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	<title>A Natureza Humana &#187; Filosofia</title>
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		<title>SOS Amazônia &#8211; É sério, mesmo?!</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Aug 2017 02:36:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Hoje o papo é reto e sem rodeios então vou ser breve e tentar mandar essa ideia gigante pra dentro da sua cabeça em poucas palavras. Desculpa aí se eu parecer um pouco agressivo, esse tom é só pra manter você ligado nas informações, que são muitas, então prepara pro bombardeio aí. Há dois meses eu fiz um [&#8230;]</p>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e73afcb04f6" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">A</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>h, bem legal, também vou colocar o SOS Amazônia no perfil. É só isso que precisa fazer né?! E assinar a petição online&#8230; Não preciso nem repensar meus hábitos e em como diminuir o meu rastro aqui no planeta&#8230; <strong>Ou preciso?</strong></p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><span id="more-7441"></span></p>
<p>Hoje <strong>o papo é reto</strong> e sem rodeios então vou ser breve e <strong>tentar mandar essa ideia gigante pra dentro da sua cabeça </strong>em poucas palavras. Desculpa aí se eu parecer um pouco agressivo, esse tom é só pra manter você ligado nas informações, que são muitas, então prepara pro bombardeio aí.</p>
<p>Há dois meses eu fiz um <a title="Facebook - Diego Nunes" href="https://www.facebook.com/diegoblackhouse/posts/1559309564120310" target="_blank">post de um vídeo do Greg News no Facebook</a> onde ele usa o trocadilho &#8220;asvezestariano&#8221; que é <em>simplesmente sensacional</em>. Além disso ele comenta sobre o <strong>fundo Amazônia</strong>, a polêmica da <strong>Noruega, JBS</strong> e algumas coisas mais. Se você não assistiu ainda, veja aí ou salve pra ver depois que ler esse post: <a title="GREG NEWS com Gregório Duvivier | CARNE" href="https://www.youtube.com/watch?v=Zr0ZqNXG-3U" target="_blank">GREG NEWS com Gregório Duvivier | CARNE</a>.</p>
<p><em>&#8220;Ah, mas o Gregório é um esquerdopata, sabe nada de política, muito menos de preservação da Amazônia&#8221;</em>.<br />
Então lê o próximo parágrafo aí, da <strong>Nádia Pontes</strong>, repórter da Deutsche Welle:</p>
<blockquote><p>Em toda a Amazônia Legal, a sistemática do desmatamento segue um roteiro conhecido pelos fiscais: o invasor derruba a floresta em terra pública, vende madeira para se capitalizar, planta capim e coloca o gado. Mais tarde, as terras de interesse da agricultura dão lugar ao cultivo de soja, arroz e milho. [&#8230;] <strong>A pecuária para a criação de gado é a atividade que mais contribui para o desmatamento na Amazônia</strong>, ocupando 65% da área desmatada&#8221;, afirma o estudo recente do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia).</p></blockquote>
<p><a href="http://www.dw.com/pt-br/a-m%C3%A1quina-que-move-o-desmatamento-da-amaz%C3%B4nia/a-40224333" target="_blank">A máquina que move o desmatamento da Amazônia &#8211; Deutsche Welle</a> e a <a title="A máquina que move o desmatamento da Amazônia - G1 Natureza" href="http://g1.globo.com/natureza/noticia/a-maquina-que-move-o-desmatamento-da-amazonia.ghtml" target="_blank">mesma matéria</a> republicada no G1 pra você que gosta da Globo.</p>
<p><em>&#8220;Ah, mas não é só carne. Tem soja, arroz e milho também&#8230;&#8221; </em><br />
E essa soja vai pra onde, bonitão? Vou deixar o <a title="WWF - Agricultura de Soja" href="http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/reducao_de_impactos2/agricultura/agr_soja/" target="_blank">WWF</a> falar pra você:</p>
<blockquote><p>Cerca de <strong>79% da soja no mundo é esmagada para fazer ração animal </strong>e 18% para produção de óleo de soja.</p></blockquote>
<p>Bom, acho que já deu pra perceber que a gente também é responsável por parte desse desmatamento e que <strong>pouca gente aqui é tão SOS Amazônia assim</strong> e foi além além da foto de perfil e do abaixo assinado. E pra terminar meu raciocínio vou só reforçar, pouca coisa nesse post é opinião do Diego vegetariano (que nem me considero mais), hipponga e natureba. Estão aí todas as informações com os links pra você checar e <strong>ver tudo isso na voz de pessoas muito mais confiáveis que eu</strong>.</p>
<p>Pra fechar de vez, deixo a letra de dois caras inteligentíssimos que falam muita coisa boa no YouTube, canais que você deveria assistir, em vez da enxurrada de lixo da TV aberta que você insiste em ligar e diz que &#8220;<em>é só pra ter um barulinho</em>&#8220;. Põe um barulinho <strong>com informação de verdade</strong> aí então, chapa.</p>
<blockquote><p>Segundo pesquisadores do INPE, como Antonio Nobre: o aquecimento global e o desmatamento crescente da Amazônia estão acabando com o ciclo de chuvas que traziam a umidade do norte pro resto do país. <strong>Estamos acabando com a nossa água e comida pra poder vender madeira, criar gado e plantar combustíveis.</strong></p></blockquote>
<p><a title="Atila Iamarino - Biblioteca Virtual da FAPESP" href="http://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/66958/atila-iamarino/" target="_blank">Atila Iamarino</a> &#8211; <a title="Falta de água | Nerdologia 59" href="https://youtu.be/RsUD8CTDdAw?t=4m46s" target="_blank">Falta de água</a> | <a title="Canal Nerdologia - YouTube" href="https://www.youtube.com/channel/UClu474HMt895mVxZdlIHXEA" target="_blank">Canal Nerdologia</a></p>
<blockquote><p>Só não vai conseguir comportar 11 bilhões de pessoas (estimativa para 2100) com padrões de consumo e com [&#8230;] estilos de vida que muitas pessoas tem no mundo: não dá pra comportar 11 bilhões de pessoas comendo carne, não dá pra comportar 11 bilhões de pessoas usando um ar condicionado ou um aquecedor&#8230; A gente tem limitações, e óbvio, essas coisas que eu falei: comer carne, usar aquecedor ou ar-condicionado, [&#8230;] ter um veículo, são privilégio de uma minoria muito pequena da população mundial, mas são coisas que essa população mundial não consegue viver sem. [&#8230;] <strong>se todo mundo de hoje pudesse viver dessa forma, e os 11 bilhões no futuro, a gente ia precisar de mais uma terra conseguir pra gerar isso aí tudo de sustento</strong>, [&#8230;] a gente não ia ter ambiente, não ia ter da onde tirar matéria-prima pra fazer tudo isso.</p></blockquote>
<p><a title="Paulo Miranda Nascimento - Biblioteca Virtual da FAPESP" href="http://www.bv.fapesp.br/pt/pesquisador/14818/paulo-miranda-nascimento/" target="_blank">Paulo Miranda do Nascimento</a> &#8211; <a title="Canal Do Pirula - YouTube" href="https://www.youtube.com/channel/UCdGpd0gNn38UKwoncZd9rmA" target="_blank">Canal Do Pirula</a> &#8211; <a title="Superpopulação é mito? Ocupamos apenas 3% do planeta?" href="https://www.youtube.com/watch?v=jZs7RrUk6-o&amp;feature=youtu.be&amp;t=15m56s" target="_blank">Superpopulação é mito? Ocupamos apenas 3% do planeta?</a></p>
<p>De novo, desculpa aí pelo tom agressivo, mas estamos num estágio de destruição bem avançado e se não for através do choque, não vai ter mudança. <strong>Sustentabilidade é a palavra do momento</strong>, mas no fundo mesmo, <strong>pouca gente se importa em ser sustentável&#8230; </strong>Ficamos empurrando essa responsabilidade pras grandes corporações e tirando o corpo fora, sendo que boa parte dos atos sustentáveis somos nós que temos que fazer.</p>
<p><em>Foto da capa: <span class="mw-mmv-author">Neil Palmer/<a class="external text" href="http://www.flickr.com/photos/ciat/" rel="nofollow">CIAT</a></span> &#8211; <span class="mw-mmv-source"><a class="external text" href="http://www.flickr.com/photos/ciat/5641587148/" rel="nofollow">Flickr</a> &#8211; Licença CC BY-SA 2.0</span></em></p>
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		<title>Mudanças e aprendizado</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Apr 2017 16:34:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Acho realmente que esse apego que sinto nesse momento de nostalgia não é algo material, é apego aos momentos que vivi nele, do quanto ficamos maravilhados quando voltamos da viagem e reencontramos o apê, sabendo que era muito mais do que a gente precisava. Mas ao mesmo tempo já vem à minha cabeça dezenas de coisas [&#8230;]</p>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e73afcb3432" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">E</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>sses dias fui até nosso apartamento para fazer alguns pequenos reparos na pintura e buscar alguns objetos que havíamos deixado pra trás no dia em que um levamos nossas coisas para a casa nova. Logo mais a pessoa que irá alugá-lo fará a sua mudança e esse apartamento será o <strong>lar de outra pessoa</strong>, não mais nosso.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><span id="more-7300"></span></p>
<p>Acho realmente que esse apego que sinto nesse momento de nostalgia não é algo material, é apego aos momentos que vivi nele, do quanto ficamos maravilhados quando voltamos da viagem e reencontramos o apê, sabendo que era muito mais do que a gente precisava. Mas ao mesmo tempo já vem à minha cabeça dezenas de coisas memoráveis que já fizemos na casa nova em menos de meio ano que moramos aqui. <strong>E do quanto nossa qualidade de vida melhorou desde então</strong>.</p>
<p>Enfim, apenas parei pra refletir um pouco sobre mudanças e parei pra perceber que meus últimos anos foram muito diferentes do que eu imaginava pra mim, <strong>dos planos que eu tinha &#8220;pra vida&#8221;</strong>. E os próximos anos talvez sejam mais diferentes ainda e isso me deixa extremamente feliz.</p>
<p>Me deixa feliz por saber que sigo me transformando, me adaptando, refletindo e não me permitindo parar de aprender. Não acho que todas as mudanças são boas, definitivamente não, mas ainda assim elas trazem aprendizados que não podemos deixar passar despercebidos.</p>
<p>Estamos vivendo tempos conturbados, principalmente política e economicamente, e esses tempos trazem consigo algumas mudanças: demissões, reduções de salário e algumas outras medidas que impactam diretamente o estilo de vida das pessoas que tem contato com essas mudanças impostas sem muita escolha. Mas <strong>junto com as dificuldades que elas trazem vem também a oportunidade de aprendizado e crescimento</strong> que acabei de comentar.</p>
<p>Esse é o momento de questionar velhos hábitos, reformular nosso cotidiano, <strong>pensar bem no rumo queremos seguir</strong>. É hora de mudar, hoje e sempre, porque como já dizia Raul: &#8220;prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo&#8221;.</p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2017/04/Nós-no-apartamento.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-7303" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2017/04/Nós-no-apartamento-1024x683.jpg" alt="Nós no apartamento" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>Melhor do que parece &#8211; Um mês sem Facebook</title>
		<link>http://anaturezahumana.com/2016/09/melhor-do-que-parece-um-mes-sem-facebook/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2016 15:28:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[O Terno]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>A escolha dessa música também é muito peculiar, conheço O Terno há mais ou menos uns três meses e desde então tenho escutado todos os três álbuns deles feito um maluco e por isso acabo criando uma identificação mais forte que o normal com algumas letras. Essa em especial, traduz perfeitamente essa minha insatisfação e incômodo com relação [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e73afcb8a9c" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">J</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>á fazia algum tempo que eu andava um pouco incomodado com a conduta das pessoas nas redes sociais e na Internet como um todo, o excesso de informação (e o quanto dessa informação é simplesmente irrelevante ou propositalmente falsa) e a falta de civilidade e de empatia, mas o que mais estava me incomodando era o tempo que eu estava passando consumindo tudo isso, então resolvi me afastar por um mês e depois voltar aqui e escrever sobre como foi a experiência, pois bem, aqui está.  Dê o play e vamos juntos refletir um pouco sobre tudo isso:</p>
<!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('audio');</script><![endif]-->
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-6827-1" preload="none" style="width: 100%; visibility: hidden;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/O-Terno-Melhor-Do-Que-Parece.mp3?_=1" /><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/O-Terno-Melhor-Do-Que-Parece.mp3">http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/O-Terno-Melhor-Do-Que-Parece.mp3</a></audio>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><span id="more-6827"></span></p>
<p>A escolha dessa música também é muito peculiar, conheço <a title="O Terno - Power-trio de canção-rocknroll-pop-experimental de São Paulo, formado por Tim Bernardes, Guilherme d’Almeida e Biel Basile" href="http://www.oterno.com.br/" target="_blank">O Terno</a> há mais ou menos uns três meses e desde então tenho escutado todos os três álbuns deles feito um maluco e por isso acabo criando uma identificação mais forte que o normal com algumas letras. Essa em especial, traduz perfeitamente essa minha insatisfação e incômodo com relação às redes sociais:</p>
<p><em>Eu ando muito insatisfeito</em><br />
<em>Nada me agrada mais</em><br />
<em>Eu não consigo ouvir um disco</em><br />
<em>Ou ver um filme e</em><br />
<em>Um livro eu claramente não vou ler</em></p>
<p><em>Vou procurar em todo canto até</em><br />
<em>Achar onde eu perdi</em><br />
<em>Minha vontade, o meu prazer de conseguir</em><br />
<em>E a paciência que eu preciso para curtir</em></p>
<p><em>Eu tenho achado tudo chato, tudo ruim</em><br />
<em>Será que o chato aqui sou eu?</em><br />
<em>Será que fiquei viciado em novidade</em><br />
<em>E agora o tédio me enloqueceu?</em></p>
<p><em>Tudo está melhor do que parece</em><br />
<em>Eu olho e vejo tudo errado</em><br />
<em>Faz tempo que está tudo certo</em></p>
<p>Todo mundo sabe que boa parte de nós tem dedicado tempo demais às redes sociais, tem muita gente falando sobre isso inclusive, sobre esse nosso mais novo vício, mas de certa forma, não estamos dando muita atenção a isso, estamos fazendo uma vista grossa conveniente. É a fase da negação, é o alcoólatra que diz que tem tudo sobre controle, é a pessoa que diz que pára quando quiser, que <strong>ela só não quer naquele momento</strong>. Então, com esse tempo fora eu pude perceber que, de fato, eu estava viciado.</p>
<p>Antes de me aprofundar melhor em cada um dos pontos que quero falar, quero deixar claro que, obviamente, não se trata da opinião de nenhum especialista em psicologia, cientista social ou coisa do tipo, isso é só um relato de <strong>um usuário de Internet</strong> que resolveu repensar um pouco seus hábitos e refletir sobre o comportamento &#8220;da nuvem&#8221;.</p>
<p><strong><em>&#8220;A paciência que eu preciso pra curtir&#8221;</em><br />
</strong>Nesse primeiro ponto quero ressaltar o quão artificiais ficaram os nossos contatos e o quanto estamos fingindo ser algo que muitas vezes não somos. Nosso perfil serve pra dizer para o mundo quem somos, do que gostamos, do que não gostamos, pra brincar, pra brigar, na verdade mesmo, serve pra colocar tudo o que você quiser. Mas o que estamos colocando ali realmente reflete algo sobre nós? Quantas das suas últimas publicações você pode realmente se aprofundar e estabelecer uma boa conversa sobre isso? Quantos likes você distribuiu na última hora e quantos deles você vai realmente falar com a pessoa que publicou (ou sequer vai lembrar quem publicou)? Qual é o real significado dessa curtida? Ela diz &#8220;gostei disso&#8221;, diz &#8220;vi isso&#8221; ou diz &#8220;não gostei muito disso, mas gosto de você, então vou só concordar&#8221;? Você consegue perceber o quão rasa (e muitas vezes falsa) ficou essa relação interpessoal? Claro que você pode partir pra defensiva e dizer que é impossível manter uma relação que não seja rasa, visto que com a Internet atingimos muito mais gente do que pessoalmente, mas <strong>onde fica o meio termo nessa relação</strong>, esse é o X da questão.</p>
<p><strong><em>&#8220;Será que fiquei viciado em novidade&#8221;<br />
</em></strong>Intimamente ligado com a questão do tempo dedicado às redes sociais está a nossa ânsia por novidades. Já não conseguimos esperar um minuto sequer por qualquer coisa sem sacar o telefone do bolso e dar uma olhada no feed. Por termos uma abundância enorme de informações e acesso instantâneo a tudo isso nós criamos essa necessidade de estarmos o tempo todo ligados e atentos a qualquer novidade, <strong>por mais insignificante que ela seja</strong>. Repare que meu descontentamento aqui não é para o fato de termos acesso a tudo, eu acho isso sensacional, mas precisamos remover esse pensamento de que temos que absorver toda essa informação, até porque isso é impossível, é preciso ter mais controle sobre isso.</p>
<p><strong><em>&#8220;Um livro eu claramente não vou ler&#8221;</em><br />
</strong>Quando dedicamos tempo demais pra uma coisa só ficamos sem tempo para todas as outras. Talvez o lado mais positivo dessa experiência de ficar um mês sem Facebook foi o tempo que me sobrou pra fazer outras coisas que eu não estava fazendo ou estava fazendo muito pouco. Voltei a ler alguns livros que tinha abandonado, estou fazendo mais exercício físico, me dedicando mais ao ANH e ao trabalho como fotógrafo e, o melhor de tudo, tenho tempo livre pra não fazer nada. Isso é uma coisa que muitas vezes não valorizamos, mas que é essencial, é no tempo de abstinência total de qualquer atividade que temos novas ideias, novas reflexões <strong>ou simplesmente relaxamos</strong>. A ideia da <a title="Circuito Vale Europeu – Cicloturismo – Definindo o roteiro" href="http://anaturezahumana.com/2016/09/circuito-vale-europeu-cicloturismo-definindo-o-roteiro/" target="_blank">viagem de bicicleta pelo Circuito Europeu</a>, por exemplo, surgiu durante um desses tempos.</p>
<p><strong><em>&#8220;Eu tenho achado tudo chato, tudo ruim&#8221;<br />
</em></strong>Um outro ponto que eu não poderia deixar de comentar sobre a Internet é o excesso de ódio e de falta de empatia. Os haters e os discursos de ódio não são novidade, convivemos com eles o tempo todo, mas o que impressiona é como simplesmente aceitamos isso como normal e o volume monstruoso deles. Estamos disseminando muito mais informações que incitam a discórdia do que qualquer outra coisa. Particularmente eu acho que isso é fruto da nossa necessidade de parecermos melhores que o outro, de mostrar que nosso ideal é mais bonito que os outros, que a nossa verdade e o nosso Deus são o que o mundo todo precisa seguir. Outro ponto importante aqui é a <strong>polarização de ideias</strong>, isso favorece muito o discurso de ódio e isso é um movimento global que me dá medo, podemos ver isso claramente no cenário político. Não precisamos de exemplo melhor que a <a title="O que podemos aprender com Tay - Fabro Steibel" href="http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/proa/noticia/2016/04/o-que-podemos-aprender-com-tay-experimento-em-inteligencia-artificial-da-microsoft-no-twitter-5711041.html" target="_blank">Tay</a>, robô de inteligência artificial da Microsoft que replicava informações de outros usuários e em menos de 24h se tornou uma &#8220;garota mimada, nazista, ninfomaníaca e preconceituosa&#8221;.</p>
<p><strong><em>&#8220;Tudo está melhor do que parece</em></strong><br />
<strong><em>Eu olho e vejo tudo errado</em></strong><br />
<strong><em>Faz tempo que está tudo certo&#8221;<br />
</em></strong>Não por acaso e nem por falta de importância, deixei esse ponto pro final. A predominância do ódio que comentei no ponto anterior faz com que a gente absorva um viés pessimista sobre o mundo e sobre a humanidade. Zygmunt Bauman, um filósofo considerado pessimista diz que &#8220;<a title="Zygmunt Bauman - Artigo no El País" href="http://brasil.elpais.com/brasil/2015/12/30/cultura/1451504427_675885.html" target="_blank">as redes sociais são uma armadilha</a>&#8221; e nesse ponto concordo com ele, mas nessa conclusão quero trazer uma <strong>visão realista</strong>, nem pessimista, nem otimista. <strong>O mundo está se tornando um lugar melhor a cada dia que passa</strong>, tem bilhões de pessoas empenhadas nessa causa. Tem muita gente fazendo força pra que o contrário aconteça também, mas temos que ver as coisas através de um contexto de proporção. É óbvio que hoje ocorrem muito mais tragédias do que a 50 anos atrás então isso automaticamente nos leva a pensar que as coisas estão piorando, mas não, elas acontecem mais porque tem mais gente viva, simples assim. O mundo está num crescimento constante, um dia isso vai estabilizar, mas até lá vamos ter que nos contentar com muitos números aumentando, inclusive o das tragédias. E todas as mídias (a Internet não é exceção) estampam as tragédias na primeira página, sabe por que?! Porque &#8220;ver sangue é que é legal&#8221;: impacta e dá Ibope, tudo o que uma mídia precisa pra se manter. <strong>Mas tudo é uma questão de proporção</strong>, lembre-se disso.</p>
<p>Se eu puder dar uma conclusão sobre esse último mês eu diria que foi um mês positivo, onde muitas coisas boas aconteceram, a grande maioria delas simplesmente porque <strong>eu tinha mais tempo e ânimo para fazê-las</strong>. Eu sempre me considerei um usuário que sabe filtrar os conteúdos que consome, que realmente buscava coisas boas e positivas pra consumir nas redes sociais e na Internet de modo geral, mas nesse último mês aprendi que apenas estabelecer filtros não é o suficiente, precisamos pensar melhor sobre a utilização da Internet como um todo.</p>
<p>Se alguém está curioso pra saber se eu vou voltar pro Facebook, a resposta é sim, mas vou limitar meu acesso. Vou manter a rotina de não ter o aplicativo no celular, <strong>acessar pelo computador e apenas uma vez ao dia</strong>. Ao mesmo tempo que tive todos esses vislumbres sobre o aspecto negativo da utilização das redes sociais, perdi alguns pontos que considero positivos como as informações de alguns grupos que tenho lá, algumas páginas que sigo e também eventos que aconteceram e que não fiquei sabendo. Então vou tentar utilizá-lo de uma maneira mais consciente do que vinha fazendo para seguir tendo acesso a essa parte boa e diminuir o impacto dos aspectos negativos que encontrei.</p>
<p>Talvez eu estenda essa reflexão pra mais algum post, mas por enquanto eu acho que é isso que eu tinha pra falar. A foto de capa desse post é da Laguna Torre em El Chaltén, um momento muito especial e de muita reflexão. E dando continuidade às atividades aqui no ANH, já estou preparando o roteiro para a <a title="Trabalho, treino e a dualidade das coisas" href="http://anaturezahumana.com/2016/09/trabalho-treino-e-a-dualidade-das-coisas/" target="_blank">viagem de test drive que vou fazer com meu pai</a> que comentei outro dia e logo mais terá um post novo falando sobre isso. Até lá!</p>
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		<title>Trabalho, treino e a dualidade das coisas</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2016 00:43:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
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		<category><![CDATA[cicloturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Jaraguá do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[preparação]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Você já reparou que pra quase tudo na vida a gente fica tentando dar uma conclusão dizendo se aquilo foi bom ou ruim, quando se a gente parar pra pensar, tudo é bom e ruim ao mesmo tempo. Talvez esse pareça uma afirmação bastante simples, mas ela traz reflexões bem profundas. O que define se [&#8230;]</p>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e73afcbc989" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">T</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>rabalho, pouco treino, algumas divagações e muita ansiedade. Isso <strong>resume bem</strong> minha última semana. Desde terça-feira da semana passada quando eu fiz o último post sobre a viagem bastante coisa aconteceu. Talvez o mais impactante desses acontecimentos é o fato de que fechei um trabalho relativamente grande e estou passando mais ou menos 11 horas por dia em frente ao computador e isso me deixa muito triste e feliz ao mesmo tempo e uma divagação sobre essa <strong>dualidade das coisas</strong> talvez seja minha maior razão pra querer fazer esse post.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><span id="more-6811"></span></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Preparação-para-a-viagem-Pedal-de-treino-Lua-no-horizonte.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6813" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Preparação-para-a-viagem-Pedal-de-treino-Lua-no-horizonte-1024x683.jpg" alt="Preparação para a viagem - Pedal de treino - Lua no horizonte" width="1024" height="683" /></a></p>
<p>Você já reparou que pra quase tudo na vida a gente fica tentando dar uma conclusão dizendo se aquilo foi bom ou ruim, quando se a gente parar pra pensar,<strong> tudo é bom e ruim ao mesmo tempo</strong>. Talvez esse pareça uma afirmação bastante simples, mas ela traz reflexões bem profundas.</p>
<p>O que define se algo é bom ou ruim é apenas o nosso julgamento, que, por sua vez, é influenciado por coisas como nosso humor, nosso conhecimento, nosso histórico com o que estamos julgando e mais um monte de outros fatores, mas o que quero reforçar aqui é que o fato de ser bom ou ruim é não é uma qualidade da coisa, mas sim <strong>uma resposta do nosso julgamento, da nossa percepção</strong>.</p>
<p>É justamente por isso que nesse momento estou muito feliz e triste ao mesmo tempo. Feliz por ter um volume considerável de trabalho, o que significa que em breve tem dinheiro entrando e triste por estar &#8220;perdendo&#8221; meu tempo aqui em frente à essa tela gigante quando na verdade gostaria de estar lá fora pedalando e/ou planejando coisas pra viagem.</p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Preparação-para-a-viagem-Pedal-de-treino-Lua-e-rio-na-divisa-com-Guaramirim.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6814" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Preparação-para-a-viagem-Pedal-de-treino-Lua-e-rio-na-divisa-com-Guaramirim-1024x683.jpg" alt="Preparação para a viagem - Pedal de treino - Lua e rio na divisa com Guaramirim" width="1024" height="683" /></a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Preparação-para-a-viagem-Pedal-de-treino-Recreativa-Mannes-e-montanhas.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6815" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Preparação-para-a-viagem-Pedal-de-treino-Recreativa-Mannes-e-montanhas-1024x683.jpg" alt="Preparação para a viagem - Pedal de treino - Recreativa Mannes e montanhas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p>Eu poderia estar muito puto e estressado com o trabalho? Poderia. E pela mesma razão poderia dar pulos de alegria, então acho que tudo isso na verdade só me fez reforçar a máxima de tentar <strong>enxergar tudo pelo lado bom</strong>, inclusive aceitar melhor as coisas que geralmente tratamos como ruins.</p>
<p>Uma das outras coisas que aconteceu nesses últimos dias foi que meu pai me ligou e <strong>disse que queria fazer uma viagem de bike comigo</strong>, ele comentou sobre fazer o circuito completo também, mas acabei pensando em fazer algo separado com ele por duas razões: com ele eu gostaria de fazer um trajeto menor, com menos esforço e isso acabou gerando o outro ponto, a possibilidade de uma viagem test drive, como se fosse um treino mais real para o circuito.</p>
<p>Como expliquei <a title="Circuito Vale Europeu – Cicloturismo – Definindo o roteiro" href="http://anaturezahumana.com/2016/09/circuito-vale-europeu-cicloturismo-definindo-o-roteiro/" target="_blank">no primeiro post</a>, essa é a minha primeira experiência com cicloturismo, então não quero dar chance ao azar e quero sair de casa com a sensação de que tenho tudo <strong>100% planejado</strong>. Como eu já havia definido tudo até então pensando em fazer o circuito sozinho resolvi manter assim e fazer uma viagem menor pelo litoral antes de ir pra lá. Isso vai me dar a oportunidade de testar tudo, passar um bom tempo com o velho numa experiência única e <strong>realmente sentir como é botar o pé no pedal e encarar a estrada</strong>.</p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Preparação-para-a-viagem-Pedal-de-treino-BR-280-e-o-céu.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6817" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Preparação-para-a-viagem-Pedal-de-treino-BR-280-e-o-céu.jpg" alt="Preparação para a viagem - Pedal de treino - BR 280 e o céu" width="1024" height="1536" /></a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Preparação-para-a-viagem-Pedal-de-treino-BR-280-e-vista-para-as-montanhas.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6816" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/09/Preparação-para-a-viagem-Pedal-de-treino-BR-280-e-vista-para-as-montanhas-1024x683.jpg" alt="Preparação para a viagem - Pedal de treino - BR 280 e vista para as montanhas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p>Como falei no começo, os treinos andam meio fracos porque ando sem tempo. Desde terça só fiz mais quatro pedaladas: dois pequenos rolês até o centro no <a title="Link para a atividade no Strava" href="https://www.strava.com/activities/704354224" target="_blank">dia 07</a> e no <a title="Link para a atividade no Strava" href="https://www.strava.com/activities/705466772" target="_blank">dia 08</a>, um maior <a title="Link para a atividade no Strava" href="https://www.strava.com/activities/711482959" target="_blank">passando pelo Rio Molha e a pela Vila Nova</a> e a pedalada de hoje <a title="Link para a atividade no Strava" href="https://www.strava.com/activities/713766122" target="_blank">até o trevo de entrada para a rodovia do arroz</a>. As fotos que ilustram esse post são de hoje, o pôr do sol é visto da janela do nosso quarto e as demais são do trajeto do pedal. Um clique especial foi o da lagoa da recreativa da Mannes com os picos no fundo, eu e a Bruna (e mais uma pá de doidos) mergulhamos nela no meio da nossa festa de casamento. Massa, né?! :]
<p>No mais, dou novidades sobre a viagem teste e como andam os preparativos assim que eu finalizar essa leva de trabalho e conseguir dedicar mais tempo à viagem de novo. Até breve!</p>
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		<title>Cowspiracy &#8211; O segredo da sustentabilidade</title>
		<link>http://anaturezahumana.com/2016/02/cowspiracy-o-segredo-da-sustentabilidade/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2016 15:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[vegetarianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O filme conta com uma série de entrevistas com pessoas de diversas ONG&#8217;s ambientalistas a nível mundial e pessoas influentes na discussão. Kip parou para analisar a postura das grandes ONG&#8217;s e nenhuma delas estava dando a devida importância para a degradação do meio ambiente causada pela pecuária. Segundo relatórios da ONU, a pecuária atualmente é o maior causador de diversos problemas ecológicos. [&#8230;]</p>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e73afcc0b45" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">H</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>á algum tempo <a title="Home, um documentário que tem algumas verdades pra te falar" href="http://anaturezahumana.com/2015/11/home-um-documentario-que-tem-algumas-verdades-pra-te-falar/" target="_blank">comentamos sobre o documentário Home</a>, do <a title="Yann Arthus-Bertrand - Wikipédia" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Yann_Arthus-Bertrand" target="_blank">Yann Arthus-Bertrand</a> e seguindo na mesma linha de sustentabilidade resolvemos fazer também um post sobre um outro filme que levantou vários outros questionamentos, o <a title="Cowspiracy - Wikipédia" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Cowspiracy" target="_blank">Cowspiracy</a>.</p>
<p>Esse documentário foi produzido e dirigido por <strong>Kip Andersen e Keegan Kuhn</strong>. Kip é quem aparece durante todo o documentário entrevistando e buscando as respostas para os problemas que está encontrando, enquanto Keegan é o &#8220;cara por trás das câmeras&#8221;. Guarde esses nomes, esses caras merecem ser lembrados.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Review-Therm-a-Rest-Trail-Lite-Isolante-térmico-Diego-deitado.jpg"> <span id="more-6691"></span></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/02/Cowspiracy-03.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6696" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/02/Cowspiracy-03-1024x576.jpg" alt="Cowspiracy - 03" width="1024" height="576" /></a></p>
<p class="p1">O filme conta com uma série de entrevistas com pessoas de diversas ONG&#8217;s ambientalistas a nível mundial e pessoas influentes na discussão. Kip parou para analisar a postura das grandes ONG&#8217;s e <strong>nenhuma delas estava dando a devida importância</strong> para a degradação do meio ambiente causada pela pecuária.</p>
<p class="p1">Segundo relatórios da ONU, <strong>a pecuária atualmente é o maior causador de diversos problemas ecológicos</strong>. Entre eles estão a liberação do CO2 e do Metano que contribuem para o efeito estufa; a contaminação do solo, mananciais e por fim dos oceanos através dos dejetos; o desmatamento de grande parte das florestas para plantio de grãos para rações ou para pastoreio e um dos índices que mais nos chocou foi sobre o consumo de água.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/02/Cowspiracy-02.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6694" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/02/Cowspiracy-02-1024x576.jpg" alt="Cowspiracy - 02" width="1024" height="576" /></a></p>
<p class="p1">Cada um desses grandes problemas <strong>gera uma série de outros problemas por si só</strong>. O efeito estufa causa o degelo das calotas polares e glaciares, aumentando o nível do mar e pode no futuro deixar países inteiros em baixo d&#8217;água. A poluição do solo e da água mata e prejudica diversas espécies, inclusive a nossa e o impacto desses dejetos segue até os oceanos alterando também a vida marinha. O desmatamento está destruindo o &#8220;pulmão do mundo&#8221;, a humanidade não percebeu bem ainda, mas precisamos do oxigênio pra viver; extinção de espécies e erosão também estão diretamente ligadas ao desmatamento.</p>
<p class="p1">Mas isso meio que todo mundo já sabe, não?! Pois bem, aguarde até ver os números apresentados no documentário, enquanto você está aí, economizando no banho, andando de bicicleta ou de transporte coletivo, apagando todas as luzes e tirando todos os equipamentos da tomada porque o <em>Stand By</em> consome energia, os grandes produtores colocam uma cabeça de gado a mais no seu rebanho e <strong>jogam toda essa economia no lixo</strong>. Parece extremista da minha parte, não?! Eu gostaria que fosse, o grande problema é que não é.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/02/Cowspiracy-01.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6695" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/02/Cowspiracy-01-1024x576.jpg" alt="Cowspiracy - 01" width="1024" height="576" /></a></p>
<p class="p1">O filme ainda explica um pouco sobre o sistema de pesca em escala industrial e como ele está acabando com boa parte da vida marinha. Também mostra alguns relatos de assassinatos de ambientalistas que, só no Brasil, somam <strong>mais de 1100 casos</strong>, incluindo o caso da <a title="Dorothy Stang - Wikipédia" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dorothy_Stang" target="_blank">Irmã Dorothy</a> que ganhou bastante atenção na mídia.</p>
<p class="p1">Bom, tudo isso e nenhuma das grandes ONG&#8217;s falava a respeito do problema, isso levou ao questionamento de lobbies gigantes da indústria pecuária. Uma relação bastante simples, ONG&#8217;s são apoiadas pelos grandes produtores em troca de um <strong>silêncio conveniente</strong> sobre os problemas causados por eles.</p>
<p class="p1">E eu não poderia terminar o post sem falar em vegetarianismo ou veganismo, mas eu não queria citar isso no início do post simplesmente porque essas palavras ainda assustam, infelizmente. Mas não, <strong>Cowspiracy não é um filme sobre vegetarianismo e pela luta dos direitos animais</strong>, isso é um &#8220;dano colateral&#8221;. <strong>Cowspiracy é um filme sobre sustentabilidade</strong> e mostra que alimentar 7 bilhões de pessoas com uma dieta baseada em carnes, ovos e lacticínios é simplesmente insustentável.</p>
<p><iframe width="1100" height="619" src="https://www.youtube.com/embed/DQCs-an-uBc?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p class="p1">O filme está disponível no Netflix e também pode ser <a title="Cowspiracy - The Sustainability Secret" href="http://www.cowspiracy.com/" target="_blank">comprado diretamente no site oficial</a>. Eu sinceramente gostaria muito que essa discussão permanecesse em pauta, que começássemos a buscar alternativas e que cada um de nós, <strong>pouco a pouco, fizesse a sua parte</strong>. Há três anos eu e a Bruna decidimos virar vegetarianos, mais pelos direitos animais e pelo processo de produção da carne do que pela sustentabilidade, justamente porque desconhecíamos esses dados. Gradativamente seguimos tentando melhorar e consumir ainda menos ovos e lacticínios e em um futuro breve plantarmos uma parte do que necessitamos. Mudando nossos hábitos conseguimos mudar o comportamento do mercado e assim mudamos a postura da indústria. <strong>É o clichê mais clichê que existe, mas se cada um fizer a sua parte a gente chega lá.</strong></p>
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		<title>O que mudou nas nossas vidas depois do mochilão</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jan 2016 12:01:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bruna de Moraes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[lembranças]]></category>
		<category><![CDATA[mochilão]]></category>
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		<category><![CDATA[rotina]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Não preciso contar tudo o que aconteceu a seguir, porque tivemos a feliz ideia de registrar a história aqui no blog e todos podem acompanhar esses registros até hoje. Digo que foi uma feliz ideia porque é maravilhoso reler, assim como foi maravilhoso compartilhar e inspirar outras pessoas. Então o que quero dizer é que [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com/2016/01/o-que-mudou-nas-nossas-vidas-depois-do-mochilao/">O que mudou nas nossas vidas depois do mochilão</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com">A Natureza Humana</a>.</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e73afcc6aa8" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">H</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>á exatamente um ano nós colocamos as mochilas nas costas, conferimos os últimos detalhes e seguimos rumo a Florianópolis, onde pegaríamos o tão esperado <a title="Chegada a Ushuaia" href="http://anaturezahumana.com/2015/01/chegada-a-ushuaia/" target="_blank">vôo para Ushuaia</a> e daríamos início ao que foi a melhor experiência de vida que já tivemos até agora. De lá para cá muitas coisas aconteceram e vale a pena contar um pouco das ótimas experiências que tivemos desde então.</p>
<p class="p1">É claro que tudo começou <a title="Como planejamos nosso mochilão" href="http://anaturezahumana.com/2015/01/como-planejamos-nosso-mochilao/" target="_blank">bem antes</a>, com muita preparação, pesquisa, desligamentos de vínculos empregatícios, pagamentos de contas, compras de equipamentos, solicitação de documentos, etc, mas feito isso, chegamos ao grande dia, era ali que tudo <strong>começava de verdade</strong> e nós estávamos preparados e extremamente felizes. </p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Review-Therm-a-Rest-Trail-Lite-Isolante-térmico-Diego-deitado.jpg"> <span id="more-6679"></span></a></p>
<p class="p1">Não preciso contar tudo o que aconteceu a seguir, porque tivemos a feliz ideia de registrar a história <a href="http://anaturezahumana.com/category/diario-de-bordo/" target="_blank">aqui no blog</a> e todos podem acompanhar esses registros até hoje. Digo que foi uma feliz ideia porque é maravilhoso reler, assim como <strong>foi maravilhoso compartilhar e inspirar outras pessoas</strong>. Então o que quero dizer é que a partir do momento em que eu avistei as primeiras montanhas nevadas e deixei as lágrimas escorrerem através das janelas do avião até o dia de hoje, depois de uma volta inteira em torno do sol, muitas coisas aconteceram e como já aprendemos que compartilhar é maravilhoso, quero seguir fazendo isso e contar a nossa trajetória desde então.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Fazenda-de-Floriano-e-Alicia-Rio-Barrancoso-e-a-neblina-pela-manhã.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5780" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Fazenda-de-Floriano-e-Alicia-Rio-Barrancoso-e-a-neblina-pela-manhã-1024x683.jpg" alt="Carretera Austral - Fazenda de Floriano e Alicia - Rio Barrancoso e a neblina pela manhã" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>COMO O MOCHILÃO MUDOU A NOSSA FORMA DE ENCARAR AS MUDANÇAS</strong></p>
<p class="p1">O mochilão mudou nossas vidas, isso é um fato. <strong>Mudanças são muito importantes e acontecem o tempo todo, algumas nós escolhemos e outras não. </strong>Nossa mudança foi uma escolha, nós planejamos tudo com cuidado e também deixamos algumas coisas abertas, escolhendo “não escolher” em alguns momentos, o que proporcionou encontros e experiências surpreendentes.</p>
<p class="p1">Uma das nossas “não escolhas” foi referente ao que faríamos quando voltássemos e essa era uma pergunta que tínhamos de responder com frequência. Na verdade não queríamos que um projeto futuro ocupasse nossas mentes durante a viagem, queríamos fazer <strong>o exercício de viver o momento presente</strong> e não criar expectativas quanto ao futuro.</p>
<p class="p1">Essa liberdade proporcionou uma maior flexibilidade depois que voltamos para nossa cidade. Durante o primeiro mês pós viagem aceitamos todos os convites que surgiam, ficamos abertos para conversar com todos os amigos (e até com desconhecidos), trocar muitas ideias, falar sobre tudo o que passamos e responder a todas as perguntas. Muitas pessoas que fazem esse tipo de viagem preferem ficar um pouco mais reclusas nesse primeiro momento e eu entendo que pode não ser fácil voltar ao ritmo depois de tantas experiências reveladoras e principalmente depois de sentir o desprendimento da viagem em contraste com as preocupações do dia-a-dia da maioria das pessoas, como contas a pagar, horários a cumprir e desejos de consumo. Porém nós <strong>voltamos com vontade de contagiar a todos</strong>, com vontade de trazer nossos amigos e familiares para mais perto dos sentimentos que vivenciamos, por isso nosso convívio social nessa época foi intenso. Além disso estávamos com saudade, é claro!</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Trilha-para-Laguna-de-Los-Tres-Nós-Jan-Jean-e-Glauco.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5622" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/El-Chaltén-Trilha-para-Laguna-de-Los-Tres-Nós-Jan-Jean-e-Glauco-1024x683.jpg" alt="El Chaltén - Trilha para Laguna de Los Tres - Nós, Jan, Jean e Glauco" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>UMA VONTADE IMENSA DE COMPARTILHAR</strong></p>
<p class="p1">Não demorou muito para aparecerem os primeiros convites mais “formais” e assim organizamos nossa primeira <strong>conversa pública</strong> através dos nossos amigos do estúdio <a title="Firmorama" href="http://www.firmorama.com/" target="_blank">Firmorama</a>, que fizeram barulho em um encontro pra lá de proveitoso. Depois disso fomos convidados pela <a href="http://www.vasselai.com.br/" target="_blank">Vasselai Incorporações</a> para falar em Blumenau, pelo <a href="http://www.oatlas.com.br/" target="_blank">Atlas</a> para ir até Joinville e juntamente com a <a href="http://entremonte.com.br/" target="_blank">Entremonte </a>realizamos mais dois eventos novamente em Jaraguá do Sul.</p>
<p class="p1">Também participamos do <a href="http://bazaritinerante.com/" target="_blank">Bazar Itinerante</a>, expondo nossas <a title="Loja virtual" href="http://anaturezahumana.com/loja/" target="_blank"><strong>fotos e sketchbooks</strong> </a>e conversando muito sobre a viagem, de uma exposição no café <a href="https://www.facebook.com/truffe.irresistivel/" target="_blank">Truffé Delicatesse</a> e mais recentemente do evento Happy Day, promovido pelas amigas da loja <a href="https://www.facebook.com/lojaamei/?fref=ts" target="_blank">Amei</a>, além de ter o espaço de uma aula aberto para a turma do último semestre de educação física da Faculdade Jangada.</p>
<p class="p1">Outra oportunidade muito legal que surgiu foi a de receber pessoas em nossa casa através do<a title="Nossa casa cheia de vida com o Couchsurfing" href="http://anaturezahumana.com/2015/11/nossa-casa-cheia-de-vida-com-o-couchsurfing/" target="_blank"> Couchsurfing</a>, retribuindo assim a receptividade que tivemos na Argentina e no Chile, onde nós é que éramos os hóspedes.</p>
<p class="p1">Em meio a tudo isso fomos conhecendo cada vez mais pessoas, fazendo novos amigos e estreitando ainda mais antigos laços. Deixamos claro em certo ponto da viagem que <strong>o contato com as pessoas nos surpreendeu</strong> e deixo claro mais uma vez que isso continuou a acontecer aqui em Jaraguá e só temos a agradecer. O apoio de todos, o incentivo a dar continuidade ao projeto e a receptividade quanto aos materiais que produzimos nos motivou muito e possibilitou levar a mais pessoas a mensagem de que uma viagem pode ser mais simples do que parece.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/01/Firmorama.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6687" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2016/01/Firmorama-1024x669.jpg" alt="Firmorama - Charla Abierta" width="1024" height="669" /></a></p>
<p class="p1"><strong>MAS, E DO QUE VOCÊS VÃO VIVER DEPOIS QUE VOLTAREM?</strong></p>
<p class="p1">A pergunta que não calou desde antes de partirmos teve sua resposta sendo construída aos poucos e sem pressa. Logo no segundo mês em casa já começaram a aparecer <strong>oportunidades de trabalho</strong> para nós dois e percebemos que além do desenvolvimento pessoal, <strong>a viagem serviu como um grande portfólio profissional</strong>. Hoje estamos trabalhando de maneira autônoma, eu atuo na área do design gráfico e também fiz algumas oficinas de encadernação ao longo do ano. O Diego segue em trabalhos de fotografia e vídeo e muitas vezes acabamos trabalhando juntos em alguns projetos.</p>
<p class="p1">Desde que voltamos nossa ideia era sempre ficar abertos para todas as oportunidades que surgissem, sem medo e sem pressão de encontrar logo um emprego. Nós tínhamos uma pequena reserva e já estávamos habituados a viver com pouco, sabíamos que não precisávamos de um grande salário para passarmos bem por algum tempo. Convites como o da Danusa para ajudá-la a atender em seu café (uma área totalmente diferente da minha) foram aceitos com o coração aberto. Dentro de nossas áreas <strong>experimentamos diversos ramos e aprendemos muitas coisas novas</strong>. Ajudamos amigos de estúdios e agências, com trabalhos internos, em uma troca muito proveitosa e também trabalhamos muito em casa, experimentando uma rotina totalmente nova que requer muita disciplina, mas tem várias recompensas.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Torres-del-Paine-Anoitecer-no-acampamento-Dickson.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5324" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/03/Torres-del-Paine-Anoitecer-no-acampamento-Dickson-1024x683.jpg" alt="Torres del Paine - Anoitecer no acampamento Dickson" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><strong>O QUE VEM DAQUI PARA A FRENTE?</strong></p>
<p class="p1">Nosso último ano foi marcado por dois momentos distintos, uma mudança planejada (a viagem), que nos ensinou a estar abertos para a mudança não planejada (nossa nova forma de viver e trabalhar).</p>
<p class="p1">Depois da viagem também aproveitamos para colocar nossa <a href="http://anaturezahumana.com/loja/" target="_blank">loja virtual</a> no ar e fazer alguns posts de <a href="http://anaturezahumana.com/category/review/" target="_blank">review de equipamentos</a> e <a href="http://anaturezahumana.com/category/dicas-de-viagem/" target="_blank">dicas de viagem</a> de acordo com o que aprendemos, para ajudar aqueles que também estão planejando a sua.</p>
<p class="p1">Para 2016 nós decidimos continuar trabalhando, porque<strong> temos muitos projetos em mente</strong>, vamos focar no planejamento de <strong>uma nova viagem</strong> e também começar a estruturar o velho sonho de <strong>ter um sítio e aplicar conceitos de permacultura e sustentabilidade</strong>, mas para tudo isso acontecer, precisamos de um período de foco, precisamos juntar algum dinheiro, conhecer alguns apoiadores, estudar e trabalhar duro. E, é claro, vamos seguir alimentando o blog, pois esse é o nosso projeto de vida, já dissemos aqui que <strong>o ANH não é um blog apenas sobre viagens</strong>, embora tenha começado assim, é um blog que fala sobre escolhas de vida e sobre viver plenamente. O conteúdo sobre o mochilão para a Patagônia a princípio está encerrado, mas novos temas estão sendo planejados até que venha a próxima aventura.</p>
<p class="p1">Ah, e caso você tenha perdido algum dos posts da viagem ou queira relembrar os momentos maravilhosos que vivemos lá, você pode ler tudo na íntegra aqui no nosso <a title="Diário de Bordo" href="http://anaturezahumana.com/category/diario-de-bordo/" target="_blank">diário de bordo</a>.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com/2016/01/o-que-mudou-nas-nossas-vidas-depois-do-mochilao/">O que mudou nas nossas vidas depois do mochilão</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com">A Natureza Humana</a>.</p>
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		<title>Home, um documentário que tem algumas verdades pra te falar</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2015 16:09:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[Yann Arthus-Bertrand]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O documentário transmite um pouco da história de como é a vida em nosso planeta desde o início dela e de como foi e está sendo o processo de transformação dessa vida até hoje. Pode parecer forçado, mas não posso deixar de fazer um paralelo com o nome do nosso projeto, A Natureza Humana, para mim, o filme traduz [&#8230;]</p>
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	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e73afcca508" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">J</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>á havíamos ouvido falar muito bem a respeito do documentário <a title="Home - Wikipédia" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Home_(document%C3%A1rio)" target="_blank"><strong>Home</strong></a>, assim como a série de documentários mais recente do mesmo diretor/produtor: Human. Mas até então não o havíamos assistido, resolvemos fazer isso essa semana e não podemos deixar de elogiá-lo.</p>
<p><a title="Yann Arthus-Bertrand - Wikipédia" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Yann_Arthus-Bertrand" target="_blank">Yann Arthus-Bertrand</a> é um  fotógrafo, jornalista, repórter e ambientalista francês que no início de sua carreira tinha o foco em fotografia de animas, mas depois deu uma guinada e passou a trabalhar mais com fotografias aéreas. E falando do Home em si, ele foi todo <strong>produzido com tomadas aéreas</strong> ao redor de praticamente todo o nosso exuberante e lindo planeta.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/08/Review-Therm-a-Rest-Trail-Lite-Isolante-térmico-Diego-deitado.jpg"> <span id="more-6659"></span></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Home-2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6664" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Home-2-1024x576.jpg" alt="Home - Documentário - 02" width="1024" height="576" /></a></p>
<p class="p1">O documentário transmite um pouco da história de como é a vida em nosso planeta desde o início dela e de como foi e está sendo<strong> o processo de transformação dessa vida até hoje</strong>. Pode parecer forçado, mas não posso deixar de fazer um paralelo com o nome do nosso projeto, A Natureza Humana, para mim, o filme traduz um pouco dessa essência.</p>
<p class="p1">Home mostra o processo natural da formação do nosso planeta, do que existia quando ainda não havia vida, do início dela, da transformação dessa vida através das plantas e dos outros animais e finalmente até o momento em que chegamos nós, humanos. <strong>E é nesse momento que a crítica do filme aparece</strong>.</p>
<p class="p1">A partir do momento em que chegamos ao planeta começamos o nosso caminho de &#8220;evolução&#8221; até o estado que nos encontramos hoje, onde boa parte de toda a beleza e exuberância do planeta que eu citei lá no início do post <strong>já foi devastada por nós</strong>.</p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-6665" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Home-3-1024x576.jpg" alt="Home - Documentário - 03" width="1024" height="576" /></p>
<p class="p1">O filme faz essa crítica ao sistema de consumo moderno, onde a maioria da população está consumindo bens supérfluos, uma minoria luta por subsistência passando por dificuldades extremas e enquanto tudo isso ocorre o planeta aparentemente ruma para um <strong>destino não muito agradável</strong>.</p>
<p class="p1">E de uma forma simplista (talvez até demais) vou resumir isso tudo em apenas uma palavra: <strong>consumo</strong>. Toda essa degradação do planeta, grande parte dos desastres &#8220;naturais&#8221;, a essência da desigualdade social, as grandes guerras e os problemas sociais que vem juntos com elas. Tudo isso está relacionado ao consumo e, quer você queira ou não, <strong>você e eu fazemos parte disso</strong>.</p>
<p class="p1"><strong>E não, não vou dizer para você deixar de consumir</strong>. Quem me conhece um pouco melhor sabe que não sou contra o consumo de forma geral, que sou a favor do desenvolvimento tecnológico e de boa parte das maravilhas do mundo moderno. O grande problema em si não é o consumo, mas o <strong>consumo inconsciente</strong>. O consumo pelo simples fato de consumir. O consumo por impulso. O consumo que nos é vendido e que a gente nem percebe.</p>
<p class="p1"><img class="aligncenter size-large wp-image-6666" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/11/Home-4-1024x576.jpg" alt="Home - Documentário - 04" width="1024" height="576" /></p>
<p class="p1">Por isso minha mensagem é simples, mas te juro que é muitíssimo eficaz. Para cada conta que você paga, para cada real que sai do seu bolso, <strong>tente refletir de onde ele veio e para onde ele vai</strong>. Quantas pessoas foram necessárias para produzir o que você está consumindo, quanta energia foi demandada para produzi-lo e para chegar até você e, por final, como ele vai ser descartado.</p>
<p class="p1"><strong>Consumo consciente é a chave.</strong> Pesquise mais sobre o que consome, sobre as empresas que fabricam o que você vai consumir (você concorda com os ideais deles?), dê preferência à alternativas locais e de menos impacto e principalmente se pergunte se você precisa mesmo daquilo que vai consumir. Nós temos a faca e o queijo na mão, nós controlamos boa parte da demanda do mercado, não se esqueça disso. Toda ação tem uma reação, <strong>você faz parte do todo, não negligencie essa responsabilidade</strong>.</p>
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		<title>Tradição, frio e mate</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2015 18:51:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[a estética do frio]]></category>
		<category><![CDATA[estilo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[mate]]></category>
		<category><![CDATA[pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[simplicidade]]></category>
		<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[tradição]]></category>
		<category><![CDATA[Vitor Ramil]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Enquanto viajávamos eu ainda não conhecia os álbuns (muito menos os textos) do Vitor e pouco conheço ainda hoje, mas já me considero um admirador dele e de suas obras, que sigo me aprofundando aos poucos. Ele é um músico, compositor e escritor gaúcho que teve algumas fases e transformações marcantes durante sua carreira. Uma delas foi justamente [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e73afcce103" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">&#8220;A</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>o me reconhecer no frio e reconhecê-lo em mim, eu percebera que nos simbolizávamos mutuamente [&#8230;]&#8221;. É com esse trecho de <a title="Livro: A Estética do Frio - Vitor Ramil" href="http://www.vitorramil.com.br/textos/Vitor_Ramil_-_A_Estetica_do_Frio.pdf" target="_blank"><strong>A Estética do Frio</strong></a> e ouvindo o álbum quase homônimo de <strong>Vitor Ramil</strong> é que escrevo esse post sobre traços culturais que muitas vezes não valorizamos e, digo mais, muitas vezes nem percebemos.</p>
<p>Dê o play em <strong>Ramilonga</strong> e vem refletir um pouco sobre isso também:</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-6561-2" preload="none" style="width: 100%; visibility: hidden;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/1-16-ramilonga.mp3?_=2" /><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/1-16-ramilonga.mp3">http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/10/1-16-ramilonga.mp3</a></audio>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-6561"></span></p>
<p class="p1">Enquanto viajávamos eu ainda não conhecia os álbuns (muito menos os textos) do Vitor e pouco conheço ainda hoje, mas já me considero um admirador dele e de suas obras, que sigo me aprofundando aos poucos. Ele é um músico, compositor e escritor gaúcho que teve algumas fases e transformações marcantes durante sua carreira. Uma delas foi justamente o vislumbre dessa estética do frio.</p>
<p class="p1">Essa estética retrata uma série de traços culturais e tradições das pessoas que vivem em ambientes onde o clima frio é predominante. Ele questionou-se sobre pequenas ações comuns entre as pessoas que vivem nesses ambientes e encontrou uma espécie de unidade, <strong>uma identidade que não tinha a ver com fronteiras políticas</strong> ou com escolhas propriamente ditas. Ele enxergou que muitas dessas atitudes eram influenciadas pelo clima.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Fazenda-de-Floriano-e-Alicia-Hora-do-Mate.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5772" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Fazenda-de-Floriano-e-Alicia-Hora-do-Mate-1024x683.jpg" alt="Carretera Austral - Fazenda de Floriano e Alicia - Hora do Mate" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">O convívio em um certo nível de isolamento, o aconchego da simplicidade e o contato mais íntimo com a natureza, esses são alguns dos pontos que podem ser destacados desse &#8220;estilo de vida&#8221;. Vitor teve essa percepção quando estava no Rio de Janeiro, em meio ao calor, festas de carnaval e uma porção de coisas com as quais ele não se identificava. Um dos primeiros questionamentos foi o fato dessa não existência de uma unidade de identidade no Brasil. Obviamente, pelo fato do Brasil ser um país tão grande isso era de se esperar, mas essa percepção ficou mais aguçada quando começamos a utilizar o clima como parâmetro para &#8220;separar&#8221; essas regiões.</p>
<p class="p1">Enquanto estávamos viajando também tivemos um pouco desse mesmo sentimento. Tínhamos uma espécie de cumplicidade com várias pessoas que conhecemos, sentíamos que as ideias fluíam bem, que <strong>algumas dessas pessoas tinham um estilo de vida muito parecido com o que tínhamos</strong> ou com o que almejávamos e isso não ocorria quando comparávamos com alguns encontros que tínhamos com outras pessoas do nosso próprio país. Agora paramos para fazer essa mesma análise, que na verdade vivemos num clima muito mais parecido com os lugares que visitamos do que com o resto do Brasil.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Fazenda-de-Floriano-e-Alicia-Rio-Barrancoso-e-a-neblina-pela-manhã.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-5780" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/04/Carretera-Austral-Fazenda-de-Floriano-e-Alicia-Rio-Barrancoso-e-a-neblina-pela-manhã-1024x683.jpg" alt="Carretera Austral - Fazenda de Floriano e Alicia - Rio Barrancoso e a neblina pela manhã" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1">E essa diferença de clima dá origem à uma das tradições mais marcantes que encontramos durante a viagem: o mate. O nosso conhecido chimarrão foi visto em praticamente todas as cidades que visitamos e se fez presente nos trekkings mais longos, nas casas dos <a title="Como o CouchSurfing pode mudar a sua forma de viajar" href="http://anaturezahumana.com/2015/07/como-o-couchsurfing-pode-mudar-a-sua-forma-de-viajar/" target="_blank">couch&#8217;s</a>, nos holstels e em vários outros lugares inusitados. Apesar das diferenças no preparo se comparado ao nosso chimarrão, o mate que nos era servido lá também era carregado de <strong>história e tradição</strong>.</p>
<p class="p1">Sempre que as rodas de mate eram formadas, boas histórias vinham a tona, o contato entre as pessoas se intensificava, estávamos mais presentes e aproveitando mais daquele momento. Antes da viagem não tínhamos essa visão sobre o chimarrão daqui, tanto que o tomávamos muito esporadicamente, mas durante a viagem esse tradicionalismo deu um valor especial ao ato, coisa que não conseguíamos entender ou enxergar aqui. Repare que<strong> não estou dizendo que o mate de lá é melhor do que o mate daqui</strong>, mas de alguma forma foi preciso esse toque especial da viagem para que pudéssemos valorizar a tradição que temos aqui, da mesma forma que passamos a valorizar a nossa própria casa quando retornamos por termos sentido tanto a sua falta.</p>
<p class="p1">Enfim, esse foi só um pequeno devaneio, uma reflexão sobre algumas ideias com as quais me identifiquei muito enquanto fui lendo e discutindo sobre. A estética do frio em si acredito que englobe muito mais do que essa pequena pincelada superficial que cito aqui no post e com certeza a cultura do mate é muito mais complexa do que eu consegui perceber até então. E eu adoraria seguir refletindo sobre isso, então se você tiver alguma opinião sobre isso os comentários estão aí, vamos conversando.</p>
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		<title>Nossa casa em outra casa</title>
		<link>http://anaturezahumana.com/2015/06/nossa-casa-em-outra-casa/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2015 14:37:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[casa]]></category>
		<category><![CDATA[hospitalidade]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[simplicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>De novo, nem bem nos acostumamos com o nosso canto e já achamos outro lugar pra viver por alguns dias e tem sido uma experiência muito bacana. Fica muito mais difícil cair na rotina quando se está em um lugar novo a cada pouco, nós temos um olhar diferente para o local, para as coisas [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e73afcd3d2e" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">D</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>urante a viagem aprendemos que qualquer lugar com um espacinho para montar nossa barraca poderia ser a nossa casa por alguns dias, foi um aprendizado excelente saber que precisamos de pouca coisa além de um pequeno teto e um canto pra esticar as pernas.</p>
<p>Antes de sairmos viajar, havíamos nos mudado fazia apenas um mês e com toda a correria dos últimos preparativos da viagem não aproveitamos tão bem nossa nova casa, saímos pensando que quando voltássemos teríamos que comprar várias coisas, reformar alguns móveis e daí sim teríamos um lugar bacana pra viver. A primeira sensação quando entramos em casa novamente foi: &#8220;<strong>temos muito mais do que precisamos</strong>&#8220;.</p>
<p>Não é questão de ficar acomodado e não almejar mais, não querer essa melhoria de vida, mas o fato é que para adquirir todas essas coisas <strong>teríamos que trabalhar mais</strong>, nos privar de momentos de tranquilidade que, na nossa visão atual, valem mais do que aquele móvel novo ou aquele eletrodoméstico que estava faltando. Conseguimos viver sem eles e, digo mais, vamos viver bem sem eles.</p>
<p>Mas enfim, não foi nem bem por isso que eu comecei a escrever esse post, foi pra contar que desde a última semana não estamos morando na nossa casa. Foi pra dizer que a nossa casa, agora é a casa do Léo e do Rapha, casal de amigos que foi viajar e nos fez o convite para morarmos aqui, cuidar da casa e de seus bichos de estimação enquanto eles estiverem fora.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-6195"></span></p>
<p class="p1">De novo, nem bem nos acostumamos com o nosso canto e já achamos outro lugar pra viver por alguns dias e tem sido uma experiência muito bacana. Fica muito mais difícil cair na rotina quando se está em um lugar novo a cada pouco, <strong>nós temos um olhar diferente para o local</strong>, para as coisas que estão aqui e para tudo o que acontece no dia a dia, você tem mais ânimo até para as tarefas mais corriqueiras. Além do mais, <strong>essa casa é um lugar bem especial</strong>, cheia de detalhes e que esconde uma nova descoberta a cada dia.</p>
<p class="p1">Essa mudança e esse olhar diferenciado para as coisas simples nos inspirou a fazer algumas fotos do lugar e de alguns momentos que muitas vezes não damos valor e não enxergamos a sua beleza. Aquele dia em que ficamos até tarde trabalhando, a mesa do café da manhã posta nos anunciando que temos mais um belo dia pela frente e aquela caminhada no jardim pra esparecer as ideias. Todos pequenos momentos, todos belos momentos, <strong>basta saber parar pra observar e sentir</strong>. Espero que você goste da nossa primeira sessão só em preto e branco.</p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Chico-e-Bruna-trabalhando.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6199" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Chico-e-Bruna-trabalhando-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Chico e Bruna trabalhando" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Escritório.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6202" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Escritório-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Escritório" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Bruna-tomando-chá.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6197" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Bruna-tomando-chá-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Bruna tomando chá" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Jardim.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6204" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Jardim-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Jardim" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Vista-para-a-casa.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6209" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Vista-para-a-casa-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Vista para a casa" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Mesa.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6205" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Mesa-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Mesa" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Textura-madeira.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6208" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Textura-madeira-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Textura madeira" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Roda-de-carroça.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6207" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Roda-de-carroça-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Roda de carroça" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Plantas.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6206" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Plantas-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Plantas" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Filtro-dos-sonhos.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6203" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Filtro-dos-sonhos-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Filtro dos sonhos" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Café-da-manhã.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6198" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Café-da-manhã-1024x681.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Café da manhã" width="1024" height="681" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Diego-tomando-café.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6201" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Diego-tomando-café-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Diego tomando café" width="1024" height="683" /></a></p>
<p class="p1"><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Diego-CRFS.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6200" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Jaraguá-do-Sul-Casa-do-Léo-e-do-Rapha-Diego-CRFS-1024x683.jpg" alt="Jaraguá do Sul - Casa do Léo e do Rapha - Diego CRFS" width="1024" height="683" /></a></p>
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		<title>Na natureza selvagem e o eu de dois anos atrás</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2015 12:36:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nunes]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Christopher McCandless]]></category>
		<category><![CDATA[Eddie Vedder]]></category>
		<category><![CDATA[into the wild]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Ao começar a julgar os defeitos da sociedade ele passou a se isolar, a buscar, na calmaria da solidão, um refúgio, algo que seria melhor que o caos da sua vida atual, e ele buscou isso através de um contato mais profundo com a natureza, assim como um de seus mentores Henry David Thoreau. Em toda a [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb_row vc_row  vc_row-fluid  mk-fullwidth-false  attched-false vc_row-fluid">
	<div style="" class="vc_col-sm-12 wpb_column column_container ">
			<div class="clearboth"></div><div class="mk-shortcode mk-padding-shortcode" style="height:20px"></div><div class="clearboth"></div><span id="drop-caps-69e73afcd9527" class="mk-dropcaps mk-shortcode fancy-style ">A</span><style type="text/css"></style>	<div style=" margin-bottom:0px;text-align: left;" class="mk-text-block  "><p>cho que posso dizer que esse foi o marco pra mim. Esse foi o dia em que a vontade de estar próximo da natureza começou seu <strong>crescimento desenfreado</strong>. Foi nesse dia que começaram os questionamentos dos conceitos da sociedade e do meu modo de vida atual. Mas não foi quando eu terminei o filme que “minha vida mudou”, passei um bom tempo refletindo, questionando, <strong>aprimorando meu pensamento</strong>. Assisti mais uma vez, pesquisei sobre o Chris, me inteirei sobre o assunto e foi aí que as coisas começaram a mudar.</p>
<p>A filosofia do personagem me influenciou de uma forma tão grande que hoje não consigo mais imaginar como eu poderia pensar diferente anteriormente. Chris tinha suas dúvidas, seus próprios conceitos, <strong>ele não queria saber de verdades absolutas</strong>, ele queria entender tudo, ele queria julgar tudo, ele queria saber o que era realmente bom e o que era ruim, não que lhe dissessem o que era bom ou ruim, pois ele simplesmente não ligava, ele tinha que sentir isso.</p>
<div class="clearboth"></div></div> 
	</div></div>
<p class="p1"><span id="more-6075"></span></p>
<p>Ao começar a julgar os defeitos da sociedade ele passou a se isolar, a buscar, na calmaria da solidão, um refúgio, algo que seria melhor que o caos da sua vida atual, e ele buscou isso através de um contato mais profundo com a natureza, assim como um de seus mentores <a title="Wikipédia - Henry David Thoreau" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Henry_David_Thoreau" target="_blank">Henry David Thoreau</a>. Em toda a sua caminhada <strong>encontrou pessoas marcantes,</strong> que lhe ajudaram a formar novos conceitos, lhe ensinaram diferentes jeitos de viver a vida, lhe deram lições, pessoas que estiveram presentes no seu amadurecimento como pessoa. Mas mesmo assim, sua cabeça permanecia focada em um ideal mais solitário, uma convivência só, na natureza selvagem.</p>
<p>Quando sua história veio a tona, através do livro e do filme, pessoas lhe julgando não faltaram, alguns o chamam de louco, outros de gênio. Eu, particularmente, acho que o gênio se sobressai muito mais, um lado maluco todos nós temos e talvez se ele não o tivesse, não teria coragem para fazer o que fez e deixado um legado tão belo quanto o fez.</p>
<p>Falando em específico do filme agora, as atuações são impecáveis, <strong>Emile Hirsch é simplesmente fantástico</strong> o filme todo, o roteiro é sensacional e a história em si já é um caso a parte. Um adendo especial à trilha sonora, acho que não passo mais de um mês sem ouvir a voz do mestre Eddie Vedder cantando essas poesias que embalaram o filme.</p>
<p>Faça um favor a si mesmo e assista o filme. Já assistiu? Não importa, veja de novo. Vale cada segundo.<br />
Outras informações:<br />
<a title="Na Natureza Selvagem (2007) - IMDb" href="http://www.imdb.com/title/tt0758758/" target="_blank">Filme no IMDb</a> e no <a title="Wikipédia - Na Natureza Selvagem" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Into_the_Wild_(filme)" target="_blank">Wikipédia<br />
</a>E a trilha sonora espetacular do Eddie Vedder: <a title="Wikipédia - Into the Wild (álbum)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Into_the_Wild_(%C3%A1lbum)" target="_blank">Into the Wild (álbum)</a></p>
<p><a href="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Na-Natureza-Selvagem.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-6077" src="http://anaturezahumana.com/wp-content/uploads/2015/06/Na-Natureza-Selvagem-1024x426.jpg" alt="Na Natureza Selvagem" width="1024" height="426" /></a></p>
<p>E, ao contrário do que diz lá em cima no post, <strong>esse post não foi escrito hoje</strong>, por mais incrível que pareça, essa primeira parte do post eu tinha escrito <strong>há exatos dois anos, em junho de 2013</strong>, um tempo onde essa nossa primeira viagem nem pensava em existir. Achei o texto enquanto vasculhava alguns arquivos antigos em meu computador. Ler isso tudo novamente e saber que pouco a pouco estou concretizando esse sonho de viver esse novo estilo de vida me trouxe uma alegria enorme.</p>
<p>Isso sem falar nas &#8220;coincidências&#8221; com a nossa viagem em si. Nós já dissemos aqui que começamos toda a viagem pensando que iria ser uma aventura com uma conexão enorme com a natureza através dos trekkings e dos passeios, mas o que nos surpreendeu foi a parte do contato humano, de toda a ajuda que recebemos de pessoas até então desconhecidas e toda a reflexão que isso nos trouxe. Toda a ajuda que recebemos durante a viagem certamente não foi porque somos sortudos ou que somos algum tipo de exceção, esse tipo de coisa aconteceu porque <strong>estávamos abertos a isso</strong>, deixamos a viagem acontecer de uma forma natural, exatamente como Chris e tantos outros que conhecemos durante nossa grande caminhada.</p>
<p>Como o Diego de dois anos atrás citou lá no começo, essa história foi o começo de muitos questionamentos. Não consigo não fazer relação dela com tantas outras mudanças na minha vida que não são nem relacionadas a natureza, mas sim à sociedade. Desde que assisti o filme pela primeira vez eu tive uma separação, um pedido de demissão em uma carreira estável (se é que isso existe), o início do meu relacionamento com a Bruna, a criação de uma empresa, uma outra mudança de casa, a saída da empresa e por fim a viagem. Esse seria meu resumo de vida dos últimos 7 anos e não estou forçando a barra quando digo que <strong>cada um desses eventos teve uma influência</strong> desses questionamentos que foram trazidos a tona pelo filme.</p>
<p>Lembrei de um vídeo do <a title="Canal do Pirula - Youtube" href="https://www.youtube.com/user/Pirulla25" target="_blank">Pirula</a> que assisti há pouco onde ele conta que toda a carreira dele como paleontólogo foi influenciada por um livro de figurinhas de dinossauros. Obviamente não foi o livro que determinou todo o futuro dele, mas despertou algo que desencadeou um monte de outros acontecimentos que levaram até onde ele está hoje. Acredito que de certa forma esse filme fez algo parecido comigo.</p>
<p>E pra finalizar, não poderia deixar de citar a clássica: &#8220;<strong>A felicidade só é real quando compartilhada</strong>&#8220;. Obrigado Bruna, minha família e meus amigos que compartilham (ou compartilharam) sua felicidade e amor comigo. Acho que se o Diego de hoje encontrasse o Diego que escreveu o início do post ou o Diego que assistiu ao filme pela primeira vez, acho que ele daria um tapinha nas costas e diria: &#8220;vai em frente, você está no caminho certo&#8221;. Espero que o Diego que lerá esse post daqui mais alguns anos possa dizer o mesmo.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com/2015/06/na-natureza-selvagem-e-o-eu-de-dois-anos-atras/">Na natureza selvagem e o eu de dois anos atrás</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://anaturezahumana.com">A Natureza Humana</a>.</p>
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