro</strong>. Anotar tudinho numa planilha bem organizada faz com que você veja onde e como está gastando. Fizemos isso a viagem toda e continuamos fazendo agora e é dessa nossa planilha super organizada que saíram os dados que você verá a seguir. Observamos que os itens se dividiam em categorias e anotávamos os gastos de cada dia no seu respectivo grupo.</p>
<p class="p1"><strong>As categorias:</strong></p>
<ul class="ul1">
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Hospedagem:</b> Inclui qualquer gasto com estadia, seja em hostel ou em camping pago. A hospedagem na Patagônia não é muito barata, mas como fizemos muito <a title="Como o CouchSurfing pode mudar a sua forma de viajar" href="http://anaturezahumana.com/2015/07/como-o-couchsurfing-pode-mudar-a-sua-forma-de-viajar/">Couchsurfing</a>, <a title="Laguna de los Cinco Hermanos" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/laguna-de-los-cinco-hermanos/">camping selvagem e/ou gratuito</a> e também nos hospedamos algumas vezes nas casas de pessoas que conhecemos pelo caminho, economizamos bastante nessa parte. 75% da nossa hospedagem foi de forma gratuita.</p>
</li>
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Transporte:</b> Pegamos muitas caronas mesmo, mas vez ou outra era necessário apelar para um ônibus, trem, metrô ou mesmo os táxis coletivos dentro da cidade. Nos primeiros dias ainda estávamos um pouco descrentes da facilidade em pegar carona por lá e acabamos gastando um pouco mais com transportes pagos. Também precisamos pagar transporte intermunicipal na Carretera Austral porque fomos para lá numa época de pouquíssimo movimento e <a title="Vida simples e hospitalidade na Carretera Austral" href="http://anaturezahumana.com/2015/04/vida-simples-e-hospitalidade-na-carretera-austral/">nem foi por falta de tentativa</a>, não passava ninguém mesmo! Aqui também entra o barco que tomamos para a ilha de <a title="Chegando a Chiloé, o charmoso arquipélago chileno" href="http://anaturezahumana.com/2015/04/chegando-a-chiloe-o-charmoso-arquipelago-chileno/">Chiloé</a> e o ônibus que pegamos de Valdívia até Santiago (esse foi por puro cansaço de final de viagem mesmo).</p>
</li>
</ul>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/El-Chaltén-Bruna-pedindo-carona-na-saída-da-cidade.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5659" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/El-Chaltén-Bruna-pedindo-carona-na-saída-da-cidade.jpg" alt="El Chaltén - Bruna pedindo carona na saída da cidade" width="1024" height="683" /></a></p>
<ul class="ul1">
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Alimentação: </b>Obviamente é o item onde mais gastamos. Quase sempre comprávamos em supermercados e cozinhávamos. Pouquíssimas vezes comemos em restaurantes e quase sempre era para provar algum prato típico. A comida é o que mais pesa num orçamento e é onde é mais fácil economizar muito ou gastar muito.</p>
</li>
</ul>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Noite-em-Cochrane-Polenta-e-Vinho.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5787" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Noite-em-Cochrane-Polenta-e-Vinho.jpg" alt="Carretera Austral - Noite em Cochrane - Polenta e Vinho" width="1024" height="683" /></a></p>
<ul class="ul1">
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Passeios: </b>Nesse item estão inclusas todas as entradas em parques. Também estão aqui o <a title="Os pinguins de Magdalena" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/os-pinguins-de-magdalena/">passeio na pinguineira</a>, a navegação pelo <a title="De veleiro pelo Canal de Beagle" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/de-veleiro-pelo-canal-de-beagle/">Canal de Beagle</a> e a visita à <a title="Capilla de Mármol: um dos lugares mais surreais que visitamos" href="http://anaturezahumana.com/2015/04/capilla-de-marmol-um-dos-lugares-mais-surreais-que-visitamos/">Capilla de Marmol</a>, que eram os passeios que queríamos muito fazer e não tinha outra forma a não ser buscando o melhor preço e pagando. Tem muitos outros passeios super legais que poderíamos ter pago para fazer com agências, mas fomos sozinhos e não gastamos quase nada.</p>
</li>
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Comunicação:</b> Compramos chips de celular da Argentina e do Chile e íamos colocando crédito conforme a necessidade. Foi a forma mais econômica que encontramos para nos mantermos “comunicáveis” com o pessoal aqui do Brasil. Usávamos a internet 3G, mas sempre que possível procurávamos redes de Wi-Fi para economizar. No Chile, as praças e bibliotecas quase sempre tem conexão gratuita, o que nos ajudou muito.</p>
</li>
<li class="li1">
<p class="p1"><b>Outros: </b>Esse item é amplo, entra tudo o que não cabe nas categorias anteriores, como gás, pilhas, coisas de farmácia, um chinelo para substituir outro que arrebentou, <a title="O lugar e o tempo certo para se dizer sim" href="http://anaturezahumana.com/2015/02/o-lugar-e-o-tempo-certo-para-se-dizer-sim/">os pingentes que foram nossas alianças</a> e até gorjetas dadas a músicos de rua (quando o cara era bom, mesmo com moedinhas contadas, a gente dava um troquinho).</p>
</li>
</ul>
<p class="p1">Nosso gasto total por categoria foi:</p>
<p class="p1"><strong>Hospedagem:</strong> R$ 1.934,00<br />
<strong>Transporte:</strong> R$ 1.538,00<br />
<strong>Alimentação:</strong> R$ 4.240,00<br />
<strong>Passeios:</strong> R$ 1.039,00<br />
<strong>Comunicação:</strong> R$ 135,00<br />
<strong>Outros:</strong> R$ 343,00</p>
<p class="p1"><strong>Total: R$ 9.229,00</strong></p>
<p class="p1"><strong>Média diária por pessoa: R$ 41,95 (cerca de 16 dólares)</strong></p>
<p class="p1">Aqui não somamos a passagem de avião do Brasil até Ushuaia, que com as taxas e impostos foi de <strong>R$ 1.632,00</strong> por pessoa. Quando estávamos acostumados com a viagem e com as caronas começamos a pensar que poderíamos ter economizado aí também e ido de carona desde o Brasil, mas ainda não tínhamos nenhuma noção do que nos esperava e nunca tínhamos feito uma viagem assim.</p>
<p class="p1">É claro, também não estão somados os equipamentos que levamos, pois são coisas que compramos aos poucos e vão durar para muitas outras viagens, <strong>consideramos um investimento</strong> e não um gasto.</p>
<p class="p1">No final das contas, nossa viagem de quase <strong>4 meses pela Patagônia custou R$ 6.246,50 por pessoa</strong>. Dá pra fazer mais barato? Dá!!! E dá pra gastar a mesma coisa em 15 dias de férias também. Como já falamos, tudo depende do seu estilo de viagem e do que você está disposto a encarar. Como saímos daqui com o dinheiro já contadinho, nós optamos por economizar sempre que possível para conseguir ficar viajando pelo maior tempo possível.</p>
<p class="p1">Não foi fácil guardar esses 12 pilas, mas também não foi o fim do mundo. Nos organizamos, fomos juntando cada mês um pouquinho e <strong>encaramos a fase que antecedeu a viagem com muita disciplina</strong>, focados em nossa meta. Pensamos sempre que foi mais barato que comprar um carro e nos trouxe experiências que vão durar a vida toda, coisa que um bem material como um carro não proporcionaria.</p>
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		<title>Como planejamos nosso mochilão</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Jan 2015 02:24:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[mochilão]]></category>
		<category><![CDATA[roteiro]]></category>
		<category><![CDATA[viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Nunc accumsan orci ac justo sollicitudin, ullamcorper porttitor nulla vestibulum. Praesent pellentesque, erat vel aliquet vehicula, urna turpis bibendum dui, vel mattis nisl quam eget enim.</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df17a497236" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">U</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>ma viagem é um projeto. Como qualquer projeto, para ser bem sucedido requer um pouco de disciplina e planejamento. A metodologia que cada um adota é muito particular e depende muito do roteiro e do tipo de viagem, não existe uma fórmula e isso a gente aprende logo que começa a ler sobre o assunto. Seguimos um padrão diferente da maioria por não termos prazo de término, mas achamos bacana compartilhar nossa linha de pensamento.</p>
<p class="p1">O planejamento começou quatro meses antes, em setembro, quando decidimos que iríamos para a Patagônia. Esse é o <b>primeiro ponto: o destino</b>.</p>
<p class="p1">Quanto podemos gastar é fundamental para definir as questões seguintes, então <b>o segundo ponto é a grana</b>. Já fazia algum tempo que nós tínhamos optado por uma vida mais simples e nos empenhado em guardar boa parte do nosso salário, então usamos essa grana e seguimos guardando tudo o que podíamos também durante o tempo de planejamento, isso inclui décimo terceiro, férias, trabalhos extras, enfim… Sem dar chance para o consumismo, tudo ia direto para a poupança e só saía de lá para a compra de equipamentos para a viagem.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div><span id="more-4658"></span></p>
<p class="p1">Em seguida, <strong>optamos pelo mochilão</strong>, com foco em atividades outdoor, prezando passar mais tempo viajando, gastando menos e aí está o<b> terceiro ponto: o estilo da viagem</b>.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/01/MG_3219.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4722" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/01/MG_3219-1024x682.jpg" alt="Mochilão - Ushuaia - Trilha para Laguna Esmeralda" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1">O <b>quarto ponto é o tempo</b>, saber a época do ano em que vamos embarcar e quanto tempo vamos ficar é muito importante para traçarmos objetivos e organizar um cronograma para cumprir até a data final. Para definir a data, no nosso caso tivemos de respeitar a natureza e ir no tempo dela. Os passeios que gostaríamos de fazer na Patagônia só são possíveis durante o verão, por isso optamos por viajar no final de janeiro, assim poderíamos passar as festas de final de ano com a família e ter algum tempo depois para programar tudo o que faltasse. E faltaria tanto a fazer! Sobre o período de estadia, esse ficará em aberto, nos programamos para passar pelo menos três meses, mas estamos livres para mudar para mais ou para menos a qualquer momento.</p>
<p class="p1"><b>Quinto ponto: tarefas a longo prazo.</b> Combinados o destino, o estilo e a data, dividimos as tarefas entre nós dois e começamos a executá-las já em setembro. Nesse período começamos a fazer as pesquisas de preços para vôos e equipamentos, além de ler muito sobre o destino em si e ter as primeiras bases do que iríamos fazer por lá. Conversas com quem já visitou o lugar ou já fez algo semelhante e fóruns especializados são uma força gigante nesse momento.</p>
<p class="p1">Em seguida começamos a fazer as compras, essa parte foi necessária pelo estilo da nossa viagem, será um mochilão outdoor em clima frio, ou seja, não dá pra ir com uma mala e as roupas que usamos no calor do Brasil. Muita coisa foi comprada pela internet, então <strong>a antecedência nesse caso é essencial</strong>. Também acompanhamos promoções e ofertas de equipamentos usados (há lojas online que oferecem venda de equipamentos usados, o <a title="Armazém Aventura" href="http://www.armazemaventura.com.br/" target="_blank">Armazém Aventura</a> é uma delas, além disso muitos grupos de facebook), economizamos muito com isso.</p>
<p class="p1">Quanto às passagens aéreas, ficamos de olho nos sites até surgir uma promoção. Não surgiu. Quando vimos que a data se aproximava e o preço poderia começar a subir, compramos (isso foi uns dois meses antes). Nessa fase também começamos a contar da viagem para algumas pessoas (como ela também significava um rompimento no trabalho, somente as pessoas mais envolvidas poderiam saber num primeiro momento).</p>
<p class="p1"><b>Sexto ponto: tarefas a médio prazo.</b> Em novembro corremos atrás dos documentos: identidades novas, passaportes e vacinas. É muito importante verificar esses itens com antecedência também! Dezembro foi um mês conturbado, pois além do planejamento, ainda fizemos uma mudança de casa, o que nos tomou bastante tempo. Deixamos nossos trabalhos, o que implicou em reuniões, treinamentos e muito esforço pra não deixar ninguém na mão. Além disso, combinamos uma viagem de família que teria início no dia 12 e terminaria depois do natal, ou seja, dezembro praticamente não existiu no cronograma da viagem. O máximo que fizemos nesse período foi manter os exercícios físicos e ler.</p>
<p class="p1"><b>Sétimo ponto: ajustes finais. </b>Em janeiro a coisa ficou séria! Correr atrás de alguns equipamentos que ainda faltavam, compras de medicamentos e outros itens pequenos, buscar os passaportes que já estavam prontos, mas em outra cidade, cópias de documentos, identidade visual, site e redes sociais, burocracias com banco, seguro e outros detalhes, ainda combinando com a <a title="Monte Crista" href="http://anaturezahumana.com/2015/01/monte-crista/" target="_blank">trilha do Monte Crista</a> que estava nos planos como preparação física e teste de equipamentos. Deu uma trabalheira gigante! Nesse último período não estávamos mais trabalhando e ficamos em função da viagem, <strong>tínhamos uma folha de checklist que olhávamos todos os dias</strong> logo ao acordar e íamos riscando, ao mesmo tempo que acrescentávamos novas tarefas.<a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/01/Checklist.jpg"><br />
</a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/01/MG_2681.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4675" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/01/MG_2681-1024x682.jpg" alt="_MG_2681" width="1024" height="682" /></a></p>
<p><b>Erros de principiantes: </b>Ignorando as dicas que já havíamos lido tantas vezes, deixamos para esse período final a elaboração do roteiro, coisa que normalmente se faz logo no início. Não queríamos ficar presos a um roteiro e fazer tudo com o tempo contado, por isso deixamos ele bem aberto, fizemos apenas uma pesquisa de alguns pontos pelos quais gostaríamos de viajar e dicas de outros viajantes. Essas informações servirão como base, em cima delas vamos adicionando ou removendo lugares conforme a nossa disponibilidade e as oportunidades que irão aparecer enquanto estivermos viajando. Além disso, se eu tivesse anotado aos poucos as dicas que lia, não precisaria correr atrás das informações e reler os artigos, como acabei fazendo.</p>
<p class="p1">Optamos por reservar hospedagem <strong>apenas para o dia da chegada</strong> e isso também ficou para o final, mas foi um erro não reservar com mais antecedência, mesmo sendo apenas uma diária, pois acabamos ficando com poucas opções vagas e pagando mais caro do que gostaríamos.</p>
<p class="p1">Estamos às vésperas do embarque, os quatro meses se transformaram e quatro dias e ainda não deu tempo de sentir ansiedade, tamanha é a ocupação. Apesar da correria, nos sentimos preparados e como temos falado nos últimos dias: dia 20 o avião vai sair e, <strong>riscando todos os itens do checklist ou não, nós estaremos dentro dele</strong>!</p>
<p class="p1"><em>PS: Esse post foi editado depois da viagem para adicionar algumas informações que não havíamos incluído na primeira postagem.</em></p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-6184" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/01/Checklist-1024x682.jpg" alt="Checklist - Antes da Viagem" width="1024" height="682" /></p>
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		<title>Por que Patagônia?</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jan 2015 21:38:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Patagônia]]></category>
		<category><![CDATA[roteiro]]></category>
		<category><![CDATA[viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Nunc accumsan orci ac justo sollicitudin, ullamcorper porttitor nulla vestibulum. Praesent pellentesque, erat vel aliquet vehicula, urna turpis bibendum dui, vel mattis nisl quam eget enim.</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df17a499605" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">O</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>Diego queria pisar na “ponta do mundo”. Eu, quando vi que o tal ponto ficava na Patagônia, não tive dúvidas em concordar, esse <strong>deveria ser o nosso primeiro destino</strong>.</p>
<p class="p1">Foi simples assim. Juntando com os fatos de ser próximo ao Brasil, não necessitar de vistos ou grandes burocracias, ter língua espanhola e estar recheada de trekkings e paisagens de tirar o fôlego, eu perguntaria: por que não Patagônia?</p>
<p class="p1">A Patagônia não é um país ou cidade, trata-se de uma grande extensão geográfica que permeia entre Argentina e Chile (a exemplo da nossa Amazônia, que além de sua área no Brasil, também está presente em mais oito países vizinhos). Cheia de <strong>parques ecológicos,</strong> possui uma fauna muito singular e grandes montanhas, além é claro, dos <strong>glaciares,</strong> que podem ser vistos em pouquíssimos pontos do mundo, uma raridade que esperamos ver de perto em nossa passagem por lá.</p>
<p class="p1">Faz frio? Sim, muito. Mas vamos no verão e as temperaturas ficam em torno de dez graus, o que é bastante ameno se comparado a seus intensos invernos. Venta muito, mas nos preparamos para todas as surpresas desse clima louco, depois de diversas pesquisas (as mães recomendaram casacos), estamos certos de que nossos equipamentos darão conta.</p>
<p class="p1">De todos os lugares no mundo, escolhemos começar pela Patagônia, logo um paraíso do trekking! Não tem nenhum motivo ou objetivo especial, apenas tentaremos aproveitar ao máximo e esperamos que ela nos traga muita inspiração, aventura e boas histórias pra contar aqui.</p>
<p class="p1"><em>As imagens desse post são cortesia do nosso amigo Glauco do <a title="Mochilando Sem Fronteiras" href="http://www.mochilandosemfronteiras.com/" target="_blank">mochilandosemfronteiras.com</a>.</em></p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
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