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	<title>A Natureza Humana &#187; Cotidiano</title>
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		<title>SOS Amazônia &#8211; É sério, mesmo?!</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Aug 2017 02:36:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Hoje o papo é reto e sem rodeios então vou ser breve e tentar mandar essa ideia gigante pra dentro da sua cabeça em poucas palavras. Desculpa aí se eu parecer um pouco agressivo, esse tom é só pra manter você ligado nas informações, que são muitas, então prepara pro bombardeio aí. Há dois meses eu fiz um [&#8230;]</p>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df17aeece1b" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">A</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>h, bem legal, também vou colocar o SOS Amazônia no perfil. É só isso que precisa fazer né?! E assinar a petição online&#8230; Não preciso nem repensar meus hábitos e em como diminuir o meu rastro aqui no planeta&#8230; <strong>Ou preciso?</strong></p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><span id="more-7441"></span></p>
<p>Hoje <strong>o papo é reto</strong> e sem rodeios então vou ser breve e <strong>tentar mandar essa ideia gigante pra dentro da sua cabeça </strong>em poucas palavras. Desculpa aí se eu parecer um pouco agressivo, esse tom é só pra manter você ligado nas informações, que são muitas, então prepara pro bombardeio aí.</p>
<p>Há dois meses eu fiz um <a title="Facebook - Diego Nunes" href="https://www.facebook.com/diegoblackhouse/posts/1559309564120310" target="_blank">post de um vídeo do Greg News no Facebook</a> onde ele usa o trocadilho &#8220;asvezestariano&#8221; que é <em>simplesmente sensacional</em>. Além disso ele comenta sobre o <strong>fundo Amazônia</strong>, a polêmica da <strong>Noruega, JBS</strong> e algumas coisas mais. Se você não assistiu ainda, veja aí ou salve pra ver depois que ler esse post: <a title="GREG NEWS com Gregório Duvivier | CARNE" href="https://www.youtube.com/watch?v=Zr0ZqNXG-3U" target="_blank">GREG NEWS com Gregório Duvivier | CARNE</a>.</p>
<p><em>&#8220;Ah, mas o Gregório é um esquerdopata, sabe nada de política, muito menos de preservação da Amazônia&#8221;</em>.<br />
Então lê o próximo parágrafo aí, da <strong>Nádia Pontes</strong>, repórter da Deutsche Welle:</p>
<blockquote><p>Em toda a Amazônia Legal, a sistemática do desmatamento segue um roteiro conhecido pelos fiscais: o invasor derruba a floresta em terra pública, vende madeira para se capitalizar, planta capim e coloca o gado. Mais tarde, as terras de interesse da agricultura dão lugar ao cultivo de soja, arroz e milho. [&#8230;] <strong>A pecuária para a criação de gado é a atividade que mais contribui para o desmatamento na Amazônia</strong>, ocupando 65% da área desmatada&#8221;, afirma o estudo recente do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia).</p></blockquote>
<p><a href="http://www.dw.com/pt-br/a-m%C3%A1quina-que-move-o-desmatamento-da-amaz%C3%B4nia/a-40224333" target="_blank">A máquina que move o desmatamento da Amazônia &#8211; Deutsche Welle</a> e a <a title="A máquina que move o desmatamento da Amazônia - G1 Natureza" href="http://g1.globo.com/natureza/noticia/a-maquina-que-move-o-desmatamento-da-amazonia.ghtml" target="_blank">mesma matéria</a> republicada no G1 pra você que gosta da Globo.</p>
<p><em>&#8220;Ah, mas não é só carne. Tem soja, arroz e milho também&#8230;&#8221; </em><br />
E essa soja vai pra onde, bonitão? Vou deixar o <a title="WWF - Agricultura de Soja" href="http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/reducao_de_impactos2/agricultura/agr_soja/" target="_blank">WWF</a> falar pra você:</p>
<blockquote><p>Cerca de <strong>79% da soja no mundo é esmagada para fazer ração animal </strong>e 18% para produção de óleo de soja.</p></blockquote>
<p>Bom, acho que já deu pra perceber que a gente também é responsável por parte desse desmatamento e que <strong>pouca gente aqui é tão SOS Amazônia assim</strong> e foi além além da foto de perfil e do abaixo assinado. E pra terminar meu raciocínio vou só reforçar, pouca coisa nesse post é opinião do Diego vegetariano (que nem me considero mais), hipponga e natureba. Estão aí todas as informações com os links pra você checar e <strong>ver tudo isso na voz de pessoas muito mais confiáveis que eu</strong>.</p>
<p>Pra fechar de vez, deixo a letra de dois caras inteligentíssimos que falam muita coisa boa no YouTube, canais que você deveria assistir, em vez da enxurrada de lixo da TV aberta que você insiste em ligar e diz que &#8220;<em>é só pra ter um barulinho</em>&#8220;. Põe um barulinho <strong>com informação de verdade</strong> aí então, chapa.</p>
<blockquote><p>Segundo pesquisadores do INPE, como Antonio Nobre: o aquecimento global e o desmatamento crescente da Amazônia estão acabando com o ciclo de chuvas que traziam a umidade do norte pro resto do país. <strong>Estamos acabando com a nossa água e comida pra poder vender madeira, criar gado e plantar combustíveis.</strong></p></blockquote>
<p><a title="Atila Iamarino - Biblioteca Virtual da FAPESP" href="http://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/66958/atila-iamarino/" target="_blank">Atila Iamarino</a> &#8211; <a title="Falta de água | Nerdologia 59" href="https://youtu.be/RsUD8CTDdAw?t=4m46s" target="_blank">Falta de água</a> | <a title="Canal Nerdologia - YouTube" href="https://www.youtube.com/channel/UClu474HMt895mVxZdlIHXEA" target="_blank">Canal Nerdologia</a></p>
<blockquote><p>Só não vai conseguir comportar 11 bilhões de pessoas (estimativa para 2100) com padrões de consumo e com [&#8230;] estilos de vida que muitas pessoas tem no mundo: não dá pra comportar 11 bilhões de pessoas comendo carne, não dá pra comportar 11 bilhões de pessoas usando um ar condicionado ou um aquecedor&#8230; A gente tem limitações, e óbvio, essas coisas que eu falei: comer carne, usar aquecedor ou ar-condicionado, [&#8230;] ter um veículo, são privilégio de uma minoria muito pequena da população mundial, mas são coisas que essa população mundial não consegue viver sem. [&#8230;] <strong>se todo mundo de hoje pudesse viver dessa forma, e os 11 bilhões no futuro, a gente ia precisar de mais uma terra conseguir pra gerar isso aí tudo de sustento</strong>, [&#8230;] a gente não ia ter ambiente, não ia ter da onde tirar matéria-prima pra fazer tudo isso.</p></blockquote>
<p><a title="Paulo Miranda Nascimento - Biblioteca Virtual da FAPESP" href="http://www.bv.fapesp.br/pt/pesquisador/14818/paulo-miranda-nascimento/" target="_blank">Paulo Miranda do Nascimento</a> &#8211; <a title="Canal Do Pirula - YouTube" href="https://www.youtube.com/channel/UCdGpd0gNn38UKwoncZd9rmA" target="_blank">Canal Do Pirula</a> &#8211; <a title="Superpopulação é mito? Ocupamos apenas 3% do planeta?" href="https://www.youtube.com/watch?v=jZs7RrUk6-o&amp;feature=youtu.be&amp;t=15m56s" target="_blank">Superpopulação é mito? Ocupamos apenas 3% do planeta?</a></p>
<p>De novo, desculpa aí pelo tom agressivo, mas estamos num estágio de destruição bem avançado e se não for através do choque, não vai ter mudança. <strong>Sustentabilidade é a palavra do momento</strong>, mas no fundo mesmo, <strong>pouca gente se importa em ser sustentável&#8230; </strong>Ficamos empurrando essa responsabilidade pras grandes corporações e tirando o corpo fora, sendo que boa parte dos atos sustentáveis somos nós que temos que fazer.</p>
<p><em>Foto da capa: <span class="mw-mmv-author">Neil Palmer/<a class="external text" href="http://www.flickr.com/photos/ciat/" rel="nofollow">CIAT</a></span> &#8211; <span class="mw-mmv-source"><a class="external text" href="http://www.flickr.com/photos/ciat/5641587148/" rel="nofollow">Flickr</a> &#8211; Licença CC BY-SA 2.0</span></em></p>
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		<title>Melhor do que parece &#8211; Um mês sem Facebook</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2016 15:28:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>A escolha dessa música também é muito peculiar, conheço O Terno há mais ou menos uns três meses e desde então tenho escutado todos os três álbuns deles feito um maluco e por isso acabo criando uma identificação mais forte que o normal com algumas letras. Essa em especial, traduz perfeitamente essa minha insatisfação e incômodo com relação [&#8230;]</p>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df17aef213a" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">J</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>á fazia algum tempo que eu andava um pouco incomodado com a conduta das pessoas nas redes sociais e na Internet como um todo, o excesso de informação (e o quanto dessa informação é simplesmente irrelevante ou propositalmente falsa) e a falta de civilidade e de empatia, mas o que mais estava me incomodando era o tempo que eu estava passando consumindo tudo isso, então resolvi me afastar por um mês e depois voltar aqui e escrever sobre como foi a experiência, pois bem, aqui está.  Dê o play e vamos juntos refletir um pouco sobre tudo isso:</p>
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<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-6827-1" preload="none" style="width: 100%; visibility: hidden;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/O-Terno-Melhor-Do-Que-Parece.mp3?_=1" /><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/O-Terno-Melhor-Do-Que-Parece.mp3">http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/O-Terno-Melhor-Do-Que-Parece.mp3</a></audio>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><span id="more-6827"></span></p>
<p>A escolha dessa música também é muito peculiar, conheço <a title="O Terno - Power-trio de canção-rocknroll-pop-experimental de São Paulo, formado por Tim Bernardes, Guilherme d’Almeida e Biel Basile" href="http://www.oterno.com.br/" target="_blank">O Terno</a> há mais ou menos uns três meses e desde então tenho escutado todos os três álbuns deles feito um maluco e por isso acabo criando uma identificação mais forte que o normal com algumas letras. Essa em especial, traduz perfeitamente essa minha insatisfação e incômodo com relação às redes sociais:</p>
<p><em>Eu ando muito insatisfeito</em><br />
<em>Nada me agrada mais</em><br />
<em>Eu não consigo ouvir um disco</em><br />
<em>Ou ver um filme e</em><br />
<em>Um livro eu claramente não vou ler</em></p>
<p><em>Vou procurar em todo canto até</em><br />
<em>Achar onde eu perdi</em><br />
<em>Minha vontade, o meu prazer de conseguir</em><br />
<em>E a paciência que eu preciso para curtir</em></p>
<p><em>Eu tenho achado tudo chato, tudo ruim</em><br />
<em>Será que o chato aqui sou eu?</em><br />
<em>Será que fiquei viciado em novidade</em><br />
<em>E agora o tédio me enloqueceu?</em></p>
<p><em>Tudo está melhor do que parece</em><br />
<em>Eu olho e vejo tudo errado</em><br />
<em>Faz tempo que está tudo certo</em></p>
<p>Todo mundo sabe que boa parte de nós tem dedicado tempo demais às redes sociais, tem muita gente falando sobre isso inclusive, sobre esse nosso mais novo vício, mas de certa forma, não estamos dando muita atenção a isso, estamos fazendo uma vista grossa conveniente. É a fase da negação, é o alcoólatra que diz que tem tudo sobre controle, é a pessoa que diz que pára quando quiser, que <strong>ela só não quer naquele momento</strong>. Então, com esse tempo fora eu pude perceber que, de fato, eu estava viciado.</p>
<p>Antes de me aprofundar melhor em cada um dos pontos que quero falar, quero deixar claro que, obviamente, não se trata da opinião de nenhum especialista em psicologia, cientista social ou coisa do tipo, isso é só um relato de <strong>um usuário de Internet</strong> que resolveu repensar um pouco seus hábitos e refletir sobre o comportamento &#8220;da nuvem&#8221;.</p>
<p><strong><em>&#8220;A paciência que eu preciso pra curtir&#8221;</em><br />
</strong>Nesse primeiro ponto quero ressaltar o quão artificiais ficaram os nossos contatos e o quanto estamos fingindo ser algo que muitas vezes não somos. Nosso perfil serve pra dizer para o mundo quem somos, do que gostamos, do que não gostamos, pra brincar, pra brigar, na verdade mesmo, serve pra colocar tudo o que você quiser. Mas o que estamos colocando ali realmente reflete algo sobre nós? Quantas das suas últimas publicações você pode realmente se aprofundar e estabelecer uma boa conversa sobre isso? Quantos likes você distribuiu na última hora e quantos deles você vai realmente falar com a pessoa que publicou (ou sequer vai lembrar quem publicou)? Qual é o real significado dessa curtida? Ela diz &#8220;gostei disso&#8221;, diz &#8220;vi isso&#8221; ou diz &#8220;não gostei muito disso, mas gosto de você, então vou só concordar&#8221;? Você consegue perceber o quão rasa (e muitas vezes falsa) ficou essa relação interpessoal? Claro que você pode partir pra defensiva e dizer que é impossível manter uma relação que não seja rasa, visto que com a Internet atingimos muito mais gente do que pessoalmente, mas <strong>onde fica o meio termo nessa relação</strong>, esse é o X da questão.</p>
<p><strong><em>&#8220;Será que fiquei viciado em novidade&#8221;<br />
</em></strong>Intimamente ligado com a questão do tempo dedicado às redes sociais está a nossa ânsia por novidades. Já não conseguimos esperar um minuto sequer por qualquer coisa sem sacar o telefone do bolso e dar uma olhada no feed. Por termos uma abundância enorme de informações e acesso instantâneo a tudo isso nós criamos essa necessidade de estarmos o tempo todo ligados e atentos a qualquer novidade, <strong>por mais insignificante que ela seja</strong>. Repare que meu descontentamento aqui não é para o fato de termos acesso a tudo, eu acho isso sensacional, mas precisamos remover esse pensamento de que temos que absorver toda essa informação, até porque isso é impossível, é preciso ter mais controle sobre isso.</p>
<p><strong><em>&#8220;Um livro eu claramente não vou ler&#8221;</em><br />
</strong>Quando dedicamos tempo demais pra uma coisa só ficamos sem tempo para todas as outras. Talvez o lado mais positivo dessa experiência de ficar um mês sem Facebook foi o tempo que me sobrou pra fazer outras coisas que eu não estava fazendo ou estava fazendo muito pouco. Voltei a ler alguns livros que tinha abandonado, estou fazendo mais exercício físico, me dedicando mais ao ANH e ao trabalho como fotógrafo e, o melhor de tudo, tenho tempo livre pra não fazer nada. Isso é uma coisa que muitas vezes não valorizamos, mas que é essencial, é no tempo de abstinência total de qualquer atividade que temos novas ideias, novas reflexões <strong>ou simplesmente relaxamos</strong>. A ideia da <a title="Circuito Vale Europeu – Cicloturismo – Definindo o roteiro" href="http://anaturezahumana.com/2016/09/circuito-vale-europeu-cicloturismo-definindo-o-roteiro/" target="_blank">viagem de bicicleta pelo Circuito Europeu</a>, por exemplo, surgiu durante um desses tempos.</p>
<p><strong><em>&#8220;Eu tenho achado tudo chato, tudo ruim&#8221;<br />
</em></strong>Um outro ponto que eu não poderia deixar de comentar sobre a Internet é o excesso de ódio e de falta de empatia. Os haters e os discursos de ódio não são novidade, convivemos com eles o tempo todo, mas o que impressiona é como simplesmente aceitamos isso como normal e o volume monstruoso deles. Estamos disseminando muito mais informações que incitam a discórdia do que qualquer outra coisa. Particularmente eu acho que isso é fruto da nossa necessidade de parecermos melhores que o outro, de mostrar que nosso ideal é mais bonito que os outros, que a nossa verdade e o nosso Deus são o que o mundo todo precisa seguir. Outro ponto importante aqui é a <strong>polarização de ideias</strong>, isso favorece muito o discurso de ódio e isso é um movimento global que me dá medo, podemos ver isso claramente no cenário político. Não precisamos de exemplo melhor que a <a title="O que podemos aprender com Tay - Fabro Steibel" href="http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/proa/noticia/2016/04/o-que-podemos-aprender-com-tay-experimento-em-inteligencia-artificial-da-microsoft-no-twitter-5711041.html" target="_blank">Tay</a>, robô de inteligência artificial da Microsoft que replicava informações de outros usuários e em menos de 24h se tornou uma &#8220;garota mimada, nazista, ninfomaníaca e preconceituosa&#8221;.</p>
<p><strong><em>&#8220;Tudo está melhor do que parece</em></strong><br />
<strong><em>Eu olho e vejo tudo errado</em></strong><br />
<strong><em>Faz tempo que está tudo certo&#8221;<br />
</em></strong>Não por acaso e nem por falta de importância, deixei esse ponto pro final. A predominância do ódio que comentei no ponto anterior faz com que a gente absorva um viés pessimista sobre o mundo e sobre a humanidade. Zygmunt Bauman, um filósofo considerado pessimista diz que &#8220;<a title="Zygmunt Bauman - Artigo no El País" href="http://brasil.elpais.com/brasil/2015/12/30/cultura/1451504427_675885.html" target="_blank">as redes sociais são uma armadilha</a>&#8221; e nesse ponto concordo com ele, mas nessa conclusão quero trazer uma <strong>visão realista</strong>, nem pessimista, nem otimista. <strong>O mundo está se tornando um lugar melhor a cada dia que passa</strong>, tem bilhões de pessoas empenhadas nessa causa. Tem muita gente fazendo força pra que o contrário aconteça também, mas temos que ver as coisas através de um contexto de proporção. É óbvio que hoje ocorrem muito mais tragédias do que a 50 anos atrás então isso automaticamente nos leva a pensar que as coisas estão piorando, mas não, elas acontecem mais porque tem mais gente viva, simples assim. O mundo está num crescimento constante, um dia isso vai estabilizar, mas até lá vamos ter que nos contentar com muitos números aumentando, inclusive o das tragédias. E todas as mídias (a Internet não é exceção) estampam as tragédias na primeira página, sabe por que?! Porque &#8220;ver sangue é que é legal&#8221;: impacta e dá Ibope, tudo o que uma mídia precisa pra se manter. <strong>Mas tudo é uma questão de proporção</strong>, lembre-se disso.</p>
<p>Se eu puder dar uma conclusão sobre esse último mês eu diria que foi um mês positivo, onde muitas coisas boas aconteceram, a grande maioria delas simplesmente porque <strong>eu tinha mais tempo e ânimo para fazê-las</strong>. Eu sempre me considerei um usuário que sabe filtrar os conteúdos que consome, que realmente buscava coisas boas e positivas pra consumir nas redes sociais e na Internet de modo geral, mas nesse último mês aprendi que apenas estabelecer filtros não é o suficiente, precisamos pensar melhor sobre a utilização da Internet como um todo.</p>
<p>Se alguém está curioso pra saber se eu vou voltar pro Facebook, a resposta é sim, mas vou limitar meu acesso. Vou manter a rotina de não ter o aplicativo no celular, <strong>acessar pelo computador e apenas uma vez ao dia</strong>. Ao mesmo tempo que tive todos esses vislumbres sobre o aspecto negativo da utilização das redes sociais, perdi alguns pontos que considero positivos como as informações de alguns grupos que tenho lá, algumas páginas que sigo e também eventos que aconteceram e que não fiquei sabendo. Então vou tentar utilizá-lo de uma maneira mais consciente do que vinha fazendo para seguir tendo acesso a essa parte boa e diminuir o impacto dos aspectos negativos que encontrei.</p>
<p>Talvez eu estenda essa reflexão pra mais algum post, mas por enquanto eu acho que é isso que eu tinha pra falar. A foto de capa desse post é da Laguna Torre em El Chaltén, um momento muito especial e de muita reflexão. E dando continuidade às atividades aqui no ANH, já estou preparando o roteiro para a <a title="Trabalho, treino e a dualidade das coisas" href="http://anaturezahumana.com/2016/09/trabalho-treino-e-a-dualidade-das-coisas/" target="_blank">viagem de test drive que vou fazer com meu pai</a> que comentei outro dia e logo mais terá um post novo falando sobre isso. Até lá!</p>
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		<title>Trabalho, treino e a dualidade das coisas</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2016 00:43:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[ciclismo]]></category>
		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Jaraguá do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[preparação]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Você já reparou que pra quase tudo na vida a gente fica tentando dar uma conclusão dizendo se aquilo foi bom ou ruim, quando se a gente parar pra pensar, tudo é bom e ruim ao mesmo tempo. Talvez esse pareça uma afirmação bastante simples, mas ela traz reflexões bem profundas. O que define se [&#8230;]</p>
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			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df17af01cba" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">T</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>rabalho, pouco treino, algumas divagações e muita ansiedade. Isso <strong>resume bem</strong> minha última semana. Desde terça-feira da semana passada quando eu fiz o último post sobre a viagem bastante coisa aconteceu. Talvez o mais impactante desses acontecimentos é o fato de que fechei um trabalho relativamente grande e estou passando mais ou menos 11 horas por dia em frente ao computador e isso me deixa muito triste e feliz ao mesmo tempo e uma divagação sobre essa <strong>dualidade das coisas</strong> talvez seja minha maior razão pra querer fazer esse post.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><span id="more-6811"></span></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Preparação-para-a-viagem-Pedal-de-treino-Lua-no-horizonte.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6813" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Preparação-para-a-viagem-Pedal-de-treino-Lua-no-horizonte-1024x683.jpg" alt="Preparação para a viagem - Pedal de treino - Lua no horizonte" width="1024" height="683" /></a></p>
<p>Você já reparou que pra quase tudo na vida a gente fica tentando dar uma conclusão dizendo se aquilo foi bom ou ruim, quando se a gente parar pra pensar,<strong> tudo é bom e ruim ao mesmo tempo</strong>. Talvez esse pareça uma afirmação bastante simples, mas ela traz reflexões bem profundas.</p>
<p>O que define se algo é bom ou ruim é apenas o nosso julgamento, que, por sua vez, é influenciado por coisas como nosso humor, nosso conhecimento, nosso histórico com o que estamos julgando e mais um monte de outros fatores, mas o que quero reforçar aqui é que o fato de ser bom ou ruim é não é uma qualidade da coisa, mas sim <strong>uma resposta do nosso julgamento, da nossa percepção</strong>.</p>
<p>É justamente por isso que nesse momento estou muito feliz e triste ao mesmo tempo. Feliz por ter um volume considerável de trabalho, o que significa que em breve tem dinheiro entrando e triste por estar &#8220;perdendo&#8221; meu tempo aqui em frente à essa tela gigante quando na verdade gostaria de estar lá fora pedalando e/ou planejando coisas pra viagem.</p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Preparação-para-a-viagem-Pedal-de-treino-Lua-e-rio-na-divisa-com-Guaramirim.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6814" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Preparação-para-a-viagem-Pedal-de-treino-Lua-e-rio-na-divisa-com-Guaramirim-1024x683.jpg" alt="Preparação para a viagem - Pedal de treino - Lua e rio na divisa com Guaramirim" width="1024" height="683" /></a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Preparação-para-a-viagem-Pedal-de-treino-Recreativa-Mannes-e-montanhas.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6815" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Preparação-para-a-viagem-Pedal-de-treino-Recreativa-Mannes-e-montanhas-1024x683.jpg" alt="Preparação para a viagem - Pedal de treino - Recreativa Mannes e montanhas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p>Eu poderia estar muito puto e estressado com o trabalho? Poderia. E pela mesma razão poderia dar pulos de alegria, então acho que tudo isso na verdade só me fez reforçar a máxima de tentar <strong>enxergar tudo pelo lado bom</strong>, inclusive aceitar melhor as coisas que geralmente tratamos como ruins.</p>
<p>Uma das outras coisas que aconteceu nesses últimos dias foi que meu pai me ligou e <strong>disse que queria fazer uma viagem de bike comigo</strong>, ele comentou sobre fazer o circuito completo também, mas acabei pensando em fazer algo separado com ele por duas razões: com ele eu gostaria de fazer um trajeto menor, com menos esforço e isso acabou gerando o outro ponto, a possibilidade de uma viagem test drive, como se fosse um treino mais real para o circuito.</p>
<p>Como expliquei <a title="Circuito Vale Europeu – Cicloturismo – Definindo o roteiro" href="http://anaturezahumana.com/2016/09/circuito-vale-europeu-cicloturismo-definindo-o-roteiro/" target="_blank">no primeiro post</a>, essa é a minha primeira experiência com cicloturismo, então não quero dar chance ao azar e quero sair de casa com a sensação de que tenho tudo <strong>100% planejado</strong>. Como eu já havia definido tudo até então pensando em fazer o circuito sozinho resolvi manter assim e fazer uma viagem menor pelo litoral antes de ir pra lá. Isso vai me dar a oportunidade de testar tudo, passar um bom tempo com o velho numa experiência única e <strong>realmente sentir como é botar o pé no pedal e encarar a estrada</strong>.</p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Preparação-para-a-viagem-Pedal-de-treino-BR-280-e-o-céu.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6817" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Preparação-para-a-viagem-Pedal-de-treino-BR-280-e-o-céu.jpg" alt="Preparação para a viagem - Pedal de treino - BR 280 e o céu" width="1024" height="1536" /></a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Preparação-para-a-viagem-Pedal-de-treino-BR-280-e-vista-para-as-montanhas.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6816" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Preparação-para-a-viagem-Pedal-de-treino-BR-280-e-vista-para-as-montanhas-1024x683.jpg" alt="Preparação para a viagem - Pedal de treino - BR 280 e vista para as montanhas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p>Como falei no começo, os treinos andam meio fracos porque ando sem tempo. Desde terça só fiz mais quatro pedaladas: dois pequenos rolês até o centro no <a title="Link para a atividade no Strava" href="https://www.strava.com/activities/704354224" target="_blank">dia 07</a> e no <a title="Link para a atividade no Strava" href="https://www.strava.com/activities/705466772" target="_blank">dia 08</a>, um maior <a title="Link para a atividade no Strava" href="https://www.strava.com/activities/711482959" target="_blank">passando pelo Rio Molha e a pela Vila Nova</a> e a pedalada de hoje <a title="Link para a atividade no Strava" href="https://www.strava.com/activities/713766122" target="_blank">até o trevo de entrada para a rodovia do arroz</a>. As fotos que ilustram esse post são de hoje, o pôr do sol é visto da janela do nosso quarto e as demais são do trajeto do pedal. Um clique especial foi o da lagoa da recreativa da Mannes com os picos no fundo, eu e a Bruna (e mais uma pá de doidos) mergulhamos nela no meio da nossa festa de casamento. Massa, né?! :]
<p>No mais, dou novidades sobre a viagem teste e como andam os preparativos assim que eu finalizar essa leva de trabalho e conseguir dedicar mais tempo à viagem de novo. Até breve!</p>
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		<title>O que mudou nas nossas vidas depois do mochilão</title>
		<link>http://anaturezahumana.com/2016/01/o-que-mudou-nas-nossas-vidas-depois-do-mochilao/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Jan 2016 12:01:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[lembranças]]></category>
		<category><![CDATA[mochilão]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças]]></category>
		<category><![CDATA[rotina]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Não preciso contar tudo o que aconteceu a seguir, porque tivemos a feliz ideia de registrar a história aqui no blog e todos podem acompanhar esses registros até hoje. Digo que foi uma feliz ideia porque é maravilhoso reler, assim como foi maravilhoso compartilhar e inspirar outras pessoas. Então o que quero dizer é que [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df17af079e6" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">H</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>á exatamente um ano nós colocamos as mochilas nas costas, conferimos os últimos detalhes e seguimos rumo a Florianópolis, onde pegaríamos o tão esperado <a title="Chegada a Ushuaia" href="http://anaturezahumana.com/2015/01/chegada-a-ushuaia/" target="_blank">vôo para Ushuaia</a> e daríamos início ao que foi a melhor experiência de vida que já tivemos até agora. De lá para cá muitas coisas aconteceram e vale a pena contar um pouco das ótimas experiências que tivemos desde então.</p>
<p class="p1">É claro que tudo começou <a title="Como planejamos nosso mochilão" href="http://anaturezahumana.com/2015/01/como-planejamos-nosso-mochilao/" target="_blank">bem antes</a>, com muita preparação, pesquisa, desligamentos de vínculos empregatícios, pagamentos de contas, compras de equipamentos, solicitação de documentos, etc, mas feito isso, chegamos ao grande dia, era ali que tudo <strong>começava de verdade</strong> e nós estávamos preparados e extremamente felizes. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Review-Therm-a-Rest-Trail-Lite-Isolante-térmico-Diego-deitado.jpg"> <span id="more-6679"></span></a></p>
<p class="p1">Não preciso contar tudo o que aconteceu a seguir, porque tivemos a feliz ideia de registrar a história <a href="http://anaturezahumana.com/category/diario-de-bordo/" target="_blank">aqui no blog</a> e todos podem acompanhar esses registros até hoje. Digo que foi uma feliz ideia porque é maravilhoso reler, assim como <strong>foi maravilhoso compartilhar e inspirar outras pessoas</strong>. Então o que quero dizer é que a partir do momento em que eu avistei as primeiras montanhas nevadas e deixei as lágrimas escorrerem através das janelas do avião até o dia de hoje, depois de uma volta inteira em torno do sol, muitas coisas aconteceram e como já aprendemos que compartilhar é maravilhoso, quero seguir fazendo isso e contar a nossa trajetória desde então.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Fazenda-de-Floriano-e-Alicia-Rio-Barrancoso-e-a-neblina-pela-manhã.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5780" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Fazenda-de-Floriano-e-Alicia-Rio-Barrancoso-e-a-neblina-pela-manhã-1024x683.jpg" alt="Carretera Austral - Fazenda de Floriano e Alicia - Rio Barrancoso e a neblina pela manhã" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>COMO O MOCHILÃO MUDOU A NOSSA FORMA DE ENCARAR AS MUDANÇAS</strong></p>
<p class="p1">O mochilão mudou nossas vidas, isso é um fato. <strong>Mudanças são muito importantes e acontecem o tempo todo, algumas nós escolhemos e outras não. </strong>Nossa mudança foi uma escolha, nós planejamos tudo com cuidado e também deixamos algumas coisas abertas, escolhendo “não escolher” em alguns momentos, o que proporcionou encontros e experiências surpreendentes.</p>
<p class="p1">Uma das nossas “não escolhas” foi referente ao que faríamos quando voltássemos e essa era uma pergunta que tínhamos de responder com frequência. Na verdade não queríamos que um projeto futuro ocupasse nossas mentes durante a viagem, queríamos fazer <strong>o exercício de viver o momento presente</strong> e não criar expectativas quanto ao futuro.</p>
<p class="p1">Essa liberdade proporcionou uma maior flexibilidade depois que voltamos para nossa cidade. Durante o primeiro mês pós viagem aceitamos todos os convites que surgiam, ficamos abertos para conversar com todos os amigos (e até com desconhecidos), trocar muitas ideias, falar sobre tudo o que passamos e responder a todas as perguntas. Muitas pessoas que fazem esse tipo de viagem preferem ficar um pouco mais reclusas nesse primeiro momento e eu entendo que pode não ser fácil voltar ao ritmo depois de tantas experiências reveladoras e principalmente depois de sentir o desprendimento da viagem em contraste com as preocupações do dia-a-dia da maioria das pessoas, como contas a pagar, horários a cumprir e desejos de consumo. Porém nós <strong>voltamos com vontade de contagiar a todos</strong>, com vontade de trazer nossos amigos e familiares para mais perto dos sentimentos que vivenciamos, por isso nosso convívio social nessa época foi intenso. Além disso estávamos com saudade, é claro!</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Trilha-para-Laguna-de-Los-Tres-Nós-Jan-Jean-e-Glauco.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5622" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Trilha-para-Laguna-de-Los-Tres-Nós-Jan-Jean-e-Glauco-1024x683.jpg" alt="El Chaltén - Trilha para Laguna de Los Tres - Nós, Jan, Jean e Glauco" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>UMA VONTADE IMENSA DE COMPARTILHAR</strong></p>
<p class="p1">Não demorou muito para aparecerem os primeiros convites mais “formais” e assim organizamos nossa primeira <strong>conversa pública</strong> através dos nossos amigos do estúdio <a title="Firmorama" href="http://www.firmorama.com/" target="_blank">Firmorama</a>, que fizeram barulho em um encontro pra lá de proveitoso. Depois disso fomos convidados pela <a href="http://www.vasselai.com.br/" target="_blank">Vasselai Incorporações</a> para falar em Blumenau, pelo <a href="http://www.oatlas.com.br/" target="_blank">Atlas</a> para ir até Joinville e juntamente com a <a href="http://entremonte.com.br/" target="_blank">Entremonte </a>realizamos mais dois eventos novamente em Jaraguá do Sul.</p>
<p class="p1">Também participamos do <a href="http://bazaritinerante.com/" target="_blank">Bazar Itinerante</a>, expondo nossas <a title="Loja virtual" href="http://anaturezahumana.com/loja/" target="_blank"><strong>fotos e sketchbooks</strong> </a>e conversando muito sobre a viagem, de uma exposição no café <a href="https://www.facebook.com/truffe.irresistivel/" target="_blank">Truffé Delicatesse</a> e mais recentemente do evento Happy Day, promovido pelas amigas da loja <a href="https://www.facebook.com/lojaamei/?fref=ts" target="_blank">Amei</a>, além de ter o espaço de uma aula aberto para a turma do último semestre de educação física da Faculdade Jangada.</p>
<p class="p1">Outra oportunidade muito legal que surgiu foi a de receber pessoas em nossa casa através do<a title="Nossa casa cheia de vida com o Couchsurfing" href="http://anaturezahumana.com/2015/11/nossa-casa-cheia-de-vida-com-o-couchsurfing/" target="_blank"> Couchsurfing</a>, retribuindo assim a receptividade que tivemos na Argentina e no Chile, onde nós é que éramos os hóspedes.</p>
<p class="p1">Em meio a tudo isso fomos conhecendo cada vez mais pessoas, fazendo novos amigos e estreitando ainda mais antigos laços. Deixamos claro em certo ponto da viagem que <strong>o contato com as pessoas nos surpreendeu</strong> e deixo claro mais uma vez que isso continuou a acontecer aqui em Jaraguá e só temos a agradecer. O apoio de todos, o incentivo a dar continuidade ao projeto e a receptividade quanto aos materiais que produzimos nos motivou muito e possibilitou levar a mais pessoas a mensagem de que uma viagem pode ser mais simples do que parece.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/01/Firmorama.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6687" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/01/Firmorama-1024x669.jpg" alt="Firmorama - Charla Abierta" width="1024" height="669" /></a></p>
<p class="p1"><strong>MAS, E DO QUE VOCÊS VÃO VIVER DEPOIS QUE VOLTAREM?</strong></p>
<p class="p1">A pergunta que não calou desde antes de partirmos teve sua resposta sendo construída aos poucos e sem pressa. Logo no segundo mês em casa já começaram a aparecer <strong>oportunidades de trabalho</strong> para nós dois e percebemos que além do desenvolvimento pessoal, <strong>a viagem serviu como um grande portfólio profissional</strong>. Hoje estamos trabalhando de maneira autônoma, eu atuo na área do design gráfico e também fiz algumas oficinas de encadernação ao longo do ano. O Diego segue em trabalhos de fotografia e vídeo e muitas vezes acabamos trabalhando juntos em alguns projetos.</p>
<p class="p1">Desde que voltamos nossa ideia era sempre ficar abertos para todas as oportunidades que surgissem, sem medo e sem pressão de encontrar logo um emprego. Nós tínhamos uma pequena reserva e já estávamos habituados a viver com pouco, sabíamos que não precisávamos de um grande salário para passarmos bem por algum tempo. Convites como o da Danusa para ajudá-la a atender em seu café (uma área totalmente diferente da minha) foram aceitos com o coração aberto. Dentro de nossas áreas <strong>experimentamos diversos ramos e aprendemos muitas coisas novas</strong>. Ajudamos amigos de estúdios e agências, com trabalhos internos, em uma troca muito proveitosa e também trabalhamos muito em casa, experimentando uma rotina totalmente nova que requer muita disciplina, mas tem várias recompensas.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Torres-del-Paine-Anoitecer-no-acampamento-Dickson.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5324" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Torres-del-Paine-Anoitecer-no-acampamento-Dickson-1024x683.jpg" alt="Torres del Paine - Anoitecer no acampamento Dickson" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>O QUE VEM DAQUI PARA A FRENTE?</strong></p>
<p class="p1">Nosso último ano foi marcado por dois momentos distintos, uma mudança planejada (a viagem), que nos ensinou a estar abertos para a mudança não planejada (nossa nova forma de viver e trabalhar).</p>
<p class="p1">Depois da viagem também aproveitamos para colocar nossa <a href="http://anaturezahumana.com/loja/" target="_blank">loja virtual</a> no ar e fazer alguns posts de <a href="http://anaturezahumana.com/category/review/" target="_blank">review de equipamentos</a> e <a href="http://anaturezahumana.com/category/dicas-de-viagem/" target="_blank">dicas de viagem</a> de acordo com o que aprendemos, para ajudar aqueles que também estão planejando a sua.</p>
<p class="p1">Para 2016 nós decidimos continuar trabalhando, porque<strong> temos muitos projetos em mente</strong>, vamos focar no planejamento de <strong>uma nova viagem</strong> e também começar a estruturar o velho sonho de <strong>ter um sítio e aplicar conceitos de permacultura e sustentabilidade</strong>, mas para tudo isso acontecer, precisamos de um período de foco, precisamos juntar algum dinheiro, conhecer alguns apoiadores, estudar e trabalhar duro. E, é claro, vamos seguir alimentando o blog, pois esse é o nosso projeto de vida, já dissemos aqui que <strong>o ANH não é um blog apenas sobre viagens</strong>, embora tenha começado assim, é um blog que fala sobre escolhas de vida e sobre viver plenamente. O conteúdo sobre o mochilão para a Patagônia a princípio está encerrado, mas novos temas estão sendo planejados até que venha a próxima aventura.</p>
<p class="p1">Ah, e caso você tenha perdido algum dos posts da viagem ou queira relembrar os momentos maravilhosos que vivemos lá, você pode ler tudo na íntegra aqui no nosso <a title="Diário de Bordo" href="http://anaturezahumana.com/category/diario-de-bordo/" target="_blank">diário de bordo</a>.</p>
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		<title>Yoga, alongamento e preparação</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2015 17:53:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[alongamento]]></category>
		<category><![CDATA[exercício físico]]></category>
		<category><![CDATA[meditação]]></category>
		<category><![CDATA[rotina]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo aula]]></category>
		<category><![CDATA[yoga]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Eu sempre tive uma certa preguiça para me alongar, com o tempo fui entendendo a importância da prática e da quantidade de benefícios que ela traz, mas sempre tinha uma certa dificuldade de encaixar ela no meu dia a dia ou de fazê-la naquela hora que ela é mais eficiente, depois de uma atividade física [&#8230;]</p>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df17af0aea8" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">Q</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>uanto mais tempo ficamos em casa, mais saudades sentimos da época em que estávamos viajando. Mesmo tendo adotado uma rotina diferenciada depois que voltamos da viagem, <strong>ainda assim ela tem um pouco de rotina</strong>, o que na realidade não é ruim, mas temos essa tendência de enxergar a rotina como algo cansativo e sem graça.</p>
<p>Para evitar um pouco desse descontentamento tentamos estabelecer algumas atividades diferentes no nosso dia a dia, uma dessas atividades foi o yoga e talvez tenha sido uma das minhas <strong>melhores descobertas dos últimos tempos</strong>.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Review-Therm-a-Rest-Trail-Lite-Isolante-térmico-Diego-deitado.jpg"> <span id="more-6669"></span></a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/12/Yoga-em-casa.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6673" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/12/Yoga-em-casa-1024x682.jpg" alt="Yoga em casa" width="1024" height="682" /></a></p>
<p>Eu sempre tive uma certa preguiça para me alongar, com o tempo fui entendendo a importância da prática e da quantidade de benefícios que ela traz, mas sempre tinha uma certa <strong>dificuldade de encaixar ela no meu dia a dia</strong> ou de fazê-la naquela hora que ela é mais eficiente, depois de uma atividade física um pouco mais desgastante. Mas vou dizer que com o yoga a prática do alongamento se tornou natural, pois eu não encaro a atividade como cansativa, eu simplesmente gosto de fazer.</p>
<p>Dando uma pesquisada rápida eu descobri que na verdade o yoga é muito mais do que uma série de posturas, é uma filosofia, <strong>um conceito de união</strong>, interna entre o seu corpo e a sua mente e também de união com o todo, você com o universo. Esse conceito popular que temos do yoga ligado às práticas físicas parece transitar numa linha entre o <strong>exercício físico e a meditação</strong>, pelo menos esse é o meu entendimento da atividade até agora. Ele une práticas de concentração, respiração e de exercícios físicos com uma harmonia que tem me deixado em um estado de tranquilidade enorme, principalmente nas primeiras horas após a prática.</p>
<p>Geralmente eu e a Bruna praticamos logo quando acordamos ou após o café da manhã, assim começamos o dia em um ritmo bacana, <strong>não tão acelerado quanto de costume</strong>. Praticamos por cerca de 30 minutos e, as vezes, adicionamos mais uns 15 ou 20 minutos de meditação logo na sequência.</p>
<p>Quando decidimos começar a praticar buscamos no YouTube algumas vídeo aulas e, depois de encontrarmos alguns vídeos muito rápidos e alguns muito lentos encontramos o canal da Pri, que pareceu se adequar ao nosso ritmo. Ela possui uma didática bem legal e os exercícios tem fluído muito bem até agora. Estamos seguindo a <a title="Yoga para Iniciantes - Canal da Pri" href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLnXTMjA8X5lcXzKTROZJK6_TbtQ8YLeh0" target="_blank">playlist Yoga para Iniciantes</a> do canal dela, esse vídeo abaixo é o primeiro da lista.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/KZsgpfha25w?list=PLnXTMjA8X5lcXzKTROZJK6_TbtQ8YLeh0" width="1024" height="576" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Existe uma quantidade enorme de posições e das mais diversas dificuldades, elas aumentam bastante a complexidade da prática, mas não queremos nos apressar e tomar os pés pelas mãos, estamos tentando manter um <strong>ritmo agradável</strong> para que a atividade não se torne cansativa demais.</p>
<p>Além do yoga, seguimos praticando algumas caminhadas e estamos aumentando consideravelmente nossas pedaladas, tudo isso faz parte de uma fase de preparação para a próxima viagem. Sim, <strong>uma próxima viagem onde trocaremos as nossas botas pelas bicicletas</strong> e vamos descobrir uma parte desse nosso país lindo! Não quero dar muitas informações agora porque ainda estamos apenas iniciando a fase de planejamento dela, então vai levar bastante tempo até tudo acontecer e cairmos na estrada de novo, mas ainda vamos falar bastante sobre ela e vamos ter vários posts sobre essa fase de preparação também.</p>
<p><em>Creative Commons: A foto de capa do post pertence à Giuseppe Chirico e está em seu <a title="Giuseppe Chirico - Flickr" href="https://www.flickr.com/photos/g-useppe/" target="_blank">Flickr</a> sob a licença CC BY-ND 2.0.</em></p>
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		<title>Passeio Ciclístico em Jaraguá do Sul</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2015 20:19:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[bike]]></category>
		<category><![CDATA[Jaraguá do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Passeio Ciclístico]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>E u nunca havia participado de nenhum passeio ciclístico até então, mas o 1º Sunday Bykedays foi uma ótima primeira experiência. O clima durante todo o percurso de 50 quilômetros foi bem amigável e passamos por algumas estradas muito bonitas aqui de Jaraguá. Parabéns a organização do evento e a todos que participaram, que venham [&#8230;]</p>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df17af0de77" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">E</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>u nunca havia participado de nenhum passeio ciclístico até então, mas o 1º Sunday Bykedays foi uma ótima primeira experiência. O clima durante todo o percurso de 50 quilômetros foi bem amigável e passamos por algumas estradas muito bonitas aqui de Jaraguá. Parabéns a organização do evento e a todos que participaram, que venham outros mais!</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
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		<title>Nossa casa cheia de vida com o Couchsurfing</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2015 17:45:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[amizade]]></category>
		<category><![CDATA[contato humano]]></category>
		<category><![CDATA[couchsurfing]]></category>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df17af12447" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">A</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p> nossa experiência com o <a title="Como o CouchSurfing pode mudar a sua forma de viajar" href="http://anaturezahumana.com/2015/07/como-o-couchsurfing-pode-mudar-a-sua-forma-de-viajar/">Couchsurfing</a> na Argentina e no Chile foi tão legal e nos sentimos tão acolhidos pelos nossos couchs que quando voltamos só pensávamos em retribuir recebendo outros mochileiros em nossa casa.</p>
<p class="p1">Sabíamos que Jaraguá do Sul é uma cidade pouco turística, mas deixamos nosso perfil aberto como “Acepting Guests” e seguimos sempre conectando para ver se alguém estava à procura de hospedagem, mas em seis meses, ninguém apareceu. Assim, nunca imaginávamos que passaríamos duas semanas com a casa cheia, como aconteceu nesses últimos dias! </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Review-Therm-a-Rest-Trail-Lite-Isolante-térmico-Diego-deitado.jpg"> <span id="more-6630"></span></a></p>
<p class="p1">Primeiro foram o <strong>Klaus e a Bia</strong>, de São Paulo. Ela tinha escrito em um grupo de Couchsurfing no facebook que iria passar aqui por perto, então me prontifiquei a recebê-la caso viesse para Jaraguá. Eis que ela me escreve, dizendo que viajava com Klaus e assim eles chegaram em uma terça-feira, munidos de vários tipos de malabares e bambolês, me fazendo recordar as aulas de circo que tanta alegria me davam, quando eu ia para a Scar duas vezes por semana exercitar o corpo e a mente numa sala cheia de amigos, desafios e possibilidades.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Bia-e-Klaus.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6633" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Bia-e-Klaus.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Bia e Klaus" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">Eles ficaram com a gente por <strong>alguns chuvosos dias</strong>, o que impossibilitou saídas para conhecer a cidade e também impossibilitava que praticassem com seus malabares. Trocamos dicas de livros e receitas (Klaus fez um doce de abóbora com coco que arrancou suspiros de todos que o provaram) e demos algumas dicas de lugares que deveriam conhecer no nosso litoral.</p>
<p class="p1">Nesse meio tempo a <strong>Lorain</strong>e me escreveu pedindo hospedagem para ela <strong>e seu marido Jean</strong>. Nosso apartamento é pequeno e o Klaus e a Bia já estavam de partida para o litoral, então nos organizamos para recebê-los. Iríamos ficar um dia sem hóspedes apenas.</p>
<p class="p1">Pooorém… Eis que surge o <strong>Manuel</strong>. O argentino de Rosário havia feito uma solicitação pública já fazia algum tempo, dizendo que estava vindo <strong>de bicicleta desde a Argentina</strong> e pedia hospedagem para quando passasse por Jaraguá. Eu respondi dizendo que seria bem-vindo aqui, depois até esqueci, porque o tempo em bike passar mais devagar que a motor e ele estava ainda em Chapecó naquele momento. Bom, Manuel me escreve um dia antes do Klaus e da Bia saírem e eu disse a ele que poderia passar uma noite até que a Loraine e o Jean chegassem.</p>
<p class="p1">Manuel chegou causando uma alegria imensa em mim e no Diego. Uma bicicleta toda equipada, <strong>um autêntico cicloviajante</strong> e ainda por cima falando espanhol, que já estávamos com saudades de ouvir! Queríamos saber tudo sobre suas viagens pelo mundo e ele só queria saber era de um banho, depois de pedalar o dia todo de Rio Negrinho até Jaraguá, seu último trecho (70km) antes de nos encontrar.</p>
<p class="p1">Passamos a noite toda conversando, tomando caipirinhas, trocando experiências… Aí ele nos contou que estava muito aliviado de poder descansar e estar em uma casa de verdade, com chuveiro, fogão, teto… Disse que estava há oito dias pedalando direto, que desde Chapecó ninguém tinha recebido e ia dormindo na estrada, em escolas e corpo de bombeiros. Resolvemos que ele ficaria conosco mais alguns dias, não poderíamos dar hospedagem só por uma noite, ele foi muito bacana e precisava descansar e repor as energias.</p>
<p class="p1">Loraine e Jean só chegaram dois dias depois, pois não conseguiram carona no dia previsto. Nós sabemos que essas coisas são assim mesmo e não nos preocupamos. Eles chegaram e assim se juntaram a nós três. Contaram que estão viajando há um ano entre <strong>Peru, Equador e Brasil</strong>. Mochilando e trabalhando em alguns pontos. Agora a intenção é pegar carona em um veleiro, onde pretendem trabalhar ao mesmo tempo que navegam para países além-mar. Quando começaram a contar suas histórias de viagem, percebemos que são viajantes experientes e não se importariam em dividir espaço com o Manuel, que por sua vez, ficou feliz em ficar um pouco mais. Todos nós ficamos, na verdade, o que é <strong>o verdadeiro espírito do Couchsurfing.</strong></p>
<p class="p1">No outro dia tivemos uma ótima surpresa, nosso amigo<strong> Juan</strong>, argentino que conhecemos <a title="Couchsurfing, comida boa e descanso na capital Coyhaique" href="http://anaturezahumana.com/2015/04/couchsurfing-comida-boa-e-descanso-na-capital-coyhaique/">na casa do David</a>, no Chile, nos escreveu dizendo que estava a caminho de Jaraguá, cumprindo a promessa que fez de nos visitar quando viesse ao Brasil. Foi graças a ele que fomos tão bem recebidos em <a title="Buenos Aires, El Caminito e, mais uma vez, hospitalidade!" href="http://anaturezahumana.com/2015/06/buenos-aires-el-caminito-e-mais-uma-vez-hospitalidade/">Buenos Aires</a>, onde ficamos na casa dos seus pais, sendo tratados como filhos.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6637" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-02.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Noite das pizzas 02" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6636" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-01.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Noite das pizzas 01" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-Loraine.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6635" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-Loraine.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Noite das pizzas - Loraine" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-Juan-Diego-e-Manuel.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6634" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Noite-das-pizzas-Juan-Diego-e-Manuel.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Noite das pizzas - Juan, Diego e Manuel" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1">Juan chegou numa segunda à noite em meio <strong>à chuva, que até então não tinha parado</strong>. Diego foi buscá-lo porque se não iria dormir na estrada para só no dia seguinte conseguir chegar aqui. Agora ele e Manu dividiam a sala, enquanto Loraine e Jean dormiam no escritório. Éramos seis no apartamento, haviam <strong>mochilas e livros de viagem por todos os lados</strong> e uma festa em portunhol acontecia todos os dias. Nos pegamos já planejando viajar outra vez, tão inspirados que ficamos com tantas histórias.</p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-full wp-image-6641" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Jean-Loraine-Juan-Manuel-e-nós-.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Parque Malwee - Jean, Loraine, Juan, Manuel e nós" width="1024" height="682" /></p>
<p class="p1">O clima jaraguaense deu trégua apenas um dia, onde pudemos levar todos para tomar um mate e ver umas capivaras no <strong>Parque Malwee</strong>. Queríamos ir às cachoeiras de Corupá, mas não foi possível, acabamos nos contentando em ficar em casa, comendo, lendo, vendo filmes e conversando sobre viagens. Não poderíamos ter passado melhor e já vamos avisando: <strong>estamos inspirados</strong> e doidos pra voltar a viajar!</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Juan-e-Manuel.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6642" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Juan-e-Manuel.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Parque Malwee - Juan e Manuel" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Chimarrão-Diego-Loraine-e-Manuel.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6640" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Chimarrão-Diego-Loraine-e-Manuel.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Parque Malwee - Chimarrão - Diego, Loraine e Manuel" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Capivaras.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6639" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Capivaras.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Parque Malwee - Capivaras" width="1024" height="682" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Bruna-e-Juan.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6638" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Couchsurfing-Jaraguá-Parque-Malwee-Bruna-e-Juan.jpg" alt="Couchsurfing Jaraguá - Parque Malwee - Bruna e Juan" width="1024" height="682" /></a></p>
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		<title>Nossa casa em outra casa</title>
		<link>http://anaturezahumana.com/2015/06/nossa-casa-em-outra-casa/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2015 14:37:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[casa]]></category>
		<category><![CDATA[hospitalidade]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[simplicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>De novo, nem bem nos acostumamos com o nosso canto e já achamos outro lugar pra viver por alguns dias e tem sido uma experiência muito bacana. Fica muito mais difícil cair na rotina quando se está em um lugar novo a cada pouco, nós temos um olhar diferente para o local, para as coisas [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69df17af15c34" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">D</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>urante a viagem aprendemos que qualquer lugar com um espacinho para montar nossa barraca poderia ser a nossa casa por alguns dias, foi um aprendizado excelente saber que precisamos de pouca coisa além de um pequeno teto e um canto pra esticar as pernas.</p>
<p>Antes de sairmos viajar, havíamos nos mudado fazia apenas um mês e com toda a correria dos últimos preparativos da viagem não aproveitamos tão bem nossa nova casa, saímos pensando que quando voltássemos teríamos que comprar várias coisas, reformar alguns móveis e daí sim teríamos um lugar bacana pra viver. A primeira sensação quando entramos em casa novamente foi: &#8220;<strong>temos muito mais do que precisamos</strong>&#8220;.</p>
<p>Não é questão de ficar acomodado e não almejar mais, não querer essa melhoria de vida, mas o fato é que para adquirir todas essas coisas <strong>teríamos que trabalhar mais</strong>, nos privar de momentos de tranquilidade que, na nossa visão atual, valem mais do que aquele móvel novo ou aquele eletrodoméstico que estava faltando. Conseguimos viver sem eles e, digo mais, vamos viver bem sem eles.</p>
<p>Mas enfim, não foi nem bem por isso que eu comecei a escrever esse post, foi pra contar que desde a última semana não estamos morando na nossa casa. Foi pra dizer que a nossa casa, agora é a casa do Léo e do Rapha, casal de amigos que foi viajar e nos fez o convite para morarmos aqui, cuidar da casa e de seus bichos de estimação enquanto eles estiverem fora.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-6195"></span></p>
<p class="p1">De novo, nem bem nos acostumamos com o nosso canto e já achamos outro lugar pra viver por alguns dias e tem sido uma experiência muito bacana. Fica muito mais difícil cair na rotina quando se está em um lugar novo a cada pouco, <strong>nós temos um olhar diferente para o local</strong>, para as coisas que estão aqui e para tudo o que acontece no dia a dia, você tem mais ânimo até para as tarefas mais corriqueiras. Além do mais, <strong>essa casa é um lugar bem especial</strong>, cheia de detalhes e que esconde uma nova descoberta a cada dia.</p>
<p class="p1">Essa mudança e esse olhar diferenciado para as coisas simples nos inspirou a fazer algumas fotos do lugar e de alguns momentos que muitas vezes não damos valor e não enxergamos a sua beleza. Aquele dia em que ficamos até tarde trabalhando, a mesa do café da manhã posta nos anunciando que temos mais um belo dia pela frente e aquela caminhada no jardim pra esparecer as ideias. Todos pequenos momentos, todos belos momentos, <strong>basta saber parar pra observar e sentir</strong>. Espero que você goste da nossa primeira sessão só em preto e branco.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Chico-e-Bruna-trabalhando.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6199" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Chico-e-Bruna-trabalhando-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Chico e Bruna trabalhando" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Escritório.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6202" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Escritório-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Escritório" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Bruna-tomando-chá.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6197" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Bruna-tomando-chá-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Bruna tomando chá" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Jardim.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6204" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Jardim-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Jardim" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Vista-para-a-casa.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6209" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Vista-para-a-casa-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Vista para a casa" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Mesa.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6205" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Mesa-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Mesa" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Textura-madeira.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6208" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Textura-madeira-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Textura madeira" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Roda-de-carroça.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6207" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Roda-de-carroça-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Roda de carroça" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Plantas.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6206" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Plantas-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Plantas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Filtro-dos-sonhos.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6203" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Filtro-dos-sonhos-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Filtro dos sonhos" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Café-da-manhã.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6198" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Café-da-manhã-1024x681.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Café da manhã" width="1024" height="681" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Diego-tomando-café.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6201" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Diego-tomando-café-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Diego tomando café" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Diego-CRFS.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6200" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Diego-CRFS-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Diego CRFS" width="1024" height="683" /></a></p>
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